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COMEÇOU A ÚLTIMA ETAPA DO GKA KITE-SURF WORLD TOUR 2018
( Foto de destaque: divulgação / Foto: Ydwer Van der Heide / GKA Content ) Começou a última etapa do GKA Kite-surf World Tour 2018 em Torquay, na Austrália. Entre os dias 11 a 16/12 os melhores riders do mundo estarão em uma disputa alucinante pela etapa e pelo título do KSWT 2018. O spot tem algumas condições adversas, as previsões estão um pouco inconstantes, mas as expectativas são boas. Esta etapa será mais focada nas ondas, no Kitewave, e por isso, com a maré cheia no primeiro dia cobrindo o recife onde as ondas se formam, a organização preferiu postergar o início da competição. O evento definirá o ranking geral de 2018, mas, Airton Cozzolino, de Cabo Verde / Itália, já tem o lugar mais alto do pódio garantido! O rider dominou todas as provas durante o ano, perdendo apenas uma das etapas. Porém, todas as outras classificações estão em aberto e muito bem disputadas! Os riders Matchu Lopes, Keahi de Aboitiz, Mitu Monteiro e Camille Delannoy são os que seguem no ranking e vão garantir o show de manobras para pontuarem o mais alto possível! O Brasil vem bem representado na modalidade pelos atletas Pedro Matos e Sebastian Ribeiro. Na categoria feminina o ranking ainda pode mudar por completo e as garotas estão ON FIRE nesta decisão! Jalou Langeree está em primeiro lugar, mas tem que dar o seu melhor para segurar a colocação. Carla Herrera vem com a sede de vitória, seguida por Charlotte Carpentier. Esta competição vai pegar fogo! Fica ligado nos resultados da última etapa do GKA Kite-surf World Tour. Você pode acompanhar nas redes sociais ou site da GKA (Aqui). Saca só um pouquinho do primeiro dia:
CONFIRA COMO FOI O 4º CAMPEONATO PROJETO VIVO DE KITESURF
( Foto de destaque: divulgação / Foto: Daniel Pereira e Helyas Alves / PV Content ) Neste final de semana, entre os dias 07 a 09/12, rolou na praia da Barra Grande, Piauí, o 4º Campeonato Projeto Vivo de Kitesurf. O evento recebeu uma galerinha muito legal e o prestígio de big riders. A iniciativa tem como propósitos, promover um evento regional para as crianças e adolescentes terem a oportunidade de participar de um campeonato do esporte que elas amam e praticam, aprenderem mais sobre o espírito esportivo e se divertirem muito. ( Manobrão na pressão! / Foto: Daniel Pereira e Helyas Alves / PV Content ) Na sexta-feira, os ventos começaram brandos, mas foi possível dar início as primeiras baterias da categoria Infantil. No sábado e domingo, a previsão não era das melhores, mas a galera não poderia ficar sem Kitesurf, não é?! Então, o VENTO soprou! Os jovens atletas mostraram suas melhores performances e foi um show de manobras e talentos. Confira como ficaram os pódios: Feminino (open) 1ª Letícia Freitas – Cauípe 2ª Nara Silva, Cauípe 3ª Maria Helena – Cauípe Infantil (8 a 11 anos) 1º Davi Ribeiro – Cauípe 2º Pier Francesco – Jericoacoara 3º Cassinho – Barra Grande Junior (12 a 15 anos) 1º Leandro Tibunga – Cauípe 2º Luís Fernando – Barra Grande 3º Paulo Roberto – Cumbuco Juvenil (15 a 23 anos) 1º Daniel Pereira – Tabuba 2º Rafael Monteiro – Cauípe 3º Eliézio Véras – Barra Grande ( Ganhadores com o tetracampeão, Carlos Mario / Foto: Daniel Pereira e Helyas Alves / PV Content ) O evento contou com a presença do tetracampeão mundial de freestyle, Carlos Mario “Bebê”, da campeã, Estefania Rosa e do pro rider, Kalú de Souza. Eles prestigiaram, animaram e curtiram os dias com todos os jovens atletas. “O