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KITESPEED CHALLENGE 2019

(Photo de destaque: Kitespeed Challenge / photo: Gabriel Imagens / Fazenda +Kite content)   Está chegando a competição de kitesurf mais rápida do Brasil: o Kitespeed Challenge 2019! A 4ª edição do evento, organizado e realizado na Fazenda +Kite em Osório, Rio Grande do Sul, vai rolar entre os dias 01 e 03 de novembro.   Para este ano, a raia de competição está com 500 metros, construí­da e posicionada para que os atletas possam acelerar e levar a performance ao máximo. O vento mais incidente na região é no quadrante nordeste e pode chegar até 40 nós. Os riders voam sobre um espelho d’água!   (Kitespeed Challenge / photo: Imagens Gabriel / Fazenda +Kite content)   Nos dias de campeonato, os competidores terão tempo para treino livre na raia e, quando for dado o iní­cio na competição, cada um tem 5 “tiros” para atingir a maior velocidade média. A medição é feita através do sistema computadorizado do Velopark, com um portão de entrada e outro de saí­da, que calcula a velocidade média do rider. É alucinante!   Na última edição, o Kitespeed Challenge contou com 50 atletas inscritos e, para 2019, as inscrições já estão abertas! Garanta a sua inscrição: INSCRIÇí•ES Kitespeed Challenge 2019   O velejador MAIS VELOZ do Brasil leva como premiação um kite ZERO da Duotone Kiteboarding! O tricampeão da modalidade, Juliano Raupp, conquistou o prêmio na última edição com a média de 63,6 km/h; e a campeã, Laura Andrades, atingiu 56,6 km/h. Quem será o mais rápido neste ano?!   (Kitespeed Challenge / photo: Imagens Gabriel / Fazenda +Kite content)   Além da competição, o evento conta com estrutura e programação para competidores, amigos e famí­lia. A Fazenda +Kite (pousada e Kite Center) respira o lifestyle do kitesurf e recebe velejadores, atletas e personalidades da cena do esporte. O destino é, simplesmente, paradisí­aco! Vale o passeio para participar, visitar e fazer um velejo incrí­vel.   KITESPEED CHALLENGE 2019 Data: 01 a 03 de Novembro Local: Fazenda +Kite – Osório – RS Hora: a partir da 10h *sujeito as condições de vento Premiação: um kite Duotone Kiteboarding Inscrições: Kitespeed Challenge 2019 (clique aqui) Mais informações: fazendamaiskite@gmail.com +55 51 9994.4392   A Local Kiteboarding – LKB é a mí­dia parceira do Kitespeed Challenge 2019. Iniciativas que promovem e fomentam o kitesurf são fundamentais para o desenvolvimento do mercado e agregam valor ao nosso esporte.   (Kitespeed Challenge / photo: Imagens Gabriel / Fazenda +Kite content)   (Fazenda +Kite content)    

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FORMULA KITE EUROPEAN CHAMPIONSHIP 2019: RESULTADOS

(Photo de destaque: 2019 Formula Kite European Championships / photo: Icarus Sports / IKA content)   Entre os dias 24 e 29/09, foi realizado o Formula Kite European Championship 2019 na praia de Torragrande, Itália. O campeonato europeu da modalidade olí­mpica do esporte recebeu os melhores do mundo para regatas velozes e acirradas.   O atleta francês, Axel Mazella, foi coroado o campeão 2019 após regatas disputadí­ssimas no quinto e último dia de competição. O seu desafio principal foi um dos melhores do mundo na modalidade, o jovem esloveno, Toni Vodisek.   (Axel Mazella vibrando a vitória / IKA content)   “Estou super feliz com esse evento”, vibra Mazella. “Estou satisfeito com a minha performance! Foi bem estressante para mim; Théo de Ramecourt e Toni Vodisek estavam apenas com um ponto a minha frente no começo do dia, mas consegui fazer meu trabalho e alcançar o resultado”, completa o atleta.   Na categoria feminina, as batalhas também foram intensas. Foram mais de 30 atletas para disputar as regatas, mas a atual campeã mundial da modalidade, a norte-americana, Daniela Moroz, atuou mais uma vez de forma impecável, ganhando 18 regatas de 19.   Masculino Open: Formula Kite European Championship 2019   1. Axel Mazella (FRA) 2. Toni Vodisek (SLO) 3. Théo de Ramecourt (FRA)   Feminino Open: Formula Kite European Championship 2019   1. Daniela Moroz (USA) 2. Ellie Aldridge (GBR) 3. Breiana Whitehead (AUS)   Confira os resultados completos: IKA Formula Kite    (IKA youtube channel content)    

