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GKA FREESTYLE WORLD CUP DAKHLA: RESULTADOS

  (Photo de destaque: GKA Freestyle World Cup Dakhla /photo: Ydwer van der Heide/ GKA content)   Entre os dias 4 e 6/10 rolou a GKA Freestyle World Cup em Dakhla, no Marrocos. Os melhores do mundo se enfrentaram em ventos fortes na lagoa da região, em frente ao Daklha Attitude, e os resultados foram surpreendentes.   Na categoria masculina, infelizmente, os nossos atletas brazucas Carlos Mario “Bebê” e Erick Anderson, foram eliminados nas quartas de final e semi-finais, respectivamente. Mas mandaram muito bem e lutaram forte! Parabéns aos nossos riders! A final foi entre o jovem colombiano, Valentin Rodriguez, o francês, Nicolas Delmas, o big rider espanhol, Liam Whaley, e o dominicano lí­der do ranking geral, Adeuri Corniel.   (Valentin Rodrigues / photo: Ydwer van der Heide / GKA content)   Quem levou o tí­tulo desta vez foi o mais jovem dos riders. O colombiano, Valentin Rodriguez, se destacou durante as outras etapas e desta vez, em Daklha, ele explodiu em manobras alucinantes e subiu no topo do pódio.   Freestyle masculino Daklha   1. Valentin Rodriguez (COL): 36.13 2. Liam Whaley (ESP): 34.1 3. Adeuri Corniel (DR): 32.9 4. Nicolas Delmas (FRA): 14.2 (se lesionou e se retirou após a 5ª manobra)   Ranking Geral 2019   1. Adeuri Corniel – 8219 points 2. Valentin Rodriguez – 8186 3. Maxime Chabloz – 8103 4. Carlos Mario – 8070 5. Liam Whaley – 8070   (Pódio masculino / photo: Ydwer van der Heide / GKA content)   Na categoria feminina, a felicidade brasileira foi em dobro! As big riders, Mikaili Sol e Bruna Kajiya enfrentaram a tcheca, Paula Novotna, e a jovem espanhola, Claudia Leon, e subiram nos lugares mais altos do pódio.   Freestyle Feminino Dakhla   1. Mikaili Sol (BRA): 31.4 points 2. Bruna Kajiya (BRA): 20.57 3. Paula Novotna (CZE): 20.4 4. Claudia Leon (ESP): 11.2   Ranking Geral 2019   1. Mikaili Sol – 6300 points 2. Bruna Kajiya – 6168 3. Paula Novotna – 6102 4. Pippa van Iersel – 6102 5. Rita Arnaus – 6036   Agora, entre os dias 09 e 13/10, começa a GKA Kite-surf World Cup e tem Brasil! Cobertura ao vivo: GKA Kite-surf World Cup   (Pódio feminino / photo: Ydwer van der Heide / GKA content)

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KITEFOIL WORLD SERIES CAGLIARI: RESULTADOS

(Photo de destaque: KiteFoil World Series Cagliari / IKA content)   Entre os dias 02 e 06/10 rolou a última etapa do circuito mundial: KiteFoil World Series Cagliari, na Sardenha, Itália.   Após 4 etapas, os melhores do mundo na modalidade foram coroados. Na categoria masculina, o ranking geral foi dominado pelos franceses, com Axel Mazella no topo do pódio; e na feminina, a norte-americana e tetracampeã de Formula Kite, Daniela Moroz, adicionou mais um tí­tulo í  sua coleção. Confira os resultados:   2019 KiteFoil World Series ranking – Masculino   1. Axel Mazella (FRA) 2. Nico Parlier (FRA) 3. Maxime Nocher (FRA)   (Daniela Moroz / IKA content)   2019 KiteFoil World Series ranking – Feminino   1. Daniela Moroz (USA) 2. Elena Kalinina (RUS) 3. Kirstyn O”™Brien (USA)   “Eu me sinto muito bem”, diz Daniela Moroz. “Este último dia foi realmente difí­cil. Ficou um pouco complicado lá fora. Estou muito feliz porque esse é o único tí­tulo que eu não tinha até agora. Estou muito feliz por finalmente conseguir isso no cenário internacional.”   Para os resultados completos, confira: KiteFoil World Series    