evento foi muito legal! Vieram muitos atletas de outras regiões: Cauípe, Jeri, e os locais daqui…nós conseguimos fazer o campeonato todo, as crianças curtiram demais e deu tudo certo, graças a Deus!”, comemorou a organizadora do evento e fundadora do Projeto Vivo, Isabel Lupiaí±ez. O evento é realizado pelo Projeto Vivo e Kite Escola Paraíso e contou com o apoio do Sebrae, Pousada BGK, Pousada Titas, Quitanda Freitas e Botica. Agradecimentos especiais aos pro riders presentes, ao Alexandre Rodrigues “índio”, juíz e irder local, ao João Bosco e Scott Wood. Conheça mais sobre o Projeto Vivo (AQUI). ( Jovem atleta! / Foto: Daniel Pereira e Helyas Alves / PV Content ) ( A meninada com a pro rider, Estefania Rosa / Foto: Daniel Pereira e Helyas Alves / PV Content )
RESULTADOS DO REI DA ILHA 2018
(Foto de destaque: divulgação / Foto: Renato Candusso / RDI Content ) Neste final de semana, entre os dias 07 e 09/12, rolou na Ilhabela, em São Paulo, a última etapa do Rei da Ilha 2018. O evento foi uma etapa premium do circuito deste ano, contou com atletas de todo o Brasil e foi um sucesso! O Rei da Ilha foi idealizado para promover o Kitesurf e desenvolver a Ilhabela como destino turístico para a prática do esporte. O local já é conhecido pelos seus “bons ventos” e é nomeado a Capital Nacional da Vela. ( Dudu Mazzocato durante as regatas / Foto: Renato Candusso / RDI Content ) Na sexta-feira e no sábado, as condições de vento não foram as mais favoráveis e deixaram os competidores ansiosos para dar a largada. Mas, a verdade, é que a natureza reservou tudo para o domingo, o grande dia. Céu azul, sol e MUITO vento! O show foi espetacular. Os competidores levaram suas performances ao máximo durante as 5 regatas, as quais definiram os resultados para a etapa e para a classificação geral do circuito. Confira os pódios: Feminino Open 1ª Marina Dombrowsky Junior 1º Nathan de Souza 2º Rodrigo Morais 3º Matheus Senior 1º José Marino 2º Gildasio 3º Alberto Chap Chap Master 1º Dudu Mazzocato 2º Marcelo Lins 3º Claudio Marques Gran Master 1º Luiz Bolina 2º Adrien Caradec 3º Mike Buser Classificação geral – Rei da Ilha 2018 1º José Marino 2º Nathan de Souza 3º Gildasio 4º Luiz Bolina 5º Adrien Caradec ( O Rei da Ilha 2018, José Marino “Borrachudo” comemorando com o troféu / RDI Content ) O Circuito do Rei da Ilha 2018 contou com 5 etapas. Para a etapa premium foram mais de 20 competidores, que vieram de várias regiões do país para competir e prestigiar a iniciativa. Entre eles, personalidades que fazem parte da história do kite no Brasil como, Dudu Mazzocato e Renato “Dombra”. O empresário e atleta, Adrien Caradec, que veio de Florianópolis, comentou no grupo após o evento: “Campeonato top, organização impecável! Bote de apoio para os atletas e água nos intervalos das baterias! Parabéns aos organizadores.” A positividade e a confraternização entre todos os participantes e colaboradores foi algo particular e especial. A sensação, para quem viveu e assistiu o momento, é de uma “grande família do kitesurf”. “Gostaria, primeiramente, de agradecer a Ugo, que acreditou e incentivou muito desde o começo. Foi uma brincadeira que começou a ganhar corpo e, poder participar e ajudar a organizar, é muito bom. Foi legal ver o pessoal animado no evento e antes dele. Todo mundo treinando e uma expectativa grande! Ansiedade nos dias que não ventou, mas no fim, rolando um velejo clássico no ultimo dia…no lugar que é praticamente um dos berços da Vela no Brasil, a raia onde já teve vários campeões se criando e treinando. Caras como: Paulo dos Reis, Robert Scheidt, Bruno Prada, entre outros, que desde o tempo de adolescente sempre vi velejando ali… Quero agradecer aos apoiadores do evento, a Naish, Dombra e a LKB que fez toda cobertura de mídia. Espero que para o próximo ano, seja ainda melhor e com mais participantes colorindo os céus.