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DIA CLÁSSICO DE VELEJO EM BAREQUEÇABA, SÃO PAULO

  Sobrou vento para os velejadores de Sampa! Nesse domingo, 20/05, a condição de velejo foi clássica na praia de Barequeçaba, litoral norte de São Paulo. Quem se preparou com antecedência ou fez um “bate-volta”, saiu satisfeito.   A chegada da forte frente fria no sudeste trouxe a alegria para os kitesurfistas da região. O vento sudoeste que, normalmente, chega com o tempo fechado e, í s vezes, com chuva, dessa vez chegou com força e muito sol.   O dia começou com o vento oeste muito forte. A bóia na entrada do canal da Ilhabela chegou a marcar rajadas de 40 knots, apenas alguns kitesurfistas se arriscaram a velejar nessas condições. Perto das 11h a direção mudou para sudoeste deixando o cenário perfeito”‹ para o velejo com ondas de 0,5m. Todos que estavam esperando o vento “acertar” correram para água.     O resultado de um dia “clássico daqueles” está registrado, aqui, pelo Fotógrafo e Kitesurfista, Fábio Amaro.   ( Barequeçaba – São Sebastião – SP / Foto: Fábio Amaro ) ( Barequeçaba – São Sebastião – SP / Foto: Fábio Amaro ) ( Barequeçaba – São Sebastião – SP / Foto: Fábio Amaro ) ( Barequeçaba – São Sebastião – SP / Foto: Fábio Amaro ) ( Barequeçaba – São Sebastião – SP / Foto: Fábio Amaro ) ( Barequeçaba – São Sebastião – SP / Foto: Fábio Amaro ) ( Barequeçaba – São Sebastião – SP / Foto: Fábio Amaro ) ( Barequeçaba – São Sebastião – SP / Foto: Fábio Amaro ) Na praia de Barequeçaba, os kitesurfistas podem procurar a Kitehouse, uma boa opção de estrutura para receber os praticantes do esporte. Sendo base para informações sobre o pico e condições de vento e velejo. Barequeçaba tem uma beleza incrí­vel, vale a visita! Está localizada na Rodovia Rio – Santos (SP-055/BR101) na altura do km 120, a 7km do centro do municí­pio de São Sebastião.

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JUNIOR TT:R KITEBOARDING EM LOS ALCAZARES, ESPANHA

  O povoado de Mar Menor, em Los Alcazares, Espanha, está recebendo o campeonato Junior TT:R Kiteboarding, nesse final de semana do dia 18/05 a 20/05.   Os jovens estão focados e dedicados na modalidade que vem crescendo e estará presente nas “Youth Olympic Games”, Olimpí­adas da Juventude, a ser realizada em Buenos Aires, em Outubro de 2018.   O foco da realização do campeonato espanhol é, justamente, denominado pela organização como: “el sueí±o olí­mpico” (o sonho olí­mpico). Ou seja, a organização está fomentando e trabalhando para que os jovens que desejam ascender no esporte, tenham a oportunidade de competir a ní­vel técnico profissional e possam se preparar para tentar chegar í s Olimpí­adas.   O TT:R, twintip race, é uma modalidade onde os atletas utilizam as suas pranchas bidirecionais e kites tubulares. A prova é uma corrida em formato slalom e, pode ou não, ser boarder cross, bóias cilí­ndricas como obstáculos para os atletas saltarem. Costuma ser bem eletrizante!   Para saber mais e acompanhar, fique ligado na página do facebook do evento:   https://www.facebook.com/ttracing.spain/  

