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ATLETAS DO KITE RECEBEM O PRÊMIO MARIN 2018
( Foto de destaque: Chris Ballois / photo: Chris Ballois social media content ) Na França, esta semana, três atletas do kitesurf receberam o prêmio Marin de l’année 2018, um dos reconhecimentos mais importantes do mundo náutico no país, organizado e entregue pela Federação Francesa de Vela. A jovem atleta, Poema Newland, ganhou o Troféu Revelação (Esperança) 2018. Ela foi medalhista de prata na modalidade IKA TT:Race nos Jogos Olímpicos da Juventude 2018, em Buenos Aires, Argentina. Agora, a rider está de olho nas Olimpíadas 2024. (Veja AQUI sobre as medalhas olímpicas) Chris Ballois recebeu o Prêmio de Favorito da FFVoile pela quebra de recorde mundial válida. O recorde de 35.78 nós foi marcado em 21 de julho de 2018 na competição Prince of Speed, em La Palme, França. E o atleta, Benjamin Petit, ganhou o Prêmio Solidariedade por seu ato heróico com o atleta Theo Lhostis, que perdeu a consciência após ser atropelado por um jet ski durante uma etapa do Kitefoil Gold Cup World Series, em Pingtan, China. O kite está crescendo e profissionalizando o seu espaço e suas modalidades competitivas. Iniciativas para valorização e reconhecimento dessas conquistas são muito importantes para o desenvolvimento do esporte. ( Marin d’année 2018 art content )
MELHORES MOMENTOS DO QUEEN IS BORN
( Foto de destaque: Angely Bouillot / Foto: Danas Macijauskas / Queen Is Born content ) No dia 24/01, em Cape Town, ífrica do Sul, as pro riders se organizaram e fizeram história no esporte, dando origem ao campeonato: Queen is Born! (Veja mais infos sobre o campeonato AQUI). O campeonato focado nas manobras aéreas e extremas, como os explosivos megaloops, foi uma iniciativa das atletas que querem mostrar o talento e conquistar o merecido espaço como profissionais no kite. Elas merecem! Confira o vídeo com os melhores momentos da competição: ( Queen is Born highlights / Queen is Born content )
BRUNO LOBO É DESTAQUE E RECEBE O TROFÉU MIRANTE
( Foto de destaque: Bruno Lobo / CBVela Content ) Nesta semana, dia 31/01, foi realizada a cerimônia do Troféu Mirante. O atleta de kitesurf, Bruno Lobo, foi destaque na premiação. Foram premiados os melhores atletas de 27 modalidades, e o rider maranhense levou o prêmio da modalidade e de melhor atleta pelo júri técnico. Essa foi a 6ª indicação de Bruno ao prêmio e a 5ª vez que ele ganha: duas vezes como triatleta e três vezes pelo kitesurf. “Graças a Deus veio essa vitória para abrilhantar ainda mais o ano de 2018, que foi muito bom. Isso nos dá força para seguir em frente e lutar para que esse anos seja mais especial ainda”, vibra o atleta, Bruno Lobo. Para 2019, Bruno está focado em importantes competições: o campeonato brasileiro, o mundial que será na Itália e os Jogos Pan Americanos 2019, no qual ele conquistou o espaço para o Brasil (veja mais AQUI). O Troféu Mirante é uma premiação organizada pela emissora Mirante, afiliada a Rede Globo no Maranhão. A iniciativa visa incentivar e reconhecer os esforços e conquistas dos atletas da região. ( Cerimônia Troféu Mirante / Foto: Zeca Soares / Tv Mirante Content )
A PRO RIDER BRUNA KAJIYA SE DESPEDE DA AIRUSH
( Featured photo: Bruna Kajiya / Airush content ) A pro rider brasileira e tricampeã mundial de freestyle, Bruna Kajiya, agradece e se despede da Airush, seu antigo patrocinador. A atleta fez uma grande jornada ao lado da marca e são muitos os seus agradecimentos. Em suas redes sociais, Bruna declara: “Eu poderia escrever páginas sobre isso, mas a mensagem essencial é: MUITO OBRIGADA! Amo todos vocês!”. ( Bruna Kajiya no pódio do seu tricampeonato mundial / Social midia photos ) A atleta paulista, nascida em Vinhedo, começou a sua estrada no kite ao 17 anos. Em 2009, ela conquistou o seu primeiro título mundial e depois vieram mais dois! A partir disso, as conquistas foram muitas e os bons ventos levaram a atleta í muitos spots de kite do mundo. ELa representa demais o Brasil no esporte e, também, o público feminino. Confira um dos vídeos da campeã em ação: ( Bruna Kajiya content )