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RDI 2019: RESULTADOS 3ª ETAPA

(Photo de destaque: RDI 2019 – 3ª etapa / LKB content)   Neste final de semana, entre os dias 28 e 29/09, rolou a 3ª etapa do RDI 2019 na Ilhabela, São Paulo.   O circuito conta com 4 etapas durante o ano e, nesta penúltima fase, começa a deixar os competidores apreensivos para o ranking geral de 2019.   (regatas RDI 2019: 3ª etapa / LKB content)   No sábado (28), as condições não permitiram o iní­cio da competição, mas no domingo (29), o vento leste/nordeste entrou na Ponta das Canas e os atletas voaram sobre as águas do canal da ilha. Para esta 3ª etapa foram 14 atletas inscritos; confira os resultados:   OPEN   1. José Marino 2. Luiz Bolina 3. Rafael Tafurri   (pódio OPEN / LKB content)   JUNIOR   1. Rafael Tafurri 2. Rodrigo 3. Nathan SENIOR 1. José Marino 2. Gil 3. Fred MASTER 1. Nereu   GRAN MASTER 1. Luiz Bolina 2. Dudu Mazzocato 3. Claudio   (pódio Gran Master / LKB content)   INICIANTE 1. Fred 2. Claudio 3. Renato Dombra   (Atletas reunidos / foto: Renato Cadusso / UGo Kite content)   Parabéns a todos! Agora, é ficar de olho na próxima e última etapa:   4ª Etapa RDI 2019 Local: Ilhabela – SP Data: 07 e 08 de Dezembro/2019   Confira mais informações e já garanta a INSCRIÇíO: www.reidailha.com.br     A organização agradece imensamente a todos os que fizeram parte e colaboraram com o evento, especialmente, aos atletas, os grandes astros dessa confraternização do Kitesurf.   O evento é realizado pela UGo Kiteboarding e Borra Kitesurf. E conta com o apoio da Prefeitura de Ilhabela e Dombra Sails, e os patrocí­nios da Freeport Sports, Luiz Paladino Arquitetura, Eco Ilha, ConstruSul e Ilhabela Shopping da Construção. A Local Kiteboarding – LKB é a mí­dia oficial parceira do RDI 2019.   Iniciativas que promovem e fomentam o kitesurf são fundamentais para o desenvolvimento do mercado e agregam valor ao nosso esporte.   Curtiu?! Comente abaixo e compartilhe com mais fãs e amantes do kite. Bons ventos!      (regatas RDI 2019: 3ª etapa / LKB content) (montagem Ponta das Canas – Ilhabela – SP / LKB content) (regatas RDI 2019: 3ª etapa / LKB content) (regatas RDI 2019: 3ª etapa / LKB content) (regatas RDI 2019: 3ª etapa / LKB content) (regatas RDI 2019: 3ª etapa / LKB content) (RDI 2019: 3ª etapa / foto: Renato Candusso / UGo Kite content) (RDI 2019: 3ª etapa / foto: Renato Candusso / UGo Kite content) (RDI 2019: 3ª etapa / foto: Renato Candusso / UGo Kite content) (RDI 2019: 3ª etapa / foto: Renato Candusso / UGo Kite content) (RDI 2019: 3ª etapa / foto: Renato Candusso / UGo Kite content) (RDI 2019: 3ª etapa / foto: Renato Candusso / UGo Kite content) (RDI 2019: 3ª etapa / foto: Renato Candusso / UGo Kite content)