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HYDROFOIL PRO TOUR EM MONTPELLIER, NA FRANÇA, O FESTIKITE

Uma das etapas definidas para o circuito do Hydrofoil Pro Tour está rolando no Mediterrâneo, em Montpellier, França. O campeonato, nomeado FestiKite, vai de hoje, 18/05 até o dia 21/05.   São mais de 60 velejadores reunidos para a modalidade que vem se destacando na cena mundial do kite. E os principais nomes estão presentes: Nico Parlier, Olly Bridge e Axel Mazella, os quais tornam a etapa extremamente competitiva.     Lembrando que, a classe de kite foiling, recentemente, tornou-se olí­mpica! E estará presente nas Olimpí­adas de Paris, em 2024. Para saber mais, veja a matéria: https://lkbsports.com/news/o-kite-entra-nos-jogos-olimpicos-de-2024-em-paris   Acompanhe mais informações sobre a competição na página do evento no facebook:   https://goo.gl/K9DJTu  

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KITE FOIL E PRANCHA HYDROFOIL PARA AS OLIMPÍ­ADAS 2024 EM PARIS

  Essa semana, o kitesurf fez história! Nosso esporte conquistou um espaço dentro do quadro dos jogos olí­mpicos e estará presente nas Olimpí­adas de Paris, em 2024. O Foiling Kitesurf, kite foil e prancha Hydrofoil, é a classe que estará presente nas competições eletrizantes.   O formato da prova, equipe olí­mpica e o funcionamento das competições, ainda estão sendo definidos. As regatas, corridas de velocidade e contra o tempo, possivelmente, serão realizadas com revezamento entre os atletas do time. Um formato que já se enquadra dentro de padrões olí­mpicos de outros esportes í  vela.   O que já está definido e foi critério para deferir a entrada do kite no quadro dos jogos olí­mpicos, é o equipamento a ser utilizado nas provas. Dentre outras especificações minimalistas, o equipamento a ser utilizado será o kite foil e a prancha hydrofoil, assim como o utilizado nas provas da modalidade de Fórmula Kite.     A submissão foi aceita, levando em consideração a ultra eficiência do equipamento, tanto da prancha de hydrofoil quanto da pipa foil; que é capaz de cobrir uma “faixa” grande das condições de vento. Desse modo, com ventos a partir de 5 knots até 40 knots, é possí­vel viabilizar a realização das provas, garantindo que se concretizem os sonhos dos atletas, federações e, claro, o show para o público que acompanha.   A conquista e reconhecimento para o esporte foi muito importante. Vamos ver quem representará o Brasil!   A pipa FOIL     As pipas foil são super leves, aerodinâmicas e de alta performance.   Elas não possuem uma estrutura rí­gida, sendo, apenas, cabrestos (linhas), tecido e costuras que formam “cápsulas” para a entrada de ar. Quando preenchidas com o vento, essas cápsulas inflam e permitem o voo da pipa.   Os estudos e desenvolvimento de tecnologias vem aprimorando o rendimento desses equipamentos, permitindo que funcionem em um range muito grande de condições de vento e que tenham alto desempenho.     A prancha Hydrofoil    As pranchas de hydrofoil são a verdadeira revolução do mundo do kite.   Essas boards são desenvolvidas para acoplar um mastro e uma asa (foil) em baixo, os quais, através da ação hidrodinâmica, possibilitam uma flutuação sobre a água, reduzindo muito o atrito de superfí­cies.   Essa planagem na asa e redução de atrito trás uma performance enorme em velocidade e contravento, possibilitando a prática em diferentes condições de vento.   Para saber mais sobre a entrada do hydrofoil no mercado do kite veja O BOOM! do hydrofoil.    

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ENTREVISTA COM O BIG RIDER – CARLOS MARIO “BEBÊ”

