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CABRINHA AUTOPILOT E HI:RISE SYSTEMS
(Photo de destaque: Autopilot e HI:RISE / Cabrinha Kites content) A Cabrinha Kites lançou sua nova foil board e conjunto de asas versáteis, a Autopilot e as HI:Rise Varial e Carve. A nova foil board Autopilot vem com a proposta de levar a Cabrinha para uma próxima geração do surf. Ela foi desenvolvida para riders que buscam uma prancha multifuncional e um equipamento intuitivo e fácil de usar. Uma proposta versátil, com manobrabilidade ideal para freeride e wave. A prancha é compatível com o sistema HI:Rise de asas. As novas asas Varial são um conjunto de asas progressivo. Esses foils são universalmente adaptáveis para serem utilizados no surf, kitesurf e wake surf e prometem uma boa performance. E a asa Carve é um conjunto desenvolvido para proporcionar alta manobrabilidade, com objetivo de proporcionar mais desempenho e diversão. (videos Cabrinha Kites content)
BRUNO LOBO: O BIG RIDER DA FORMULA KITE
(Photo de destaque: Bruno Lobo / IKA content) O atleta maranhense, Bruno Lobo, acabou de voltar do Pascucci Formula Kite World Championship, campeonato mundial de Formula Kite que aconteceu na Itália. Em um bate papo, ele contou para a LKB como foi a sua experiência e quais são os seus planos e metas para o futuro dentro do esporte. A Formula Kite é a modalidade olímpica do kitesurf, estará presente nas Olimpíadas de Paris, em 2024 (veja aqui). A classe ganhou grande visibilidade desde que foi anunciada para os jogos, levantando novos adeptos e evoluindo a tecnologia e performance dos equipamentos utilizados. O Brasil tem um grande atleta representando a modalidade e o país: Bruno Lobo. O big rider é o atual campeão sulamericano e brasileiro e irá representar o Brasil nos Jogos Panamericanos 2019 em Lima, no Peru. Ele contou um pouco como foram os dias e a experiência no mundial, na Itália. “O nível estava muito forte, todos andando muito bem. Eram 90 atletas masculinos, me classifiquei para a flotilha Gold, entre os 30 primeiros, na 17ª colocação. O vento estava fraco, uma condição que não me favorece, e foi uma fase de adaptação aos novos equipamentos que peguei lá. Acabou que, realmente, não andei como eu gostaria. Treinei bastante durante a minha rotina, talvez, com condições de vento um pouco melhores teria conseguido brigar entre os Top 10. Mas foi uma ótima experiência e vou focar para as próximas competições!” conta o atleta, Bruno Lobo. (Bruno Lobo e a equipe brasileira / Bruno Lobo social media content) Este foi, apenas, o primeiro desafio do atleta em um ano que está cheio de competições. Ele segue com o treino duro e o foco para encarar o que vem pela frente e vibra muito forte: “Fui convocado para a final da copa do mundo em Marseille, pela World Sailing. Serão os 20 melhores atletas do mundo, estou em 6º no ranking mundial. E, também, vai ter o Panamericano que acontece em Agosto. Então, preparação intensa agora! Espero conseguir ir para essa copa do mundo, agora em junho, para poder pegar ritmo e experiência e chegar bem no Pan e, cada vez mais, conseguir brigar forte pelo mundial no ano que vem, em 2020!” Talento e foco é o que não falta para o atleta brasileiro! Nós seguimos acompanhando a trajetória do Bruno, torcendo e vibrando pelas conquistas dele e que ele traz para o nosso esporte. (Pascucci Formula Kite World Championships / IKA content)
PASCUCCI FORMULA KITE WORLD CHAMPIONSHIP: RESULTADOS
