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ENTREVISTA COM O BIG RIDER – CARLOS MARIO “BEBÊ”

( Foto de destaque: divulgação / Fotógrafo: romantsovaphoto )   O pro rider Carlos Mario, mais conhecido como Bebê, falou com a LKB e contou sobre sua trajetória no mundo do Kitesurf. O garoto, de apenas 20 anos, é o atual e tetra campeão mundial de kite na modalidade freestyle e está dando duro para seguir como Top 1 e trazer mais tí­tulos para o Brasil.   ( Foto: pro rider Carlos Mario / World Kiteboarding League Content )   . Atleta:    Carlos Mario Monteiro da Silva, mais conhecido como Bebê, 20 anos, Lagoa do Cauí­pe – Caucaia – Ceará.   . Qual a sua modalidade e especialidade?    Minha modalidade e especialidade é o freestyle. As manobras!   . Curte algum pico/spot em especial para o velejo?    O pico que eu curto muito é aqui: a Lagoa do Cauí­pe. Também gosto bastante da Taí­ba, da Barra Grande, no Piauí­, e de Jericoacoara.   . A quanto tempo você pratica o esporte? Pode nos dizer como o kite entrou e mudou sua vida?   Já vai fazer, mais ou menos, uns 9 anos que eu ando de kite. Comecei através do meu tio que foi uma inspiração para mim no começo e me ajudou demais. Treinei muito com o meu irmão, o Madson, os meus primos que me ajudaram demais e o Evandro, também. Então, só tenho que agradecer a eles, muito mesmo. Por tudo e por ter me colocado no mundo do esporte!   E o kite, além de ser a minha diversão hoje, também é o meu trabalho. Atualmente, o kite é tudo na minha vida, e graças a isto, viajei o mundo todo, conheci vários paí­ses, várias lí­nguas e muitas pessoas incrí­veis. E, com esse trabalho, graças a Deus, consegui comprar meu transporte e consegui realizar o sonho da minha mãe, que também foi um sonho meu: construir a nossa própria casa!    . Quando foi o seu primeiro campeonato como profissional?    O meu primeiro campeonato como profissional foi uma competição local que teve aqui no Cumbuco, o Juvenil Kite Cumbuco. E, depois disso, eu comecei a ir para os campeonatos brasileiros competir com os meninos, os melhores do Brasil. Isso foi, mais ou menos, em 2013.   . Quando e como foi a sua primeira experiência em um campeonato mundial?    Minha primeira experiência em um campeonato mundial foi quando eu tinha 15 anos de idade. Foi na Argentina e foi meu primeiro circuito. Eu, tipo, não entendia nada! Mas meu irmão estava comigo e me ajudou muito, me explicando muitas coisas que ele já tinha mais experiência. E eu consegui ganhar essa etapa! Uma experiência que, com certeza, vou levar para o resto da vida. Tipo, chegar em um campeonato mundial com quinze anos, eu era o mais novo da turma lá, e consegui ganhar…é uma coisa difí­cil de explicar!     . Atualmente, o que você acha relevante sobre as condições e o formato do circuito mundial? Quais são as suas expectativas?    Acho que o formato está bem interessante, né?!. São sete manobras e contam as quatro melhores, isso é bem legal! O atleta tem que treinar muito para não errar muitas manobras, como são apenas sete e dentro destas, quatro devem ser boas para entrar na somatória. Isso puxa bem o ní­vel!   Minhas expectativas são boas. Estou treinando bastante e, se Deus quiser, quero trazer mais tí­tulos aqui para o Ceará e para o Brasil!   . O que você acha sobre o momento do esporte, do kite em geral? O crescimento e a projeção.    Eu acho que o kite, no momento, está crescendo muito. Está virando uma febre no mundo todo! É um esporte que cresce a cada dia que passa, porque, depois que uma pessoa pega no kite e começa andar, cria um ví­cio e não pára! Aí­, depois que tu vai andar e começa a saltar, PRONTO! Não tem mais como parar, mesmo…rsrs     Muito bem, Bebê! Você, definitivamente, é um garoto de ouro e merece todas essas conquistas e as outras que estão por vir.   Um atleta profissional, focado, talentoso ( bota talento nisso!!! ) e sonhador…combinação perfeita para o sucesso e muita história boa pela frente.   Nós, velejadores e amantes do esporte, agradecemos todo o esforço e ficamos na torcida pelo TOP1 do kite! Pra cima, campeão!   Acompanhe, também, o Carlos Mario nas redes sociais dele:   https://www.facebook.com/carlosmariokite/   @carlosmariobebe   ( Umas palavrinhas do campeão para os velejadores do Brasil! )  