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KITESURF COM A SALT INSPIRIT

  (Photo de destaque: Kitetrip Salt Inspirit / Salt Inspirit content)   A Salt Inspirit desenvolve Kitetrips, nacionais e internacionais, focadas na imersão e evolução do praticante no Kitesurf, sem deixar de lado muita diversão e a vibe positiva! A LKB foi convidada para curtir um dia de muito velejo com essa galera astral total, em uma das trips realizadas no nordeste brasileiro.   “Nesta 2ª KiteTrip da Salt Inspirit, focamos na evolução de nossos participantes em quesitos como: Kitewave, Downwind, freeride e aprimoramento do velejo em condições diversas; não deixando de lado a diversão e a experiência de conhecer as belezas do destino escolhido que, nesta trip, foi a região entre Lagoinha, Guajirú, Paracuru, Trairi e Flecheiras”, explica o coordenador geral, Felipe Soares.   “Nossos participantes tiveram a oportunidade de fazer muitos downwinds de curta duração e em diferentes condições: mar flat, ondas e técnicas de downwind, com o coaching do Fabio Cobucci e apoio de guias locais experientes; o objetivo foi o aprimoramento no esporte e aptidão para trechos mais longos e ganhar experiência no velejo em condições adversas”, complementa Felipe.   (galera da trip Salt Inspirit / Salt Inspirit content)   A LKB chegou no Kite Point Lagoinha para um dia de downwind até o Guajirú. Para quem não conhece, Lagoinha é uma praia linda, um cantinho especial entre coqueirais e dunas de areias brancas do litoral cearense.   O Kite Point Lagoinha está localizado na beira-mar, em frente ao spot de velejo. O Juninho Ferreira, instrutor local e proprietário do kite center, ofereceu todo o suporte com a estrutura e informação para o downwind. Todos seguros para a descida!   Galera pronta e reunida: hora de cair na água! Com ventos fortes e constantes, o grupo saiu rumo ao Guajirú. O atleta e coordenador técnico, Fábio Cobucci, acompanhou dando altas dicas sobre as técnicas de downwind e Kitewave. Os guias locais, Guilherme Oliveira e Gyovanni Cabeça, fizeram o suporte por água e auxiliaram com a parte técnica e o guia e proprietário da Pousada e Restaurante Kite Point Lagoinha, Syllos, acompanhou o grupo com o veí­culo 4×4 para o apoio terrestre.   (Fábio Cobucci se preparando pra cair na água e acompanhar a galera / LKB content) (Saí­da do Kite Point Lagoinha rumo ao Guajirú / LKB content)   Durante o trecho escolhido para o downwind, as condições estavam perfeitas para os diferentes gostos de velejo. Tinha área de água flat para acelerar, reentranças que formam lagoas, ondas ideais para apreender e evoluir no wave , um visual único e ventos fortes para a galera “pôr pra baixo”!   A chegada no Guajirú foi surpreendente. Kites pousados no Guajirú Kite Center – GKC, uma estrutura completí­ssima para atender os velejadores, de centro water sports í  loja de equipamentos, bar e restaurante, com 11 anos de atuação na cena do esporte.   Jailson Senna, instrutor local e proprietário do GKC, estava em um downwind solidário com o Instituto Dharma, velejando e fazendo atendimento médico em povoados pelo litoral do Ceará e do Piauí­. Quem recebeu a galera foi o Alê, um paulista que se apaixonou pelo destino e agora trabalha no kite center. “Conheci o Jailson em Portugal e ele me chamou para viver a primeira temporada por aqui; a experiência foi tão positiva que, para 2019, entre ir para Portugal atrás do dinheiro ou vir para o Guajirú, no Ceará, viver o sonho, eu optei em viver o sonho!”, vibra Alê.   O Guajirú é outro paraí­so que recebe kitesurfistas do mundo inteiro, um vilarejo charmoso com ótima estrutura para bem atender o turista. Em um rápida visita ao incrí­vel Hotel Vila Vagalume, a LKB bateu um papo com o parceiro e í­cone do kite no Brasil, Ricardo Pita.   (Chegada no Guajirú Kite Center / LKB content) (Visita ao Vila Vagalume / LKB content)   Com a missão cumprida e de alma lavada, o grupo subiu no 4×4 para retorna í  Lagoinha. O trecho de volta é outro espetáculo a parte. Com uma parada na Lagoa do Jegue e o pôr do sol na chegada, a experiência estava quase completa…para o jantar, o Syllus, proprietário do restaurante Kite Point Lagoinha, ofereceu uma panelada de frutos do mar. Pronto, experiência completa!   “Adorei o experiência com a Salt Inspirit, estou começando nos downwinds e senti uma evolução enorme nesta viagem!”, vibra Carol Higasi, uma das clientes e velejadoras da trip. “A escolha dos trechos, o suporte dentro e fora da água para mim foram ótimos! Me senti segura e confiante para velejar e daí­ a evolução foi certa! O clima do grupo também foi outro ponto alto da trip. Apesar de ní­veis diferentes no kite, todos estavam se divertindo e aproveitando. O Felipe e o Fábio sempre atentos í s necessidades de cada um. Com certeza, foi a primeira de muitas outras viagens com a Salt Inspirit!” complementa Carol.   O Éder Resende foi outro cliente que saiu com o sorriso estampado no rosto. “Cheguei no último dia de DW, completando com tranquilidade o trecho de Lagoinha ao Guajirú com cerca de 22km. Como disse o Fabio: o Eder chegou com o Kite seco! Show! – Valeu demais a toda essa galera!”   O projeto Salt Inspirit faz parte da Salt DMC, operadora no trade turí­stico com expertise em viagens e paixão pelo Kitesurf. A operação do projeto é focada em parcerias no trade visando sempre a sustentabilidade e profissionalismo de toda a cadeia produtiva do setor.   Conheça mais e confira a agenda das próximas trips:   SALT INSPIRIT Instagram: @saltinspirit +55 11 986808958 / +55 13 981385683 info@saltdmc.com.br   (Carol e Fábio desfrutando do downwind / Salt Inspirit content) (LKB marcando presença nesse velejo / LKB content) (travessia da balsa no caminho de volta / photo: Carol) (Galera reunida para a Panelada de frutos do mar no Lagoinha Kite Point / Salt Inspirit content)

