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VAI COMEÇAR A ÚLTIMA ETAPA DO GKA AIR GAMES

  ( Featured photo: GKA Content )     Nesta sexta-feira, 24/09, vai começar a quarta e última etapa do ano do GKA Air Games em Fehmarn, na Alemanha. O grande campeão do circuito será coroado ao final do mega evento que reúne os melhores pro riders do mundo.     Fehmarn é um spot mundialmente conhecido para os mega eventos de kite. Com uma tradição de mais de 10 anos levando etapas de diferentes circuitos mundiais, esse ano, o GKA Air Games é patrocinado pela Mercedes-Benz, prometendo uma superprodução e interatividade para todo o público que estiver no local prestigiando o evento.     Os brasileiros Carlos Mario “Bebꔝ e Mikaili Sol estão na luta pelo topo do pódio e pela coroa de todo o circuito! Além deles, o big rider, Set Teixeira, está presente e preparado para cruzar os seus limites e se destacar na competição.     O GKA Air Games trouxe um novo formato de competição durante esse ano. Os atletas são avaliados em diferentes quesitos para mostrar quem é o rider “mais completo”. Veja mais informações de como funciona.     A ação vai rolar entre os dias 24/09 e 28/09. Vamos ficar ligados, acompanhar e torcer pelos nossos atletas!     Para acompanhar siga as redes do GKA:  @globalkitesports     E no site Mercedes-Benz Kitesurf World Tour: http://kitesurfworldcup.de/en/       ( Jesse Richman, Carlos Mario, Hanna Whitley e Mikaili Sol / Foto: GKA Instagram Content )    

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ENTREVISTA COM O PRO RIDER SET TEIXEIRA

( Featured photo: Wolf Photographe )     O Pro Rider, Set Teixeira, deu uma entrevista para a LKB contando um pouco da sua história no esporte e suas expectativas para os campeonatos que tem pela frente. No ano de 2017, o garoto do Cumbuco, Ceará, encerrou o circuito mundial de freestyle como Top 3 do mundo. Esse ano ele está treinado, focado e pronto para dar o melhor de si!     ( O garoto Set Teixeira / Foto: PKR Kiteboarding Content )   Confira o nosso papo com ele:     . Atleta:       Set Teixeira Gomes, 22 anos. Nascido e morando no Cumbuco.     . Qual a sua modalidade e especialidade?     Freestyle.     . Curte algum pico/spot em especial para o velejo?       Lagoa do Cauipe, Ceará.     . A quanto tempo você pratica? Pode nos dar um resumo de como o kite entrou e mudou sua vida?      Prático a 11 anos, entrei no kite através do meu irmão Tomas, foi um dos primeiros nativos do Cumbuco a entrar no kite e logo me passou as suas técnicas, gostei muito e comecei a treinar e agora vivo do esporte!     . Quando e qual foi o seu primeiro campeonato como profissional?      Foi em 2011 em Vitória, ES. Participei da etapa profissional do Brasileiro e consegui o segundo lugar!     . Quando e como foi sua primeira experiência em um campeonato mundial?      Foi em 2011, um mundial em Natal, a experiência foi legal por estar entre os melhores do mundo, mas não consegui um bom resultado.     . Atualmente, o que você acha relevante sobre as condições e o formato do circuito mundial? Quais são as suas expectativas?      Estou gostando muito do novo formato, dessa forma consigo me concentrar melhor em minhas manobras e pensar na minha estratégia de bateria, os picos são os melhores do mundo, os próprios riders podem decidir sobre o pico!     . O que acha sobre o momento atual do esporte, o kite em geral? O crescimento e a projeção.      O esporte está crescendo muito a cada dia no todo o mundo. Isso é muito bom, porque incentiva as marcas a patrocinarem mais atletas e é uma forma, também, da gente ganhar um dinheiro, já que vivemos do esporte!     . O que você acha do spot de Akyaka como primeira “parada” do circuito mundial 2018? E qual sua expectativa para esse campeonato?      O lugar é incrí­vel, fui ano passado e fiquei admirado com a beleza, as condições e a recepção das pessoas lá, estou bastante focado, treinado e pronto para o começo do circuito mundial de 2018.     Pra cima, campeão! O Brasil te deseja os melhores ventos e boa sorte!    