( Foto de destaque: divulgação / Fotógrafo: romantsovaphoto )   O pro rider Carlos Mario, mais conhecido como Bebê, falou com a LKB e contou sobre sua trajetória no mundo do Kitesurf. O garoto, de apenas 20 anos, é o atual e tetra campeão mundial de kite na modalidade freestyle e está dando duro para seguir como Top 1 e trazer mais tí­tulos para o Brasil.   ( Foto: pro rider Carlos Mario / World Kiteboarding League Content )   . Atleta:    Carlos Mario Monteiro da Silva, mais conhecido como Bebê, 20 anos, Lagoa do Cauí­pe – Caucaia – Ceará.   . Qual a sua modalidade e especialidade?    Minha modalidade e especialidade é o freestyle. As manobras!   . Curte algum pico/spot em especial para o velejo?    O pico que eu curto muito é aqui: a Lagoa do Cauí­pe. Também gosto bastante da Taí­ba, da Barra Grande, no Piauí­, e de Jericoacoara.   . A quanto tempo você pratica o esporte? Pode nos dizer como o kite entrou e mudou sua vida?   Já vai fazer, mais ou menos, uns 9 anos que eu ando de kite. Comecei através do meu tio que foi uma inspiração para mim no começo e me ajudou demais. Treinei muito com o meu irmão, o Madson, os meus primos que me ajudaram demais e o Evandro, também. Então, só tenho que agradecer a eles, muito mesmo. Por tudo e por ter me colocado no mundo do esporte!   E o kite, além de ser a minha diversão hoje, também é o meu trabalho. Atualmente, o kite é tudo na minha vida, e graças a isto, viajei o mundo todo, conheci vários paí­ses, várias lí­nguas e muitas pessoas incrí­veis. E, com esse trabalho, graças a Deus, consegui comprar meu transporte e consegui realizar o sonho da minha mãe, que também foi um sonho meu: construir a nossa própria casa!    . Quando foi o seu primeiro campeonato como profissional?    O meu primeiro campeonato como profissional foi uma competição local que teve aqui no Cumbuco, o Juvenil Kite Cumbuco. E, depois disso, eu comecei a ir para os campeonatos brasileiros competir com os meninos, os melhores do Brasil. Isso foi, mais ou menos, em 2013.   . Quando e como foi a sua primeira experiência em um campeonato mundial?    Minha primeira experiência em um campeonato mundial foi quando eu tinha 15 anos de idade. Foi na Argentina e foi meu primeiro circuito. Eu, tipo, não entendia nada! Mas meu irmão estava comigo e me ajudou muito, me explicando muitas coisas que ele já tinha mais experiência. E eu consegui ganhar essa etapa! Uma experiência que, com certeza, vou levar para o resto da vida. Tipo, chegar em um campeonato mundial com quinze anos, eu era o mais novo da turma lá, e consegui ganhar…é uma coisa difí­cil de explicar!     . Atualmente, o que você acha relevante sobre as condições e o formato do circuito mundial? Quais são as suas expectativas?    Acho que o formato está bem interessante, né?!. São sete manobras e contam as quatro melhores, isso é bem legal! O atleta tem que treinar muito para não errar muitas manobras, como são apenas sete e dentro destas, quatro devem ser boas para entrar na somatória. Isso puxa bem o ní­vel!   Minhas expectativas são boas. Estou treinando bastante e, se Deus quiser, quero trazer mais tí­tulos aqui para o Ceará e para o Brasil!   . O que você acha sobre o momento do esporte, do kite em geral? O crescimento e a projeção.    Eu acho que o kite, no momento, está crescendo muito. Está virando uma febre no mundo todo! É um esporte que cresce a cada dia que passa, porque, depois que uma pessoa pega no kite e começa andar, cria um ví­cio e não pára! Aí­, depois que tu vai andar e começa a saltar, PRONTO! Não tem mais como parar, mesmo…rsrs     Muito bem, Bebê! Você, definitivamente, é um garoto de ouro e merece todas essas conquistas e as outras que estão por vir.   Um atleta profissional, focado, talentoso ( bota talento nisso!!! ) e sonhador…combinação perfeita para o sucesso e muita história boa pela frente.   Nós, velejadores e amantes do esporte, agradecemos todo o esforço e ficamos na torcida pelo TOP1 do kite! Pra cima, campeão!   Acompanhe, também, o Carlos Mario nas redes sociais dele:   https://www.facebook.com/carlosmariokite/   @carlosmariobebe   ( Umas palavrinhas do campeão para os velejadores do Brasil! )  