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DESCUBRA FLECHEIRAS

  Publieditorial (Foto de destaque: Praia de Flecheiras / foto: Alex Uchoa / conteúdo do Governo do Estado do Ceará)   A Praia de Flecheiras é um dos cantinhos especiais na costa oeste do Estado do Ceará. Localizada a 130 km da cidade de Fortaleza, Flecheiras é aconchegante e repleta de coqueirais e dunas de areia branquinha.   O destino é um paraí­so de piscinas naturais e bons ventos, que atraem amantes e praticantes do mergulho, kitesurf e windsurf. Apesar de ser um lugar rústico e menos explorado, o vilarejo oferece conforto e ótima estrutura para receber turistas do mundo inteiro.   A formação de arrecifes na região leste formam piscinas naturais excelentes para a prática de mergulho livre; e para mergulhadores mais experientes há passeios de jangada, que levam o turista para uma bancada a 500 metros da costa. A oeste, o mar aberto e a incidência de ventos constantes proporcionam ótimas ondas para quem quer desfrutar do surf e de um bom velejo.   Para quem busca “sombra e água fresca”, o destino também é ideal. Muitas pousadas e Kite Centers da região oferecem serviço de bar e restaurante na praia. Um passeio tranquilo de jangada pela costa ou de carro pela praia, indo de Lagoinha até Mundaú, é opção para quem quer desfrutar das belezas do destino.   A Praia de Flecheiras oferece diversas opções de restaurantes, tendo como base da gastronomia iguarias locais, peixes e frutos do mar. Vale fazer amizade com pescadores para conseguir produtos fresquinhos na beira d”™água e preparar com os amigos e famí­lia!   Descubra mais sobre a Praia de Flecheiras! Descubra Ceará!    Confira: www.descubraceara.com   (Kitesurf em Flecheiras / foto: conteúdo do Zora Beach Hotel)

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TRIPLE-S INVITATIONAL COMEÇA HOJE!

