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LKB KITETRIP OSÓRIO – RIO GRANDE DO SUL

  (Fotos: Fazenda +Kite Content)     A Local Kiteboarding encontrou um paraí­so perfeito e exclusivo para o velejo em meio ao sossego do campo, na cidadezinha de Osório, Rio Grande do Sul. Um destino não muito conhecido pelos amantes do Kitesurf, mas, com certeza, é só questão de viver a experiência para se apaixonar pelo spot.         Uma fazenda de verdade, onde as usinas eólicas harmonizam com o cenário dos ventos que sopram e os antigos alagados de plantação de arroz tornam-se piscinas flats para o velejo!     Em uma parceria com a Fazenda +Kite, preparamos um experiência para quem quer curtir entre amigos e famí­lia. A ocupação máxima da hospedagem é de 10 pessoas, os quartos são posicionados para que os hóspedes possam apreciar o visual do morro da Borússia (finalzinho da Serra do Mar) e o gado pastando tranquilo todas as manhãs.     A culinária, também, é outro ponto que merece destaque. Para os apreciadores de um bom “assado gaúcho” a região é muito tradicional no preparo das carnes. Para quem é vegetariano, as opções de massas e molhos são muitas. Cada uma melhor do que a outra! Além do tradicional chimarrão da região, em um pique nique de baixo de uma Figueira centenária.     O mês de novembro é o mais ventoso do ano na região. Os ventos sopram com uma potência média de 20 knots, podendo chegar aos 30 knots alguns finais de tarde. O velejo está garantido! Estaremos com uma equipe para bem receber a todos, e com instrutores qualificados pela ABK com aulas para iniciantes, intermediário/avançado e, também, hydrofoil.         Para quem não quiser cair na água, ou em dias de vento mais brando, sem problemas! As atividades ao ar livre são muitas: caminhada pela fazenda para observação de animais silvestres, bike a disposição dos hóspedes, stand up paddle, cavalgada, entre outras. Além disso, nossa equipe de receptivo pode ajudar a organizar passeios pela região, afinal, Bento Gonçalves com suas viní­colas e maria fumaça, a famosa Gramado na serra gaúcha, ou então, Tramandaí­ no litoral, estão por perto para visitação.     O mais legal de tudo isso é a real exclusividade da experiência! Seremos um grupo seleto de pessoas, em meio a uma fazenda de verdade, cheia de lagoas, com um sossego e um visual maravilhoso para velejar e relaxar. E, “ao passar a corrente na porteira”, pronto: ninguém mais entra!     Entre os dias 15/11 a 02/12, a equipe da LKB estará por lá atendendo seus clientes e oferecendo essa vivência única e especial.       Saiba mais sobre a LKB Kitetrip Osório – RS e os nossos pacotes no link abaixo: https://lkbsports.com/kite-trips/osorio    Ou entre em contato via e-mail e whatsapp:       info@localkiteboarding.com  +55 11 99955-1082 

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OBRIGADO, SENHOR! – POR ANDRÉ PENNA

