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O BIG RIDER LKB

  Você conhece a Barra Grande lá no Piauí­?! Porque se conhecer e tiver ido para lá durante a temporada de ventos, provavelmente, tenha visto um rapaz voando BEM alto. Isso mesmo, ele é o Heliarde Cabrinha! E, através de uma collab, estará com o time LKB dando o show que só ele sabe dar.   O big rider é nativo da praia de Barra Grande, municí­pio de Cajueiro da Praia, Piauí­. Atualmente, com 23 anos, ele cresceu de frente para o paraí­so do vento. Vendo as pipas que colorem o céu do pico e, não poderia ser diferente, entrou com toda a força no esporte, tornando-se instrutor credenciado ABK – Associação Brasileira de Kite, e um atleta performático daqueles que param a praia todinha em um fim de tarde.     Com o “Cabrinha” estampado nas costas (tattoo), a galera sempre acha que o garoto é fanático ou patrocinado pela marca de kite, mas não. Pelo menos, ainda não! Capacidade e vontade não faltam. Mas, na verdade, Cabrinha é o seu sobrenome que já vem na famí­lia a mais de quatro gerações. Coincidência ou não, a conexão com o kite está registrada até no nome.   Atleta Heliradi Cabrinha, nativo da praia da Barra Grande. Foto: arquivo pessoal   Um menino de vida simples, de bom coração, e sempre junto da sua gata: a Mari. Ele conquista a galera com seu sorriso tí­mido e com o auxí­lio aos kitesurfistas que estão pela praia. Ahhh! Quem já passou um perrengue lá no mar, provavelmente, conheceu o Heliarde, também!     Bi campeão brasileiro da modalidade de Big Air e cheio de estilo nas manobras, ele vive e respira Kiteboarding. “O kite representa muito pra mim porque com ele eu faço muitos amigos, consigo trabalhar, consigo ganhar meu dinheiro e, junto com os meus irmãos, posso dar uma ajuda pra minha mãe. Eu ajudo as pessoas e as pessoas me ajudam. E é isso, o kite me mudou e representa a minha vida. Com ele eu consigo fazer o fim de tarde da galera mais feliz ainda!”, diz o garoto da Barra.     Agora, todo mundo vai poder acompanhar mais os voos de Heliarde Cabrinha. Quando o vento sopra no lá no pico dele, o show tá garantido!   Siga ele lá no Instagram, também: @heliardicabrinhakite.      

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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE KITESURF

  Que o kite é uma prática em ascensão, já sabemos. Para organizar esse crescimento, fortalecer e agregar valor ao esporte em território nacional, existe a ABK: Associação Brasileira de Kitesurf.       A associação é uma instituição sem fins lucrativos, homologada como o órgão máximo para a representação do esporte em âmbito nacional. Seu objetivo principal é difundir e promover o kitesurf de maneira adequada e responsável. E, para isso, muitos trabalhos estão sendo desenvolvidos.   A ABK tem como uma de suas responsabilidades prioritárias a prática e o ensino do kite de forma segura. Para isso, a entidade desenvolveu clí­nicas que credenciam as escolas e os técnicos, passando informações e conhecimento de uma forma standard e gerando um padrão dentro do sistema de ensino.   Os velejadores amadores, também, podem associar-se í  ABK e buscar pelas clí­nicas de capacitação, as quais possuem vários ní­veis.   Para associar-se, clique aqui.    Durante a última gestão, com o Augusto Sampaio como presidente, muitas conquistas foram fundamentais para o desenvolvimento do esporte. Etapas de campeonatos mundiais em diversas modalidades, como o PKRA, WKL e TTRace (foto abaixo), foram realizadas no Brasil, fora o trabalho social envolvido para fazer os eventos nacionais e regionais.     Um passo imprescindí­vel para o kitesurf foi a conexão com a CBVela, Confederação Brasileira de Vela: “Juntos, a ABK e a CBVela levarão o esporte a outro patamar.”, afirma o atual presidente da ABK, Eduardo Fernandes. A nova diretoria que entra em 2018, conta com Eduardo “Rato” Fernandes como presidente, Marcelo Gervini como vice e Rogério Luna como administrador e tesoureiro da associação. O time está com gás total e o objetivo é o mesmo: dar continuidade ao trabalho realizado e somar mais conquistas para o Kitesurf!