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UPWIND COM BRUNO LOBO

  Relato por Bruno Lobo (redação e fotos) TRAVESSIA SíO LUíS – ATINS   Há uns 2 anos, já pensava em fazer essa aventura, mas diante da correria do dia a dia e competições, não encontrava uma data adequada para fazer. Então, surgiu a oportunidade de fazer nesse fim de semana (28/09) e alguns amigos estariam em Atins e poderia voltar com eles para São Luí­s.   Fiz esse trecho no ano passado com o Andre Penna, um cara que admiro e com certeza me inspirou para esse desafio, porém fizemos de downwind e em dois dias, dessa vez faria contra o vento e apenas em um dia. Sabia que não seria fácil e confesso que estava receoso de não conseguir, pois não sabia como meu corpo iria reagir diante de tantas horas de velejo em condições extremas.   (Preparação)   A preparação foi feita ao longo da semana que antecedeu a travessia, não tive muito tempo para planejar. Alguns amigos me ajudaram emprestando alguns materiais como o próprio kite, já que costumo usar kites foil e preferi fazer a travessia de kite tubular pela facilidade de pousar,  caso precisasse, e de funcionar como auto-resgate, me emprestaram também bolsa impermeável, gps, enfim, não seria possí­vel sem eles. Levei uma bolsa com biscoitos, pão, barras de cereal, 4 litros de água mais 2 litros no camelback, três facas, tesoura, já que há muitas redes no caminho, gps com rastreador. Fui preparado para passar um dia no deserto dos lençóis, caso não chegasse a tempo.   Enfim chegou o grande dia! Saí­ de São Luí­s no sábado, dia 28/09/2019, í s 09:30 da manhã, um pouco tarde devido ao rastreador ter dado problema e estava tentando solucionar, se não iria desistir da travessia. No limite de tempo que tinha estipulado, isso me deixou com uma tensão a mais, já que sabia que não tinha margem para parar muito, tinha que ser certeiro e andar no ritmo que havia planejado.   As condições estavam boas, vento de aproximadamente 20 knots, e resolvi usar o kite Ozone Edge V9 9m e minha prancha de competição.   Durante esse percurso até Atins, existem duas grandes baí­as de aproximadamente 20km, de São José de Ribamar e a Baí­a do Tubarão, dois trechos onde não se olha praticamente terra e você fica totalmente em alto mar com condições extremas de maré.   (A saí­da)   Antes de entrar na primeira baí­a, por volta de 40 km de velejo senti que não seria fácil e me questionei se conseguiria. Piorou! Pois logo após, bati em um banco de areia no meio da mar, um trecho cheio de armadilhas, rede de pesca, espinhais e bancos de areia, e tive um avaria na minha caixa de quilha, o mastro entrou na prancha e os parafusos ficaram sobressaltados logo onde eu coloco o pé de trás para fazer força na orça. Pensei em voltar e desistir, mas sabia que não teria outra oportunidade de fazer essa aventura tão cedo e decidi continuar e atravessar a primeira baí­a.   O parafuso estava incomodando muito, mas fui me adaptando aquela dor e desconforto, com certeza o ritmo caiu um pouco devido a esse problema. Meu plano era parar em Ilha de Santana, uma ilha que tem um grande farol e que fica entre as duas baí­as. Mas devido ao tempo, já era aproximadamente 1 hora da tarde e 110km de velejo, resolvi continuar sem parar e enfrentar direto a temida Baí­a do Tubarão rumo aos Lençóis Maranhenses.   (avaria no mastro e prancha)   Não parava de pensar na chegada, queira chegar! Era o que passava na minha cabeça a todo tempo; foi quando refleti e entendi que essa travessia é como a vida:   – “í s vezes pensamos tanto em algo que queremos, seja uma aprovação, uma viagem, um bem material, uma vitória, enfim, e esquecemos do processo, da trajetória, do dia a dia. Comecei a apreciar tudo em minha volta, as belezas do litoral, o quão frágil estava me sentindo no meio do mar, como uma gota d’água no oceano, com medo e sentido aquela dor no pé, assim é a vida! Muitas vezes vamos ter tropeços, vamos sentir dor, mas temos que continuar, aproveitando cada dia, cada momento, porque o mais importante não é chegar, não é o resultado, mas todo o processo e trabalho duro diário, isso faz valer a pena e fez valer cada segundo da travessia e da vida.”   (desfrutar a aventura, o caminho)   Voltando, foi um dos piores trechos em relação ao mar mexido. Ao me aproximar da costa, na praia de Travosa, uma praia conhecida pelas ondas grandes, senti que estava num liquidificador, a prancha estava totalmente instável e pensei que havia até quebrado a asa. Parei para verifcar e vi que realmente era devido a corrente daquela região que havia um encontro de rio com o mar, 20 km que pareceram uma eternidade.   Me senti cansado, a lombar estava fadigada e resolvi parar para me hidratar e comer já que a água do camelback havia acabado, foi a única parada da travessia. Coincidentemente, avistei três pescadores e pude trocar uma ideia que me motivou e deu forças para seguir, primeiro porque eles falaram que dali em diante o litoral favoreceria um pouco mais a orça e, segundo, porque eles falaram que eu não chegaria a tempo, já eram 14h15, isso me instigou ainda mais. Queria mostrar para eles, mesmo sabendo que talvez não os viria novamente, pelo menos não tão cedo, parei aproximadamente 10-15 min e segui novamente.   Tentei manter a constância e tentei acelerar o ritmo, já havia velejado 155km e faltavam em torno de 70km em linha reta, nos lençóis a proporção de orça estava de 1:3, 1 km entrava no mar e 3km progredia no litoral, não estava tão fácil quanto imaginava.   O tempo foi passando, o sol foi baixando e eu não sabia onde estava, se faltava muito ou pouco. Comecei a achar que não seria possí­vel, estava velejando km após km na esperança de que por volta dos 230km – 250km chegasse, porém passou os 250km de velejo e já eram, aproximadamente, 5 horas da

