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OS MUNDIAIS DE KITESURF VÊM PARA O CEARÁ

  Publieditorial (Foto de destaque: Ceará Kite Pro / Foto: Ydwer van der Heide / conteúdo da GKA e Ceará Kite Pro)   O Ceará, conhecido por velejadores do mundo inteiro como “terra do vento”, irá receber as últimas etapas dos circuitos mundiais de Kitesurf no mês de novembro. Com ventos constantes e estrutura para receber atletas e turistas amantes do esporte, o show está garantido!   O GKA Kite-surf World Tour é o circuito mundial da modalidade wave e strapless freestyle. A última e decisiva etapa será realizada na Praia do Preá, ao lado de Jericoacoara, entre os dias 12 e 16 de novembro.   O evento, nominado CEARí KITE PRO, vai para sua segunda edição e traz os melhores riders do mundo para batalhas em condições perfeitas e um astral único de confraternização pró esporte. Em ventos com uma média de 30 nós, os atletas voam alto e desenvolvem manobras muito visuais!   (Ceará Kite Pro na Praia do Preá – Ceará / Foto: Ydwer van der Heide / conteúdo da GKA e Ceará Kite Pro)   O GKA Freestyle World Tour é o circuito mundial da modalidade de freestyle, com manobras precisas no estilo wakestyle. A grande final do circuito mundial será em uma das “mecas” internacionais do esporte, a Praia do Cumbuco, entre os dias 19 e 23 de novembro.   O Cumbuco recebe a grande final do circuito pelo terceiro ano consecutivo e é a “casa” de muitos pro riders desta modalidade. Os melhores atletas do mundo buscam os ventos constantes e “na medida” (20 – 25 nós) para praticar as manobras que exigem pressão e muita técnica.   Os amantes do Kitesurf podem se preparar para curtir esses dois grandes eventos do esporte e as belezas da costa cearense. Os bons ventos irão coroar os grandes campeões mundiais de 2019!   Descubra mais sobre o Kitesurf! Descubra Ceará!    Confira: www.descubraceara.com   (Campeonato de freestyle na Praia do Cumbuco – Ceará / foto: conteúdo WKL e Super Kite Brasil)

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DUOTONE KITEBOARDING: EVO 2020

(Photo de destaque: Evo 2020 / Duotone Kiteboarding content)   A Duotone Kiteboarding lançou a versão 2020 de um dos seus kites mais esperados e populares no mercado: o EVO 2020.   O EVO 2020 segue com a proposta de um kite versátil para várias modalidades como freeride, big air, wave e outras, além de ser um dos equipamentos preferidos para a entrada no esporte, oferecendo estabilidade, depower e facilidade na redecolagem.   O kite delta shape, com três talas, vem sem as roldanas em sua versão 2020. As mudanças otimizaram a sensibilidade dos comandos e responsividade para manobras e turnings durante o velejo.   “O novo EVO foi desenvolvido sem as polias. Isso tornou o kite mais previsí­vel e me permite desfrutar de todas as disciplinas com apenas um Kite.” – Reno Romeu.   Veja mais: EVO 2020 – Duotone Kiteboarding   (Duotone Kiteboarding youtube channel content)    

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O COMEÇO DA RIDE ENGINE

  (Photo de destaque: Ride Engine / Ride Engine social media content)   O surfista e funileiro de Santa Cruz, Califórnia, Coleman Buckley, não curtia como o seu harness (trapézio) se encaixava e trabalhava durante suas sessões de Kitesurf. Este simples fato daria origem ao iní­cio da Ride Engine, um novo conceito que revolucionaria o mercado do kite.   Com estudos e artesanalmente em sua garagem, ele começou a desenvolver os primeiros protótipos. Hoje, a Ride Engine permanece fiel í  sua missão original:   “Não criar com o objetivo de criar, mas encontrar problemas, inovar e fornecer soluções que ajudem a conectar as pessoas com suas paixões. Nossa missão é tornar a sua experiência com o oceano, a aventura e o ar livre o mais amigável e gratificante possí­vel.”   Confere o Coleman contando um pouco sobre sua história:   (Ride Engine youtube channel content)  