“ , vibrou o Rei da Ilha 2018, José Marino “Borrachudo”, nativo de Ilhabela. A realização do evento é da UGo Kite e José Marino, com apoio da Naish Brasil, Dombra Sails e Prefeitura de Ilhabela. A Local Kiteboarding esteve como apoio de mídia oficial para trazer todas as informações da competição. Para 2019 as expectativas são grandes e o Rei da Ilha deve vir com força total. A ideia é que todos sintam-se convidados e estimulados a irem participar ou prestigiar o campeonato. E, claro, aproveitar para desfrutar de um paraíso no litoral paulista, a Ilhabela. Confere o vídeo do que rolou nessa última etapa e na premiação geral: ( Galera Rei da Ilha 2018 reunida / RDI Content )
CIRCUITO MARANHENSE DE KITESURF – SEGUNDA ETAPA
( Foto de destaque: divulgação / CBVela Content ) Neste final de semana, 08 e 09/12, vai rolar na OKP – Ocean Kite Point, em São Luís, Maranhão, a segunda etapa do Circuito Maranhense de Kitesurf. O circuito foi desenvolvido com o objetivo de fomentar o kitesurf e suas diversas modalidades. Nesta etapa vão rolar: Kite Foil, Kite Tubular e Foil Freeride, permitindo o engajamento de uma séria de atletas profissionais e amadores em prol do desenvolvimento do esporte. Alguns nomes importantes da cena do kite nacional e mundial estarão completando o quadro de atletas, como: Bruno Lima, Socorro Reis e o tricampeão brasileiro e atleta do Pan 2019, Bruno Lobo. A expectativa para o campeonato é de vento brando, o que exige para as provas um nível técnico de velejo mais elevado. A ideia é realizar 10 regatas. Os pontos desta prova somarão ao ranking da primeira etapa (confira aqui), o que irá coroar o campeão maranhense 2018. A iniciativa é uma realização da OKP ”“ Ocean Kite Point, com o patrocínio do Supermercado Mateus e apoio Piracanjuba, Botica, Kingdom Açaí e AVEMA ”“ Associação de Velejadores do Maranhão. Uma observação interessante a ser feita é que, São Luís, no Maranhão, está trabalhando e se posicionando como “pólo” nacional da modalidade Formula Kite, a qual estará presente nos Jogos Panamericanos 2019 e Olimpíadas 2024.
4º CAMPEONATO PROJETO VIVO DE KITESURF
Este final de semana, entre os dias 07 a 09/12, irá rolar, na praia de Barra Grande, Piauí, o 4º Campeonato Projeto Vivo de Kitesurf. A iniciativa do Projeto Vivo, maior programa social do Brasil focado no kite, diverte as crianças da comunidade durante as suas férias escolares de verão. Serão quatro categorias: infantil (8 a 11 anos), junior (12 a 15 anos), juvenil (16 a 22 anos) e feminino (Open). Os jovens atletas sempre fazem a maior festa durante o evento e se divertem fazendo o que mais gostam: boas manobras! Para a festa ficar ainda melhor, vai contar com a presença de vários pro riders que dão um incentivo para os novos talentos: Kalú de Souza, Carlos Mario “Bebê” e Estefania Rosa, são alguns deles. O evento é realizado pelo Projeto Vivo e Kite Escola Paraíso e conta com o apoio do Sebrae, Pousada BGK, Pousada Titas, Quitanda Freitas e Botica. Vamos ficar ligados e apoiar os novos talentos! Para conhecer mais sobre o Projeto Vivo, confira AQUI. ( Alguns dos pequenos do projeto / PV Content )
TRIPLE-S INVITATIONAL COMEÇA HOJE!