(Photo de destaque: Pascucci Formula Kite World Championship / IKA content) O Pascucci Formula Kite World Championship aconteceu no Lago di Garda, Itália, entre os dias 30/04 e 05/05. Na categoria principal o big rider brasileiro, Bruno Lobo, finalizou o evento na 20ª colocação e na categoria Grand Masters, o brasileiro, Wilson Veloso (Bodete), subiu no pódio em 2º lugar! Confira os resultados completos e os highlights do Pascucci Formula Kite World Championship: Masculino 1 Nico Parlier (FRA) 2 Olly Bridge (GBR) 3 Connor Bainbridge (GBR) Feminino 1 Daniela Moroz (USA) 2 Elena Kalinina (RUS) 3 Breiana Whitehead (AUS) (Pódio Formula Kite / IKA content) Mixed KiteFoil Team Relay 1 USA (Daniela Moroz / Evan Heffernan) 2 FRA (Alexia Fancelli / Maxime Nocher) 3 RUS (Elena Kalinina / Denis Taradin) Masculino U19 1 Arthur Lhez (FRA) 2 Oliver Hansen (DEN) 3 Scott Whitehead (AUS) Feminino U19 1 Daniela Moroz (USA) 2 Valeria Garashenko (RUS) 3 Julia Damasiewicz (POL) Masculino U16 1 Maximilian Maeder (SGP) 2 Jakub Jurkowski (POL) 3 Michal Wojciechowski (POL) Feminino U16 1 Julia Damasiewicz (POL) 2 Magdalena Wojciechowska (POL) 3 Nina Arcisz (POL) Masculino (Masters) 1 James Johnson (DEN) 2 Nico Landauer (URU) 3 Ejder Ginyol (TUR) Feminino (Masters) 1 Steph Bridge (GBR) 2 Natalie Flintrop-Clarke (AUS) 3 Claire Durand (FRA) Masculino (Grand Masters) 1 James Johnson (DEN) 2 Wilson Veloso Junior (BRA) 3 Pierluigi Capozzi (ITA) (Surftoday Youtube channel content)
ABK: FILIAÇÃO PARA VELEJADORES
A ABK, Associação Brasileira de Kitesurf, está com a Filiação para Velejadores aberta, gratuitamente, para os que são velejadores e querem fazer parte do crescimento e força do esporte. A filiação é para o nicho de Velejadores e para concluir a inscrição, basta preencher todas as informações e, no campo de pagamento, prosseguir sem colocar os dados bancários. A associação é uma instituição sem fins lucrativos, homologada como o órgão máximo para a representação do esporte em âmbito nacional. Seu objetivo principal é difundir e promover o kitesurf de maneira adequada e responsável. Veja mais. Clique AQUI para filiar-se a ABK.
RUBEN LENTEN: O ACIDENTE EM BARCELONA
(Photo de destaque: Ruben lenten / Ruben lenten social media content) Nestes últimos dias, todos acompanharam o acidente do big rider, Ruben Lenten, em Barcelona. O incidente acabou resultando em uma perna quebrada e algumas cirurgias. Mas, por sorte, está tudo bem! O rider acabou de lançar o vídeo sobre o ocorrido, confira: (Ruben Lenten Youtube channel content)
TRIPLE-S INVITATIONAL COMEÇA HOJE!
( Foto de destaque: divulgação / Wind Voyager e Real Water Sports Content ) Hoje tem muita ação! O Triple-S Invitational começa hoje, 02/06, em Cape Hattera, EUA. O campeonato é um evento exclusivo para atletas convidados e é referência no wakestyle. Os atletas do kite entram em ação em uma competição que exige o freestyle extremo. Irão mostrar suas habilidades em um kitepark, com kickers e slides, sempre buscando as manobras mais técnicas e criativas com muita pressão! Os melhores do mundo e algumas “lendas” do esporte estão na corrida pela vitória, dentre eles, os ingleses, Aaron Hadlow e Sam Light, o belga, Cristophe Tack e o americano, Jesse Richman. Na liga feminina estão várias poderosas, como a holandesa, Annelous Lammerts, a polonesa, Karolina Winkowska e, representando o Brasil e atual campeã do mundo no freestyle, Bruna Kajiya. Para conferir todos os atletas convidados, clique aqui. Serão sete dias e sete noites de muita ação. Durante o dia, a adrenalina está garantida com o campeonato e as freeride sessions rolando o tempo todo. De noite, é muita festa com lives e Dj”™s convidados. O campeonato é organizado no quintal da Real Water Sports, com patrocínio master da Wind Voyager. E a premiação é de US$ 50.000,00 para os que subirem no pódio! Fiquem ligados, a ação vai ser extrema! Para acompanhar, veja mais infos no site do evento: http://www.triplesinvitational.com/ ( Foto: divulgação / Real Water Sports Content )
PASSO A PASSO PARA APRENDER KITESURF