  ( Foto de destaque: divulgação / Wind Voyager e Real Water Sports Content )   Hoje tem muita ação! O Triple-S Invitational começa hoje, 02/06, em Cape Hattera, EUA. O campeonato é um evento exclusivo para atletas convidados e é referência no wakestyle.   Os atletas do kite entram em ação em uma competição que exige o freestyle extremo. Irão mostrar suas habilidades em um kitepark, com kickers e slides, sempre buscando as manobras mais técnicas e criativas com muita pressão!   Os melhores do mundo e algumas “lendas” do esporte estão na corrida pela vitória, dentre eles, os ingleses, Aaron Hadlow e Sam Light, o belga, Cristophe Tack e o americano, Jesse Richman. Na liga feminina estão várias poderosas, como a holandesa, Annelous Lammerts, a polonesa, Karolina Winkowska e, representando o Brasil e atual campeã do mundo no freestyle, Bruna Kajiya. Para conferir todos os atletas convidados, clique aqui.    Serão sete dias e sete noites de muita ação. Durante o dia, a adrenalina está garantida com o campeonato e as freeride sessions rolando o tempo todo. De noite, é muita festa com lives e Dj”™s convidados.   O campeonato é organizado no quintal da Real Water Sports, com patrocí­nio master da Wind Voyager. E a premiação é de US$ 50.000,00 para os que subirem no pódio!   Fiquem ligados, a ação vai ser extrema! Para acompanhar, veja mais infos no site do evento: http://www.triplesinvitational.com/   ( Foto: divulgação / Real Water Sports Content )  

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PASSO A PASSO PARA APRENDER KITESURF