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MOSTRA VIAJAR EM SÃO PAULO

  De 8 a 10 de junho, o espaço da Bienal do Ibirapuera de São Paulo recebeu a terceira edição da Mostra Viajar. Locais de kite como Bahia, Litoral Norte de São Paulo, Maranhão, Paraí­ba e Rio Grande do Norte marcaram presença no evento.   Como sempre faz em todos os anos, a Mostra Viajar traz experiências de diversos roteiros para que o consumidor possa decidir e comprar com promoções diferenciadas sua viagem, seja de praia, natureza ou cosmopolita. Em famí­lia ou amigos.   A Local Kiteboarding resolveu conversar com representantes dos destinos e descobriu que a maioria dos lugares pretendem dar cada vez mais atenção ao esporte, que tem crescido exponencialmente.   Os representantes de Ilha Bela- SP, São Sebastião-SP e Atins-MA foram os que tiveram mais informações sobre o esporte e demonstraram maior interesse em promover o kitesurf, durante o evento.   Vejam algumas fotos da feira.   Stand do Litoral norte paulista / Foto: Rebeca Ribero   Stand Rio Grande do Norte / Foto: Rebeca Ribeiro   Stand do Maranhão na Mostra Viajar / Foto: Rebeca Ribeiro

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GKA KSWT – PORTUGAL

Foram cinco dias de evento do GKA KSWT – Kitesurf World Tour, em Viana do Castelo – Portugal, no Hotel Feel Viana. O campeonato, que teve iní­cio no dia 08, contou com a presença do vento no último dia (12). As preces dos atletas foram atendidas e o vento El Nortada soprou e o show começou. Moona White e Matchu Lopes venceram a etapa e mostraram suas habilidades.   CATEGORIA FEMININA   O dia iniciou com uma leve ondulação e com ventos mais tí­midos, então a organização optou por focar a disputa em 100% strapless freestyle. As mulheres começaram e, apesar de nem todas terem treinado, elas enfrentaram o desafio.   Jalou Langeree / Foto: Ydwer van der Heide   Moona White / Foto: Ydwer van der Heide   Jalou Langeree e Moona Whyte, as atletas melhores posicionadas na turnê, são mais focadas em ondas, mas elas estão treinando o strapless freestyle. No iní­cio da temporada, Carla Herrera Oria tinha sido a única mulher que realmente impulsionava o elemento de freestyle, mas agora Moona, Jalou e Ines Correia se nivelaram e Carla não tem mais o monopólio na modalidade.   Na verdade, a habilidade de strapless freestyle de Moona e Jalou tem se destacado e marcaram seu quarto heat da final da temporada. Moona teve a vitória e sua posição foi vantajosa í  frente das duplas.   CATEGORIA MASCULINA   Com um evento inteiro cheio de baterias para acontecer, os atletas competiram em oito minutos e com 100% de foco no strapless freestyle.   Os brasileiros Sebastian Ribeiro e Pedro Matos mostraram no iní­cio da segunda rodada como o treino compensou. Pedro venceu a primeira bateria com uma performance super forte e já tem experiência no freestyle há um ano. Mitu Monteiro teve o maior destaque do dia até o momento.   Mitu Monteiro e Rafael Souza / Foto: Ydwer van der Heide   Matchu Lopes também teve um ótimo desempenho no primeiro heat contra o novato brasileiro Rafael  Souza, de Paracuru – CE. Este é o primeiro evento de Rafael no KSWT, então foi um batismo de fogo, mas ele pressionou muito o Matchu (até Matchu disse isso!) e ganhou o prêmio revelação por seus esforços.   Quando Airton Cozzolino entrou no round 2, o vento estava subindo e foi ganhando cada vez mais força.   FINAL   Masculina   Ranking categoria masculina, durante o GKA em Portugal / Foto: Ydwer van der Heide   A partir do round 3, quando as semifinais chegaram, o evento contou com a presença de quatro pesos pesados da turnê – Keahi, Mitu, Matchu e Airton. Qualquer um deles é capaz de ganhar uma final. Imagine como foi emocionante!   