( Foto de destaque: divulgação / Wind Voyager e Real Water Sports Content ) Hoje tem muita ação! O Triple-S Invitational começa hoje, 02/06, em Cape Hattera, EUA. O campeonato é um evento exclusivo para atletas convidados e é referência no wakestyle. Os atletas do kite entram em ação em uma competição que exige o freestyle extremo. Irão mostrar suas habilidades em um kitepark, com kickers e slides, sempre buscando as manobras mais técnicas e criativas com muita pressão! Os melhores do mundo e algumas “lendas” do esporte estão na corrida pela vitória, dentre eles, os ingleses, Aaron Hadlow e Sam Light, o belga, Cristophe Tack e o americano, Jesse Richman. Na liga feminina estão várias poderosas, como a holandesa, Annelous Lammerts, a polonesa, Karolina Winkowska e, representando o Brasil e atual campeã do mundo no freestyle, Bruna Kajiya. Para conferir todos os atletas convidados, clique aqui. Serão sete dias e sete noites de muita ação. Durante o dia, a adrenalina está garantida com o campeonato e as freeride sessions rolando o tempo todo. De noite, é muita festa com lives e Dj”™s convidados. O campeonato é organizado no quintal da Real Water Sports, com patrocínio master da Wind Voyager. E a premiação é de US$ 50.000,00 para os que subirem no pódio! Fiquem ligados, a ação vai ser extrema! Para acompanhar, veja mais infos no site do evento: http://www.triplesinvitational.com/ ( Foto: divulgação / Real Water Sports Content )
PASSO A PASSO PARA APRENDER KITESURF
( Foto de destaque IKA Content / Icarus Sailing Media ) O kite é um esporte muito bonito e chama a atenção de quem olha e não conhece, despertando a curiosidade e a vontade de praticar. Nesse momento, muitas pessoas se perguntam: como faz? Qual é o passo a passo para aprender o kitesurf? Vamos definir alguns tópicos e dar algumas dicas que são importantes para os admiradores do esporte saberem por onde começar. 1. Gostar da natureza, se sentir bem na água e saber nadar é um ótimo começo! 2. Tomar a decisão de aprender e seguir em frente. O processo de aprendizado é como outro qualquer, pode ser meio duro, mas é interessante e importante. O ideal é seguir em frente com força de vontade, porque “a coisa” fica mágica nas primeiras deslizadas sobre a água e todo o esforço vale a pena. 3. Buscar uma escola ou um profissional técnico independente, certificado e qualificado para as aulas. No Brasil, a entidade máxima responsável pelo esporte é a ABK ( Associação Brasileira de Kitesurf ), a qual certifica, através de cursos e capacitação, escolas e técnicos. Existe uma metodologia e um padrão de ensino desenvolvido para que o aprendizado e a prática sejam seguros. ( Foto divulgação / Pousada BGK Content / Fotógrafo Andre Hanni ) Depois dessas três primeiras iniciativas, começa a metodologia para o aprendizado. Vamos resumir os principais passos e falar das principais dúvidas. Quanto tempo demora para aprender o kitesurf? Essa dúvida é uma das mais frequentes para quem quer aprender e a resposta é: dá pra