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GKA KITE WORLD TOUR DAKHLA

(Photo de destaque: GKA Kite World Tour / GKA content)   Entre os dias 04 e 13 de Outubro, os melhores do mundo estarão reunidos em Dakhla, no Marrocos, para mais um campeonato mundial em “dose dupla” da GKA Kite World Tour.   O evento irá reunir as duas modalidades: o Freestyle e o Kite-surf. Este será o terceiro evento do ano com as duas classes juntas. E vai ser tudo transmitido AO VIVO!   As competições serão divididas da seguinte maneira: > 04 ao 08/10 – Freestyle > 09 ao 13/10 – Kite-surf   (GKA content)   O GKA Freestyle acontece na lagoa, em frente ao Dakhla Atittude Camp, um spot referência em outros mundiais do esporte. Confira como está o Ranking Geral 2019 da modalidade:   Masculino FREESTYLE:    1. Adeuri Corniel (DR) 6185 points 2. Maxime Chabloz (CH) 6119 3. Carlos Mario (BRA) 6086 4. Valentin Rodriguez (COL) 6086 5. Gianmaria Coccoluto (ITA) 6020 6. Liam Whaley (SPN) 6003   Feminino FREESTYLE:   1. Mikaili Sol (BRA) 6297 2. Bruna Kajiya (BRA) 6102 3. Pippa van Iersel (NED) 6102 4. Paula Novotna (CZE) 6020 5. Rita Arnaus (ESP) 5904   (GKA content)   O GKA Kite-surf será no mar, em frente ao Westpoint Hotel, e os critérios dos juí­zes serão de acordo com as condições, podendo variar entre wave e strapless freestyle. Confira o Ranking Geral 2019 até o momento:   Masculino KITE-SURF:     1. Airton Cozzolino (CV) 6267 2. James Carew (AUS) 6168 3. Mitu Monteiro (CV) 6119 4. Jan Marcos Riveras (DR) 5921 5. Pedro Matos (BRA) 5756   Feminino KITE-SURF:   1. Carla Herrera-Oria (ESP) 6234 2. Charlotte Carpentier (FRA) 6036 3. Johanna Catarina-Edin (SWE) 5937 4. Frances Kelly (AUS) 5838 5. Peri Roberts (AUS) 5739   Tem muito Brasil nesses rankings! Vamos seguir na torcida pelos nossos grandes atletas. Para acompanhar ao vivo as competições, confira os links: GKA Freestyle World Cup GKA Kite-surf World Cup   (GKA youtube channel content)    

