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KITESURF DE NORTE A SUL

O Brasil oferece condições para a prática do kitesurf do norte ao sul do país. Confira um panorama geral sobre o Kitesurf no Brasil.

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TRANSIÇÃO DE DIRETORIA ABK – 2018

    Este ano, 2018, teve a transição de diretoria da ABK – Associação Brasileira de Kitesurf. Depois de quatro anos do Augusto Sampaio na presidência da instituição, Eduardo “Rato” Fernandes assume com o propósito de dar continuidade nas ações implementadas na gestão anterior e conquistar ainda mais espaço para o esporte em âmbito nacional e com repercussão internacional.     Equipe técnica ABK, durante a Clí­nica de certificação de instrutores     A gestão ABK de 2014 a 2018 foi composta por Augusto Sampaio, presidente, Charif Homsi, vice presidente e Alex Leo, secretário. Os Circuitos Mundiais no Brasil, na modalidade freestyle, os Campeonatos Brasileiro de Kite e a implementação de mais de dez Clí­nicas de certificação de instrutores, atendendo o padrão de ensino ABK, foram os destaques da diretoria. Além disso, no final da administração, houve outra grande conquista: a proximidade da ABK com a CBVela, que evoluiu para a conquista do Bradesco e Energisa como patrocinadores do Circuito Mundial de TT:R – Twin Tip Race. “Assumi a ABK no momento em que voltei do Circuito Mundial em 2013, no qual trabalhei como juiz. Nossa missão foi sempre alavancar o esporte. Logo no primeiro ano, fizemos seis etapas do campeonato brasileiro, campeonato mundial de freestyle, além de desenhar a clí­nica de instrutores e que mais para frente pudemos colher os frutos do projeto” diz Sampaio, presidente da associação.     Reginaldo Silva, Carlos Mario BB e Augusto Sampaio Carlos Mario, BB, teve destaque durante a administração de Sampaio, que nos contou: “Visitei Mendonça, na Argentina, para avaliar se o local teria condições de receber o campeonato mundial de kite. Na oportunidade, fiz uma sugestão de um apoio deles para o campeonato Brasileiro. A ideia era que eles oferecessem a viagem com todos os gastos inclusos para o primeiro colocado na categoria feminina e masculina para participarem do Mundial. Dionéia Vieira e Carlos Mario, BB, foram os vencedores e ganharam as passagem para Argentina. Foi ai o BOOM do BB, que foi o primeiro colocado e daí­ pra frente foi só show!”, comemora. A nova gestão de 2018 a 2022, sob o comando do conhecido Eduardo “Rato” Fernandes, Marcelo Gervini, vice-presidente e Rogério Luna, secretário, promete dar continuidade nas ações já realizadas na última administração, assim como dar destaque na modalidade TT:Race que agora está ainda mais junto com a CBVela – Confederação Brasileira de Vela e criar outras ações em prol do esporte. “Estou no kite desde 2001 e vejo o progresso do esporte e as conquistas da antiga diretoria, na qual estive presente em diversos projetos, como a certificação de instrutores e campeonatos e eventos do setor. Nessa gestão, vamos dar continuidade ao trabalho construí­do e, como principal objetivo, quero caminhar ao lado da CBVela para a profissionalização do kitesurf no paí­s e levar os atletas e esporte para o mundo”, destaca, Rato. Eduardo “Rato” Fernandes, atual presidente da ABK, durante a Clí­nica de certificação. “Já venho da antiga gestão, como diretor técnico da ABK e tive meus esforços empreendidos na Clí­nica de certificação de instrutores. Minha missão agora é dar continuidade na padronização do ensino e ganhar mais certificações e conhecimento a fim de disseminar conteúdo a todos os interessados no kite”, diz Marcelo Gervini, atual vice ABK E, em breve, terão mais novidades das conquistas ABK, sob nova direção! Saiba mais sobre as ações de destaque da ABK Gestão de Augusto Sampaio (2014 a 2018)   Clí­nica de certificação de instrutores de kitesurf Com o objetivo de padronizar a instrução de kitesurf, a associação criou uma metodologia de ensino ABK, com a Certificação de Instrutores. Como tópicos da clí­nica estão: regulamentação que o kite está integrado pela marinha, capitania dos portos, regras de navegação, técnicas básicas a serem repassadas a todos iniciantes, atendimento pré-hospitalar entre outros dados de extrema importância. A primeira equipe técnica da ABK para a Clí­nica, formada por Augusto Sampaio, Eduardo Fernandes, Kaka Rossi, Tata Homsi, Marcelo Gervini, Celio Beleza e Mateus Gomes, foi realizada em junho de 2015, em Pontal de Maracaí­pe, na Pousada Brisas, em Pernambuco. Foram 38 participantes, dentre eles brasileiros de diferentes locais e até estrangeiros. No total foram mais de dez clí­nicas realizadas em diferentes regiões do Brasil, tendo aproximadamente 450 instrutores que passaram pelo crivo da ABK, sendo cerca de 60 homologados.   Equipe técnica ABK, durante as Clí­nicas de certificação de instrutores Campeonatos   Campeonatos Brasileiros de Kitesurf, durante toda a gestão. Campeonato Mundial de Freestyle, realizado em 2014, na Barra Grande, Piauí­. Red Bull Rally dos Ventos 2014, em Lençóis Maranhenses, no Maranhão. Campeonato Mundial de Freestyle, realizado em 2017, no Cumbuco, Ceará. TT:Race / Twin Tip Racing – Campeonato mundial, realizado em 2017, na Barra Grande, Piauí­. Red Bull Rally dos Ventos 2018, em Lençóis Maranhenses, no Maranhão. Staff do PKRA, durante o Campeonato Mundial de Freestyle, realizado em 2014, na Barra Grande – Piauí­ /Foto: Divulgação PKRA   CBVela Estreitamento da relação com a Confederação Brasileira de Vela, conquista do apoio da CBVela, tendo representantes da instituição como juí­zes de campeonatos, assim como realização de importantes eventos. O presidente Marco Aurélio, da CBVela, e Daniel Santiago, diretor técnico, sempre em contato com a ABK para alimentar o segmento da vela com as informações do kitesurf. Acompanhe: http://www.cbvela.org.br/noticias/. Ações em parceria ABK e CBVela, com patrocí­nio Bradesco e Energisa: Campeonato Mundial Jovem de kite, na categoria TT:Race, realizado em Barra Grande; atleta patrocinado, Manoel Soares, Piçarrinha, participou da classificatória para o YOG em Buenos Aires, que foi realizado em Cabarete, na República Dominicana; Piçarrinha foi também para Hainan, na China, com o objetivo de ganhar experiência para os Jogos Olí­mpicos da Juventude.   Augusto Sampaio, durante o Mundial de TT:R, na Barra Grande-PI, em parceria com a CBVela