As eliminatórias estavam super apertadas, mas Airton saiu í  frente de Mitu com alguns dos maiores saltos do dia e Matchu venceu Keahi com o primeiro triple frontroll o que garantiu seu lugar na final contra Airton Cozzolino.   Foi praticamente um flashback da temporada de 2017, com Airton e Matchu na final. Airton abriu com um backloop tic-tac kiteloop.   Ele não ficou para desfrutar das comemorações, porque assim que ele deixou a água, foi levado para o aeroporto para voar para as Ilhas Maurí­cio para uma sessão de fotos. Ele nem sabia que tinha ganhado ainda! A vida de um rockstar de kitesurf”¦   Keahi ficou em terceiro lugar depois de uma disputa muito acirrada contra o Mitu. A explosão de Mitu esteve em equilí­brio com as manobras suaves de Keahi, o que permitiu-lhe acumular os pontos í  frente do Mitu para garantir a vitória. Keahi, sem dúvida, ficou desapontado por não ter tido a chance de enfrentar Airton ou Matchu na final principal, mas ele ainda mantém sua segunda posição na classificação geral e tem grandes chances de ter um melhor desempenho em Tarifa.     Feminina   Ranking categoria feminina / Foto: A essa altura, o vento estava realmente aumentando, com a maioria das mulheres andando em seus menores tamanhos de pipa. A atleta da F-One, Charlotte Carpentier, impressionou os juí­zes com um ní­vel técnico sólido, ganhando ‘Best Rookie’ e ‘Best Trick’ para seu pop shuvit três. Ines estava se esforçando para cumprir sua promessa de derrotar Moona e Jalou, mas foram elas – Moona e Jalou – que chegaram í  final.   Ambas fizeram manobras varials e backrolls, mas Moona foi um pouco mais consistente e selou o acordo. Isso significa que ela agora está na primeira colocação geral pela segunda vez este ano.   Ines fez algumas manobras impressionantes, incluindo backrolls de board-off, mas Carla Herrera Oria conseguiu ultrapassá-la e garantiu seu terceiro lugar, deixando Ines com a quarta colocação.   RESULTADOS   Categoria masculina   1. Matchu Lopes – Espanha   2. Airton Cozzolino – Itália   3. Keahi de Aboitiz – Austrália   4. Mitu Monteiro – Cabo Verde   Categoria Feminina    1. Moona Whyte – Estados Unidos   2. Jalou Langeree – Holanda   3. Carla Herrera Oria – Espanha   4. Ines Correia – Portugal   Manobras durante o GKA – KSWT / Foto: Ydwer van der Heide

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VAI COMEÇAR A ÚLTIMA ETAPA DO GKA AIR GAMES

  ( Featured photo: GKA Content )     Nesta sexta-feira, 24/09, vai começar a quarta e última etapa do ano do GKA Air Games em Fehmarn, na Alemanha. O grande campeão do circuito será coroado ao final do mega evento que reúne os melhores pro riders do mundo.     Fehmarn é um spot mundialmente conhecido para os mega eventos de kite. Com uma tradição de mais de 10 anos levando etapas de diferentes circuitos mundiais, esse ano, o GKA Air Games é patrocinado pela Mercedes-Benz, prometendo uma superprodução e interatividade para todo o público que estiver no local prestigiando o evento.     Os brasileiros Carlos Mario “Bebꔝ e Mikaili Sol estão na luta pelo topo do pódio e pela coroa de todo o circuito! Além deles, o big rider, Set Teixeira, está presente e preparado para cruzar os seus limites e se destacar na competição.     O GKA Air Games trouxe um novo formato de competição durante esse ano. Os atletas são avaliados em diferentes quesitos para mostrar quem é o rider “mais completo”. Veja mais informações de como funciona.     A ação vai rolar entre os dias 24/09 e 28/09. Vamos ficar ligados, acompanhar e torcer pelos nossos atletas!     Para acompanhar siga as redes do GKA:  @globalkitesports     E no site Mercedes-Benz Kitesurf World Tour: http://kitesurfworldcup.de/en/       ( Jesse Richman, Carlos Mario, Hanna Whitley e Mikaili Sol / Foto: GKA Instagram Content )    