todos aprenderem! Mas a resposta em relação ao tempo, na verdade, é um pouco relativa. Ao se tratar de um esporte, o tempo do processo depende muito da aptidão e desenvoltura de cada pessoa. Aprender efetivamente significa estar independente, ou seja, sem a necessidade de supervisão de um profissional. Para deixar um parâmetro de tempo para que isso aconteça, costuma-se falar entre 10 a 20 horas/aula. Esse intervalo de tempo costuma ser, mesmo, o tempo que a maioria das pessoas estão aptas a praticar sozinhas e curtir o seu velejo. Lembrando que experiência horas/água é sempre muito importante e relevante. Sempre que estamos velejando e passando por diversas situações e condições, estamos aperfeiçoando nossas técnicas e melhorando o nível. Outra dúvida frequente é: mas eu consigo fazer? Não precisa de muita força ou de um preparo físico grande? Claro que para as pessoas que praticam esportes, que são mais ligadas nesse lifestyle de maneira profissional ou amadora, as coisas podem ficar mais fáceis e rápidas. Porém, o kite é muito abrangente e eclético, aprendendo da maneira correta, o objetivo é alcançado. Dá uma lida na matéria que fala mais a respeito disso, clicando aqui. Focando na metodologia, existe um passo a passo para tornar o aprendizado e a prática do kitesurf mais seguro. É um esporte radical que pode ser praticado a “quase riscos zero” quando feito da maneira correta. 1. Condições e tipos de vento, meteorologia básica e mapeamento do local de prática. 2. Explicação técnica de janelas de vento e funcionamento da pipa. 3. kite training: uma “pipinha” simulador para entendimento de janela de vento e comandos. 4. Apresentação do equipamento e set up da maneira correta e segura. 5. Sistemas de segurança que o equipamento tem e como utilizá-los. 6. Kite Control: controle da pipa. 7. Body drag: exercício de comandos na água (sem prancha). 8. Técnicas de auto resgate (muito importante!) e regras de navegação. 9. Water Start: teoria e técnicas práticas para as primeiras saídas na prancha. 10. Bordos nas duas janelas sentido downwind (vento de popa). 11. Correção de postura e aprimoramento do uso da vela. 12. Técnicas para Upwind (contra vento). ( Foto: Divulgação / Kite Lounge Laranjal Content / Fotógrafo: Marcelo Gervini ) Após o aluno ter aprendido todas as técnicas fundamentais de segurança, resgate, navegação e esse passo a passo descrito, e já navegar no sentido do vento e no contra vento, ele pode ser considerado independente. É importante que se sinta confortável e confiante para estar sozinho, e, a partir daí, é só alegria, diversão e horas/água para ganhar experiência. Nesse momento, nos bate-papos com a galera do esporte, a troca de informação em relação a escolha de equipamentos sempre surge e as coisas vão acontecendo. Se quiser mais informações sobre como escolher seu equipamento, veja a matéria aqui. Vale sempre ressaltar e considerar como prioridade número UM: o velejo consciente! Desse modo todos se divertem dentro e fora da água.