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O MOMENTO DO KITESURF

Podemos estar certos de que, no Brasil, estamos na “crista do vento”, no momento do Kitesurf!   O Kite tem crescido e se popularizado entre praticantes profissionais, amadores e simpatizantes de esportes radicais de todas as regiões do paí­s. Apesar de ser um esporte radical, o kitesurf oferece muito mais do que só adrenalina, aliás, tem quem procure no velejo o seu momento de paz e tranquilidade consigo mesmo.   Mesmo com o acesso aos equipamentos e ao conhecimento não tão fácil assim, afinal, sabemos que o investimento para começar a se divertir não é pequeno, a cultura do kite tem se espalhado e difundido de forma progressiva. Velejar está dentro do alcance de todos, ninguém precisa ser um Big Rider para se divertir e viver aventuras ALUCINANTES, mesmo.     Imagem da Barra Grande. / Foto: Aureliano Muller   Ahhh o Brasil! Hawaii do kitesurf! – Já ouviram isso por aí­? Sim!? Não?! Pois é verdade, galera. Nosso paí­s é abençoado de muitos picos de vento com condições perfeitas para a prática do esporte. Por todo o nordeste, até as extremidades da região norte, temos a incidência dos ventos alí­sios, limpos e constantes, praticamente durante seis meses do ano. Já pelos litorais do sudeste e sul, os ventos entram com as variações térmicas e massas de ar, então, se estiver no lugar certo e hora certa, vale conferir a previsão porque vai dar velejo. Com tantas terras e rios por aqui, lagoas, represas e lagos também não ficam de fora: bateu uma brisa, vai rolar kite!   No paraí­so do Kitesurf, também, vivem os melhores do mundo. Atualmente, o Brasil tem um número de atletas profissionais bem interessante. Na modalidade freestyle, por exemplo, são vários correndo o circuito mundial: Alex Neto, Set Teixeira, Manoel Soares Piçarrinha, Mikaili Sol e, claro, os TOP”™s1, Carlos Mario Bebe e Bruna Kajiya.   O Manoel Soares, atleta do Projeto Vivo, além do circuito mundial, também fez história para o Brasil como atleta Olí­mpico. Ele será o primeiro atleta do kite do Brasil a participar dos Jogos Olí­mpicos da Juventude em Buenos Aires, em outubro de 2018. A modalidade escolhida para a ocasião foi o TT Race. Vai Brasil!   Na modalidade de Kitewave temos ótimos atletas, também. Dentre eles, alguns que marcaram a história como o grande Eduardo “Rato” Fernandes, Marcelo Cunha e o Guilly Brandão; esse último 3 vezes campeão do mundo e 9 vezes brasileiro. Atualmente, no wave, temos o Sebastian Ribeiro e Pedro Matos, respectivamente terceiro e quarto colocados no GKA World Tour.   Enfim, são muitos e são bons! Temos vários atletas surgindo que “voam” pelas praias e picos afora, estamos com a bola da vez.  