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ENTREVISTA COM O PRO RIDER SET TEIXEIRA

( Featured photo: Wolf Photographe )     O Pro Rider, Set Teixeira, deu uma entrevista para a LKB contando um pouco da sua história no esporte e suas expectativas para os campeonatos que tem pela frente. No ano de 2017, o garoto do Cumbuco, Ceará, encerrou o circuito mundial de freestyle como Top 3 do mundo. Esse ano ele está treinado, focado e pronto para dar o melhor de si!     ( O garoto Set Teixeira / Foto: PKR Kiteboarding Content )   Confira o nosso papo com ele:     . Atleta:       Set Teixeira Gomes, 22 anos. Nascido e morando no Cumbuco.     . Qual a sua modalidade e especialidade?     Freestyle.     . Curte algum pico/spot em especial para o velejo?       Lagoa do Cauipe, Ceará.     . A quanto tempo você pratica? Pode nos dar um resumo de como o kite entrou e mudou sua vida?      Prático a 11 anos, entrei no kite através do meu irmão Tomas, foi um dos primeiros nativos do Cumbuco a entrar no kite e logo me passou as suas técnicas, gostei muito e comecei a treinar e agora vivo do esporte!     . Quando e qual foi o seu primeiro campeonato como profissional?      Foi em 2011 em Vitória, ES. Participei da etapa profissional do Brasileiro e consegui o segundo lugar!     . Quando e como foi sua primeira experiência em um campeonato mundial?      Foi em 2011, um mundial em Natal, a experiência foi legal por estar entre os melhores do mundo, mas não consegui um bom resultado.     . Atualmente, o que você acha relevante sobre as condições e o formato do circuito mundial? Quais são as suas expectativas?      Estou gostando muito do novo formato, dessa forma consigo me concentrar melhor em minhas manobras e pensar na minha estratégia de bateria, os picos são os melhores do mundo, os próprios riders podem decidir sobre o pico!     . O que acha sobre o momento atual do esporte, o kite em geral? O crescimento e a projeção.      O esporte está crescendo muito a cada dia no todo o mundo. Isso é muito bom, porque incentiva as marcas a patrocinarem mais atletas e é uma forma, também, da gente ganhar um dinheiro, já que vivemos do esporte!     . O que você acha do spot de Akyaka como primeira “parada” do circuito mundial 2018? E qual sua expectativa para esse campeonato?      O lugar é incrí­vel, fui ano passado e fiquei admirado com a beleza, as condições e a recepção das pessoas lá, estou bastante focado, treinado e pronto para o começo do circuito mundial de 2018.     Pra cima, campeão! O Brasil te deseja os melhores ventos e boa sorte!    

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COMEÇOU O ULTRA MAN, UM DOWNWIND DESAFIADOR COM MAIS DE 1.000 KM

  ( Foto Destaque: Grupo do Ultra Man em Maracajaú / Foto: Maracajaú Kite Center )     Começou o Ultra Man, um downwind desafiador com mais de 1.000 km pelo nordeste brasileiro, saindo de Natal, no Rio Grande do Norte, e indo até Atins, no Maranhão.     O mega downwind, realizado pelo Surfin sem Fim, começou hoje e vai até o começo de setembro. O visual paradisí­aco, os bons ventos alí­sios, a adrenalina e superação são garantidos na aventura.     ( Grupo do Ultra Man em Maracajaú / Foto: Maracajaú Kite Center )   O grupo de 7 velejadores experientes, saiu hoje, 21/08, de Natal, rumo a Atins. E conta com a super presença de atletas profissionais no kite: André Penna, o mestre das longas travessias oceânicas, vem como capitão guiando o grupo, o pro rider Sebastian Ribeiro e a kitesurfista water woman, Marcela Witt, acompanham o desafio e colocam muita vibe para levar a galera adiante!     A trip acabou de começar, os aventureiros chegaram em Maracajaú, hoje, e amanhã seguem viagem. Ainda vai rolar muita coisa no sentido dos Bons Ventos! Vamos acompanhando as notí­cias. Pra cima, galera!     ( Foto divulgação / Surfin Sem Fim Content )

