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OCEAN RODEO 2020
(Photo de destaque: Ocean Rodeo / Ocean Rodeo content) A Ocean Rodeo acabou de lançar sua linha de produtos 2020. Para a nova coleção, a marca vem com a proposta dos kites mais resistentes e leves do mercado. O grande destaque do lançamento 2020 é a nova tecnologia: Aluula Project, um tecido de alta tecnologia muito mais resistente e leve que os utilizados no mercado atual para kites tubulares. (Gleiten TV youtube channel content) Os novos equipamentos foram projetados e desenvolvidos com os materiais de ponta da Tejin e Challenger para atingir alta performance e resistência. Para 2020, o Flite e o Roam vem como kites extremamente leves para alto desempenho em ventos mais brandos e melhor drift. O Prodigy, Razor e Crave trazem uma durabilidade reforçada para velejos mais radicais e condições extremas. Confira mais: Ocean Rodeo Kiteboarding (Ocean Rodeo youtube channel content)
O LITORAL É MÃO DUPLA ”“ DE ATINS AO PREÁ, 280 KM CONTRA O VENTO
Relato por ANDRÉ PENNA – redação e fotos O trecho da costa do Brasil que vai de Fortaleza aos Lençois Maranhenses é o melhor lugar do mundo para fazer longa distância de kitesurf. Virado para o Norte, com vento super constante, água quente, vilarejos receptivos, ausência de ondas grandes e costões rochosos, fazem com que esse trecho esteja se tornando a meca mundial de travessias longas de kitesurf, que muitos chamam de “Downwind”. A expressão: Downwind, significa navegar a favor do vento. Em português, a tradução seria “de vento em popa”. Há quatro anos, comecei a guiar kitesurfistas em “Downwinds” na região. Ao que tudo indicava, no mundo do kitesurf, este litoral era via de mão única. Sempre do leste para o oeste, empurrado pelo generoso vento alísio de Leste. No entanto, o hydrofoil chegou para quebrar paradigmas. Este novo tipo de prancha permite navegar contra o vento, desafiar essa força tão grandiosa. A rota que costumo guiar é do Preá, vizinho de Jericoacoara, ao Atins, nos Lençóis Maranhenses. São 280 quilômetros vento abaixo, de extrema beleza! Decidi fazer a rota ao contrário, contra o vento, nos mesmos 5 dias que gastamos no Surfin Sem Fim. Em cada dia, eu percorreria entre 50 e 60 quilômetros de litoral. Detalhes sutis fazem a diferença ! O litoral ali é virado para o norte, em alguns pedaços inclina para nordeste. Nos trechos virados para o norte, o zigue zague é muito maior, mais do que dobrando a distância. Onde é virado para nordeste, veleja-se mais paralelo a costa, diminuindo muito o zigue zague. A diferença é brutal. Outro fator que afeta muito a navegação é a sutil mudança de direção do vento que ocorre na passagem da manhã para a tarde. De manhã o vento vem de sudeste, da terra para o mar. De tarde, ele inclina para nordeste, vindo do mar, e facilitando bastante a minha tarefa de navegar rumo ao Preá. O zigue zague dá lugar a bordos maiores quase paralelos a costa. DIA 1 Saio de Atins no dia 2 de agosto. Espero o vento virar para maral (de sudeste para nordeste), o que só ocorre após í s 13:00. Era um trecho em que o litoral é virado para nordeste, mais fácil. Faço um pequeno zigue zague para sair da foz do Rio Preguiça, e sigo em, somente, um bordo naquela imensa praia até Paulino Neves, onde paro para comer. Estava navegando sem apoio; levava tudo que precisa em minha mochila a prova d’água. Levava somente um kite: um F-one Furtive 10 metros, um modelo de kite bom de contra-vento, com um alto “Aspect Ratio”. Quanto mais esticado é o formato do kite, mais ele é bom de orça. Saboreio um delicioso sanduba de berinjela que peguei na Vila Guará, pela praia do amor, contorno uma ilha de areia, e chego no vilarejo do Arpoador, um pequeno paraíso 10 km antes de Tutóia. Sou recebido pelo pessoal da posada NAK (Nativo Arpoador Kitesurf). Você ainda vai ouvir falar muito nesse tal de Arpoador, será o novo point do kitesurf. 