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PROJETO VIVO

  A maior e mais conceituada ONG de kitesurf do Brasil está em Barra Grande, no litoral do Piauí­. Criada com o objetivo de promover a inclusão social de crianças e adolescentes carentes da praia de Barra Grande, municí­pio de Cajueiro da Praia, no Piauí­, o Projeto Vivo é um importante exemplo de desenvolvimento social em âmbito nacional.   Integrantes do Projeto Vivo e João Bosco, da Kite Escola Paraí­so. Foto: divulgação   Através do esporte, Isabel Lupiaí±ez e João Bosco, fundadores e voluntários da ONG, distanciam as crianças das drogas, criminalidade e prostituição. Além do kitesurf, a instituição faz o acompanhamento e reforço escolar, trabalha com outras atividades esportivas e de entretenimento e, organiza outras atividades em prol da comunidade.   Uma importante conquista da ONG é o jovem Manoel Soares, 16 anos, nativo de Barra Grande. O adolescente tem se destacado na categoria Freestyle e TT:R ”“ Twin Tip Racing. Ainda este ano, o atleta irá para campeonatos internacionais, além de representar o Brasil nos Jogos Olí­mpicos da Juventude, que será realizado em Buenos Aires, Argentina.   Manoel Soares, conhecido como Piçarrinha. Foto: divulgação     “Nossa missão é criar e estimular as perfeitas condições para que, com estudo, disciplina e responsabilidades, ampliem-se os horizontes de suas escolhas para o futuro, seguindo ou não a carreira como atletas”, diz Lupiaí±ez.   Outros jovens também já competiram em eventos internacionais, nacionais e regionais, como exemplo do Guigui Costa e Luis Fernando. A ONG também faz um campeonato próprio com premiação, dando oportunidade a todas as crianças participarem e se divertirem no mês de dezembro.     Na escolinha de férias do projeto social. Foto: divulgação Os veteranos do projeto ensinam os mais jovens a velejar. Foto: divulgação   Atividades interativas de esporte e educação. Foto: divulgação     O Projeto Vivo é um importante vetor de desenvolvimento social no local, mas também um exemplo de reconhecimento dos kitesurfistas brasileiros em âmbito internacional. Ao levar atletas para eventos mundiais, a ONG ganha destaque e incentiva í  criação de outras instituições que trabalhem em prol da comunidade e do esporte de outras regiões.     Para apoiar a causa, acesse: Projeto Vivo. Telefone de contato: (86) 9962-9762.

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A HISTÓRIA DO KITESURF

O kitesurf é um esporte que cresce e ganha popularidade entre os amantes e simpatizantes do vento e da natureza. Conheça mais sobre a história do nosso esporte.

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CALENDÁRIO DO CIRCUITO MARANHENSE DE KITESURF

  ( Foto de destaque: divulgação / Artes oficiais dos eventos / OKP Content )     O Circuito Maranhense de Kitesurf já tem o calendário definido. As datas estão disponí­veis para que os atletas e amantes do esporte possam se planejar para participar dos eventos. “O calendário 2019 sendo entregue com antecedência, viabiliza o deslocamento de atletas de fora do Estado e garante a programação de férias e folgas para nossos atletas! Essa necessidade surgiu devido a profissionalização de nossos eventos e da constante solicitação por parte dos atletas! Como exemplo, temos um velejador Piloto (Carlos Augusto), PLA ( piloto de linha aérea), que já confirmou presença em nossas etapas devido ao calendário ter saí­do previamente. Planejando com antecedência, tanto os atletas e organizadores, como os patrocinadores, ganham tempo para melhor se programarem. Pretendemos manter a antecedência nos Avisos de Regatas de pelo menos 6 meses!” – reforça Rogério Luna, da Ocean Kite Point, organizador dos eventos.     O Maranhão já é referência no esporte e está se destacando, principalmente, na modalidade de hydrofoil. O atleta maranhense, Bruno Lobo, é tricampeão brasileiro na modalidade e estará representando o Brasil nos Jogos Panamericanos deste ano, em Lima, Peru (veja mais aqui).     Circuito Maranhense de Kitesurf:     – 17 e 18/08: 1ª Etapa de Hydrofoil     – 31/08: Piloto Reveza-Kite     – 08/09: Regata da Ilha     – 21 a 22/09: 1ª Etapa de Kitewave     – 28/09: Reveza-Kite     – 19 a 20/10: 8º Campeonato Maranhense de Kitesurf (1ª etapa)     – 19/10 a 20/10: 2ª Etapa de Kitewave     – 26 a 27/10: Big Air     – 02 a 03/11: 8º Campeonato Maranhense de Kitesurf (2ª etapa)     – 17 a 17/11: 3ª Etapa Kitewave     – 20/11: Downwind Azul     – 30/11 a 01/12: 2ª Etapa Hydrofoil     – 07/12: Downwind de Natal     Para mais informações e inscrições nos eventos, confira o AQUI.     Sempre destacamos que iniciativas de eventos regionais desenvolvem e agregam valor ao nosso esporte. Confira, também, o calendário completo de Eventos de Kite.        ( Arte oficial do 8º Campeonato Maranhense de Kitesurf )      