  (Fotos: André Penna Content)     Uma aventura, um sonho e uma missão cumprida. Obrigado, Senhor! Por André Penna. O atleta realizou uma travessia oceânica pelo nordeste do Brasil.     Confira aqui como a aventura começou e leia abaixo o registro final do nosso guerreiro e big rider do hydrofoil.     POR André Penna     REALIZADA MAIOR TRAVESSIA DA MINHA VIDA, MISSíO CUMPRIDA!!     Após quase um mês, e muita emoção, cheguei ao meu objetivo, a Ilha dos Lençóis, 170 quilômetros ao norte de São Luí­s!! Foi uma viagem muita intensa… Iní­cio difí­cil, faltou vento na Bahia… Espera de uma semana, sigo de carro pra recife frustrado.. E desde então, voei literalmente em cima de meu hydrofoil pelos estados de Pernambuco, Paraí­ba, Rio Grande do Norte, Ceará, Piauí­, e finalizei no incrí­vel Maranhão.       Foram 1.700 quilômetros percorridos de litoral reto. Momentos incrí­veis, momentos frustrantes, momentos aterrorizantes… Teve de tudo, um aprendizado muito grande!     Confirmei o que já imaginava, que o Hydrofoil é a melhor ferramenta para esse tipo de travessias. Com o mesmo kite, consigo velejar de 10 a 30 knots, um poder de orça absurdo, a liberdade de ir onde eu quero no mar.     E o mais incrí­vel, as pessoas que esbarrei e me ajudaram pelo caminho. Se eu fosse listar todas elas, não caberia nesse post. Fico emocionado lembrando, foram tantas pessoas maravilhosas que passaram pelo meu caminho, sem elas certamente não seria possí­vel realizar esse sonho!     Eu sempre digo que o povo do nordeste do Brasil é um dos mais especiais do mundo, uma alegria contagiante e hospitalidade maravilhosa!     Mais um sonho realizado na minha vida, obrigado senhor!! Já pensando no próximo”¦       Apoio:  Surfin Sem Fim, E-Group Hotels, Local Kiteboarding, Cabrinha Kites, Cabrinha Kites Brasil, Winddance Sports e Clássico Beach Club.   Saiba mais aqui, uma geral sobre a aventura do atleta.

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O KITESURF ESTARÁ PRESENTE NA 64ª TAÇA CIDADE DE VITÓRIA

  O kitesurf estará presente na 64ª Taça Cidade de Vitória, no Estado do Espí­rito Santo, durante o feriado do 07 de Setembro/2018. O evento multi-esportivo tem tradição de mais de 60 anos e é reconhecido nacionalmente.     A Praia de Camburi comemora o aniversário da cidade recebendo o evento náutico. O campeonato de kite será válido para a Etapa Capixaba de Kitesurf 2018.       O evento tem a organização da FECAI (Federação Capixaba de Iatismo) e PMV (Prefeitura Municipal de Vitória). A estrutura do evento contará com mais de 300 metros de arena montada na Praia de Camburi, com área para atletas, mesa de frutas, camisa do evento e a premiação será realizada durante a festa de encerramento com show de bandas locais.     64º Taça Cidade de Vitória      Data: 07 de Setembro     Categorias:      Regata Iniciante     Regata Feminino     Regata Open     Regata Wave     Bigair     Inscrições:      Associados AKGV R$ 80,00     Não associados R$ 100,00     Realização:       FECAI(Federação Capixaba de Iatismo)     PMV (Prefeitura Municipal de Vitória)     Patrocí­nio:      Unimed     Apoio:     AKGV (Associação de Kite da Grande Vitória)     Rede Tribuna     CDV (Companhia de Desenvolvimento de Vitória)     Iate Clube do Espí­rito Santo     Para mais informações sobre o kitesurf no evento confira:     http://www.akgv.com.br/     ( Arte oficial do evento 64ª Taça Cidade de Vitória )  

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ABK REALIZOU CLÍ­NICA PARA CERTIFICAÇÃO DE INSTRUTORES DE KITESURF

  A ABK, Associação Brasileira de Kitesurf, realizou entre os dias 01 ao 04/08, em Jericoacoara, uma clí­nica para a certificação de Instrutores de Kitesurf. As clí­nicas são realizadas periodicamente pela associação para a profissionalização dos instrutores que trabalham com o esporte.     A ABK desenvolveu e possui um modelo padrão de ensino do kite que garante um aprendizado mais eficiente, focado na segurança para praticantes e terceiros, além de uma metodologia que otimiza o conteúdo e informações passados em aula.     É muito importante que instrutores e alunos tenham consciência da relevância em ensinar e aprender o esporte de uma forma segura através de um modelo de ensino. O kitesurf está crescendo geometricamente por todos os “cantos de vento” do mundo. Porém, como todos os esportes radicais, pode apresentar riscos significativos que, através de procedimentos e informações corretas, podem ser baixí­ssimos e até neutralizados.     A clí­nica em Jericoacoara teve 17 participantes de várias regiões do Brasil, garantindo melhor qualidade no serviço para o mercado do esporte. Os participantes assistem a palestras desde APH, Atendimento pré hospitalar (veja a importância aqui) até informações técnicas e sobre meteorologia.     “A clí­nica correu de forma super legal! Os instrutores agregaram conhecimento primordial para desenvolver suas aulas com segurança e qualidade. Agora, com a implementação do padrão de ensino da World Sailing e parceria com a CBVela, Confederação Brasileira de Vela, o  kitesurf só tem a ganhar. A profissionalização do mercado e os devidos cuidados para o desenvolvimento do esporte são fundamentais.” comentou empolgado Marcelo Gervini, vice presidente da associação.     Aos profissionais e técnicos que trabalham com o esporte, mas ainda não tem a certificação da ABK, vale ficar ligado e acompanhar a agenda das clí­nicas. O conhecimento é sempre importante, além, de muito interessante.     Conheça mais aqui sobre a Associação Brasileira de Kitesurf – ABK.          ( Participantes da Clí­nica de Instrutores da ABK em Jericoacoara / ABK Content )    