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COMEÇOU O ULTRA MAN, UM DOWNWIND DESAFIADOR COM MAIS DE 1.000 KM

  ( Foto Destaque: Grupo do Ultra Man em Maracajaú / Foto: Maracajaú Kite Center )     Começou o Ultra Man, um downwind desafiador com mais de 1.000 km pelo nordeste brasileiro, saindo de Natal, no Rio Grande do Norte, e indo até Atins, no Maranhão.     O mega downwind, realizado pelo Surfin sem Fim, começou hoje e vai até o começo de setembro. O visual paradisí­aco, os bons ventos alí­sios, a adrenalina e superação são garantidos na aventura.     ( Grupo do Ultra Man em Maracajaú / Foto: Maracajaú Kite Center )   O grupo de 7 velejadores experientes, saiu hoje, 21/08, de Natal, rumo a Atins. E conta com a super presença de atletas profissionais no kite: André Penna, o mestre das longas travessias oceânicas, vem como capitão guiando o grupo, o pro rider Sebastian Ribeiro e a kitesurfista water woman, Marcela Witt, acompanham o desafio e colocam muita vibe para levar a galera adiante!     A trip acabou de começar, os aventureiros chegaram em Maracajaú, hoje, e amanhã seguem viagem. Ainda vai rolar muita coisa no sentido dos Bons Ventos! Vamos acompanhando as notí­cias. Pra cima, galera!     ( Foto divulgação / Surfin Sem Fim Content )

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DOWNWINDS E MUITO VENTO NO NORDESTE

  ( Foto de destaque: MP Nordeste Content )     Em agosto o vento começa a soprar mais forte na região do nordeste brasileiro e as kitetrips dão o start. São muitas as opções de downwinds hoje em dia. Tem muitas empresas que trabalham, principalmente, na Rota das Emoções – Ceará, Piauí­ e Maranhão.     As belezas naturais do destino são incrí­veis e tem muito spot de velejo com apoio para os turistas que chegam pelo mar. O E-group oferece as trips do Surfin Sem Fim, que passam por diferentes destinos e com opções mais exclusivas e para seletos grupos que querem se aventurar. Algumas opções apresentam trajetos mais longos e outros um pouco menores. Tem estilos para cada perfil de kitesurfista.     Confira: http://egroup.net.br/       ( Ví­deo do Surfin Sem Fim / Surfin sem Fim Content)     Outras opções, são as kitetrips com mais pessoas. Pra quem curte galera, festa e vibe, o Kalangão é um dos maiores downwinds, em quantidade de pessoas inscritas versos trajeto, e tem vibe garantida! A trip sai do Cumbuco, Ceará, e vai com destino a Barra Grande, Piauí­. Tem também o Kalangão Extreme que é um trajeto maior, mais intenso, porém com menos pessoas.     Confira: http://www.kitetripkalangao.com.br/       ( Ví­deo do Kalangão / Kalangão Content )     O Iron Macho tem algumas opções, desde o trajeto tradicional, até o Macho Extreme para pessoas com um ní­vel de velejo maior. A trip passa por cerca de 105 praias e conta com a presença do campeão Carlos Mario, Bebê, agora em 2018.     Confira: http://www.ironmacho.com.br/       ( Ví­deo do Iron macho / Iron Macho Content )     Tem a kitetrip dos Kangaceiros que sai do Cumbuco, no Ceará, e acaba a aventura em Santo Amaro, nos Lençóis Maranhenses, Maranhão. São cinco dias de aventura, os trajetos são longos e o grupo tem crescido cada vez mais.     E há, também, trips menores, pelo menor litoral do Brasil: o Piauí­, e , ainda, com cunho sustentável. A trip é o Ecodownwind, que sai de Cajueiro da Praia e vai para o Delta do Parnaí­ba. Com conceito de preservação do meio ambiente, os velejadores viajam pelo Piauí­ e entendem as maravilhas do litoral.     Todas as opções já vão começar, outras já até estão rolando! Portanto, quem quiser participar, vale ver o site e as opções de cada uma delas oferece e conferir mais detalhes.     As opções são muitas, tem para todos os gostos, ní­veis de velejo e, também, “bolsos” de cada um. O importante é que a segurança esteja garantida e que os ventos soprem por esse litoral para que possamos apreciar os visuais mais lindos do Nordeste navegando livre pelo mar.     ( Galera no 5º Ecodownwind / Foto: Pousada BGK Content )