PROJETO KITECOAT – TECIDOS DESCARTÁVEIS DE KITE VIRAM JAQUETAS
(Foto destaque: Divulgação KiteCoat) Um projeto inovador no mercado de kite. Mais do que uma marca de jaquetas sportswear, a Kitecoat é um projeto de sustentabilidade criado pelos sócios e fundadores Alexandre Rezende e Paula Lagrotta, que após observarem o desperdício das lonas das pipas de kitesurf, pensaram em uma maneira de reutilizá-las com um propósito. Um possível lixo transformado e com valor agregado. A marca faz parceria com escolas de kite e clubes de vela, que fornecem duas ou mais velas e desenvolvem uma kitecoat. Isso ajuda as escolas a ” se livrarem ” de forma correta do material sem uso, e ainda se beneficiam com uma jaqueta exclusiva. Jaqueta de kite da Kite Coat (Foto: Divulgação) Uma pipa de kitesurf pode possuir muitos metros quadrados por vela e sua matéria prima demora cerca de 300 anos para se decompor na natureza. A duração de cada pipa depende das condições em que ela é utilizada. Pode durar até 300 horas de velejo, caso não aconteça nenhuma adversidade. De uma mesma pipa é possível montar até três versões diferentes de Kitecoat. Os modelos são praticamente artesanais e as peças exclusivas. Para adquirir uma Kitecoat Existem duas possibilidades de aquisição de uma Kitecoat: uma é sob demanda, em que um velejador nos fornece suas pipas em desuso (mas em condições de reaproveitar o tecido do velame), depois de uma breve entrevista (manter ou não a gestalt da pipa) lavamos, idealizamos os cortes e submetemos ao cliente para sua aprovação. Uma vez aprovado, ela entra em produção, é montada e costurada e quando fica pronta, despachamos para a casa do o cliente. A outra possibilidade é adquirir uma peça já pronta, disponível em alguns pontos de venda (lojas físicas): lojas de kiteclubs, de Pousadas e Escolas de Kite. E também através de pedidos diretos ao nosso Ateliê, através de contato via Instagram da Kitecoat. Redes sociais: Instagram e Facebook Intermédio das guarderias/ escolas/ instrutores e ou lojas como a Ahlma no Rio de Janeiro Lojas no Rio de Janeiro: Academia da Ahlma, no Leblon e o Studio da Ahlma no Shopping Leblon.
XPLORA FEST 2018, ESPORTE NA VEIA!
( Foto de destaque: divulgação / Xplora Fest Content ) O Xplora Fest 2018, realizado em Isla Verde, Porto Rico, neste final de semana (25 a 27/05), foi sucesso total e contribuiu para moradores locais e turistas confraternizarem juntos em um festival de muito esporte e entretenimento. O festival, realizado no Marriot Resort, contou com a participação de atletas profissionais e amadores de muitos esportes e várias modalidades. O intuito do evento foi promover e mostrar o potencial do turismo de aventura e esportivo na região. Dentre beach tennis, vôlei, futebol, corrida e natação, o kite não ficou de fora! A galera confraternizou realizando um downwind amistoso! ( Downwind Xplora Fest 2018 / Foto: Xplora Fest Content ) Para fechar os dias de esporte, a noite contou com música e gastronomia local, proporcionando aquele clima praiano. Vale destacar que todas essas iniciativas são bem interessantes por valorizarem o esporte e a mudança que ele traz na vida das pessoas como prática saudável e social. E, mais legal ainda, é poder ver o kite sendo inserido e, cada vez mais, presente nos festivais e eventos esportivos. Para conferir mais fotos: https://www.facebook.com/xplorafest/ ( Praia de Isla Verde no Xplora Fest 2018 / Foto: Xplora Fest Content )
O COMBUSTÍVEL DO KITE É O VENTO – EM TEMPO DE “VACAS MAGRAS”
( Foto de destaque: fazenda +Kite) Apesar de todos sermos impactados pela atual crise nacional, o foco, aqui, não são as greves ou crises. Mas é interessante o gancho para lembrar que em tempo de “vacas magras” no cenário nacional, vale ressaltar que o kite é um esporte sustentável e usa energia limpa como combustível, o VENTO. O esporte se desenvolve por todos os cantos do planeta, os praticantes buscam, na maioria das vezes, o contato e a conexão com a natureza. Olhando para momentos difíceis de crise, pode-se , sempre, crescer a família do kitesurf de forma consciente. É muito importante que todos os amantes e simpatizantes do kite mantenham a credibilidade do esporte e o desenvolvimento sustentável do seu mercado. É preciso Sí“ de vento como combustível! Então, é legal seguir a mesma proposta “limpa”, respeitando a natureza nos spots de velejo e as diferentes culturas regionais que nos recebem como turistas. Desse modo, os praticantes são bem recebidos e o kite é mais reconhecido e respeitado por todos que tenham a oportunidade de conhecê-lo. Depois, a única coisa que resta é: “correr atrás de onde tenha vento!” ( Foto: divulgação / Foto: Fazenda +Kite )