50 quilômetros de litoral 71 quilômetros navegados no GPS Repare o litoral inclinado para nordeste, e os bordos longos DIA 2 Esse era o dia mais temido! Pela frente, eu tinha o Delta do Parnaíba, um trecho de litoral totalmente selvagem e sem apoio. São diversas ilhas e grande bocas de rio com muita correnteza e variação de maré. É um lugar fantástico e intimidador! Saí cedo do Arpoador, í s 9:00. Tinha total respeito por aquele trecho. Tempo é segurança. O vento sudeste aumenta meu zigue zague. A maré estava vazando com muita força, era dia de lua nova. Me aproximo de Tutóia, e invisto rumo a ponta da Melancieira, o pedacinho que eu mais temia de toda a viagem. A exposição seria grande para contornar aquela ponta. Entro na correnteza do canal da barra de Tutóia. A correnteza era tão violenta que a água ficava turbulenta, com redemoinhos. A correnteza, na mesma direção do vento, me faz perder potência e ângulo de orça. Volto para praia para fugir da correnteza. Sigo perto da beira, ganhando altura no vento e, ao me aproximar de Tutóia, invisto novamente rumo a ponta, desta vez com ângulo de sobra. Novamente afundo na correnteza e perco ângulo, mas vou seguindo assim mesmo. Aguá barrenta e turbulenta, puxando para o oceano, e o vento falhado, me fazem sentir medo. Sigo controlando minha respiração. Finalmente, contorno aquela ponta, sabendo que se algo falhasse ali, eu estaria em sérios apuros. Aquela ponta se projeta quilômetros mar adentro, com vento e correnteza puxando para fora. Contornei lentamente, e fiquei eufórico de vencer o obstáculo. Eu estava no incrível Delta do Parnaíba! O difícil contorno da ponta da Melancieira. Note a perda de ângulo quando entra no canal. Passo o rio da Melancieira, e sigo em um longo zigue zague, com vento fraco, até a Barra do Caju, que é a maior boca de rio do Delta. Paro logo antes para uma rápida boquinha, e decido atravessar, mesmo com vento fraco. A maré estava muito seca e a situação complicada, com muitos bancos de areia. O mar parecia uma máquina de lavar. Vou negociando com os bancos, e bato em 2 deles, tomo capotes! Toco para o meio do oceano, para me livrar dos bancos, e me sinto exposto novamente. Uma vez vencida a barra do Caju, o vento melhorou. Aumentou a potência e inclinou mais para maral. A partir dali, sigo bem rápido, ganhando 2 vezes mais litoral por hora do que antes. Ao chegar na Ilha dos Poldros, eram 15:00, e penso que eu teria tempo para chegar em Barra Grande naquele mesmo dia, ganhando um dia de viagem. Deveria aproveitar as boas condições da tarde. Passo batido pela Ilha dos Poldros. Alguns quilômetros na frente, penso que era uma irresponsabilidade não parar na Ilha dos Poldros, um dos lugares mais fantásticos de todo litoral. Afinal, eu não estava ali para bater recorde de velocidade, o mais importante era o meu prazer no que estava fazendo. Então, dou
CORE KITEBOARDING: SECTOR 3
(Photo de destaque: Sector 3 / Core Kiteboarding content) A Core Kiteboarding lançou o Sector 3, o seu kite 100% projetado para wave style e strapless. O Specialized Series Division da marca, é o departamento dedicado a produtos exclusivos e com foco e finalidades únicas, o Sector 3 foi a “bola da vez”. Objetivo: dropar altas ondas e fazer altas manobras! Para 2020, o Kite matem as mesmas características da sua versão anterior, com melhoras nos sistemas de ajustes para manobrabilidade, direções e range de vento O destaque para o Section 3 é o CIT Mode, uma regulagem específica para as diferentes condições de vento: gerais, ON e OFF shore. Para o cenário onshore, a regulagem permite que o kite fique mais ao fundo da janela, otimizando o drift nas ondas. Já na cena offshore, o kite fica mais a frente na janela, proporcionando maior potência e velocidade no avanço. Confira mais informações: Section 3. (Core Kiteboarding youtube channel content)
DUOTONE KITEBOARDING: VEGAS 2020