ONE DECADE, UM FILME F-ONE
( Featured photo: Madagascar children / Photo: F-ONE Content ) Fonte: press release A F-ONE lançou o seu novo vídeo: One Decade. O filme cruza a realidade de uma viagem inesquecível realizada a 10 anos atrás com a atualidade. Os resultados e conquistas ao longo da jornada são surpreendentes. O visual, a cenografia e a vibe do filme são de “tirar o fôlego”. Vale conferir. “10 anos atrás, nós fizemos uma viagem para Madagascar, a qual nunca esqueceríamos. Existem memórias que merecem ser vividas novamente. Quando retornamos lá este ano, percebemos que alguns sonhos se tornam realidade. Naquela época, o Raphael e a equipe foram atrás de onde havia a aquela esquerda perfeita e uma lagoa incrível no mar Esmeralda para fazer o photoshoot de ADDIKT. As lembranças daquele passeio estavam intactas e eles estavam sonhando em revivê-las. Naquele tempo, sonhavam em dropar umas ondas com pranchas de surf mais compactas, voando sobre as águas e mandando alguns doubles handle passes. Eles inspiraram algumas crianças a se tornarem praticantes de kitesurf, outras a aprender a voar. Esses sonhos se tornaram realidade.” por F-ONE. Film: Olivier Sautet (https://vimeo.com/petolefilms) Film: Pierre-Dominique Lena (https://vimeo.com/user49269983) Edit: Gilles Langlois, Cat”™s Eyes Prod (https://vimeo.com/catseyes) ( F-ONE Content )
TRIPLE-S INVITATIONAL COMEÇA HOJE!
( Foto de destaque: divulgação / Wind Voyager e Real Water Sports Content ) Hoje tem muita ação! O Triple-S Invitational começa hoje, 02/06, em Cape Hattera, EUA. O campeonato é um evento exclusivo para atletas convidados e é referência no wakestyle. Os atletas do kite entram em ação em uma competição que exige o freestyle extremo. Irão mostrar suas habilidades em um kitepark, com kickers e slides, sempre buscando as manobras mais técnicas e criativas com muita pressão! Os melhores do mundo e algumas “lendas” do esporte estão na corrida pela vitória, dentre eles, os ingleses, Aaron Hadlow e Sam Light, o belga, Cristophe Tack e o americano, Jesse Richman. Na liga feminina estão várias poderosas, como a holandesa, Annelous Lammerts, a polonesa, Karolina Winkowska e, representando o Brasil e atual campeã do mundo no freestyle, Bruna Kajiya. Para conferir todos os atletas convidados, clique aqui. Serão sete dias e sete noites de muita ação. Durante o dia, a adrenalina está garantida com o campeonato e as freeride sessions rolando o tempo todo. De noite, é muita festa com lives e Dj”™s convidados. O campeonato é organizado no quintal da Real Water Sports, com patrocínio master da Wind Voyager. E a premiação é de US$ 50.000,00 para os que subirem no pódio! Fiquem ligados, a ação vai ser extrema! Para acompanhar, veja mais infos no site do evento: http://www.triplesinvitational.com/ ( Foto: divulgação / Real Water Sports Content )
PASSO A PASSO PARA APRENDER KITESURF
( Foto de destaque IKA Content / Icarus Sailing Media ) O kite é um esporte muito bonito e chama a atenção de quem olha e não conhece, despertando a curiosidade e a vontade de praticar. Nesse momento, muitas pessoas se perguntam: como faz? Qual é o passo a passo para aprender o kitesurf? Vamos definir alguns tópicos e dar algumas dicas que são importantes para os admiradores do esporte saberem por onde começar. 1. Gostar da natureza, se sentir bem na água e saber nadar é um ótimo começo! 