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UMA TRAVESSIA OCEÂNICA E PARADISÍ­ACA – ANDRÉ PENNA

  ( Foto de destaque: André se preparando para sair da praia de Piatã, Salvador / LKB Content )     O desbravador André Penna concluiu sua super aventura! Uma travessia oceânica e paradisí­aca de kite pela costa nordestina. Foram mais de 1.700 km navegados em sua prancha de hydrofoil, “ele e Deus” em meio a imensidão. Total superação e realização!     O atleta e capitão do Surfin sem Fim fomentou a tentativa de quebrar o recorde mundial de longa travessia de kite. Ele saiu de Salvador, Bahia, rumo í  Ilha dos Lençóis, depois de São Luí­s, no Maranhão, e muitas águas e ventos rolaram! Confira aqui o iní­cio de tudo.      Foram 30 dias de aventura! Saindo de Salvador, as dificuldades com as condições de vento foram muitas. Muitas nuvens de chuva, vento fraco, rajado, além de uma costa cheia de “cabeças de pedra”. Ainda assim, ele conseguiu navegar mais de 130 km pela costa da Bahia e chegar quase até a fronteira com o Estado de Sergipe. Mas a Mãe Natureza, por seus motivos, não soprou mais o vento nesse momento.     ( André Penna atravessando a boca do rio a nado, sem vento / LKB Content )   Após uma espera de 5 dias e uma péssima previsão pela frente, André decidiu se adiantar e “ir atrás de onde o vento começava a soprar”. Foi conferir as condições em Aracajú, SE, e Maceió, AL, mas nada! O “ sopro”, mesmo, começava em Pernambuco.     Não era mais uma quebra de recorde mundial, mas não importava. A real busca era por uma vivência especial e única, e uma conexão com a natureza e consigo mesmo.     Saiu de Olinda, PE, e aí­ não parou mais! Um trajeto imenso pela água e cheio de desafios até a Ilha dos Lençóis, quase 200km í  oeste da capital maranhense.     Um dos desafios mais medonhos que enfrentou no iní­cio desse trajeto foi o vento totalmente terral. Um vento que, para um aventureiro solitário, representa o perigo de estar a deriva e ser levado para fora da costa. Uma situação bem delicada e técnica nesse momento. Mas, fazendo os estudos, André aproveitou a força e constância dessas condições e “voou” sobre as águas no seu hydrofoil!     Outra situação que merece destaque, já mais para o final da viagem, foi atravessando a Baí­a dos Tubarões para chegar em São Luí­s do Maranhão. André conseguiu a companhia do pro rider de hydrofoil, Bruno Lobo. O cara é sinistro!     Juntos, saí­ram da Ilha de Santana rumo a capital do Maranhão e, começando a atravessar a Baí­a dos Tubarões, BOOM! Ela fez juz ao próprio nome. Um tubarão com mais de 1.5 metros surgiu na frente do André, ele, em uma manobra de reflexo, arribou para desviar do animal e, por instinto, conseguiu se manter em cima da prancha. A adrenalina tomou conta da situação e tiveram que encostar para dar uma respirada e manter o foco na missão!     ( A aventura na baí­a dos Tubarões / André Penna Content)     Enfim, depois de quase 30 dias viajados, estudando os ventos, vivendo uma experiência mágica e indescrití­vel, o atleta alcançou o seu objetivo final: a Ilha dos Lençóis! Um pico selvagem e paradisí­aco, com um visual rústico e já meio amazônico.     Dessa experiência, um aprendizado imenso e um “sentir-se mais vivo do que nunca”.     Para uma próxima oportunidade, quem sabe, a tentativa de quebra de recorde mundial vem a tona novamente. Independentemente disso, nós espectadores e amantes do esporte, acompanhamos e vibramos com cada “perna” dada, com cada meta alcançada e, agora, com o desfecho de sucesso dessa missão!     Parabéns ao guerreiro, André Penna! Valeu demais!     Ficaremos todos esperando pelas próximas aventuras que, com certeza, virão!     E fiquem ligados! Mais conteúdo legal sobre a viagem vai rolar por aqui!     ( O brilho no olhar! / André Penna Content )