( Foto de destaque IKA Content / Icarus Sailing Media ) O kite é um esporte muito bonito e chama a atenção de quem olha e não conhece, despertando a curiosidade e a vontade de praticar. Nesse momento, muitas pessoas se perguntam: como faz? Qual é o passo a passo para aprender o kitesurf? Vamos definir alguns tópicos e dar algumas dicas que são importantes para os admiradores do esporte saberem por onde começar. 1. Gostar da natureza, se sentir bem na água e saber nadar é um ótimo começo! 2. Tomar a decisão de aprender e seguir em frente. O processo de aprendizado é como outro qualquer, pode ser meio duro, mas é interessante e importante. O ideal é seguir em frente com força de vontade, porque “a coisa” fica mágica nas primeiras deslizadas sobre a água e todo o esforço vale a pena. 3. Buscar uma escola ou um profissional técnico independente, certificado e qualificado para as aulas. No Brasil, a entidade máxima responsável pelo esporte é a ABK ( Associação Brasileira de Kitesurf ), a qual certifica, através de cursos e capacitação, escolas e técnicos. Existe uma metodologia e um padrão de ensino desenvolvido para que o aprendizado e a prática sejam seguros. ( Foto divulgação / Pousada BGK Content / Fotógrafo Andre Hanni ) Depois dessas três primeiras iniciativas, começa a metodologia para o aprendizado. Vamos resumir os principais passos e falar das principais dúvidas. Quanto tempo demora para aprender o kitesurf? Essa dúvida é uma das mais frequentes para quem quer aprender e a resposta é: dá pra todos aprenderem! Mas a resposta em relação ao tempo, na verdade, é um pouco relativa. Ao se tratar de um esporte, o tempo do processo depende muito da aptidão e desenvoltura de cada pessoa. Aprender efetivamente significa estar independente, ou seja, sem a necessidade de supervisão de um profissional. Para deixar um parâmetro de tempo para que isso aconteça, costuma-se falar entre 10 a 20 horas/aula. Esse intervalo de tempo costuma ser, mesmo, o tempo que a maioria das pessoas estão aptas a praticar sozinhas e curtir o seu velejo. Lembrando que experiência horas/água é sempre muito importante e relevante. Sempre que estamos velejando e passando por diversas situações e condições, estamos aperfeiçoando nossas técnicas e melhorando o ní­vel. Outra dúvida frequente é: mas eu consigo fazer? Não precisa de muita força ou de um preparo fí­sico grande?   Claro que para as pessoas que praticam esportes, que são mais ligadas nesse lifestyle de maneira profissional ou amadora, as coisas podem ficar mais fáceis e rápidas. Porém, o kite é muito abrangente e eclético, aprendendo da maneira correta, o objetivo é alcançado. Dá uma lida na matéria que fala mais a respeito disso, clicando aqui. Focando na metodologia, existe um passo a passo para tornar o aprendizado e a prática do kitesurf mais seguro. É um esporte radical que pode ser praticado a “quase riscos zero” quando feito da maneira correta. 1. Condições e tipos de vento, meteorologia básica e mapeamento do local de prática. 2. Explicação técnica de janelas de vento e funcionamento da pipa. 3. kite training: uma “pipinha” simulador para entendimento de janela de vento e comandos. 4. Apresentação do equipamento e set up da maneira correta e segura. 5. Sistemas de segurança que o equipamento tem e como utilizá-los. 6. Kite Control: controle da pipa. 7. Body drag: exercí­cio de comandos na água (sem prancha). 8. Técnicas de auto resgate (muito importante!) e regras de navegação. 9. Water Start: teoria e técnicas práticas para as primeiras saí­das na prancha. 10. Bordos nas duas janelas sentido downwind (vento de popa). 11. Correção de postura e aprimoramento do uso da vela. 12. Técnicas para Upwind (contra vento). ( Foto: Divulgação / Kite Lounge Laranjal Content / Fotógrafo: Marcelo Gervini ) Após o aluno ter aprendido todas as técnicas fundamentais de segurança, resgate, navegação e esse passo a passo descrito, e já navegar no sentido do vento e no contra vento, ele pode ser considerado independente. É importante que se sinta confortável e confiante para estar sozinho, e, a partir daí­, é só alegria, diversão e horas/água para ganhar experiência. Nesse momento, nos bate-papos com a galera do esporte, a troca de informação em relação a escolha de equipamentos sempre surge e as coisas vão acontecendo. Se quiser mais informações sobre como escolher seu equipamento, veja a matéria aqui.  Vale sempre ressaltar e considerar como prioridade número UM: o velejo consciente! Desse modo todos se divertem dentro e fora da água.