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KITE SPEED WORLD CHAMPIONSHIP MASIRAH 2018

  ( Fotos: Masirah Beach / Oman Sail Content )   Hoje, começa o Kite Speed World Championship 2018 em Masirah Beach, Oman. Os competidores estarão “a todo vapor” entre os dias 18 e 22/08, planando sobre as águas do spot.     Oman foi uma revelação para a modalidade em 2017. E, para este ano, as expectativas são grandes e as condições parecem ideais.     A água é super flat, com uma temperatura média de 30 graus celsius, e a raia de competição é rasa, por isso, a IKA – International Kiteboarding Association – não recomenda o uso de quilhas grandes.     A velocidade será medida por GPS, garantindo precisão e levando os competidores ao limite da performance.      Para mais informações veja aqui no site da IKA.       ( Fotos: Masirah Beach / Oman Sail Content )

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PASSO A PASSO PARA APRENDER KITESURF

( Foto de destaque IKA Content / Icarus Sailing Media ) O kite é um esporte muito bonito e chama a atenção de quem olha e não conhece, despertando a curiosidade e a vontade de praticar. Nesse momento, muitas pessoas se perguntam: como faz? Qual é o passo a passo para aprender o kitesurf? Vamos definir alguns tópicos e dar algumas dicas que são importantes para os admiradores do esporte saberem por onde começar. 1. Gostar da natureza, se sentir bem na água e saber nadar é um ótimo começo! 2. Tomar a decisão de aprender e seguir em frente. O processo de aprendizado é como outro qualquer, pode ser meio duro, mas é interessante e importante. O ideal é seguir em frente com força de vontade, porque “a coisa” fica mágica nas primeiras deslizadas sobre a água e todo o esforço vale a pena. 3. Buscar uma escola ou um profissional técnico independente, certificado e qualificado para as aulas. No Brasil, a entidade máxima responsável pelo esporte é a ABK ( Associação Brasileira de Kitesurf ), a qual certifica, através de cursos e capacitação, escolas e técnicos. Existe uma metodologia e um padrão de ensino desenvolvido para que o aprendizado e a prática sejam seguros. ( Foto divulgação / Pousada BGK Content / Fotógrafo Andre Hanni ) Depois dessas três primeiras iniciativas, começa a metodologia para o aprendizado. Vamos resumir os principais passos e falar das principais dúvidas. Quanto tempo demora para aprender o kitesurf? Essa dúvida é uma das mais frequentes para quem quer aprender e a resposta é: dá pra todos aprenderem! Mas a resposta em relação ao tempo, na verdade, é um pouco relativa. Ao se tratar de um esporte, o tempo do processo depende muito da aptidão e desenvoltura de cada pessoa. Aprender efetivamente significa estar independente, ou seja, sem a necessidade de supervisão de um profissional. Para deixar um parâmetro de tempo para que isso aconteça, costuma-se falar entre 10 a 20 horas/aula. Esse intervalo de tempo costuma ser, mesmo, o tempo que a maioria das pessoas estão aptas a praticar sozinhas e curtir o seu velejo. Lembrando que experiência horas/água é sempre muito importante e relevante. Sempre que estamos velejando e passando por diversas situações e condições, estamos aperfeiçoando nossas técnicas e melhorando o ní­vel. Outra dúvida frequente é: mas eu consigo fazer? Não precisa de muita força ou de um preparo fí­sico grande?   Claro que para as pessoas que praticam esportes, que são mais ligadas nesse lifestyle de maneira profissional ou amadora, as coisas podem ficar mais fáceis e rápidas. Porém, o kite é muito abrangente e eclético, aprendendo da maneira correta, o objetivo é alcançado. Dá uma lida na matéria que fala mais a respeito disso, clicando aqui. Focando na metodologia, existe um passo a passo para tornar o aprendizado e a prática do kitesurf mais seguro. É um esporte radical que pode ser praticado a “quase riscos zero” quando feito da maneira correta. 1. Condições e tipos de vento, meteorologia básica e mapeamento do local de prática. 2. Explicação técnica de janelas de vento e funcionamento da pipa. 3. kite training: uma “pipinha” simulador para entendimento de janela de vento e comandos. 4. Apresentação do equipamento e set up da maneira correta e segura. 5. Sistemas de segurança que o equipamento tem e como utilizá-los. 6. Kite Control: controle da pipa. 7. Body drag: exercí­cio de comandos na água (sem prancha). 8. Técnicas de auto resgate (muito importante!) e regras de navegação. 9. Water Start: teoria e técnicas práticas para as primeiras saí­das na prancha. 10. Bordos nas duas janelas sentido downwind (vento de popa). 11. Correção de postura e aprimoramento do uso da vela. 12. Técnicas para Upwind (contra vento). ( Foto: Divulgação / Kite Lounge Laranjal Content / Fotógrafo: Marcelo Gervini ) Após o aluno ter aprendido todas as técnicas fundamentais de segurança, resgate, navegação e esse passo a passo descrito, e já navegar no sentido do vento e no contra vento, ele pode ser considerado independente. É importante que se sinta confortável e confiante para estar sozinho, e, a partir daí­, é só alegria, diversão e horas/água para ganhar experiência. Nesse momento, nos bate-papos com a galera do esporte, a troca de informação em relação a escolha de equipamentos sempre surge e as coisas vão acontecendo. Se quiser mais informações sobre como escolher seu equipamento, veja a matéria aqui.  Vale sempre ressaltar e considerar como prioridade número UM: o velejo consciente! Desse modo todos se divertem dentro e fora da água.

