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ALOHA RIDERS! POR MOACIR PARRA
(Photo: Moacir Parra social media content) Coluna mensal Redação por Moacir Parra Grande aloha, Riders! Estamos iniciando uma coluna mensal para, juntos, refletirmos sobre os diversos aspectos que envolvem o mundo do kitesurf, buscando criar uma identidade com a LKB e, dentro desta comunidade, compartilhar informações e fazer o uso delas. Estaremos de braços abertos como ouvintes e falantes. Abordaremos temas, as vezes, polêmicos, inéditos e revisaremos conhecimentos já adquiridos para massificar a informação e otimizar o tempo de resposta em situações atípicas. (Moacir Parra social media content) Apresentação do autor Moacir Parra, 44 anos, guarda-vidas há 23 anos e fisioterapeuta. Iniciei nesse esporte fascinante em 2015. Ele junta a energia de criança e adolescência, quando passávamos horas brincando e correndo atrás de pipas, ao mundo mágico de deslizar sobre as ondas e águas flat mundo afora, fazendo manobras ou, simplesmente, cruzeiros. Em particular, iniciei direto no kitewave e nem sei usar ainda a bidirecional, mas vou iniciar (risos). Assistia meu futuro instrutor, na ocasião, surfando as ondas, pegando tubos em Praia Grande e ainda dando pulos muito altos. Então, fui atrás para me informar o que era aquilo! Em posse de informações básicas, decidi iniciar o curso e fazer a compra dos equipamentos. Conversando com outros praticantes, ouvi coisas do tipo: O equipamento e o curso se pagam no primeiro velejo!” – e outra coisa marcante foi: ¨O kitesurf é a fórmula 1 do surf!¨ Pronto! Eu já tinha migrado do surf de pranchinha para o supwave com sucesso e, na época (recente), fiz uma viagem sozinho de 1.000 km de São Vicente a Florianópolis levando meu supwave na bike, surfando as ondas pelo litoral. Então, só me faltava mais um desafio: iniciar na fórmula 1 do surf! (Moacir Parra social media content) A partir daqui, me aguardem! Pois juntos, iremos expor ideias e experiências para colher de vocês muita energia e assuntos para dividirmos tudo que gira em torno desse mundo. Não percam um só mês e acessem todo o conteúdo desse site que respira o kitesurf! Que o real espírito aloha esteja impregnado em nosso Eu interior! Amém! Conheça o Moacir Parra *para feedback e mais informações sobre as colunas na LKB, favor entrar em contato: info@localkiteboarding.com
COMEÇA A TEMPORADA DOS BONS VENTOS 2020
(Photo: KITE CAMP 2020 / Salt Inspirit Kitetrips content) Os Bons Ventos sopram novos tempos! O ano começou conturbado devido a pandemia do novo coronavírus, mas a retomada está acontecendo e a temporada 2020 de Kitesurf começou. Todos os anos, o final do primeiro semestre marca o início da temporada de ventos em todo o Brasil! Desde os ventos de inverno no sul e sudeste que se estendem ao final do verão, até o início dos vento alísios em todo o nordeste e norte do país. Para 2020 não foi diferente, os ventos estão soprando! Porém, a peculiaridade histórica que a pandemia do coronavírus trouxe para todos os segmentos gerou insegurança de como ‘seria e será’ essa temporada de Kitesurf 2020. (Kite Camp 2020 Salt Inspirit / Salt Inspirit content) A retomada acontece progressivamente, junto aos protocolos e análises dos casos e estruturas de saúde de cada região. A palavra-chave para esse momento (não só no que diz respeito ao Kitesurf) é: BIOSSEGURANÇA. Conversamos com alguns Parceiros LKB para entender melhor como estão funcionando as operações neste momento de voltar í ativa. Para viagens, a Salt Inspirit Kitetrips contou: ‘Demos início em julho/2020 ao nosso Kite Camp, mas antes consultamos e mapeamos a região, consultando parceiros e os órgãos locais. Quando abriu a hotelaria, marcamos as datas e demos início as atividades seguindo todas as recomendações. Mantemos a base de hospedagem sempre no mesmo local, evitando pernoitar em outros lugares, damos preferência pelos quartos single quando o cliente viaja sozinho, selecionamos fornecedores que trabalham com as recomendações e higienização, como os transfers e buggys abertos para as atividades. A adesão de clientes foi bem interessante, são turistas que estavam esperando a oportunidade para poder sair para velejar, outros que estão conciliando a trip com o trabalho home office e alguns que com a situação de quarentena conseguiram férias para o período. O vento está bombando e, de um novo modo, a temporada está rolando!’ Felipe Soares, co-fundador e CEO Salt Inspirit Kitetrips. Como uma grande operadora do Trade Turístico, o Felipe ainda agrega a informação: ‘O trade turístico recomenda o trabalho com fornecedores que tenham o Selo de Turismo Responsável, como meios de hospedagens, restaurantes e transfers. O aéreo é um dos meios que mais está sendo higienizado, com renovação de ar a cada 3 minutos, higienização constante e limite seguro de passageiros.’ (Kite Camp 2020 Salt Inspirit / Salt Inspirit content) Um dos destinos mais procurados pelos velejadores turistas no segundo semestre é o Nordeste Brasileiro. Os ventos alísios, temperatura amena, praias e povoados lindos proporcionam o cenário ideal para os praticantes do esporte. São muitos os destinos que tem como principal atividade econômica o turismo do Kitesurf. E, para receber esse turista em busca dos Bons Ventos, os meios de hospedagem adaptaram-se de acordo ao protocolo de biossegurança recomendado. (Jaguaribe Lodge beach / Hotel Jaguaribe Lodge content) Batemos um papo com um de nossos parceiros em Fortim, no Ceará, o Hotel Jaguaribe Lodge, para entender melhor como se aplica o protocolo: ‘Abrimos no dia 1º de julho com 50% de ocupação, mas antes dessa reabertura, a reestruturação interna com os protocolos de Biossegurança foi grande! A divisão foi feita por setores de trabalho, da manutenção ao atendimento. Para exemplificar algumas das medidas que formatamos: . medição de temperatura dos funcionários e diálogo sobre sintomas é realizado diariamente; . utilização de máscara por todos os funcionários, uso obrigatório de máscara nas áreas sociais do hotel para staff e hóspedes; . álcool gel disponível em todas as áreas comuns e avisos de distanciamento social recomendado; . a limpeza das acomodações é feita com uma nova tecnologia de Luz UV e sanitização í base de ozônio, além de vaporização com produtos e álcool 70%; . intervalo maior entre as reservas, os check ins são realizados online e a comunicação entre hóspedes e staff via whatsapp (os funcionários estão disponíveis presencialmente); . cardápio dos restaurantes disponível em QR Code. As mudanças foram grandes e importantes para os nossos dois hotéis, Jaguaribe Lodge e Vila Selvagem! Além das mudanças específicas para atender os protocolos, aproveitamos o momento para melhorar e otimizar os serviços e estrutura que já oferecíamos. É um ano que está sendo e será difícil, mas estamos acreditando no turismo nacional, e o importante é adaptar-se e olhar para o futuro.’ – Celian Chaufour, CEO do Hotel Jaguaribe Lodge e Vila Selvagem. (Limpeza e higienização no Hotel Vila Selvagem / Vila Selvagem content) A mudança é, realmente muito grande! Mas para uma retomada segura e consciente ela é necessária. É importante que todos se adaptem, respeitem e sigam as instruções recomendadas; assim, desfrutar do Kitesurf será possível e super saudável. As projeções são otimistas de Norte a Sul! Conversando com nosso parceiro em Osório – Rio Grande do Sul, a Fazenda +KITE, os ventos de inverno seguem rolando e a primavera é, ansiosamente, esperada. (Entardecer na Fazenda +Kite / Fazenda +Kite content) ‘Apesar do momento difícil que estamos passando, estamos positivos! A natureza está em harmonia e o clima deste ano está super bem definido. Então, a expectativa para a chegada da nossa primavera é grande! Sem os efeitos El Nií±o e La Nií±a, outono legal e inverno rigoroso, provavelmente, teremos uma primavera com uma ótima característica: VENTO! Na primavera entram os nossos Bons Ventos de nordeste. Com clima agradável, visual único…é um verdadeiro paraíso para o Kitesurf! E o Rio Grande do Sul está de portas abertas, com estrutura e vento em todo o Estado, para bem-receber os velejadores! -Mano Raupp, fundador e proprietário da Fazenda+Kite O VENTO ESTÁ SOPRANDO, GALERA! E com ele, torcemos por boas novas e tempos melhores. LEMBREM-SE: Saúde e práticas conscientes em primeiro lugar! Dentro e fora da água. Boa temporada 2020 e Bons Ventos a todos! (Kitespeed Challenge 2019 / photo: Pedro Castanho / Fazenda +Kite content)