( Foto de destaque IKA Content / Icarus Sailing Media ) O kite é um esporte muito bonito e chama a atenção de quem olha e não conhece, despertando a curiosidade e a vontade de praticar. Nesse momento, muitas pessoas se perguntam: como faz? Qual é o passo a passo para aprender o kitesurf? Vamos definir alguns tópicos e dar algumas dicas que são importantes para os admiradores do esporte saberem por onde começar. 1. Gostar da natureza, se sentir bem na água e saber nadar é um ótimo começo! 2. Tomar a decisão de aprender e seguir em frente. O processo de aprendizado é como outro qualquer, pode ser meio duro, mas é interessante e importante. O ideal é seguir em frente com força de vontade, porque “a coisa” fica mágica nas primeiras deslizadas sobre a água e todo o esforço vale a pena. 3. Buscar uma escola ou um profissional técnico independente, certificado e qualificado para as aulas. No Brasil, a entidade máxima responsável pelo esporte é a ABK ( Associação Brasileira de Kitesurf ), a qual certifica, através de cursos e capacitação, escolas e técnicos. Existe uma metodologia e um padrão de ensino desenvolvido para que o aprendizado e a prática sejam seguros. ( Foto divulgação / Pousada BGK Content / Fotógrafo Andre Hanni ) Depois dessas três primeiras iniciativas, começa a metodologia para o aprendizado. Vamos resumir os principais passos e falar das principais dúvidas. Quanto tempo demora para aprender o kitesurf? Essa dúvida é uma das mais frequentes para quem quer aprender e a resposta é: dá pra todos aprenderem! Mas a resposta em relação ao tempo, na verdade, é um pouco relativa. Ao se tratar de um esporte, o tempo do processo depende muito da aptidão e desenvoltura de cada pessoa. Aprender efetivamente significa estar independente, ou seja, sem a necessidade de supervisão de um profissional. Para deixar um parâmetro de tempo para que isso aconteça, costuma-se falar entre 10 a 20 horas/aula. Esse intervalo de tempo costuma ser, mesmo, o tempo que a maioria das pessoas estão aptas a praticar sozinhas e curtir o seu velejo. Lembrando que experiência horas/água é sempre muito importante e relevante. Sempre que estamos velejando e passando por diversas situações e condições, estamos aperfeiçoando nossas técnicas e melhorando o nível. Outra dúvida frequente é: mas eu consigo fazer? Não precisa de muita força ou de um preparo físico grande? Claro que para as pessoas que praticam esportes, que são mais ligadas nesse lifestyle de maneira profissional ou amadora, as coisas podem ficar mais fáceis e rápidas. Porém, o kite é muito abrangente e eclético, aprendendo da maneira correta, o objetivo é alcançado. Dá uma lida na matéria que fala mais a respeito disso, clicando aqui. Focando na metodologia, existe um passo a passo para tornar o aprendizado e a prática do kitesurf mais seguro. É um esporte radical que pode ser praticado a “quase riscos zero” quando feito da maneira correta. 1. Condições e tipos de vento, meteorologia básica e mapeamento do local de prática. 2. Explicação técnica de janelas de vento e funcionamento da pipa. 3. kite training: uma “pipinha” simulador para entendimento de janela de vento e comandos. 4. Apresentação do equipamento e set up da maneira correta e segura. 5. Sistemas de segurança que o equipamento tem e como utilizá-los. 6. Kite Control: controle da pipa. 7. Body drag: exercício de comandos na água (sem prancha). 8. Técnicas de auto resgate (muito importante!) e regras de navegação. 9. Water Start: teoria e técnicas práticas para as primeiras saídas na prancha. 10. Bordos nas duas janelas sentido downwind (vento de popa). 11. Correção de postura e aprimoramento do uso da vela. 12. Técnicas para Upwind (contra vento). ( Foto: Divulgação / Kite Lounge Laranjal Content / Fotógrafo: Marcelo Gervini ) Após o aluno ter aprendido todas as técnicas fundamentais de segurança, resgate, navegação e esse passo a passo descrito, e já navegar no sentido do vento e no contra vento, ele pode ser considerado independente. É importante que se sinta confortável e confiante para estar sozinho, e, a partir daí, é só alegria, diversão e horas/água para ganhar experiência. Nesse momento, nos bate-papos com a galera do esporte, a troca de informação em relação a escolha de equipamentos sempre surge e as coisas vão acontecendo. Se quiser mais informações sobre como escolher seu equipamento, veja a matéria aqui. Vale sempre ressaltar e considerar como prioridade número UM: o velejo consciente! Desse modo todos se divertem dentro e fora da água.