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ENTREVISTA LKB COM A BOARDS AND MORE BRASIL

A LKB foi convidada para conhecer a sede da Boards & More Brasil em Itajaí­, Santa Catarina. A empresa, dona das marcas Duotone e Ion, concedeu uma entrevista para esclarecer as principais dúvidas dos seus clientes e do mercado.     O bate-papo foi muito legal e cheio de informações importantes. Para você que perdeu essa entrevista ao vivo ou quer relembrar algumas informações, selecionamos os tópicos mais importantes e pontuamos aqui de uma forma resumida.     Entrevistado: Bruno Nogueira – Diretor da Boards & More Brasil      – O que fez a B&M ter reposicionado a marca como Duotone no segmento de kitesurf?      B&M: Antigamente, quando a empresa criou seus designes de equipamentos de kite, foi feita uma parceria com a North Sails, que sempre desenvolveu produtos de windsurf e de vela. A Duotone preferiu colocar uma marca própria no mercado ao invés de manter o trabalho com uma empresa que estava limitando algumas coisas e em desacordos comerciais. Com mais de 20 anos de experiência e com toda a parte de desenvolvimento já feita, preferiram montar uma própria empresa e posteriormente vir para o Brasil.     – A Boards and More tem um CNPJ no Brasil? Quais são os benefí­cios disso ?      B&M: Sim, faltava um profissionalismo dentro da cadeia de distribuição no Brasil. As necessidades das escolas, lojistas ou qualquer profissional, tinham a demanda reprimida e uma dificuldade para conseguir a quantidade de equipamentos necessários.     Tivemos que fazer um estudo na parte de logí­stica, importação, financeira, contábil e jurí­dica, para entender tudo isso e solucionar os problemas do mercado. A partir disso, montamos a B&M Brasil, que é uma filial da empresa alemã. E estamos em Itajaí­, Santa Catarina, pela facilidade de logí­stica que a cidade oferece e que o local proporciona, refletindo em uma melhora geral do processo comercial, vendas de produtos e peças de reposição e manutenção.       – Por que o nome: Duotone?       B&M: O nome Duotone faz referência a “dois tons”, uma nomenclatura utilizada no meio artí­stico, musical e de esportes. Já era uma marca que a B&M detinha os direitos autorais mundialmente, utilizada, anteriormente, no segmento de snowboard. Com o reposicionamento, ela decidiu trazer “Duotone” para nomear a marca de equipamentos de kite.     – Posso ser um revendedor da marca? O que é necessário?      B&M: Sim, com essa expansão, estamos revendo a nossa rede de distribuição no Brasil. Para ser um revendedor são analisados alguns requisitos, começando por projetos interessantes focados na expansão do esporte e do mercado de kitesurf. Basicamente, é necessário um CNPJ, estar trabalhando nas vias legais, ter um capital para investimento, geralmente, uma loja ou ponto fixo. Estamos tentando sair da informalidade do kite para tentar trabalhar da forma como se vê em outros segmentos esportivos no Brasil.     – Pergunta de ouro de MUITOS clientes! Com o aumento da importação, existe alguma estratégia para diminuir taxas e melhorar o valor final do produto?      B&M: Existem várias coisas em andamento. Um dos motivos de estar em Santa Catarina é que eles oferecem algumas facilidades e benefí­cios fiscais na parte de importação, então, vai levar um tempo, mas já estão em andamento alguns processos que devem melhorar os valores para os próximos anos. Teve, também, a questão do dólar e da instabilidade econômica e crise, onde o dólar estava variando demais. E, agora, com as novas polí­ticas econômicas que o novo governo quer implementar, as tributações devem cair e vamos tentar trabalhar para equalizar ou chegar a valores próximos dos produtos na Europa e EUA.     – Todos o processos de projeto, desenho e fabricação dos produtos e equipamentos seguem os mesmos?      B&M: Sim, a equipe da B&M é a mesma. Tanto para projetistas, designers e produção, como, também, atletas, team managers e brand managers, a estrutura segue igual. Os projetos e modelos dos equipamentos são, exatamente, os mesmos. Essa parte sempre foi de autoria da B&M com os direitos reservados.     – Os valores dos equipamentos são tabelados? Como faço para saber os preços e como faço para encontrar?      B&M: Sim, no mundo inteiro, de acordo com o custo de cada paí­s, temos um preço de venda sugerido para que se mantenha um padrão e um ní­vel de serviço no mercado. Dessa maneira, buscamos evitar algumas irregularidades e más práticas que acontecem, como canibalização de preço. Dependendo da demanda e quantidade, existe uma margem oficial que o vendedor pode trabalhar.     Já temos representantes com essas tabelas de preços em, praticamente, todos os Estados. E, em breve, estaremos com o site internacional atualizado, onde você tem o “dealer finder” e poderá encontrar todos os lojistas oficiais do Brasil: https://www.duotonesports.com/       – Como funciona a garantia ao comprar o equipamento no Brasil? E se eu comprar no exterior?      B&M: Existe um protocolo, um formulário de entrada para essa garantia. Geralmente, o procedimento é através do lojista onde foi efetuada a compra. E, com todas as informações, nota fiscal, garantia em dia (um ano para kite e dois anos para pranchas), caso seja uma garantia real e não mal uso, a troca é efetuada sem nenhum problema. Em caso de ser um produto comprado em outro paí­s, não é muito comum, mas existindo a documentação e a comprovação de que não existe uma atividade ilegal, como contrabando, a garantia pode ser aplicada, também.     – Onde podemos encontrar informações especí­ficas de cada produto da marca?      B&M: O nosso site tem um espaço informativo onde o cliente pode, de acordo com as necessidades e gosto dele, identificar quais são as caracterí­sticas dos equipamentos e saber qual é o que se adéqua melhor para o seu tipo de velejo. Em breve, isso estará tudo em português, e, então, teremos mais informações circulando no mercado.     – Alguns jovens talentos andaram nos buscando e perguntando: “Como posso ser patrocinado pela Duotone? Como posso ganhar um desses?!”. Vocês tem alguma iniciativa para