PARA A HISTÓRIA DO KITESURF – BWSURF
(Photo: Ben Wilson social media content / photo: Stu Gibson) Na última semana (Julho/2020), Ben Wilson, fundador e proprietário da BWSurf, anunciou o final das atividades da empresa na produção de equipamentos de Kitesurf. Veja mais: BWSURF ENCERRA A PRODUÇíO NO KITESURF A BWSurf, fundada em 2009, foi uma empresa focada na produção de equipamentos para o Kitewave, movida pela paixão pelo mar e pelas ondas. Para curtir e relembrar esse caminho que Ben Wilson trilhou durante esses 10 anos de BWSurf, trouxemos uma das últimas produções da marca: Shades of Green – uma kitetrip para a Indonésia registrada durante um swell de 3 dias. Confira: Shades of Green (BWSurf YouTube channel content)
LKB LIVE #33: BATE-PAPO COM GUILLY BRANDÃO
(Photo: disclosure/ Guilly Brandão with Surfin Sem Fim social media content) Para a LKB LIVE #33, o papo foi bom demais com o colecionador de títulos e coach Guilly Brandão. Guilly conta com o apoio da North Kiteboarding, Mystic, Surfin Sem Fim, Wakum e BIO2. Só de títulos mundiais são 3! Fora os 4 títulos brasileiros no freestyle e 5 no kitewave. Atualmente, o campeão vive em Ibiraquera, Santa Catarina, com sua família, e atua como coach no Kitesurf, principalmente, com foco no kitewave e nos downwinds. “Aqui é muito legal pra quem e busca evoluir, dar uns ‘passos mais largos’ na evolução. A base do coaching é minha experiência no esporte, fazer vídeos da galera velejando e depois ver as imagens de todos e afinar as técnicas com as dicas pra cada um. Fora a vibe em galera que é muito especial, são amigos que ficam!” Guilly Brandão, atleta e coach de Kitesurf. Guilly, foi muito show! Valeu! Confira a entrevista na íntegra: Agradecemos, mais uma vez, ao @guillybrandao pelo tempo e troca de ideais e a todos que assistiram e curtiram o conteúdo que preparamos e disponibilizamos nesse quadro. Veja também: O TRICAMPEíO GUILLY BRANDíO Curtiu?! Então fica ligado no Instagram @localkiteboarding para não perder as próximas LKB LIVEs e não esquece de compartilhar com mais amantes do Kitesurf.
KITE MOVIES: TOP 5 DA SEMANA
(Photo: Tom Hebert social media content) A sua dose de Kite Action aos finais de semana! Confira os TOP 5 Kite Movies dessa semana (26/07 a 02/08). Lembrando que todos os domingos você pode conferir, aqui na LKB, os vídeos mais acessados da cena do Kitesurf. Para acompanhar o dia a dia do esporte é só ficar ligado no VOCÊ VIU?! #1 MEGA KITEBOARDING JUMPS w/ THE KING OF THE AIR // 20@20 Episode 9 (Kay Lenny YouTube channel content) #2 Tom´s Kitchen – Episode I Kiting Everywhere (Duotone Kiteboarding YouTube channel content) #3 Airton on KOTA 2020 (Duotone Kiteboarding YouTube channel content) #4 A TOP SECRET Kitesurf DREAMSPOT – FREISTIEL SERIES (Ben Beholz Youtube channel content) #5 How To Boogieloop | WARNING: Dangerous! | Big Air Kitesurfing | Get High with Mike (Get High with Mike YouTube channel content)
TRIPLE-S INVITATIONAL – DIA 1
( Foto de destaque: Toby Bromwich / Triple-S Content ) O primeiro dia do Triple-S Invitational em Cape Hattera, Carolina do Norte, EUA, teve muita ação e um show de manobras. O campeonato de kitepark tem a duração de 7 dias e 7 noites com uma programação de muito kite na veia. Clique aqui para saber mais sobre o campeonato. Vejam algumas fotos e os highligths do primeiro dia de competição. Para mais informações sobre o campeonato, entre no site: http://www.triplesinvitational.com/ ( Vídeo: divulgação / Triple-S Invitational Content ) Fotos by Toby Bromwich / Triple-S Content:
TRIPLE-S INVITATIONAL COMEÇA HOJE!