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MOSTRA VIAJAR EM SÃO PAULO

  De 8 a 10 de junho, o espaço da Bienal do Ibirapuera de São Paulo recebeu a terceira edição da Mostra Viajar. Locais de kite como Bahia, Litoral Norte de São Paulo, Maranhão, Paraí­ba e Rio Grande do Norte marcaram presença no evento.   Como sempre faz em todos os anos, a Mostra Viajar traz experiências de diversos roteiros para que o consumidor possa decidir e comprar com promoções diferenciadas sua viagem, seja de praia, natureza ou cosmopolita. Em famí­lia ou amigos.   A Local Kiteboarding resolveu conversar com representantes dos destinos e descobriu que a maioria dos lugares pretendem dar cada vez mais atenção ao esporte, que tem crescido exponencialmente.   Os representantes de Ilha Bela- SP, São Sebastião-SP e Atins-MA foram os que tiveram mais informações sobre o esporte e demonstraram maior interesse em promover o kitesurf, durante o evento.   Vejam algumas fotos da feira.   Stand do Litoral norte paulista / Foto: Rebeca Ribero   Stand Rio Grande do Norte / Foto: Rebeca Ribeiro   Stand do Maranhão na Mostra Viajar / Foto: Rebeca Ribeiro

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GKA KSWT – PORTUGAL

Foram cinco dias de evento do GKA KSWT – Kitesurf World Tour, em Viana do Castelo – Portugal, no Hotel Feel Viana. O campeonato, que teve iní­cio no dia 08, contou com a presença do vento no último dia (12). As preces dos atletas foram atendidas e o vento El Nortada soprou e o show começou. Moona White e Matchu Lopes venceram a etapa e mostraram suas habilidades.   CATEGORIA FEMININA   O dia iniciou com uma leve ondulação e com ventos mais tí­midos, então a organização optou por focar a disputa em 100% strapless freestyle. As mulheres começaram e, apesar de nem todas terem treinado, elas enfrentaram o desafio.   Jalou Langeree / Foto: Ydwer van der Heide   Moona White / Foto: Ydwer van der Heide   Jalou Langeree e Moona Whyte, as atletas melhores posicionadas na turnê, são mais focadas em ondas, mas elas estão treinando o strapless freestyle. No iní­cio da temporada, Carla Herrera Oria tinha sido a única mulher que realmente impulsionava o elemento de freestyle, mas agora Moona, Jalou e Ines Correia se nivelaram e Carla não tem mais o monopólio na modalidade.   Na verdade, a habilidade de strapless freestyle de Moona e Jalou tem se destacado e marcaram seu quarto heat da final da temporada. Moona teve a vitória e sua posição foi vantajosa í  frente das duplas.   CATEGORIA MASCULINA   Com um evento inteiro cheio de baterias para acontecer, os atletas competiram em oito minutos e com 100% de foco no strapless freestyle.   Os brasileiros Sebastian Ribeiro e Pedro Matos mostraram no iní­cio da segunda rodada como o treino compensou. Pedro venceu a primeira bateria com uma performance super forte e já tem experiência no freestyle há um ano. Mitu Monteiro teve o maior destaque do dia até o momento.   Mitu Monteiro e Rafael Souza / Foto: Ydwer van der Heide   Matchu Lopes também teve um ótimo desempenho no primeiro heat contra o novato brasileiro Rafael  Souza, de Paracuru – CE. Este é o primeiro evento de Rafael no KSWT, então foi um batismo de fogo, mas ele pressionou muito o Matchu (até Matchu disse isso!) e ganhou o prêmio revelação por seus esforços.   Quando Airton Cozzolino entrou no round 2, o vento estava subindo e foi ganhando cada vez mais força.   FINAL   Masculina   Ranking categoria masculina, durante o GKA em Portugal / Foto: Ydwer van der Heide   A partir do round 3, quando as semifinais chegaram, o evento contou com a presença de quatro pesos pesados da turnê – Keahi, Mitu, Matchu e Airton. Qualquer um deles é capaz de ganhar uma final. Imagine como foi emocionante!   