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PROJETO KITECOAT – TECIDOS DESCARTÁVEIS DE KITE VIRAM JAQUETAS

  (Foto destaque: Divulgação KiteCoat)   Um projeto inovador no mercado de kite. Mais do que uma marca de jaquetas sportswear, a Kitecoat é um projeto de sustentabilidade criado pelos sócios e fundadores Alexandre Rezende e Paula Lagrotta, que após observarem o desperdí­cio das lonas das pipas de kitesurf, pensaram em uma maneira de reutilizá-las com um propósito.   Um possí­vel lixo transformado e com valor agregado. A marca faz parceria com escolas de kite e clubes de vela, que fornecem duas ou mais velas e desenvolvem uma kitecoat. Isso ajuda as escolas a ” se livrarem ” de forma correta do material sem uso, e ainda se beneficiam com uma jaqueta exclusiva.   Jaqueta de kite da Kite Coat (Foto: Divulgação)   Uma pipa de kitesurf pode possuir muitos metros quadrados por vela e sua matéria prima demora cerca de 300 anos para se decompor na natureza. A duração de cada pipa depende das condições em que ela é utilizada. Pode durar até 300 horas de velejo, caso não aconteça nenhuma adversidade. De uma mesma pipa é possí­vel montar até três versões diferentes de Kitecoat. Os modelos são praticamente artesanais e as peças exclusivas.   Para adquirir uma Kitecoat   Existem duas possibilidades de aquisição de uma Kitecoat: uma é sob demanda, em que um velejador nos fornece suas pipas em desuso (mas em condições de reaproveitar o tecido do velame), depois de uma breve entrevista (manter ou não a gestalt da pipa) lavamos, idealizamos os cortes e submetemos ao cliente para sua aprovação. Uma vez aprovado, ela entra em produção, é montada e costurada e quando fica pronta, despachamos para a casa do o cliente.   A outra possibilidade é adquirir uma peça já pronta, disponí­vel em alguns pontos de venda (lojas fí­sicas): lojas de kiteclubs, de Pousadas e Escolas de Kite. E também através de pedidos diretos ao nosso Ateliê, através de contato via Instagram da Kitecoat.   Redes sociais: Instagram e Facebook   Intermédio das guarderias/ escolas/ instrutores e ou lojas como a Ahlma no Rio de Janeiro   Lojas no Rio de Janeiro: Academia da Ahlma, no Leblon e o Studio da Ahlma no Shopping Leblon.  

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XPLORA FEST 2018, ESPORTE NA VEIA!

  ( Foto de destaque: divulgação / Xplora Fest Content )   O Xplora Fest 2018, realizado em Isla Verde, Porto Rico, neste final de semana (25 a 27/05), foi sucesso total e contribuiu para moradores locais e turistas confraternizarem juntos em um festival de muito esporte e entretenimento.   O festival, realizado no Marriot Resort, contou com a participação de atletas profissionais e amadores de muitos esportes e várias modalidades. O intuito do evento foi promover e mostrar o potencial do turismo de aventura e esportivo na região.   Dentre beach tennis, vôlei, futebol, corrida e natação, o kite não ficou de fora! A galera confraternizou realizando um downwind amistoso!   ( Downwind Xplora Fest 2018 / Foto: Xplora Fest Content )   Para fechar os dias de esporte, a noite contou com música e gastronomia local, proporcionando aquele clima praiano.   Vale destacar que todas essas iniciativas são bem interessantes por valorizarem o esporte e a mudança que ele traz na vida das pessoas como prática saudável e social. E, mais legal ainda, é poder ver o kite sendo inserido e, cada vez mais, presente nos festivais e eventos esportivos.   Para conferir mais fotos:   https://www.facebook.com/xplorafest/   ( Praia de Isla Verde no Xplora Fest 2018 / Foto: Xplora Fest Content )

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O COMBUSTÍ­VEL DO KITE É O VENTO – EM TEMPO DE “VACAS MAGRAS”

  ( Foto de destaque: fazenda +Kite)   Apesar de todos sermos impactados pela atual crise nacional, o foco, aqui, não são as greves ou crises. Mas é interessante o gancho para lembrar que em tempo de “vacas magras” no cenário nacional, vale ressaltar que o kite é um esporte sustentável e usa energia limpa como combustí­vel, o VENTO.   O esporte se desenvolve por todos os cantos do planeta, os praticantes buscam, na maioria das vezes, o contato e a conexão com a natureza.   Olhando para momentos difí­ceis de crise, pode-se , sempre, crescer a famí­lia do kitesurf de forma consciente.   É muito importante que todos os amantes e simpatizantes do kite mantenham a credibilidade do esporte e o desenvolvimento sustentável do seu mercado. É preciso Sí“ de vento como combustí­vel! Então, é legal seguir a mesma proposta “limpa”, respeitando a natureza nos spots de velejo e as diferentes culturas regionais que nos recebem como turistas.   Desse modo, os praticantes são bem recebidos e o kite é mais reconhecido e respeitado por todos que tenham a oportunidade de conhecê-lo. Depois, a única coisa que resta é: “correr atrás de onde tenha vento!”   ( Foto: divulgação / Foto: Fazenda +Kite )

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