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GKA KITE-SURF WORLD CUP DAKHLA
(Photo de destaque: GKA Kite-surf World Cup / photo: Ydwer van der Heide / GKA content) Amanhã (09/10), começa a penúltima etapa do circuito mundial de kite-surf de 2019: GKA Kite-surf World Cup. Os melhores do mundo estão reunidos em Dakhla, no Marrocos, para uma competição alucinante. O evento será realizado em frente ao Westpoint Hotel e os critérios dos juízes serão de acordo com as condições, podendo variar entre wave e strapless freestyle. Confira o Ranking Geral 2019 até o momento: Masculino KITE-SURF: 1. Airton Cozzolino (CV) 6267 2. James Carew (AUS) 6168 3. Mitu Monteiro (CV) 6119 4. Jan Marcos Riveras (DR) 5921 5. Pedro Matos (BRA) 5756 Tem Brasil! Vamos torcer! (O big rider brazuca, Pedro Matos /photo: Svetlana Romantsova /Pedro Matos social media content) Feminino KITE-SURF: 1. Carla Herrera-Oria (ESP) 6234 2. Charlotte Carpentier (FRA) 6036 3. Johanna Catarina-Edin (SWE) 5937 4. Frances Kelly (AUS) 5838 5. Peri Roberts (AUS) 5739 Para acompanhar AO VIVO, confira: GKA Kite-surf World Cup Vale lembrar que a última etapa e grande final do circuito GKA Kite-surf World Tour será na Praia do Preá, no Ceará, entre os dias 12 e 16 de novembro. A segunda edição do Ceará Kite Pro vem com tudo para definir quem serão os coroados em 2019! (Airton Cozzolino durante o Ceará Kite Pro / photo: Ydwer van der Heide / Ceará Kite Pro content)
GKA FREESTYLE WORLD CUP DAKHLA: RESULTADOS
(Photo de destaque: GKA Freestyle World Cup Dakhla /photo: Ydwer van der Heide/ GKA content) Entre os dias 4 e 6/10 rolou a GKA Freestyle World Cup em Dakhla, no Marrocos. Os melhores do mundo se enfrentaram em ventos fortes na lagoa da região, em frente ao Daklha Attitude, e os resultados foram surpreendentes. Na categoria masculina, infelizmente, os nossos atletas brazucas Carlos Mario “Bebê” e Erick Anderson, foram eliminados nas quartas de final e semi-finais, respectivamente. Mas mandaram muito bem e lutaram forte! Parabéns aos nossos riders! A final foi entre o jovem colombiano, Valentin Rodriguez, o francês, Nicolas Delmas, o big rider espanhol, Liam Whaley, e o dominicano líder do ranking geral, Adeuri Corniel. (Valentin Rodrigues / photo: Ydwer van der Heide / GKA content) Quem levou o título desta vez foi o mais jovem dos riders. O colombiano, Valentin Rodriguez, se destacou durante as outras etapas e desta vez, em Daklha, ele explodiu em manobras alucinantes e subiu no topo do pódio. Freestyle masculino Daklha 1. Valentin Rodriguez (COL): 36.13 2. Liam Whaley (ESP): 34.1 3. Adeuri Corniel (DR): 32.9 4. Nicolas Delmas (FRA): 14.2 (se lesionou e se retirou após a 5ª manobra) Ranking Geral 2019 1. Adeuri Corniel – 8219 points 2. Valentin Rodriguez – 8186 3. Maxime Chabloz – 8103 4. Carlos Mario – 8070 5. Liam Whaley – 8070 (Pódio masculino / photo: Ydwer van der Heide / GKA content) Na categoria feminina, a felicidade brasileira foi em dobro! As big riders, Mikaili Sol e Bruna Kajiya enfrentaram a tcheca, Paula Novotna, e a jovem espanhola, Claudia Leon, e subiram nos lugares mais altos do pódio. Freestyle Feminino Dakhla 1. Mikaili Sol (BRA): 31.4 points 2. Bruna Kajiya (BRA): 20.57 3. Paula Novotna (CZE): 20.4 4. Claudia Leon (ESP): 11.2 Ranking Geral 2019 1. Mikaili Sol – 6300 points 2. Bruna Kajiya – 6168 3. Paula Novotna – 6102 4. Pippa van Iersel – 6102 5. Rita Arnaus – 6036 Agora, entre os dias 09 e 13/10, começa a GKA Kite-surf World Cup e tem Brasil! Cobertura ao vivo: GKA Kite-surf World Cup (Pódio feminino / photo: Ydwer van der Heide / GKA content)
KITEFOIL WORLD SERIES CAGLIARI: RESULTADOS