As eliminatórias estavam super apertadas, mas Airton saiu í  frente de Mitu com alguns dos maiores saltos do dia e Matchu venceu Keahi com o primeiro triple frontroll o que garantiu seu lugar na final contra Airton Cozzolino.   Foi praticamente um flashback da temporada de 2017, com Airton e Matchu na final. Airton abriu com um backloop tic-tac kiteloop.   Ele não ficou para desfrutar das comemorações, porque assim que ele deixou a água, foi levado para o aeroporto para voar para as Ilhas Maurí­cio para uma sessão de fotos. Ele nem sabia que tinha ganhado ainda! A vida de um rockstar de kitesurf”¦   Keahi ficou em terceiro lugar depois de uma disputa muito acirrada contra o Mitu. A explosão de Mitu esteve em equilí­brio com as manobras suaves de Keahi, o que permitiu-lhe acumular os pontos í  frente do Mitu para garantir a vitória. Keahi, sem dúvida, ficou desapontado por não ter tido a chance de enfrentar Airton ou Matchu na final principal, mas ele ainda mantém sua segunda posição na classificação geral e tem grandes chances de ter um melhor desempenho em Tarifa.     Feminina   Ranking categoria feminina / Foto: A essa altura, o vento estava realmente aumentando, com a maioria das mulheres andando em seus menores tamanhos de pipa. A atleta da F-One, Charlotte Carpentier, impressionou os juí­zes com um ní­vel técnico sólido, ganhando ‘Best Rookie’ e ‘Best Trick’ para seu pop shuvit três. Ines estava se esforçando para cumprir sua promessa de derrotar Moona e Jalou, mas foram elas – Moona e Jalou – que chegaram í  final.   Ambas fizeram manobras varials e backrolls, mas Moona foi um pouco mais consistente e selou o acordo. Isso significa que ela agora está na primeira colocação geral pela segunda vez este ano.   Ines fez algumas manobras impressionantes, incluindo backrolls de board-off, mas Carla Herrera Oria conseguiu ultrapassá-la e garantiu seu terceiro lugar, deixando Ines com a quarta colocação.   RESULTADOS   Categoria masculina   1. Matchu Lopes – Espanha   2. Airton Cozzolino – Itália   3. Keahi de Aboitiz – Austrália   4. Mitu Monteiro – Cabo Verde   Categoria Feminina    1. Moona Whyte – Estados Unidos   2. Jalou Langeree – Holanda   3. Carla Herrera Oria – Espanha   4. Ines Correia – Portugal   Manobras durante o GKA – KSWT / Foto: Ydwer van der Heide

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DIA DOS NAMORADOS – KITESURF

Kitesurf é maravilhoso e namorar é bom demais. Unir as duas coisas então… O Dia dos Namorados fica ainda mais especial quando aquele casal louco pelo velejo decide ir atrás de vento!   Ir para um pico de kite para velejar e curtir o dia pode ser incrí­vel em casal, agora, fazer uma trip para um destino especializado, torna-se ainda melhor.   Existem muitos hotéis e pousadas que tem a estrutura necessária para receber velejadores e contam com um ótimo serviço. Estar em um ambiente em meio í  natureza, em praias ou outros spots, torna a experiência mais completa.   O amor no kite tem gosto especial   O E-group tem uma perfeita seleção para quem busca viajar sozinho, em casal e entre amigos para destinos de ventos.   O Downwind também é outra opção de lazer e pode ser uma grande aventura para casais um pouco mais radicais.   Existem produtos e serviços para cada perfil de casal velejador. Mesmo aqueles em que: um faz kite e o outro curte mais outras atividades ao ar livre, a trip com foco em kite é uma ótima opção. Afinal, geralmente, os picos estão sempre em um lugar paradisí­aco para se “curtir a dois”   Fique ligado nas trips de kite por aqui!  

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