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PROJETO KITECOAT – TECIDOS DESCARTÁVEIS DE KITE VIRAM JAQUETAS

  (Foto destaque: Divulgação KiteCoat)   Um projeto inovador no mercado de kite. Mais do que uma marca de jaquetas sportswear, a Kitecoat é um projeto de sustentabilidade criado pelos sócios e fundadores Alexandre Rezende e Paula Lagrotta, que após observarem o desperdí­cio das lonas das pipas de kitesurf, pensaram em uma maneira de reutilizá-las com um propósito.   Um possí­vel lixo transformado e com valor agregado. A marca faz parceria com escolas de kite e clubes de vela, que fornecem duas ou mais velas e desenvolvem uma kitecoat. Isso ajuda as escolas a ” se livrarem ” de forma correta do material sem uso, e ainda se beneficiam com uma jaqueta exclusiva.   Jaqueta de kite da Kite Coat (Foto: Divulgação)   Uma pipa de kitesurf pode possuir muitos metros quadrados por vela e sua matéria prima demora cerca de 300 anos para se decompor na natureza. A duração de cada pipa depende das condições em que ela é utilizada. Pode durar até 300 horas de velejo, caso não aconteça nenhuma adversidade. De uma mesma pipa é possí­vel montar até três versões diferentes de Kitecoat. Os modelos são praticamente artesanais e as peças exclusivas.   Para adquirir uma Kitecoat   Existem duas possibilidades de aquisição de uma Kitecoat: uma é sob demanda, em que um velejador nos fornece suas pipas em desuso (mas em condições de reaproveitar o tecido do velame), depois de uma breve entrevista (manter ou não a gestalt da pipa) lavamos, idealizamos os cortes e submetemos ao cliente para sua aprovação. Uma vez aprovado, ela entra em produção, é montada e costurada e quando fica pronta, despachamos para a casa do o cliente.   A outra possibilidade é adquirir uma peça já pronta, disponí­vel em alguns pontos de venda (lojas fí­sicas): lojas de kiteclubs, de Pousadas e Escolas de Kite. E também através de pedidos diretos ao nosso Ateliê, através de contato via Instagram da Kitecoat.   Redes sociais: Instagram e Facebook   Intermédio das guarderias/ escolas/ instrutores e ou lojas como a Ahlma no Rio de Janeiro   Lojas no Rio de Janeiro: Academia da Ahlma, no Leblon e o Studio da Ahlma no Shopping Leblon.  