(Photo de destaque: KiteFoil World Series Cagliari / IKA content) Entre os dias 02 e 06/10 rolou a última etapa do circuito mundial: KiteFoil World Series Cagliari, na Sardenha, Itália. Após 4 etapas, os melhores do mundo na modalidade foram coroados. Na categoria masculina, o ranking geral foi dominado pelos franceses, com Axel Mazella no topo do pódio; e na feminina, a norte-americana e tetracampeã de Formula Kite, Daniela Moroz, adicionou mais um título í sua coleção. Confira os resultados: 2019 KiteFoil World Series ranking – Masculino 1. Axel Mazella (FRA) 2. Nico Parlier (FRA) 3. Maxime Nocher (FRA) (Daniela Moroz / IKA content) 2019 KiteFoil World Series ranking – Feminino 1. Daniela Moroz (USA) 2. Elena Kalinina (RUS) 3. Kirstyn O”™Brien (USA) “Eu me sinto muito bem”, diz Daniela Moroz. “Este último dia foi realmente difícil. Ficou um pouco complicado lá fora. Estou muito feliz porque esse é o único título que eu não tinha até agora. Estou muito feliz por finalmente conseguir isso no cenário internacional.” Para os resultados completos, confira: KiteFoil World Series
UPWIND COM BRUNO LOBO
Relato por Bruno Lobo (redação e fotos) TRAVESSIA SíO LUíS – ATINS Há uns 2 anos, já pensava em fazer essa aventura, mas diante da correria do dia a dia e competições, não encontrava uma data adequada para fazer. Então, surgiu a oportunidade de fazer nesse fim de semana (28/09) e alguns amigos estariam em Atins e poderia voltar com eles para São Luís. Fiz esse trecho no ano passado com o Andre Penna, um cara que admiro e com certeza me inspirou para esse desafio, porém fizemos de downwind e em dois dias, dessa vez faria contra o vento e apenas em um dia. Sabia que não seria fácil e confesso que estava receoso de não conseguir, pois não sabia como meu corpo iria reagir diante de tantas horas de velejo em condições extremas. (Preparação) A preparação foi feita ao longo da semana que antecedeu a travessia, não tive muito tempo para planejar. Alguns amigos me ajudaram emprestando alguns materiais como o próprio kite, já que costumo usar kites foil e preferi fazer a travessia de kite tubular pela facilidade de pousar, caso precisasse, e de funcionar como auto-resgate, me emprestaram também bolsa impermeável, gps, enfim, não seria possível sem eles. Levei uma bolsa com biscoitos, pão, barras de cereal, 4 litros de água mais 2 litros no camelback, três facas, tesoura, já que há muitas redes no caminho, gps com rastreador. Fui preparado para passar um dia no deserto dos lençóis, caso não chegasse a tempo. Enfim chegou o grande dia! Saí de São Luís no sábado, dia 28/09/2019, í s 09:30 da manhã, um pouco tarde devido ao rastreador ter dado problema e estava tentando solucionar, se não iria desistir da travessia. No limite de tempo que tinha estipulado, isso me deixou com uma tensão a mais, já que sabia que não tinha margem para parar muito, tinha que ser certeiro e andar no ritmo que havia planejado. As condições estavam boas, vento de aproximadamente 20 knots, e resolvi usar o kite Ozone Edge V9 9m e minha prancha de competição. Durante esse percurso até Atins, existem duas grandes baías de aproximadamente 20km, de São José de Ribamar e a Baía do Tubarão, dois trechos onde não se olha praticamente terra e você fica totalmente em alto mar com condições extremas de maré. (A saída) Antes de entrar na primeira baía, por volta de 40 km de velejo senti que não seria fácil e me questionei se conseguiria. Piorou! Pois logo após, bati em um banco de areia no meio da mar, um trecho cheio de armadilhas, rede de pesca, espinhais e bancos de areia, e tive um avaria na minha caixa de quilha, o mastro entrou na prancha e os parafusos ficaram sobressaltados logo onde eu coloco o pé de trás para fazer força na orça. Pensei em voltar e desistir, mas sabia que não teria outra oportunidade de fazer essa aventura tão cedo e decidi continuar e atravessar a primeira baía. O parafuso estava incomodando muito, mas fui