(Photo de destaque: Vegas 2020 / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content) A Duotone Kiteboarding lançou a versão 2020 de um dos seus maiores clássicos: o Vegas. O kite C shape é 100% desenvolvido para o freestyle e wakestyle. Grandes nomes, como: Aaron Hadlow, Lewis Crathern, Mikaili Sol e Alex Neto, escolhem o Vegas como o Kite de melhor performance para as suas competições. Por diversas vezes, o kite esteve no topo de pódio de grandes eventos, como no GKA Freestyle World Tour e King of the Air. (Mikaili Sol / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content) Com um design C Shape de 5 talas, o Vegas se destaca por ser um kite responsivo, ao mesmo tempo que tem um alto poder de depower, gerando a folga necessária para o desempenho das manobras. Para a versão 2020, as 3 opções de regulagem, o design do bordo de ataque mais estreito e um material mais leve, otimizam a alta performance do equipamento. Veja mais: Vegas 2020 – Duotone Kiteboarding (Duotone Kiteboarding Youtube channel content)
CABRINHA KITES: COLEÇÃO 2020
(Photo de destaque: Cabrinha Kites 2020 / Cabrinha Kites content) A Cabrinha Kites acabou de lançar a sua coleção de equipamentos 2020. Para este lançamento, a marca comemora seus vinte anos de história no esporte, estudando e desenvolvendo equipamentos e o mercado do kitesurf. As inovações e a tecnologia são destaques que chamam a atenção para este 20º lançamento. Nos projetos dos kites, um dos fatores que mais chamam a atenção é o novo Nano Ripstop Canopy Material. O tecido utilizado é um material de 55 g/m2 com um padrão de rip stop duplo de 3 mm, uma nova tecnologia que garante durabilidade 2 vezes maior paras rasgos. Confira: Nano Ripstop Canopy Material Outra novidade interessante que a marca lançou foi a nova barra: Overdrive Modular 1X. A proposta da barra é a customização e versatilidade para cada tipo de velejo e modalidades. Os diferentes sistemas de QuickLoop são conectados ao prático sistema de Quick Release. Veja mais: Overdrive Modular 1x. Assista o overview do fundador da marca e big rider, Pete Cabrinha: (Cabrinha Youtube channel content) Para 2020, a Cabrinha segue com os seus Kites clássicos, os quais contaram com a otimização do Nano Ripstop, aumentando a durabilidade do equipamento, e outras modificações que elevaram a performance das principais características de cada um. O popular Switchblade para freeride e big air, o Drifter para pegar altas ondas e o FX para quem gosta de mandar um freestyle. Uma das novidades para o ano foi o AV8, um kite, tubular, projetado com foco na performance para o hydrofoil. Quer testar os kites 2020 da Cabrinha?! Fique ligado nos DEMOS da marca. Acompanhe as redes sociais para mais informações: @cabrinhakites e @cabrinhakitesbrazil Para mais informações, visite: Cabrinha Kites. Confira os vídeos com as informações de alguns clássicos da marca: (Cabrinha youtube channel content)
KITE FOIL E PRANCHA HYDROFOIL PARA AS OLIMPÍADAS 2024 EM PARIS
Essa semana, o kitesurf fez história! Nosso esporte conquistou um espaço dentro do quadro dos jogos olímpicos e estará presente nas Olimpíadas de Paris, em 2024. O Foiling Kitesurf, kite foil e prancha Hydrofoil, é a classe que estará presente nas competições eletrizantes. O formato da prova, equipe olímpica e o funcionamento das competições, ainda estão sendo definidos. As regatas, corridas de velocidade e contra o tempo, possivelmente, serão realizadas com revezamento entre os atletas do time. Um formato que já se enquadra dentro de padrões olímpicos de outros esportes í vela. O que já está definido e foi critério para deferir a entrada do kite no quadro dos jogos olímpicos, é o equipamento a ser utilizado nas provas. Dentre outras especificações minimalistas, o equipamento a ser utilizado será o kite foil e a prancha hydrofoil, assim como o utilizado nas provas da modalidade de Fórmula Kite. A submissão foi aceita, levando em consideração a ultra eficiência do equipamento, tanto da prancha de hydrofoil quanto da pipa foil; que é capaz de cobrir uma “faixa” grande das condições de vento. Desse modo, com