2. Tomar a decisão de aprender e seguir em frente. O processo de aprendizado é como outro qualquer, pode ser meio duro, mas é interessante e importante. O ideal é seguir em frente com força de vontade, porque “a coisa” fica mágica nas primeiras deslizadas sobre a água e todo o esforço vale a pena. 3. Buscar uma escola ou um profissional técnico independente, certificado e qualificado para as aulas. No Brasil, a entidade máxima responsável pelo esporte é a ABK ( Associação Brasileira de Kitesurf ), a qual certifica, através de cursos e capacitação, escolas e técnicos. Existe uma metodologia e um padrão de ensino desenvolvido para que o aprendizado e a prática sejam seguros. ( Foto divulgação / Pousada BGK Content / Fotógrafo Andre Hanni ) Depois dessas três primeiras iniciativas, começa a metodologia para o aprendizado. Vamos resumir os principais passos e falar das principais dúvidas. Quanto tempo demora para aprender o kitesurf? Essa dúvida é uma das mais frequentes para quem quer aprender e a resposta é: dá pra todos aprenderem! Mas a resposta em relação ao tempo, na verdade, é um pouco relativa. Ao se tratar de um esporte, o tempo do processo depende muito da aptidão e desenvoltura de cada pessoa. Aprender efetivamente significa estar independente, ou seja, sem a necessidade de supervisão de um profissional. Para deixar um parâmetro de tempo para que isso aconteça, costuma-se falar entre 10 a 20 horas/aula. Esse intervalo de tempo costuma ser, mesmo, o tempo que a maioria das pessoas estão aptas a praticar sozinhas e curtir o seu velejo. Lembrando que experiência horas/água é sempre muito importante e relevante. Sempre que estamos velejando e passando por diversas situações e condições, estamos aperfeiçoando nossas técnicas e melhorando o nível. Outra dúvida frequente é: mas eu consigo fazer? Não precisa de muita força ou de um preparo físico grande? Claro que para as pessoas que praticam esportes, que são mais ligadas nesse lifestyle de maneira profissional ou amadora, as coisas podem ficar mais fáceis e rápidas. Porém, o kite é muito abrangente e eclético, aprendendo da maneira correta, o objetivo é alcançado. Dá uma lida na matéria que fala mais a respeito disso, clicando aqui. Focando na metodologia, existe um passo a passo para tornar o aprendizado e a prática do kitesurf mais seguro. É um esporte radical que pode ser praticado a “quase riscos zero” quando feito da maneira correta. 1. Condições e tipos de vento, meteorologia básica e mapeamento do local de prática. 2. Explicação técnica de janelas de vento e funcionamento da pipa. 3. kite training: uma “pipinha” simulador para entendimento de janela de vento e comandos. 4. Apresentação do equipamento e set up da maneira correta e segura. 5. Sistemas de segurança que o equipamento tem e como utilizá-los. 6. Kite Control: controle da pipa. 7. Body drag: exercício de comandos na água (sem prancha). 8. Técnicas de auto resgate (muito importante!) e regras de navegação. 9. Water Start: teoria e técnicas práticas para as primeiras saídas na prancha. 10. Bordos nas duas janelas sentido downwind (vento de popa). 11. Correção de postura e aprimoramento do uso da vela. 12. Técnicas para Upwind (contra vento). ( Foto: Divulgação / Kite Lounge Laranjal Content / Fotógrafo: Marcelo Gervini ) Após o aluno ter aprendido todas as técnicas fundamentais de segurança, resgate, navegação e esse passo a passo descrito, e já navegar no sentido do vento e no contra vento, ele pode ser considerado independente. É importante que se sinta confortável e confiante para estar sozinho, e, a partir daí, é só alegria, diversão e horas/água para ganhar experiência. Nesse momento, nos bate-papos com a galera do esporte, a troca de informação em relação a escolha de equipamentos sempre surge e as coisas vão acontecendo. Se quiser mais informações sobre como escolher seu equipamento, veja a matéria aqui. Vale sempre ressaltar e considerar como prioridade número UM: o velejo consciente! Desse modo todos se divertem dentro e fora da água.