me adaptando aquela dor e desconforto, com certeza o ritmo caiu um pouco devido a esse problema. Meu plano era parar em Ilha de Santana, uma ilha que tem um grande farol e que fica entre as duas baías. Mas devido ao tempo, já era aproximadamente 1 hora da tarde e 110km de velejo, resolvi continuar sem parar e enfrentar direto a temida Baía do Tubarão rumo aos Lençóis Maranhenses. (avaria no mastro e prancha) Não parava de pensar na chegada, queira chegar! Era o que passava na minha cabeça a todo tempo; foi quando refleti e entendi que essa travessia é como a vida: – “í s vezes pensamos tanto em algo que queremos, seja uma aprovação, uma viagem, um bem material, uma vitória, enfim, e esquecemos do processo, da trajetória, do dia a dia. Comecei a apreciar tudo em minha volta, as belezas do litoral, o quão frágil estava me sentindo no meio do mar, como uma gota d’água no oceano, com medo e sentido aquela dor no pé, assim é a vida! Muitas vezes vamos ter tropeços, vamos sentir dor, mas temos que continuar, aproveitando cada dia, cada momento, porque o mais importante não é chegar, não é o resultado, mas todo o processo e trabalho duro diário, isso faz valer a pena e fez valer cada segundo da travessia e da vida.” (desfrutar a aventura, o caminho) Voltando, foi um dos piores trechos em relação ao mar mexido. Ao me aproximar da costa, na praia de Travosa, uma praia conhecida pelas ondas grandes, senti que estava num liquidificador, a prancha estava totalmente instável e pensei que havia até quebrado a asa. Parei para verifcar e vi que realmente era devido a corrente daquela região que havia um encontro de rio com o mar, 20 km que pareceram uma eternidade. Me senti cansado, a lombar estava fadigada e resolvi parar para me hidratar e comer já que a água do camelback havia acabado, foi a única parada da travessia. Coincidentemente, avistei três pescadores e pude trocar uma ideia que me motivou e deu forças para seguir, primeiro porque eles falaram que dali em diante o litoral favoreceria um pouco mais a orça e, segundo, porque eles falaram que eu não chegaria a tempo, já eram 14h15, isso me instigou ainda mais. Queria mostrar para eles, mesmo sabendo que talvez não os viria novamente, pelo menos não tão cedo, parei aproximadamente 10-15 min e segui novamente. Tentei manter a constância e tentei acelerar o ritmo, já havia velejado 155km e faltavam em torno de 70km em linha reta, nos lençóis a proporção de orça estava de 1:3, 1 km entrava no mar e 3km progredia no litoral, não estava tão fácil quanto imaginava. O tempo foi passando, o sol foi baixando e eu não sabia onde estava, se faltava muito ou pouco. Comecei a achar que não seria possível, estava velejando km após km na esperança de que por volta dos 230km – 250km chegasse, porém passou os 250km de velejo e já eram, aproximadamente, 5 horas da
GKA KITE WORLD TOUR DAKHLA
(Photo de destaque: GKA Kite World Tour / GKA content) Entre os dias 04 e 13 de Outubro, os melhores do mundo estarão reunidos em Dakhla, no Marrocos, para mais um campeonato mundial em “dose dupla” da GKA Kite World Tour. O evento irá reunir as duas modalidades: o Freestyle e o Kite-surf. Este será o terceiro evento do ano com as duas classes juntas. E vai ser tudo transmitido AO VIVO! As competições serão divididas da seguinte maneira: > 04 ao 08/10 – Freestyle > 09 ao 13/10 – Kite-surf (GKA content) O GKA Freestyle acontece na lagoa, em frente ao Dakhla Atittude Camp, um spot referência em outros mundiais do esporte. Confira como está o Ranking Geral 2019 da modalidade: Masculino FREESTYLE: 1. Adeuri Corniel (DR) 6185 points 2. Maxime Chabloz (CH) 6119 3. Carlos Mario (BRA) 6086 4. Valentin Rodriguez (COL) 6086 5. Gianmaria Coccoluto (ITA) 6020 6. Liam Whaley (SPN) 6003 Feminino FREESTYLE: 1. Mikaili Sol (BRA) 6297 2. Bruna Kajiya (BRA) 6102 3. Pippa van Iersel (NED) 6102 4. Paula Novotna (CZE) 6020 5. Rita Arnaus (ESP) 5904 (GKA content) O GKA Kite-surf será no mar, em frente ao Westpoint Hotel, e os critérios dos juízes serão de acordo com as condições, podendo variar entre wave e strapless freestyle. Confira o Ranking Geral 2019 até o momento: Masculino KITE-SURF: 1. Airton Cozzolino (CV) 6267 2. James Carew (AUS) 6168 3. Mitu Monteiro (CV) 6119 4. Jan Marcos Riveras (DR) 5921 5. Pedro Matos (BRA) 5756 Feminino KITE-SURF: 1. Carla Herrera-Oria (ESP) 6234 2. Charlotte Carpentier (FRA) 6036 3. Johanna Catarina-Edin (SWE) 5937 4. Frances Kelly (AUS) 5838 5. Peri Roberts (AUS) 5739 Tem muito Brasil nesses rankings! Vamos seguir na torcida pelos nossos grandes atletas. Para acompanhar ao vivo as competições, confira os links: GKA Freestyle World Cup GKA Kite-surf World Cup (GKA youtube channel content)
MERCADO DE VIAGENS PARA MULHERES
Em um cenário onde o kitesurf ganha mais destaque e as kitetrips tem sido a principal escolha para quem busca uma viagem com aventura, guiada pelo vento, tem kitetrip só para as mulheres. Um grande exemplo é a Kite Ladies Trip! Samy Marins, praticante do esporte desde 2004 e atleta profissional desde 2007, uniu sua expertise no freestyle para realizar suas trips. As viagens que já tiveram como destino Cumbuco – Ceará e Barra Grande-Piauí, agora vai em rumo aos Lençóis Maranhenses – Maranhão, de 31/08 a 09/09. Samy Marins no hydrofoil / Foto: Divulgação Samy Marins, atleta freestyle / Foto: Divulgação Como a atleta trabalha em um importante spot de velejo, na GoKite, e tem contato com praticantes durante o dia todo, pode observar o comportamento do consumidor. Comentários como: “que lugar lindo que você vai!”, “como faço para encontrar destinos como esse?!”, começaram a ser frequentes. Foi nesse cenário, e na vontade de levantar a bandeira feminina no esporte, que Samy organizou a primeira viagem especializada para mulheres no Brasil. Habilidades da Samy Marins no kitewave / Foto: Divulgação Evolução, lugares incríveis e amizade é o conceito da trip. O principal foco das viagens é ajudar as meninas a crescer, evoluir e aprender a velejar por novos lugares. “O kite é um esporte que está sempre evoluindo. Basta olhar para trás e ver como começou e que, hoje em dia, há uma grande quantidade de variações como: freestyle, kitewave, race, foil, snowkite e assim por diante. É incrível este esporte! Só fica parado quem quer! E para futuro só Deus sabe, mas com certeza vai vir muita coisa bacana por ai”, motiva, Marins. Para saber mais sobre a trip, @kiteladiestrip. Para saber mais sobre a atleta: http://samymarins.com.br/samy-marins/
CIRCUITO BRASILEIRO DE KITE E WIND
Save the date! A CBVela marca a data e o local para a primeira etapa do Circuito Brasileiro de Kite e Wind em 2018. O campeonato brasileiro deve acontecer entre os dias 27/07 e 29/07, em Icaraí de Amontada, no litoral do Ceará. A classe que estará presente será a Foil Class, kites foil e pranchas hydrofoil. ( Foto: ilustração da Foil Class / Foto: Amanda Whiterell ) A modalidade, que está em ascensão geométrica, foi anunciada como esporte olímpico para as Olimpíadas de Paris, em 2024. Para saber mais a respeito das Olimpíadas, confira aqui. A CBVela deve dar mais informações em breve, vamos ficar ligados e acompanhar esse passo importante na história do nosso esporte. ( Foto: arte divulgação / CBVela Content )
COMO CUIDAR DO SEU EQUIPAMENTO DE KITESURF
O equipamento de Kitesurf precisa de manutenção regular preventiva. Confira algumas dicas para cuidar do seu equipamento de kitesurf.
AS DIFERENTES CONDIÇÕES DE VENTO PARA O VELEJO
Existem diferentes CONDIÇÕES DE VENTO para o velejo. Confira as diferentes condições para a prática do kitesurf.