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XPLORA FEST 2018, ESPORTE NA VEIA!

  ( Foto de destaque: divulgação / Xplora Fest Content )   O Xplora Fest 2018, realizado em Isla Verde, Porto Rico, neste final de semana (25 a 27/05), foi sucesso total e contribuiu para moradores locais e turistas confraternizarem juntos em um festival de muito esporte e entretenimento.   O festival, realizado no Marriot Resort, contou com a participação de atletas profissionais e amadores de muitos esportes e várias modalidades. O intuito do evento foi promover e mostrar o potencial do turismo de aventura e esportivo na região.   Dentre beach tennis, vôlei, futebol, corrida e natação, o kite não ficou de fora! A galera confraternizou realizando um downwind amistoso!   ( Downwind Xplora Fest 2018 / Foto: Xplora Fest Content )   Para fechar os dias de esporte, a noite contou com música e gastronomia local, proporcionando aquele clima praiano.   Vale destacar que todas essas iniciativas são bem interessantes por valorizarem o esporte e a mudança que ele traz na vida das pessoas como prática saudável e social. E, mais legal ainda, é poder ver o kite sendo inserido e, cada vez mais, presente nos festivais e eventos esportivos.   Para conferir mais fotos:   https://www.facebook.com/xplorafest/   ( Praia de Isla Verde no Xplora Fest 2018 / Foto: Xplora Fest Content )

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O COMBUSTÍ­VEL DO KITE É O VENTO – EM TEMPO DE “VACAS MAGRAS”

  ( Foto de destaque: fazenda +Kite)   Apesar de todos sermos impactados pela atual crise nacional, o foco, aqui, não são as greves ou crises. Mas é interessante o gancho para lembrar que em tempo de “vacas magras” no cenário nacional, vale ressaltar que o kite é um esporte sustentável e usa energia limpa como combustí­vel, o VENTO.   O esporte se desenvolve por todos os cantos do planeta, os praticantes buscam, na maioria das vezes, o contato e a conexão com a natureza.   Olhando para momentos difí­ceis de crise, pode-se , sempre, crescer a famí­lia do kitesurf de forma consciente.   É muito importante que todos os amantes e simpatizantes do kite mantenham a credibilidade do esporte e o desenvolvimento sustentável do seu mercado. É preciso Sí“ de vento como combustí­vel! Então, é legal seguir a mesma proposta “limpa”, respeitando a natureza nos spots de velejo e as diferentes culturas regionais que nos recebem como turistas.   Desse modo, os praticantes são bem recebidos e o kite é mais reconhecido e respeitado por todos que tenham a oportunidade de conhecê-lo. Depois, a única coisa que resta é: “correr atrás de onde tenha vento!”   ( Foto: divulgação / Foto: Fazenda +Kite )

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XPLORA FEST 2018

  De 25 a 27 de maio, vai acontecer o Xplora Fest 2018. O evento será em Isla Verde, no Marriott Isla Verde Beach Resort. Fiquem ligados que a programação promete!   O kitesurf ganha espaço no domingo (27). Durante a programação terá as categorias feminina e masculina, nas seguintes modalidades: kite twin tip, kite foil, kite open, kite twin tip junior. E no Domingo vai rolar um Downwind coletivo.       Outros esportes terão destaque no Xplora, assim como regata í  vela, stand up paddle, beach soccer, voleibol de praia, tênis de praia, natação em águas abertas e half pipe.   Para o cronograma completo e mais informações sobre o evento, clique aqui.   Local: Courtyard by Marriott Isla Verde Beach Resort – 7012 Boca de Cangrejos Avenue – Carolina, Carolina 00979, Puerto Rico.  

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