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MANERA – KORORO

(Photo de destaque: MANERA – KORORO / Manera content)   Um Kite Movie de tirar o fôlego! Uma das sessões mais épicas e únicas de kite, pelos spots mais inóspitos do planeta.   Confira: MANERA – KORORO. Uma kitetrip para Kamchatka, na Rússia.   (Manera Vimeo channel content)   By Manera “4 years. This is how long it took to gather and coordinate the four Kamchatka photoshoot essentials: The best local team, four world class kiteboarders, logistics (visas, permits, tickets, boat, tents, vehicles…), two photographers and a cameraman with unwavering dedication.   After all these years, I had this bad feeling that I was expecting too much, that only disappointment awaited me. The same feeling you get before a New Year’s party full of false resolutions. So, it was with a heart full of passion and fear that I began this trip into the depths of Russia.   Located in the far east of Russia, Kamchatka is a huge volcanic peninsula covering 270,000 km². It was classified as an “ultra-secret” military zone at the end of the Second World War; the peninsula was therefore closed to visitors until the 90s. This has preserved the authenticity of the place and nature there has remained almost intact. Special permits are needed to venture from the capital and there is little to no infrastructure to get around. The Pacific coast receives swells and winds, and it was there that we would be hanging out.   Starring: Mallory de la VILLEMARQUE, Paul SERIN, Camille DELANNOY, Maxime CHABLOZ. Edit/Cinematography: Petole prod – Olivier SAUTET. Photography: Robin CHRISTOL/ Matt GEORGES.   Music in order of appearance: Les ChÅ“urs de l’Armée Rouge – Kalinka The Palms – Push off Henry the Archer – War Emerson Lake and Palmer – From the Beginning Les ChÅ“urs de l’Armée Rouge – Bruit des Vagues   Special thanks to: Kristina, Eugeny, Nikolay, Sergey, Peleken agency.”    

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WORLD BEACH GAMES: RESULTADOS

  (Photo de destaque: World Beach Games / photo: Alex Schwars/ IKA content) A Formula Kite esteve presente durante o World Beach Games, realizado entre os dias 11 e 16/10, em Doha, no Qatar. Os 20 melhores atletas no ranking mundial se enfrentaram nas velozes regatas da modalidade.   O Brasil foi muito bem representado pelo medalhista de ouro Pan-americano, Bruno Lobo, e pela atleta, Socorro Reis. Não foi possí­vel chegar ao pódio, mas os atletas lutaram forte e evoluí­ram muito com a experiência.   Em suas redes sociais, Bruno Lobo comentou: “Um dia ganhamos, outro dia aprendemos. Como costumo dizer, a vitória é só um detalhe, o dia a dia, o processo e a trajetória são muito mais importantes. Feliz com minha evolução nos últimos meses e muito mais em representar o Brasil, novamente. Agradeço a todos pela torcida!”.   (Bruno Lobo no World Beach Games / photo: Mí­riam Jeske / Bruno Lobo social media content)   Confira os resultados finais:   MASCULINO   1. Florian Gruber (GER) 2. Nico Parlier (FRA) 3. Guy Bridge (ING)   FEMININO   1. Daniela Moroz (EUA) 2. Julia Damasiewicz (POL) 3. Elena Kalinina (RUS)   (Pódio Feminino / photo: Alex Schwars / IKA content) (Bruno Lobo no World Beach Games / photo: Mí­riam Jeske / Bruno Lobo social media content)  

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TRIPLE-S INVITATIONAL – DIA 1

( Foto de destaque: Toby Bromwich / Triple-S Content )   O primeiro dia do Triple-S Invitational em Cape Hattera, Carolina do Norte, EUA, teve muita ação e um show de manobras.   O campeonato de kitepark tem a duração de 7 dias e 7 noites com uma programação de muito kite na veia. Clique aqui para saber mais sobre o campeonato.   Vejam algumas fotos e os highligths do primeiro dia de competição.   Para mais informações sobre o campeonato, entre no site:   http://www.triplesinvitational.com/   ( Ví­deo: divulgação / Triple-S Invitational Content )   Fotos by Toby Bromwich / Triple-S Content:        

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TRIPLE-S INVITATIONAL COMEÇA HOJE!

  ( Foto de destaque: divulgação / Wind Voyager e Real Water Sports Content )   Hoje tem muita ação! O Triple-S Invitational começa hoje, 02/06, em Cape Hattera, EUA. O campeonato é um evento exclusivo para atletas convidados e é referência no wakestyle.   Os atletas do kite entram em ação em uma competição que exige o freestyle extremo. Irão mostrar suas habilidades em um kitepark, com kickers e slides, sempre buscando as manobras mais técnicas e criativas com muita pressão!   Os melhores do mundo e algumas “lendas” do esporte estão na corrida pela vitória, dentre eles, os ingleses, Aaron Hadlow e Sam Light, o belga, Cristophe Tack e o americano, Jesse Richman. Na liga feminina estão várias poderosas, como a holandesa, Annelous Lammerts, a polonesa, Karolina Winkowska e, representando o Brasil e atual campeã do mundo no freestyle, Bruna Kajiya. Para conferir todos os atletas convidados, clique aqui.    Serão sete dias e sete noites de muita ação. Durante o dia, a adrenalina está garantida com o campeonato e as freeride sessions rolando o tempo todo. De noite, é muita festa com lives e Dj”™s convidados.   O campeonato é organizado no quintal da Real Water Sports, com patrocí­nio master da Wind Voyager. E a premiação é de US$ 50.000,00 para os que subirem no pódio!   Fiquem ligados, a ação vai ser extrema! Para acompanhar, veja mais infos no site do evento: http://www.triplesinvitational.com/   ( Foto: divulgação / Real Water Sports Content )  