( Foto de destaque: divulgação / Wind Voyager e Real Water Sports Content ) Hoje tem muita ação! O Triple-S Invitational começa hoje, 02/06, em Cape Hattera, EUA. O campeonato é um evento exclusivo para atletas convidados e é referência no wakestyle. Os atletas do kite entram em ação em uma competição que exige o freestyle extremo. Irão mostrar suas habilidades em um kitepark, com kickers e slides, sempre buscando as manobras mais técnicas e criativas com muita pressão! Os melhores do mundo e algumas “lendas” do esporte estão na corrida pela vitória, dentre eles, os ingleses, Aaron Hadlow e Sam Light, o belga, Cristophe Tack e o americano, Jesse Richman. Na liga feminina estão várias poderosas, como a holandesa, Annelous Lammerts, a polonesa, Karolina Winkowska e, representando o Brasil e atual campeã do mundo no freestyle, Bruna Kajiya. Para conferir todos os atletas convidados, clique aqui. Serão sete dias e sete noites de muita ação. Durante o dia, a adrenalina está garantida com o campeonato e as freeride sessions rolando o tempo todo. De noite, é muita festa com lives e Dj”™s convidados. O campeonato é organizado no quintal da Real Water Sports, com patrocínio master da Wind Voyager. E a premiação é de US$ 50.000,00 para os que subirem no pódio! Fiquem ligados, a ação vai ser extrema! Para acompanhar, veja mais infos no site do evento: http://www.triplesinvitational.com/ ( Foto: divulgação / Real Water Sports Content )
PASSO A PASSO PARA APRENDER KITESURF
( Foto de destaque IKA Content / Icarus Sailing Media ) O kite é um esporte muito bonito e chama a atenção de quem olha e não conhece, despertando a curiosidade e a vontade de praticar. Nesse momento, muitas pessoas se perguntam: como faz? Qual é o passo a passo para aprender o kitesurf? Vamos definir alguns tópicos e dar algumas dicas que são importantes para os admiradores do esporte saberem por onde começar. 1. Gostar da natureza, se sentir bem na água e saber nadar é um ótimo começo! 2. Tomar a decisão de aprender e seguir em frente. O processo de aprendizado é como outro qualquer, pode ser meio duro, mas é interessante e importante. O ideal é seguir em frente com força de vontade, porque “a coisa” fica mágica nas primeiras deslizadas sobre a água e todo o esforço vale a pena. 3. Buscar uma escola ou um profissional técnico independente, certificado e qualificado para as aulas. No Brasil, a entidade máxima responsável pelo esporte é a ABK ( Associação Brasileira de Kitesurf ), a qual certifica, através de cursos e capacitação, escolas e técnicos. Existe uma metodologia e um padrão de ensino desenvolvido para que o aprendizado e a prática sejam seguros. ( Foto divulgação / Pousada BGK Content / Fotógrafo Andre Hanni ) Depois dessas três primeiras iniciativas, começa a metodologia para o aprendizado. Vamos resumir os principais passos e falar das principais dúvidas. Quanto tempo demora para aprender o kitesurf? Essa dúvida é uma das mais frequentes para quem quer aprender e a resposta é: dá pra todos aprenderem! Mas a resposta em relação ao tempo, na verdade, é um pouco relativa. Ao se tratar de um esporte, o tempo do processo depende muito da aptidão e desenvoltura de cada pessoa. Aprender efetivamente significa estar independente, ou seja, sem a necessidade de supervisão de um profissional. Para deixar um parâmetro de tempo para que isso aconteça, costuma-se falar entre 10 a 20 horas/aula. Esse intervalo de tempo costuma ser, mesmo, o tempo que a maioria das pessoas estão aptas a praticar sozinhas e curtir o seu velejo. Lembrando que experiência horas/água é sempre muito importante e relevante. Sempre que estamos velejando e passando por diversas situações e condições, estamos aperfeiçoando nossas técnicas e melhorando o nível. Outra dúvida frequente é: mas eu consigo fazer? Não precisa de muita força ou de um preparo físico grande? Claro que para as pessoas que praticam esportes, que são mais ligadas nesse lifestyle de maneira profissional ou amadora, as coisas podem ficar mais fáceis e rápidas. Porém, o kite é muito abrangente e eclético, aprendendo da maneira correta, o objetivo é alcançado. Dá uma lida na matéria que fala mais a respeito disso, clicando aqui. Focando na metodologia, existe um passo a passo para tornar o aprendizado e a prática do kitesurf mais seguro. É um esporte radical que pode ser praticado a “quase riscos zero” quando feito da maneira correta. 1. Condições e tipos de vento, meteorologia básica e mapeamento do local de prática. 2. Explicação técnica de janelas de vento e funcionamento da pipa. 3. kite training: uma “pipinha” simulador para entendimento de janela de vento e comandos. 4. Apresentação do equipamento e set up da maneira correta e segura. 5. Sistemas de segurança que o equipamento tem e como utilizá-los. 6. Kite Control: controle da pipa. 7. Body drag: exercício de comandos na água (sem prancha). 8. Técnicas de auto resgate (muito importante!) e regras de navegação. 9. Water Start: teoria e técnicas práticas para as primeiras saídas na prancha. 10. Bordos nas duas janelas sentido downwind (vento de popa). 11. Correção de postura e aprimoramento do uso da vela. 12. Técnicas para Upwind (contra vento). ( Foto: Divulgação / Kite Lounge Laranjal Content / Fotógrafo: Marcelo Gervini ) Após o aluno ter aprendido todas as técnicas fundamentais de segurança, resgate, navegação e esse passo a passo descrito, e já navegar no sentido do vento e no contra vento, ele pode ser considerado independente. É importante que se sinta confortável e confiante para estar sozinho, e, a partir daí, é só alegria, diversão e horas/água para ganhar experiência. Nesse momento, nos bate-papos com a galera do esporte, a troca de informação em relação a escolha de equipamentos sempre surge e as coisas vão acontecendo. Se quiser mais informações sobre como escolher seu equipamento, veja a matéria aqui. Vale sempre ressaltar e considerar como prioridade número UM: o velejo consciente! Desse modo todos se divertem dentro e fora da água.