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OZONE KITES: EDGE V10

(Photo de destaque: Ozone Edge V10 / Ozone Kites content)   A Ozone Kites lançou a versão 2020 de um dos seus Kites mais populares: o Edge V10. A proposta do kite é a versatilidade entre a experiência de big air e hang time, ao mesmo tempo que conta com alta performance para as classes de speed e race.   Em sua 10ª versão, o EDGE V10 manteve suas caracterí­sticas clássicas e trouxe otimizações no shape e no canopy, se destacando pela estabilidade em condições de ventos mais rajados.   Saiba mais: Ozone Edge V10   (Ozone Vimeo channel content)    

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A HISTÓRIA DO KITESURF

O kitesurf é um esporte que cresce e ganha popularidade entre os amantes e simpatizantes do vento e da natureza. Conheça mais sobre a história do nosso esporte.

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LANÇAMENTO DO PORTAL LKB

  No próximo domingo (15), no bar Backyard, na Vila Madalena, São Paulo, a LKB – Local Kiteboarding organizou um lançamento do portal de conteúdo especializado no kite. Na oportunidade, estarão presentes convidados amantes do esporte, sejam praticantes ou admiradores.   O kitesurf é um esporte global, com crescimento em expansão. Limpo, sustentável e inspirador, requer uma consciência coletiva de segurança entre velejadores e simpatizantes. Neste contexto, o propósito é criar um espaço na web para reunir quem curte o kitesurf. O ambiente na web terá troca de informações, muitas dicas de segurança e clí­nicas de kite para todos os públicos, desde os iniciantes até competidores. Além do portal, a empresa irá organizar Clí­nicas de kite para quem já sabe velejar, mas quer aperfeiçoar técnicas de um velejo seguro.     “Temos brasileiros nos principais pódios dos campeonatos mundiais, as melhores condições por todo litoral nacional, dando ênfase ao nordeste, porém um déficit de informação no Brasil. Por isso, criamos um portal para contar tudo o que acontece no mundo do esporte. Ainda neste ano, faremos clí­nicas de kite. Em breve divulgaremos mais informações”, diz Ivan Louro.   A primeira viagem organizada, terá como destino o pequenino litoral do Piauí­, que é imensamente procurado para a prática do esporte, especialmente por turistas estrangeiros europeus. Em Barra Grande, distrito do municí­pio de Cajueiro da Praia, no Piauí­, existem as condições ideais para as dicas de manobras serem colocadas em prática. “A programação da trip também inclui downwinds (velejar de uma praia para outra), além de outras atividades complementares í  prática do esporte”, complementa.  