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PASSO A PASSO PARA APRENDER KITESURF

( Foto de destaque IKA Content / Icarus Sailing Media ) O kite é um esporte muito bonito e chama a atenção de quem olha e não conhece, despertando a curiosidade e a vontade de praticar. Nesse momento, muitas pessoas se perguntam: como faz? Qual é o passo a passo para aprender o kitesurf? Vamos definir alguns tópicos e dar algumas dicas que são importantes para os admiradores do esporte saberem por onde começar. 1. Gostar da natureza, se sentir bem na água e saber nadar é um ótimo começo! 2. Tomar a decisão de aprender e seguir em frente. O processo de aprendizado é como outro qualquer, pode ser meio duro, mas é interessante e importante. O ideal é seguir em frente com força de vontade, porque “a coisa” fica mágica nas primeiras deslizadas sobre a água e todo o esforço vale a pena. 3. Buscar uma escola ou um profissional técnico independente, certificado e qualificado para as aulas. No Brasil, a entidade máxima responsável pelo esporte é a ABK ( Associação Brasileira de Kitesurf ), a qual certifica, através de cursos e capacitação, escolas e técnicos. Existe uma metodologia e um padrão de ensino desenvolvido para que o aprendizado e a prática sejam seguros. ( Foto divulgação / Pousada BGK Content / Fotógrafo Andre Hanni ) Depois dessas três primeiras iniciativas, começa a metodologia para o aprendizado. Vamos resumir os principais passos e falar das principais dúvidas. Quanto tempo demora para aprender o kitesurf? Essa dúvida é uma das mais frequentes para quem quer aprender e a resposta é: dá pra todos aprenderem! Mas a resposta em relação ao tempo, na verdade, é um pouco relativa. Ao se tratar de um esporte, o tempo do processo depende muito da aptidão e desenvoltura de cada pessoa. Aprender efetivamente significa estar independente, ou seja, sem a necessidade de supervisão de um profissional. Para deixar um parâmetro de tempo para que isso aconteça, costuma-se falar entre 10 a 20 horas/aula. Esse intervalo de tempo costuma ser, mesmo, o tempo que a maioria das pessoas estão aptas a praticar sozinhas e curtir o seu velejo. Lembrando que experiência horas/água é sempre muito importante e relevante. Sempre que estamos velejando e passando por diversas situações e condições, estamos aperfeiçoando nossas técnicas e melhorando o ní­vel. Outra dúvida frequente é: mas eu consigo fazer? Não precisa de muita força ou de um preparo fí­sico grande?   Claro que para as pessoas que praticam esportes, que são mais ligadas nesse lifestyle de maneira profissional ou amadora, as coisas podem ficar mais fáceis e rápidas. Porém, o kite é muito abrangente e eclético, aprendendo da maneira correta, o objetivo é alcançado. Dá uma lida na matéria que fala mais a respeito disso, clicando aqui. Focando na metodologia, existe um passo a passo para tornar o aprendizado e a prática do kitesurf mais seguro. É um esporte radical que pode ser praticado a “quase riscos zero” quando feito da maneira correta. 1. Condições e tipos de vento, meteorologia básica e mapeamento do local de prática. 2. Explicação técnica de janelas de vento e funcionamento da pipa. 3. kite training: uma “pipinha” simulador para entendimento de janela de vento e comandos. 4. Apresentação do equipamento e set up da maneira correta e segura. 5. Sistemas de segurança que o equipamento tem e como utilizá-los. 6. Kite Control: controle da pipa. 7. Body drag: exercí­cio de comandos na água (sem prancha). 8. Técnicas de auto resgate (muito importante!) e regras de navegação. 9. Water Start: teoria e técnicas práticas para as primeiras saí­das na prancha. 10. Bordos nas duas janelas sentido downwind (vento de popa). 11. Correção de postura e aprimoramento do uso da vela. 12. Técnicas para Upwind (contra vento). ( Foto: Divulgação / Kite Lounge Laranjal Content / Fotógrafo: Marcelo Gervini ) Após o aluno ter aprendido todas as técnicas fundamentais de segurança, resgate, navegação e esse passo a passo descrito, e já navegar no sentido do vento e no contra vento, ele pode ser considerado independente. É importante que se sinta confortável e confiante para estar sozinho, e, a partir daí­, é só alegria, diversão e horas/água para ganhar experiência. Nesse momento, nos bate-papos com a galera do esporte, a troca de informação em relação a escolha de equipamentos sempre surge e as coisas vão acontecendo. Se quiser mais informações sobre como escolher seu equipamento, veja a matéria aqui.  Vale sempre ressaltar e considerar como prioridade número UM: o velejo consciente! Desse modo todos se divertem dentro e fora da água.