PROJETO KITECOAT – TECIDOS DESCARTÁVEIS DE KITE VIRAM JAQUETAS
(Foto destaque: Divulgação KiteCoat) Um projeto inovador no mercado de kite. Mais do que uma marca de jaquetas sportswear, a Kitecoat é um projeto de sustentabilidade criado pelos sócios e fundadores Alexandre Rezende e Paula Lagrotta, que após observarem o desperdício das lonas das pipas de kitesurf, pensaram em uma maneira de reutilizá-las com um propósito. Um possível lixo transformado e com valor agregado. A marca faz parceria com escolas de kite e clubes de vela, que fornecem duas ou mais velas e desenvolvem uma kitecoat. Isso ajuda as escolas a ” se livrarem ” de forma correta do material sem uso, e ainda se beneficiam com uma jaqueta exclusiva. Jaqueta de kite da Kite Coat (Foto: Divulgação) Uma pipa de kitesurf pode possuir muitos metros quadrados por vela e sua matéria prima demora cerca de 300 anos para se decompor na natureza. A duração de cada pipa depende das condições em que ela é utilizada. Pode durar até 300 horas de velejo, caso não aconteça nenhuma adversidade. De uma mesma pipa é possível montar até três versões diferentes de Kitecoat. Os modelos são praticamente artesanais e as peças exclusivas. Para adquirir uma Kitecoat Existem duas possibilidades de aquisição de uma Kitecoat: uma é sob demanda, em que um velejador nos fornece suas pipas em desuso (mas em condições de reaproveitar o tecido do velame), depois de uma breve entrevista (manter ou não a gestalt da pipa) lavamos, idealizamos os cortes e submetemos ao cliente para sua aprovação. Uma vez aprovado, ela entra em produção, é montada e costurada e quando fica pronta, despachamos para a casa do o cliente. A outra possibilidade é adquirir uma peça já pronta, disponível em alguns pontos de venda (lojas físicas): lojas de kiteclubs, de Pousadas e Escolas de Kite. E também através de pedidos diretos ao nosso Ateliê, através de contato via Instagram da Kitecoat. Redes sociais: Instagram e Facebook Intermédio das guarderias/ escolas/ instrutores e ou lojas como a Ahlma no Rio de Janeiro Lojas no Rio de Janeiro: Academia da Ahlma, no Leblon e o Studio da Ahlma no Shopping Leblon.
XPLORA FEST 2018, ESPORTE NA VEIA!
( Foto de destaque: divulgação / Xplora Fest Content ) O Xplora Fest 2018, realizado em Isla Verde, Porto Rico, neste final de semana (25 a 27/05), foi sucesso total e contribuiu para moradores locais e turistas confraternizarem juntos em um festival de muito esporte e entretenimento. O festival, realizado no Marriot Resort, contou com a participação de atletas profissionais e amadores de muitos esportes e várias modalidades. O intuito do evento foi promover e mostrar o potencial do turismo de aventura e esportivo na região. Dentre beach tennis, vôlei, futebol, corrida e natação, o kite não ficou de fora! A galera confraternizou realizando um downwind amistoso! ( Downwind Xplora Fest 2018 / Foto: Xplora Fest Content ) Para fechar os dias de esporte, a noite contou com música e gastronomia local, proporcionando aquele clima praiano. Vale destacar que todas essas iniciativas são bem interessantes por valorizarem o esporte e a mudança que ele traz na vida das pessoas como prática saudável e social. E, mais legal ainda, é poder ver o kite sendo inserido e, cada vez mais, presente nos festivais e eventos esportivos. Para conferir mais fotos: https://www.facebook.com/xplorafest/ ( Praia de Isla Verde no Xplora Fest 2018 / Foto: Xplora Fest Content )
O COMBUSTÍVEL DO KITE É O VENTO – EM TEMPO DE “VACAS MAGRAS”
( Foto de destaque: fazenda +Kite) Apesar de todos sermos impactados pela atual crise nacional, o foco, aqui, não são as greves ou crises. Mas é interessante o gancho para lembrar que em tempo de “vacas magras” no cenário nacional, vale ressaltar que o kite é um esporte sustentável e usa energia limpa como combustível, o VENTO. O esporte se desenvolve por todos os cantos do planeta, os praticantes buscam, na maioria das vezes, o contato e a conexão com a natureza. Olhando para momentos difíceis de crise, pode-se , sempre, crescer a família do kitesurf de forma consciente. É muito importante que todos os amantes e simpatizantes do kite mantenham a credibilidade do esporte e o desenvolvimento sustentável do seu mercado. É preciso Sí“ de vento como combustível! Então, é legal seguir a mesma proposta “limpa”, respeitando a natureza nos spots de velejo e as diferentes culturas regionais que nos recebem como turistas. Desse modo, os praticantes são bem recebidos e o kite é mais reconhecido e respeitado por todos que tenham a oportunidade de conhecê-lo. Depois, a única coisa que resta é: “correr atrás de onde tenha vento!” ( Foto: divulgação / Foto: Fazenda +Kite )