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COMO ESCOLHER O SEU PRIMEIRO EQUIPAMENTO DE KITESURF

Existe uma dúvida muito frequente entre os kitesurfistas de ‘primeira viagem’:
COMO ESCOLHER O PRIMEIRO EQUIPAMENTO DE KITESURF?! Confira algumas dicas e pontos importantes que podem ajudar muito na hora de escolher o seu equipamento para a prática do esporte.

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SNOWKITE WORLDCUP ERCIYES

Para a última etapa do IKA SnowKite Worldcup 2018, os atletas foram para a exótica Erciyes, na Turquia.   Entre os dias de 22/03 a 25/03, com condições opostas em relação as outras etapas, as temperaturas mornas derretiam a neve, dia após dia. Os atletas tiveram que encontrar caminhos em meio aos rochedos, aumentando o ní­vel técnico da prova e exigindo mais das habilidades responsivas.   Ao final, o IKA SnowKite World Tour teve como campeão da sua principal modalidade o alemão, Felix Kersten.   O atleta destacou a organização do Tour e agradeceu seus patrocinadores, dizendo que esses eventos são importantes para agregar valor ao esporte a aos atletas que treinam duro para altas performances.   Para conferir o quadro de resultados completos, acesse o site da IKA SnowKite Worldcup: http://snowkiteworldcup.com/results     

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TT:R TAILÂNDIA

  Durante o Campeonato, realizado de 13 a 18 de março no golfo da Tailândia, o evento contou com a participação de atletas da categoria feminina e masculina da ísia e Oceania   Foto: divulgação   A disputa da categoria masculina, da ísia, foi bem acirrada. Christian Tio, 17 anos, da Filipinas, garantiu a vaga para seu paí­s nos próximos Jogos Olí­mpicos da Juventude. Após cinco dias intensos, teve uma performance segura e consistente o que lhe garantiu a liderança nos últimos dois dias.     “Tem sido meu objetivo chegar í s Olimpí­adas e temos esperado também que o kite chegue aos Jogos Olí­mpicos, por isso é muito bom se qualificar e ter a honra de representar o meu paí­s. Agora eu vou fazer o meu melhor.”, diz Tio.   Foto: divulgação   Em contrapartida, a chinesa Kingle Chen, campeã mundial da IKA – Associação Internacional de Kiteboarding, estava tão em destaque na divisão feminina asiática, que foi capaz de ficar de fora das últimas corridas do último dia. A atleta ainda conseguiu conquistar a vitória, com uma margem confortável.   “As Olimpí­adas são muito importantes para mim, por isso estou feliz por ir”, disse Chen, de 17 anos. “Mas agora sinto que meu ní­vel está acabando, então vou ter que treinar duro. Eu enfrentei as meninas européias na Itália no ano passado e elas são muito rápidas. ”, completa.   Foto: divulgação   o grupo de meninos da Oceania disputado nas águas quentes da praia Paknampran de Pranburi, o experiente piloto de kitefoil Mani Bisschops teve um papel similarmente dominante, raramente dando um passo errado e vencendo quase todas as 20 corridas da divisão para conquistar a vaga regional.   “Estou feliz por conseguir o lugar”, disse Bisschops. “A Olimpí­ada é tão prestigiada, e agora o kite tem participação. Ser uma das primeiras pessoas a ir é incrí­vel”, comemora.   A novata de corrida Pia Kitchin Gordon (NZL), a única participante das garotas da Oceania, estava competindo entre a frota dura e mista de garotos e desenvolveu-se em limites.   Foto: divulgação   Com apenas quatro vagas de YOG disponí­veis – duas para meninos e duas para meninas – da ísia e Oceania – a competição estava fadada a ser intensa. Outros oito de um total de 24 vagas disponí­veis já foram alocados em eliminatórias em Cabarete, na República Dominicana, e em Dakhla, no Marrocos.   Tanto Rupchom quanto Zhang vão tentar acertar as coisas quando vão para o IKA TT: R Slalom Youth Worlds em Hainan, na China, em maio, quando os oito últimos lugares do YOG serão oferecidos para quem lidera a classificação.   Foto: divulgação   Abaixo a classificação geral   Top 3 categoria masculina, da ísia     Christian Tio – Filipinas Haoran Zhang – China Sarun Rupchom – Tailândia   Top 3 categoria feminina, da ísia    Jingle Chen China Kewen Li – China Nichanan Rodthong – Tailândia   Top 3 categoria masculina, da Oceania    Mani Bisschops – Austrália Aaron Kenny – Austrália William Barlette – Austrália   Top categoria feminina, da Oceania    Pia Kitchin Gordon – Nova Zelândia