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ENTREVISTA COM O BIG RIDER – CARLOS MARIO “BEBÊ”

( Foto de destaque: divulgação / Fotógrafo: romantsovaphoto )   O pro rider Carlos Mario, mais conhecido como Bebê, falou com a LKB e contou sobre sua trajetória no mundo do Kitesurf. O garoto, de apenas 20 anos, é o atual e tetra campeão mundial de kite na modalidade freestyle e está dando duro para seguir como Top 1 e trazer mais tí­tulos para o Brasil.   ( Foto: pro rider Carlos Mario / World Kiteboarding League Content )   . Atleta:    Carlos Mario Monteiro da Silva, mais conhecido como Bebê, 20 anos, Lagoa do Cauí­pe – Caucaia – Ceará.   . Qual a sua modalidade e especialidade?    Minha modalidade e especialidade é o freestyle. As manobras!   . Curte algum pico/spot em especial para o velejo?    O pico que eu curto muito é aqui: a Lagoa do Cauí­pe. Também gosto bastante da Taí­ba, da Barra Grande, no Piauí­, e de Jericoacoara.   . A quanto tempo você pratica o esporte? Pode nos dizer como o kite entrou e mudou sua vida?   Já vai fazer, mais ou menos, uns 9 anos que eu ando de kite. Comecei através do meu tio que foi uma inspiração para mim no começo e me ajudou demais. Treinei muito com o meu irmão, o Madson, os meus primos que me ajudaram demais e o Evandro, também. Então, só tenho que agradecer a eles, muito mesmo. Por tudo e por ter me colocado no mundo do esporte!   E o kite, além de ser a minha diversão hoje, também é o meu trabalho. Atualmente, o kite é tudo na minha vida, e graças a isto, viajei o mundo todo, conheci vários paí­ses, várias lí­nguas e muitas pessoas incrí­veis. E, com esse trabalho, graças a Deus, consegui comprar meu transporte e consegui realizar o sonho da minha mãe, que também foi um sonho meu: construir a nossa própria casa!    . Quando foi o seu primeiro campeonato como profissional?    O meu primeiro campeonato como profissional foi uma competição local que teve aqui no Cumbuco, o Juvenil Kite Cumbuco. E, depois disso, eu comecei a ir para os campeonatos brasileiros competir com os meninos, os melhores do Brasil. Isso foi, mais ou menos, em 2013.   . Quando e como foi a sua primeira experiência em um campeonato mundial?    Minha primeira experiência em um campeonato mundial foi quando eu tinha 15 anos de idade. Foi na Argentina e foi meu primeiro circuito. Eu, tipo, não entendia nada! Mas meu irmão estava comigo e me ajudou muito, me explicando muitas coisas que ele já tinha mais experiência. E eu consegui ganhar essa etapa! Uma experiência que, com certeza, vou levar para o resto da vida. Tipo, chegar em um campeonato mundial com quinze anos, eu era o mais novo da turma lá, e consegui ganhar…é uma coisa difí­cil de explicar!     . Atualmente, o que você acha relevante sobre as condições e o formato do circuito mundial? Quais são as suas expectativas?    Acho que o formato está bem interessante, né?!. São sete manobras e contam as quatro melhores, isso é bem legal! O atleta tem que treinar muito para não errar muitas manobras, como são apenas sete e dentro destas, quatro devem ser boas para entrar na somatória. Isso puxa bem o ní­vel!   Minhas expectativas são boas. Estou treinando bastante e, se Deus quiser, quero trazer mais tí­tulos aqui para o Ceará e para o Brasil!   . O que você acha sobre o momento do esporte, do kite em geral? O crescimento e a projeção.    Eu acho que o kite, no momento, está crescendo muito. Está virando uma febre no mundo todo! É um esporte que cresce a cada dia que passa, porque, depois que uma pessoa pega no kite e começa andar, cria um ví­cio e não pára! Aí­, depois que tu vai andar e começa a saltar, PRONTO! Não tem mais como parar, mesmo…rsrs     Muito bem, Bebê! Você, definitivamente, é um garoto de ouro e merece todas essas conquistas e as outras que estão por vir.   Um atleta profissional, focado, talentoso ( bota talento nisso!!! ) e sonhador…combinação perfeita para o sucesso e muita história boa pela frente.   Nós, velejadores e amantes do esporte, agradecemos todo o esforço e ficamos na torcida pelo TOP1 do kite! Pra cima, campeão!   Acompanhe, também, o Carlos Mario nas redes sociais dele:   https://www.facebook.com/carlosmariokite/   @carlosmariobebe   ( Umas palavrinhas do campeão para os velejadores do Brasil! )  