PROJETO KITECOAT – TECIDOS DESCARTÁVEIS DE KITE VIRAM JAQUETAS
(Foto destaque: Divulgação KiteCoat) Um projeto inovador no mercado de kite. Mais do que uma marca de jaquetas sportswear, a Kitecoat é um projeto de sustentabilidade criado pelos sócios e fundadores Alexandre Rezende e Paula Lagrotta, que após observarem o desperdício das lonas das pipas de kitesurf, pensaram em uma maneira de reutilizá-las com um propósito. Um possível lixo transformado e com valor agregado. A marca faz parceria com escolas de kite e clubes de vela, que fornecem duas ou mais velas e desenvolvem uma kitecoat. Isso ajuda as escolas a ” se livrarem ” de forma correta do material sem uso, e ainda se beneficiam com uma jaqueta exclusiva. Jaqueta de kite da Kite Coat (Foto: Divulgação) Uma pipa de kitesurf pode possuir muitos metros quadrados por vela e sua matéria prima demora cerca de 300 anos para se decompor na natureza. A duração de cada pipa depende das condições em que ela é utilizada. Pode durar até 300 horas de velejo, caso não aconteça nenhuma adversidade. De uma mesma pipa é possível montar até três versões diferentes de Kitecoat. Os modelos são praticamente artesanais e as peças exclusivas. Para adquirir uma Kitecoat Existem duas possibilidades de aquisição de uma Kitecoat: uma é sob demanda, em que um velejador nos fornece suas pipas em desuso (mas em condições de reaproveitar o tecido do velame), depois de uma breve entrevista (manter ou não a gestalt da pipa) lavamos, idealizamos os cortes e submetemos ao cliente para sua aprovação. Uma vez aprovado, ela entra em produção, é montada e costurada e quando fica pronta, despachamos para a casa do o cliente. A outra possibilidade é adquirir uma peça já pronta, disponível em alguns pontos de venda (lojas físicas): lojas de kiteclubs, de Pousadas e Escolas de Kite. E também através de pedidos diretos ao nosso Ateliê, através de contato via Instagram da Kitecoat. Redes sociais: Instagram e Facebook Intermédio das guarderias/ escolas/ instrutores e ou lojas como a Ahlma no Rio de Janeiro Lojas no Rio de Janeiro: Academia da Ahlma, no Leblon e o Studio da Ahlma no Shopping Leblon.
XPLORA FEST 2018, ESPORTE NA VEIA!
( Foto de destaque: divulgação / Xplora Fest Content ) O Xplora Fest 2018, realizado em Isla Verde, Porto Rico, neste final de semana (25 a 27/05), foi sucesso total e contribuiu para moradores locais e turistas confraternizarem juntos em um festival de muito esporte e entretenimento. O festival, realizado no Marriot Resort, contou com a participação de atletas profissionais e amadores de muitos esportes e várias modalidades. O intuito do evento foi promover e mostrar o potencial do turismo de aventura e esportivo na região. Dentre beach tennis, vôlei, futebol, corrida e natação, o kite não ficou de fora! A galera confraternizou realizando um downwind amistoso! ( Downwind Xplora Fest 2018 / Foto: Xplora Fest Content ) Para fechar os dias de esporte, a noite contou com música e gastronomia local, proporcionando aquele clima praiano. Vale destacar que todas essas iniciativas são bem interessantes por valorizarem o esporte e a mudança que ele traz na vida das pessoas como prática saudável e social. E, mais legal ainda, é poder ver o kite sendo inserido e, cada vez mais, presente nos festivais e eventos esportivos. Para conferir mais fotos: https://www.facebook.com/xplorafest/ ( Praia de Isla Verde no Xplora Fest 2018 / Foto: Xplora Fest Content )