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TTR NO MARROCOS

  O evento, que aconteceu entre os dias 20 e 25 de fevereiro, teve a participação de jovens da Europa e ífrica. O campeonato foi acirrado, mas os grandes finalistas para o evento principal, que ocorrerá na Argentina, em Buenos Aires, em outubro de 2018, foram: a italiana Sofia Tomasoni”™s e o eslovaco Toni Vodisek, na categoria feminina e masculina europeia respectivamente e a sul-africana Rut Gouws, e o marroquino Jonas Ouahmid, na categoria feminina e masculina africana respectivamente.   Durante o TTR em Marrocos   A performance de Sofia foi incrí­vel, mas a grande atração foi o Vodisek, que por muito pouco, por um ponto, conseguiu chegar em primeiro lugar. O jovem rápido, de 17 anos, pensou que tinha vacilado e quase que perde a oportunidade para o francês Benoit Gomez.   “Representar a Eslovênia nos Jogos significa muito para mim, porque somos um paí­s pequeno, apesar de sermos ótimos esportistas”, comemora Vodisek.     Foto: divulgação   Jonas Ouahmid, de 15 anos, assegurou seu lugar na divisão africana, na categoria masculina, de forma muito disputada. Já na categoria feminina africana, quem se deu bem foi a Rut Gouws, que superou sua conterrânea Johane Botha.   O último dia de competição, que foi disputada a vaga para a categoria masculina europeia, ganhou vida. O vento variou de 17kts a 34kts. Os atletas tiveram que trocar suas pipas constantemente, sendo de 8m a 15m, dando mais emoção para o evento.     Foto: divulgação   Agora, o próximo Campeonato Mundial da Juventude (TTR) será em maio, na China, organizado também pela Associação Internacional de Kiteboarding (IKA). No evento, estará em jogo os 12 últimos lugares para os Jogos Olí­mpicos da Juventude, na categoria feminina e masculina, a ser realizado em Buenos Aires…     Foto: divulgação   Categoria masculina (BOYS) europeia   Toni Vodisek (Eslovênia) – 9pts Benoit Gomez (França) – 9.9pts Maxime Chabloz (Suiça) – 15pts   Categoria feminina (GIRLS) europeia   Sofia Tomasoni (Itália) – 6pts Alina Kornelli (Alemanha) – 12pts Nina Font Castells (Espanha) – 12pts   Categoria masculina (BOYS) Africana   Jonas Ouahmid (Marrocos) – 12pts Pieter Botha (ífrica do Sul) – 15pts Terje Magnus Groenewoud (ífrica do Sul) – 24pts   Categoria feminina (GIRLS) Africana   Rut Gouws (ífrica do Sul) – 8pts Johane Botha (ífrica do Sul) – 15pts Assia Roussafi (Marrocos) – 22pts     Para checar o ranking completo, acesse: www.twintipracing.com   Campeonato Olí­mpico da Juventude ”“ outros eventos   América do Norte e América do Sul: Cabarette: de 15 a 20 de janeiro de 2018 (link para a matéria)   Europa e ífrica: Dakhla, de 20 a 25 de fevereiro de 2018   Asia e Oceania: Pranburi, Thailância, THA, 13 a 18 de março de 2018 (link para a matéria)  

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