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DOWNWINDS E MUITO VENTO NO NORDESTE

  ( Foto de destaque: MP Nordeste Content )     Em agosto o vento começa a soprar mais forte na região do nordeste brasileiro e as kitetrips dão o start. São muitas as opções de downwinds hoje em dia. Tem muitas empresas que trabalham, principalmente, na Rota das Emoções – Ceará, Piauí­ e Maranhão.     As belezas naturais do destino são incrí­veis e tem muito spot de velejo com apoio para os turistas que chegam pelo mar. O E-group oferece as trips do Surfin Sem Fim, que passam por diferentes destinos e com opções mais exclusivas e para seletos grupos que querem se aventurar. Algumas opções apresentam trajetos mais longos e outros um pouco menores. Tem estilos para cada perfil de kitesurfista.     Confira: http://egroup.net.br/       ( Ví­deo do Surfin Sem Fim / Surfin sem Fim Content)     Outras opções, são as kitetrips com mais pessoas. Pra quem curte galera, festa e vibe, o Kalangão é um dos maiores downwinds, em quantidade de pessoas inscritas versos trajeto, e tem vibe garantida! A trip sai do Cumbuco, Ceará, e vai com destino a Barra Grande, Piauí­. Tem também o Kalangão Extreme que é um trajeto maior, mais intenso, porém com menos pessoas.     Confira: http://www.kitetripkalangao.com.br/       ( Ví­deo do Kalangão / Kalangão Content )     O Iron Macho tem algumas opções, desde o trajeto tradicional, até o Macho Extreme para pessoas com um ní­vel de velejo maior. A trip passa por cerca de 105 praias e conta com a presença do campeão Carlos Mario, Bebê, agora em 2018.     Confira: http://www.ironmacho.com.br/       ( Ví­deo do Iron macho / Iron Macho Content )     Tem a kitetrip dos Kangaceiros que sai do Cumbuco, no Ceará, e acaba a aventura em Santo Amaro, nos Lençóis Maranhenses, Maranhão. São cinco dias de aventura, os trajetos são longos e o grupo tem crescido cada vez mais.     E há, também, trips menores, pelo menor litoral do Brasil: o Piauí­, e , ainda, com cunho sustentável. A trip é o Ecodownwind, que sai de Cajueiro da Praia e vai para o Delta do Parnaí­ba. Com conceito de preservação do meio ambiente, os velejadores viajam pelo Piauí­ e entendem as maravilhas do litoral.     Todas as opções já vão começar, outras já até estão rolando! Portanto, quem quiser participar, vale ver o site e as opções de cada uma delas oferece e conferir mais detalhes.     As opções são muitas, tem para todos os gostos, ní­veis de velejo e, também, “bolsos” de cada um. O importante é que a segurança esteja garantida e que os ventos soprem por esse litoral para que possamos apreciar os visuais mais lindos do Nordeste navegando livre pelo mar.     ( Galera no 5º Ecodownwind / Foto: Pousada BGK Content )

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KITE SPEED WORLD CHAMPIONSHIP MASIRAH 2018

  ( Fotos: Masirah Beach / Oman Sail Content )   Hoje, começa o Kite Speed World Championship 2018 em Masirah Beach, Oman. Os competidores estarão “a todo vapor” entre os dias 18 e 22/08, planando sobre as águas do spot.     Oman foi uma revelação para a modalidade em 2017. E, para este ano, as expectativas são grandes e as condições parecem ideais.     A água é super flat, com uma temperatura média de 30 graus celsius, e a raia de competição é rasa, por isso, a IKA – International Kiteboarding Association – não recomenda o uso de quilhas grandes.     A velocidade será medida por GPS, garantindo precisão e levando os competidores ao limite da performance.      Para mais informações veja aqui no site da IKA.       ( Fotos: Masirah Beach / Oman Sail Content )

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