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MOSTRA VIAJAR EM SÃO PAULO

  De 8 a 10 de junho, o espaço da Bienal do Ibirapuera de São Paulo recebeu a terceira edição da Mostra Viajar. Locais de kite como Bahia, Litoral Norte de São Paulo, Maranhão, Paraí­ba e Rio Grande do Norte marcaram presença no evento.   Como sempre faz em todos os anos, a Mostra Viajar traz experiências de diversos roteiros para que o consumidor possa decidir e comprar com promoções diferenciadas sua viagem, seja de praia, natureza ou cosmopolita. Em famí­lia ou amigos.   A Local Kiteboarding resolveu conversar com representantes dos destinos e descobriu que a maioria dos lugares pretendem dar cada vez mais atenção ao esporte, que tem crescido exponencialmente.   Os representantes de Ilha Bela- SP, São Sebastião-SP e Atins-MA foram os que tiveram mais informações sobre o esporte e demonstraram maior interesse em promover o kitesurf, durante o evento.   Vejam algumas fotos da feira.   Stand do Litoral norte paulista / Foto: Rebeca Ribero   Stand Rio Grande do Norte / Foto: Rebeca Ribeiro   Stand do Maranhão na Mostra Viajar / Foto: Rebeca Ribeiro

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GKA KSWT – PORTUGAL

Foram cinco dias de evento do GKA KSWT – Kitesurf World Tour, em Viana do Castelo – Portugal, no Hotel Feel Viana. O campeonato, que teve iní­cio no dia 08, contou com a presença do vento no último dia (12). As preces dos atletas foram atendidas e o vento El Nortada soprou e o show começou. Moona White e Matchu Lopes venceram a etapa e mostraram suas habilidades.   CATEGORIA FEMININA   O dia iniciou com uma leve ondulação e com ventos mais tí­midos, então a organização optou por focar a disputa em 100% strapless freestyle. As mulheres começaram e, apesar de nem todas terem treinado, elas enfrentaram o desafio.   Jalou Langeree / Foto: Ydwer van der Heide   Moona White / Foto: Ydwer van der Heide   Jalou Langeree e Moona Whyte, as atletas melhores posicionadas na turnê, são mais focadas em ondas, mas elas estão treinando o strapless freestyle. No iní­cio da temporada, Carla Herrera Oria tinha sido a única mulher que realmente impulsionava o elemento de freestyle, mas agora Moona, Jalou e Ines Correia se nivelaram e Carla não tem mais o monopólio na modalidade.   Na verdade, a habilidade de strapless freestyle de Moona e Jalou tem se destacado e marcaram seu quarto heat da final da temporada. Moona teve a vitória e sua posição foi vantajosa í  frente das duplas.   CATEGORIA MASCULINA   Com um evento inteiro cheio de baterias para acontecer, os atletas competiram em oito minutos e com 100% de foco no strapless freestyle.   Os brasileiros Sebastian Ribeiro e Pedro Matos mostraram no iní­cio da segunda rodada como o treino compensou. Pedro venceu a primeira bateria com uma performance super forte e já tem experiência no freestyle há um ano. Mitu Monteiro teve o maior destaque do dia até o momento.   