ventos a partir de 5 knots até 40 knots, é possível viabilizar a realização das provas, garantindo que se concretizem os sonhos dos atletas, federações e, claro, o show para o público que acompanha. A conquista e reconhecimento para o esporte foi muito importante. Vamos ver quem representará o Brasil! A pipa FOIL As pipas foil são super leves, aerodinâmicas e de alta performance. Elas não possuem uma estrutura rígida, sendo, apenas, cabrestos (linhas), tecido e costuras que formam “cápsulas” para a entrada de ar. Quando preenchidas com o vento, essas cápsulas inflam e permitem o voo da pipa. Os estudos e desenvolvimento de tecnologias vem aprimorando o rendimento desses equipamentos, permitindo que funcionem em um range muito grande de condições de vento e que tenham alto desempenho. A prancha Hydrofoil As pranchas de hydrofoil são a verdadeira revolução do mundo do kite. Essas boards são desenvolvidas para acoplar um mastro e uma asa (foil) em baixo, os quais, através da ação hidrodinâmica, possibilitam uma flutuação sobre a água, reduzindo muito o atrito de superfícies. Essa planagem na asa e redução de atrito trás uma performance enorme em velocidade e contravento, possibilitando a prática em diferentes condições de vento. Para saber mais sobre a entrada do hydrofoil no mercado do kite veja O BOOM! do hydrofoil.
OS DIFERENTES TIPOS DE PRANCHAS NO KITESURF
Existem diversas modalidades na prática do Kitesurf e, para cada uma delas, há um diferente tipo de prancha! Confira os diferentes tipos de pranchas no Kitesurf.
O KITESURF ENTRA NOS JOGOS OLÍMPICOS DE 2024 EM PARIS
O kitesurf entra para os Jogos Olímpicos de 2024 que acontecerão em Paris, na França. Veja todas as informações.
KITESURF DE NORTE A SUL
O Brasil oferece condições para a prática do kitesurf do norte ao sul do país. Confira um panorama geral sobre o Kitesurf no Brasil.
TRANSIÇÃO DE DIRETORIA ABK – 2018
Este ano, 2018, teve a transição de diretoria da ABK – Associação Brasileira de Kitesurf. Depois de quatro anos do Augusto Sampaio na presidência da instituição, Eduardo “Rato” Fernandes assume com o propósito de dar continuidade nas ações implementadas na gestão anterior e conquistar ainda mais espaço para o esporte em âmbito nacional e com repercussão internacional. Equipe técnica ABK, durante a Clínica de certificação de instrutores A gestão ABK de 2014 a 2018 foi composta por Augusto Sampaio, presidente, Charif Homsi, vice presidente e Alex Leo, secretário. Os Circuitos Mundiais no Brasil, na modalidade freestyle, os Campeonatos Brasileiro de Kite e a implementação de mais de dez Clínicas de certificação de instrutores, atendendo o padrão de ensino ABK, foram os destaques da diretoria. Além disso, no final da administração, houve outra grande conquista: a proximidade da ABK com a CBVela, que evoluiu para a conquista do Bradesco e Energisa como patrocinadores do Circuito Mundial de TT:R – Twin Tip Race. “Assumi a ABK no momento em que voltei do Circuito Mundial em 2013, no qual trabalhei como juiz. Nossa missão foi sempre alavancar o esporte. Logo no primeiro ano, fizemos seis etapas do campeonato brasileiro, campeonato mundial de freestyle, além de desenhar a clínica de instrutores e que mais para frente pudemos colher os frutos do projeto” diz Sampaio, presidente da associação. Reginaldo Silva, Carlos Mario BB e Augusto Sampaio Carlos Mario, BB, teve destaque durante a administração de Sampaio, que nos contou: “Visitei Mendonça, na Argentina, para avaliar se o local teria condições de receber o campeonato mundial de kite. Na oportunidade, fiz uma sugestão de um apoio deles para o campeonato Brasileiro. A ideia era que eles oferecessem a viagem com todos os gastos inclusos para o primeiro colocado na categoria feminina e masculina para participarem do Mundial. Dionéia Vieira e Carlos Mario, BB, foram os vencedores e ganharam as passagem para Argentina. Foi ai o BOOM do BB, que foi o primeiro colocado e daí pra frente foi só