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O MOMENTO DO KITESURF

Podemos estar certos de que, no Brasil, estamos na “crista do vento”, no momento do Kitesurf!   O Kite tem crescido e se popularizado entre praticantes profissionais, amadores e simpatizantes de esportes radicais de todas as regiões do paí­s. Apesar de ser um esporte radical, o kitesurf oferece muito mais do que só adrenalina, aliás, tem quem procure no velejo o seu momento de paz e tranquilidade consigo mesmo.   Mesmo com o acesso aos equipamentos e ao conhecimento não tão fácil assim, afinal, sabemos que o investimento para começar a se divertir não é pequeno, a cultura do kite tem se espalhado e difundido de forma progressiva. Velejar está dentro do alcance de todos, ninguém precisa ser um Big Rider para se divertir e viver aventuras ALUCINANTES, mesmo.     Imagem da Barra Grande. / Foto: Aureliano Muller   Ahhh o Brasil! Hawaii do kitesurf! – Já ouviram isso por aí­? Sim!? Não?! Pois é verdade, galera. Nosso paí­s é abençoado de muitos picos de vento com condições perfeitas para a prática do esporte. Por todo o nordeste, até as extremidades da região norte, temos a incidência dos ventos alí­sios, limpos e constantes, praticamente durante seis meses do ano. Já pelos litorais do sudeste e sul, os ventos entram com as variações térmicas e massas de ar, então, se estiver no lugar certo e hora certa, vale conferir a previsão porque vai dar velejo. Com tantas terras e rios por aqui, lagoas, represas e lagos também não ficam de fora: bateu uma brisa, vai rolar kite!   No paraí­so do Kitesurf, também, vivem os melhores do mundo. Atualmente, o Brasil tem um número de atletas profissionais bem interessante. Na modalidade freestyle, por exemplo, são vários correndo o circuito mundial: Alex Neto, Set Teixeira, Manoel Soares Piçarrinha, Mikaili Sol e, claro, os TOP”™s1, Carlos Mario Bebe e Bruna Kajiya.   O Manoel Soares, atleta do Projeto Vivo, além do circuito mundial, também fez história para o Brasil como atleta Olí­mpico. Ele será o primeiro atleta do kite do Brasil a participar dos Jogos Olí­mpicos da Juventude em Buenos Aires, em outubro de 2018. A modalidade escolhida para a ocasião foi o TT Race. Vai Brasil!   Na modalidade de Kitewave temos ótimos atletas, também. Dentre eles, alguns que marcaram a história como o grande Eduardo “Rato” Fernandes, Marcelo Cunha e o Guilly Brandão; esse último 3 vezes campeão do mundo e 9 vezes brasileiro. Atualmente, no wave, temos o Sebastian Ribeiro e Pedro Matos, respectivamente terceiro e quarto colocados no GKA World Tour.   Enfim, são muitos e são bons! Temos vários atletas surgindo que “voam” pelas praias e picos afora, estamos com a bola da vez.  

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COMO ESCOLHER O SEU PRIMEIRO EQUIPAMENTO DE KITESURF

Existe uma dúvida muito frequente entre os kitesurfistas de ‘primeira viagem’:
COMO ESCOLHER O PRIMEIRO EQUIPAMENTO DE KITESURF?! Confira algumas dicas e pontos importantes que podem ajudar muito na hora de escolher o seu equipamento para a prática do esporte.

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SNOWKITE WORLDCUP ERCIYES

Para a última etapa do IKA SnowKite Worldcup 2018, os atletas foram para a exótica Erciyes, na Turquia.   Entre os dias de 22/03 a 25/03, com condições opostas em relação as outras etapas, as temperaturas mornas derretiam a neve, dia após dia. Os atletas tiveram que encontrar caminhos em meio aos rochedos, aumentando o ní­vel técnico da prova e exigindo mais das habilidades responsivas.   Ao final, o IKA SnowKite World Tour teve como campeão da sua principal modalidade o alemão, Felix Kersten.   O atleta destacou a organização do Tour e agradeceu seus patrocinadores, dizendo que esses eventos são importantes para agregar valor ao esporte a aos atletas que treinam duro para altas performances.   Para conferir o quadro de resultados completos, acesse o site da IKA SnowKite Worldcup: http://snowkiteworldcup.com/results     

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