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PROJETO KITECOAT – TECIDOS DESCARTÁVEIS DE KITE VIRAM JAQUETAS

  (Foto destaque: Divulgação KiteCoat)   Um projeto inovador no mercado de kite. Mais do que uma marca de jaquetas sportswear, a Kitecoat é um projeto de sustentabilidade criado pelos sócios e fundadores Alexandre Rezende e Paula Lagrotta, que após observarem o desperdí­cio das lonas das pipas de kitesurf, pensaram em uma maneira de reutilizá-las com um propósito.   Um possí­vel lixo transformado e com valor agregado. A marca faz parceria com escolas de kite e clubes de vela, que fornecem duas ou mais velas e desenvolvem uma kitecoat. Isso ajuda as escolas a ” se livrarem ” de forma correta do material sem uso, e ainda se beneficiam com uma jaqueta exclusiva.   Jaqueta de kite da Kite Coat (Foto: Divulgação)   Uma pipa de kitesurf pode possuir muitos metros quadrados por vela e sua matéria prima demora cerca de 300 anos para se decompor na natureza. A duração de cada pipa depende das condições em que ela é utilizada. Pode durar até 300 horas de velejo, caso não aconteça nenhuma adversidade. De uma mesma pipa é possí­vel montar até três versões diferentes de Kitecoat. Os modelos são praticamente artesanais e as peças exclusivas.   Para adquirir uma Kitecoat   Existem duas possibilidades de aquisição de uma Kitecoat: uma é sob demanda, em que um velejador nos fornece suas pipas em desuso (mas em condições de reaproveitar o tecido do velame), depois de uma breve entrevista (manter ou não a gestalt da pipa) lavamos, idealizamos os cortes e submetemos ao cliente para sua aprovação. Uma vez aprovado, ela entra em produção, é montada e costurada e quando fica pronta, despachamos para a casa do o cliente.   A outra possibilidade é adquirir uma peça já pronta, disponí­vel em alguns pontos de venda (lojas fí­sicas): lojas de kiteclubs, de Pousadas e Escolas de Kite. E também através de pedidos diretos ao nosso Ateliê, através de contato via Instagram da Kitecoat.   Redes sociais: Instagram e Facebook   Intermédio das guarderias/ escolas/ instrutores e ou lojas como a Ahlma no Rio de Janeiro   Lojas no Rio de Janeiro: Academia da Ahlma, no Leblon e o Studio da Ahlma no Shopping Leblon.  

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XPLORA FEST 2018, ESPORTE NA VEIA!

  ( Foto de destaque: divulgação / Xplora Fest Content )   O Xplora Fest 2018, realizado em Isla Verde, Porto Rico, neste final de semana (25 a 27/05), foi sucesso total e contribuiu para moradores locais e turistas confraternizarem juntos em um festival de muito esporte e entretenimento.   O festival, realizado no Marriot Resort, contou com a participação de atletas profissionais e amadores de muitos esportes e várias modalidades. O intuito do evento foi promover e mostrar o potencial do turismo de aventura e esportivo na região.   Dentre beach tennis, vôlei, futebol, corrida e natação, o kite não ficou de fora! A galera confraternizou realizando um downwind amistoso!   ( Downwind Xplora Fest 2018 / Foto: Xplora Fest Content )   Para fechar os dias de esporte, a noite contou com música e gastronomia local, proporcionando aquele clima praiano.   Vale destacar que todas essas iniciativas são bem interessantes por valorizarem o esporte e a mudança que ele traz na vida das pessoas como prática saudável e social. E, mais legal ainda, é poder ver o kite sendo inserido e, cada vez mais, presente nos festivais e eventos esportivos.   Para conferir mais fotos:   https://www.facebook.com/xplorafest/   ( Praia de Isla Verde no Xplora Fest 2018 / Foto: Xplora Fest Content )

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