show!”, comemora. A nova gestão de 2018 a 2022, sob o comando do conhecido Eduardo “Rato” Fernandes, Marcelo Gervini, vice-presidente e Rogério Luna, secretário, promete dar continuidade nas ações já realizadas na última administração, assim como dar destaque na modalidade TT:Race que agora está ainda mais junto com a CBVela – Confederação Brasileira de Vela e criar outras ações em prol do esporte. “Estou no kite desde 2001 e vejo o progresso do esporte e as conquistas da antiga diretoria, na qual estive presente em diversos projetos, como a certificação de instrutores e campeonatos e eventos do setor. Nessa gestão, vamos dar continuidade ao trabalho construído e, como principal objetivo, quero caminhar ao lado da CBVela para a profissionalização do kitesurf no país e levar os atletas e esporte para o mundo”, destaca, Rato. Eduardo “Rato” Fernandes, atual presidente da ABK, durante a Clínica de certificação. “Já venho da antiga gestão, como diretor técnico da ABK e tive meus esforços empreendidos na Clínica de certificação de instrutores. Minha missão agora é dar continuidade na padronização do ensino e ganhar mais certificações e conhecimento a fim de disseminar conteúdo a todos os interessados no kite”, diz Marcelo Gervini, atual vice ABK E, em breve, terão mais novidades das conquistas ABK, sob nova direção! Saiba mais sobre as ações de destaque da ABK Gestão de Augusto Sampaio (2014 a 2018) Clínica de certificação de instrutores de kitesurf Com o objetivo de padronizar a instrução de kitesurf, a associação criou uma metodologia de ensino ABK, com a Certificação de Instrutores. Como tópicos da clínica estão: regulamentação que o kite está integrado pela marinha, capitania dos portos, regras de navegação, técnicas básicas a serem repassadas a todos iniciantes, atendimento pré-hospitalar entre outros dados de extrema importância. A primeira equipe técnica da ABK para a Clínica, formada por Augusto Sampaio, Eduardo Fernandes, Kaka Rossi, Tata Homsi, Marcelo Gervini, Celio Beleza e Mateus Gomes, foi realizada em junho de 2015, em Pontal de Maracaípe, na Pousada Brisas, em Pernambuco. Foram 38 participantes, dentre eles brasileiros de diferentes locais e até estrangeiros. No total foram mais de dez clínicas realizadas em diferentes regiões do Brasil, tendo aproximadamente 450 instrutores que passaram pelo crivo da ABK, sendo cerca de 60 homologados. Equipe técnica ABK, durante as Clínicas de certificação de instrutores Campeonatos Campeonatos Brasileiros de Kitesurf, durante toda a gestão. Campeonato Mundial de Freestyle, realizado em 2014, na Barra Grande, Piauí. Red Bull Rally dos Ventos 2014, em Lençóis Maranhenses, no Maranhão. Campeonato Mundial de Freestyle, realizado em 2017, no Cumbuco, Ceará. TT:Race / Twin Tip Racing – Campeonato mundial, realizado em 2017, na Barra Grande, Piauí. Red Bull Rally dos Ventos 2018, em Lençóis Maranhenses, no Maranhão. Staff do PKRA, durante o Campeonato Mundial de Freestyle, realizado em 2014, na Barra Grande – Piauí /Foto: Divulgação PKRA CBVela Estreitamento da relação com a Confederação Brasileira de Vela, conquista do apoio da CBVela, tendo representantes da instituição como juízes de campeonatos, assim como realização de importantes eventos. O presidente Marco Aurélio, da CBVela, e Daniel Santiago, diretor técnico, sempre em contato com a ABK para alimentar o segmento da vela com as informações do kitesurf. Acompanhe: http://www.cbvela.org.br/noticias/. Ações em parceria ABK e CBVela, com patrocínio Bradesco e Energisa: Campeonato Mundial Jovem de kite, na categoria TT:Race, realizado em Barra Grande; atleta patrocinado, Manoel Soares, Piçarrinha, participou da classificatória para o YOG em Buenos Aires, que foi realizado em Cabarete, na República Dominicana; Piçarrinha foi também para Hainan, na China, com o objetivo de ganhar experiência para os Jogos Olímpicos da Juventude. Augusto Sampaio, durante o Mundial de TT:R, na Barra Grande-PI, em parceria com a CBVela