PROJETO KITECOAT – TECIDOS DESCARTÁVEIS DE KITE VIRAM JAQUETAS
(Foto destaque: Divulgação KiteCoat) Um projeto inovador no mercado de kite. Mais do que uma marca de jaquetas sportswear, a Kitecoat é um projeto de sustentabilidade criado pelos sócios e fundadores Alexandre Rezende e Paula Lagrotta, que após observarem o desperdício das lonas das pipas de kitesurf, pensaram em uma maneira de reutilizá-las com um propósito. Um possível lixo transformado e com valor agregado. A marca faz parceria com escolas de kite e clubes de vela, que fornecem duas ou mais velas e desenvolvem uma kitecoat. Isso ajuda as escolas a ” se livrarem ” de forma correta do material sem uso, e ainda se beneficiam com uma jaqueta exclusiva. Jaqueta de kite da Kite Coat (Foto: Divulgação) Uma pipa de kitesurf pode possuir muitos metros quadrados por vela e sua matéria prima demora cerca de 300 anos para se decompor na natureza. A duração de cada pipa depende das condições em que ela é utilizada. Pode durar até 300 horas de velejo, caso não aconteça nenhuma adversidade. De uma mesma pipa é possível montar até três versões diferentes de Kitecoat. Os modelos são praticamente artesanais e as peças exclusivas. Para adquirir uma Kitecoat Existem duas possibilidades de aquisição de uma Kitecoat: uma é sob demanda, em que um velejador nos fornece suas pipas em desuso (mas em condições de reaproveitar o tecido do velame), depois de uma breve entrevista (manter ou não a gestalt da pipa) lavamos, idealizamos os cortes e submetemos ao cliente para sua aprovação. Uma vez aprovado, ela entra em produção, é montada e costurada e quando fica pronta, despachamos para a casa do o cliente. A outra possibilidade é adquirir uma peça já pronta, disponível em alguns pontos de venda (lojas físicas): lojas de kiteclubs, de Pousadas e Escolas de Kite. E também através de pedidos diretos ao nosso Ateliê, através de contato via Instagram da Kitecoat. Redes sociais: Instagram e Facebook Intermédio das guarderias/ escolas/ instrutores e ou lojas como a Ahlma no Rio de Janeiro Lojas no Rio de Janeiro: Academia da Ahlma, no Leblon e o Studio da Ahlma no Shopping Leblon.
XPLORA FEST 2018, ESPORTE NA VEIA!
( Foto de destaque: divulgação / Xplora Fest Content ) O Xplora Fest 2018, realizado em Isla Verde, Porto Rico, neste final de semana (25 a 27/05), foi sucesso total e contribuiu para moradores locais e turistas confraternizarem juntos em um festival de muito esporte e entretenimento. O festival, realizado no Marriot Resort, contou com a participação de atletas profissionais e amadores de muitos esportes e várias modalidades. O intuito do evento foi promover e mostrar o potencial do turismo de aventura e esportivo na região. Dentre beach tennis, vôlei, futebol, corrida e natação, o kite não ficou de fora! A galera confraternizou realizando um downwind amistoso! ( Downwind Xplora Fest 2018 / Foto: Xplora Fest Content ) Para fechar os dias de esporte, a noite contou com música e gastronomia local, proporcionando aquele clima praiano. Vale destacar que todas essas iniciativas são bem interessantes por valorizarem o esporte e a mudança que ele traz na vida das pessoas como prática saudável e social. E, mais legal ainda, é poder ver o kite sendo inserido e, cada vez mais, presente nos festivais e eventos esportivos. Para conferir mais fotos: https://www.facebook.com/xplorafest/ ( Praia de Isla Verde no Xplora Fest 2018 / Foto: Xplora Fest Content )
O COMBUSTÍVEL DO KITE É O VENTO – EM TEMPO DE “VACAS MAGRAS”
( Foto de destaque: fazenda +Kite) Apesar de todos sermos impactados pela atual crise nacional, o foco, aqui, não são as greves ou crises. Mas é interessante o gancho para lembrar que em tempo de “vacas magras” no cenário nacional, vale ressaltar que o kite é um esporte sustentável e usa energia limpa como combustível, o VENTO. O esporte se desenvolve por todos os cantos do planeta, os praticantes buscam, na maioria das vezes, o contato e a conexão com a natureza. Olhando para momentos difíceis de crise, pode-se , sempre, crescer a família do kitesurf de forma consciente. É muito importante que todos os amantes e simpatizantes do kite mantenham a credibilidade do esporte e o desenvolvimento sustentável do seu mercado. É preciso Sí“ de vento como combustível! Então, é legal seguir a mesma proposta “limpa”, respeitando a natureza nos spots de velejo e as diferentes culturas regionais que nos recebem como turistas. Desse modo, os praticantes são bem recebidos e o kite é mais reconhecido e respeitado por todos que tenham a oportunidade de conhecê-lo. Depois, a única coisa que resta é: “correr atrás de onde tenha vento!” ( Foto: divulgação / Foto: Fazenda +Kite )