ENTREVISTA COM O BIG RIDER – CARLOS MARIO “BEBÊ”
( Foto de destaque: divulgação / Fotógrafo: romantsovaphoto ) O pro rider Carlos Mario, mais conhecido como Bebê, falou com a LKB e contou sobre sua trajetória no mundo do Kitesurf. O garoto, de apenas 20 anos, é o atual e tetra campeão mundial de kite na modalidade freestyle e está dando duro para seguir como Top 1 e trazer mais títulos para o Brasil. ( Foto: pro rider Carlos Mario / World Kiteboarding League Content ) . Atleta: Carlos Mario Monteiro da Silva, mais conhecido como Bebê, 20 anos, Lagoa do Cauípe – Caucaia – Ceará. . Qual a sua modalidade e especialidade? Minha modalidade e especialidade é o freestyle. As manobras! . Curte algum pico/spot em especial para o velejo? O pico que eu curto muito é aqui: a Lagoa do Cauípe. Também gosto bastante da Taíba, da Barra Grande, no Piauí, e de Jericoacoara. . A quanto tempo você pratica o esporte? Pode nos dizer como o kite entrou e mudou sua vida? Já vai fazer, mais ou menos, uns 9 anos que eu ando de kite. Comecei através do meu tio que foi uma inspiração para mim no começo e me ajudou demais. Treinei muito com o meu irmão, o Madson, os meus primos que me ajudaram demais e o Evandro, também. Então, só tenho que agradecer a eles, muito mesmo. Por tudo e por ter me colocado no mundo do esporte! E o kite, além de ser a minha diversão hoje, também é o meu trabalho. Atualmente, o kite é tudo na minha vida, e graças a isto, viajei o mundo todo, conheci vários países, várias línguas e muitas pessoas incríveis. E, com esse trabalho, graças a Deus, consegui comprar meu transporte e consegui realizar o sonho da minha mãe, que também foi um sonho meu: construir a nossa própria casa! . Quando foi o seu primeiro campeonato como profissional? O meu primeiro campeonato como profissional foi uma competição local que teve aqui no Cumbuco, o Juvenil Kite Cumbuco. E, depois disso, eu comecei a ir para os campeonatos brasileiros competir com os meninos, os melhores do Brasil. Isso foi, mais ou menos, em 2013. . Quando e como foi a sua primeira experiência em um campeonato mundial? Minha primeira experiência em um campeonato mundial foi quando eu tinha 15 anos de idade. Foi na Argentina e foi meu primeiro circuito. Eu, tipo, não entendia nada! Mas meu irmão estava comigo e me ajudou muito, me explicando muitas coisas que ele já tinha mais experiência. E eu consegui ganhar essa etapa! Uma experiência que, com certeza, vou levar para o resto da vida. Tipo, chegar em um campeonato mundial com quinze anos, eu era o mais novo da turma lá, e consegui ganhar…é uma coisa difícil de explicar! . Atualmente, o que você acha relevante sobre as condições e o formato do circuito mundial? Quais são as suas expectativas? Acho que o formato está bem interessante, né?!. São sete manobras e contam as quatro melhores, isso é bem legal! O atleta tem que treinar muito para não errar muitas manobras, como são apenas sete e dentro destas, quatro devem ser boas para entrar na somatória. Isso puxa bem o nível! Minhas expectativas são boas. Estou treinando bastante e, se Deus quiser, quero trazer mais títulos aqui para o Ceará e para o Brasil! . O que você acha sobre o momento do esporte, do kite em geral? O crescimento e a projeção. Eu acho que o kite, no momento, está crescendo muito. Está virando uma febre no mundo todo! É um esporte que cresce a cada dia que passa, porque, depois que uma pessoa pega no kite e começa andar, cria um vício e não pára! Aí, depois que tu vai andar e começa a saltar, PRONTO! Não tem mais como parar, mesmo…rsrs Muito bem, Bebê! Você, definitivamente, é um garoto de ouro e merece todas essas conquistas e as outras que estão por vir. Um atleta profissional, focado, talentoso ( bota talento nisso!!! ) e sonhador…combinação perfeita para o sucesso e muita história boa pela frente. Nós, velejadores e amantes do esporte, agradecemos todo o esforço e ficamos na torcida pelo TOP1 do kite! Pra cima, campeão! Acompanhe, também, o Carlos Mario nas redes sociais dele: https://www.facebook.com/carlosmariokite/ @carlosmariobebe ( Umas palavrinhas do campeão para os velejadores do Brasil! )