Mitu Monteiro e Rafael Souza / Foto: Ydwer van der Heide   Matchu Lopes também teve um ótimo desempenho no primeiro heat contra o novato brasileiro Rafael  Souza, de Paracuru – CE. Este é o primeiro evento de Rafael no KSWT, então foi um batismo de fogo, mas ele pressionou muito o Matchu (até Matchu disse isso!) e ganhou o prêmio revelação por seus esforços.   Quando Airton Cozzolino entrou no round 2, o vento estava subindo e foi ganhando cada vez mais força.   FINAL   Masculina   Ranking categoria masculina, durante o GKA em Portugal / Foto: Ydwer van der Heide   A partir do round 3, quando as semifinais chegaram, o evento contou com a presença de quatro pesos pesados da turnê – Keahi, Mitu, Matchu e Airton. Qualquer um deles é capaz de ganhar uma final. Imagine como foi emocionante!   As eliminatórias estavam super apertadas, mas Airton saiu í  frente de Mitu com alguns dos maiores saltos do dia e Matchu venceu Keahi com o primeiro triple frontroll o que garantiu seu lugar na final contra Airton Cozzolino.   Foi praticamente um flashback da temporada de 2017, com Airton e Matchu na final. Airton abriu com um backloop tic-tac kiteloop.   Ele não ficou para desfrutar das comemorações, porque assim que ele deixou a água, foi levado para o aeroporto para voar para as Ilhas Maurí­cio para uma sessão de fotos. Ele nem sabia que tinha ganhado ainda! A vida de um rockstar de kitesurf”¦   Keahi ficou em terceiro lugar depois de uma disputa muito acirrada contra o Mitu. A explosão de Mitu esteve em equilí­brio com as manobras suaves de Keahi, o que permitiu-lhe acumular os pontos í  frente do Mitu para garantir a vitória. Keahi, sem dúvida, ficou desapontado por não ter tido a chance de enfrentar Airton ou Matchu na final principal, mas ele ainda mantém sua segunda posição na classificação geral e tem grandes chances de ter um melhor desempenho em Tarifa.     Feminina   Ranking categoria feminina / Foto: A essa altura, o vento estava realmente aumentando, com a maioria das mulheres andando em seus menores tamanhos de pipa. A atleta da F-One, Charlotte Carpentier, impressionou os juí­zes com um ní­vel técnico sólido, ganhando ‘Best Rookie’ e ‘Best Trick’ para seu pop shuvit três. Ines estava se esforçando para cumprir sua promessa de derrotar Moona e Jalou, mas foram elas – Moona e Jalou – que chegaram í  final.   Ambas fizeram manobras varials e backrolls, mas Moona foi um pouco mais consistente e selou o acordo. Isso significa que ela agora está na primeira colocação geral pela segunda vez este ano.   Ines fez algumas manobras impressionantes, incluindo backrolls de board-off, mas Carla Herrera Oria conseguiu ultrapassá-la e garantiu seu terceiro lugar, deixando Ines com a quarta colocação.   RESULTADOS   Categoria masculina   1. Matchu Lopes – Espanha   2. Airton Cozzolino – Itália   3. Keahi de Aboitiz – Austrália   4. Mitu Monteiro – Cabo Verde   Categoria Feminina    1. Moona Whyte – Estados Unidos   2. Jalou Langeree – Holanda   3. Carla Herrera Oria – Espanha   4. Ines Correia – Portugal   Manobras durante o GKA – KSWT / Foto: Ydwer van der Heide

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