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RETROSPECTIVA LKB DO KITESURF 2018

  ( Foto de destaque: divulgação / Foto: Svetlana Romantsova / WKC Content )     Este ano de 2018, foi um ano memorável para o kitesurf. A LKB fez uma retrospectiva para lembrar de tudo o que rolou, as conquistas para o esporte, os eventos do segmento e as vitórias dos atletas. Tem muito Brasil na história!      . O kitesurf entra para os Jogos Olí­mpicos de 2024 em Paris, França. A modalidade Formula Kite foi confirmada como modalidade olí­mpica (veja mais).       . As primeiras medalhas olí­mpicas da história do Kitesurf nos Jogos Olí­mpicos da Juventude 2018 em Buenos Aires, Argentina. A modalidade TwinTip Race esteve presente nos Jogos que seguem os padrões olí­mpicos. O atleta brazuca, Manoel Soares, conquistou sua vaga e participou do evento (veja mais).     . O Formula Kite será disputado nos Jogos Panamericanos 2019 em Lima, Peru. Os jogos serão disputados em Agosto de 2019 e o Brasil conquistou a vaga com o atleta maranhense, Bruno Lobo (veja mais).     . O Campeonato Sulamericano de Formula Kite, disputado em Florianópolis, Santa Catarina, foi do Brasil. O atleta Bruno Lobo levou o tí­tulo do campeonato e garantiu sua vaga nos Jogos Panamericanos 2019 (veja mais).     . A Global Kitesports Association – GKA, criou o GKA Air Games. Um evento mundial com a proposta de coroar o melhor e mais completo atleta do mundo. Foram 4 etapas do circuito, e os grandes campeões são brazucas! Carlos Mario “Bebꔝ e Mikaili Sol subiram no topo do pódio (veja mais).     . O Circuito da World Kiteboarding Championships, liga 100% freestyle, teve 3 etapas em 2018. Os tí­tulos mundiais foram para os brazucas Carlos Mario “Bebꔝ e Mikaili Sol. O atleta Set Teixeira, também, se destacou como 3º colocado no ranking geral (veja mais).   Uma informação importante a destacar é que o time brasileiro, principalmente, na modalidade de freestyle, é muito forte! Nomes como: Erick Anderson, Ivanildo Fernandes, Kalú de Souza, Alex Neto, Dionéia Vieira e Estefania Rosa, foram destaques na cena mundial do esporte em 2018. . O GKA Kitesurf World Tour 2018, circuito mundial de kite wave e strapless freestyle, teve 7 etapas em 2018. Os grandes campeões foram Airton Cozzolino e Jalou Langeree. Os destaques brazucas do circuito foram os atletas Sebastian Ribeiro e Pedro Matos (veja mais). . O Brasil recebeu 3 etapas de diferentes circuitos mundiais: o Ceará Kite Pro, o Super Kite Brasil e o Kite Mansion Open (veja mais).     . O Circuito Brasileiro de Formula Kite, organizado pela CBVela – Confederação Brasileira de Vela, teve 2 etapas e corou o bicampeão brasileiro da modalidade, Bruno Lobo, e a campeã, Socorro Reis (veja mais).     . O famoso Red Bull King of the Air teve como campeão em 2018 o holandês, Kevin Langeree. E, para 2019, o brasileiro Carlos Mario “Bebꔝ ganhou um wildcard e estará presente no grande evento. Vamos torcer! (Veja mais).     . O atleta André Pena realizou uma travessia oceânica emocionante, em uma tentativa de quebra de recorde mundial. Os velejadores do Brasil inteiro acompanharam a aventura e esperam pelas novas que estão por vir (veja mais).     . Vários eventos regionais se destacaram em âmbito nacional pelo seu sucesso e organização. Circuito Maranhense de Kitesurf, Desafio Kitespeed Duotone 2018, Rei da Ilha 2018 e 4º Campeonato Projeto Vivo de Kitesurf, são alguns exemplos de iniciativas que fomentaram o esporte neste ano.     . A empresa Boards & More abriu uma filial no Brasil, trabalhando com a importação e distribuição nacional de equipamentos e acessórios de kitesurf (veja mais).     . Foram centenas de Kitetrips atravessando por picos nacionais e internacionais, unindo velejadores do mundo inteiro. Viagens para todos os gostos, bolsos e “vibes”: Kalangão, Surfin Sem Fim, Iron Macho, LKB Kitetrip, KiteLadies Trip, entre várias outras que rolaram. Em 2019 tem mais!     . Lançamento da revista semestral Kite Times, trazendo mais informações sobre a cena do esporte, entrevistas e lindas fotos (veja mais).     . A ABK, Associação Brasileira de Kitesurf, esteve presente nos eventos nacionais e internacionais do segmento; seu staff técnico passou por certificações internacionais da World Sailing; e as clí­nicas para certificação de instrutores aconteceram em várias regiões do Brasil (veja mais).     . E, claro, o nascimento da LOCAL KITEBOARDING – LKB ! O portal de conteúdo de todos os kitesurfistas e amantes do nosso esporte. Uma ferramenta com o objetivo principal de levar a informação sobre tudo o que rola na cena do kite para o velejador e para os simpatizantes desse lifestyle. Queremos fomentar, desenvolver e agregar valor aos segmentos do ecossistema do Kitesurf.   Para kite news e lifestyle, lembrem-se: www.localkiteboarding.com     Esperamos que nossos leitores e seguidores estejam curtindo o nosso trabalho. Contamos com a colaboração e sugestões pertinentes de todos.     Desejamos aos velejadores e suas famí­lias: Bons ventos e boas festas! Que venha um 2019 com muito mais kitesurf!     

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RESULTADOS DO GKA KITESURF WORLD TOUR 2018

  ( Foto de destaque: divulgação / Foto: Ydwer van der Heide / GKA Content )     A última etapa do GKA Kitesurf World Tour 2018 rolou entre os dias 12 a 16/12 em Torquay, na Austrália. Os melhores do mundo enfrentaram as condições adversas do spot e definiram o pódio para o circuito 2018.     Durante este ano, foram 7 etapas no total. O GKA Kitesurf World Tour esteve em Cabo Verde, Marrocos, Portugal, Espanha, Brasil e Austrália.     Em Torquay, as condições não foram as mais favoráveis. O melhor vento entrava na parte da manhã, entre 6h e 9h e, geralmente, vinha com chuva e ficava inconstante. Neste campeonato foram concluí­das as Single Eliminations, as quais foram definidas como resultado oficial do evento. E o atleta brazuca, Sebastian Ribeiro, mostrou que sabe muito nas ondas!     O pódio em Torquay, na Austrália:      Masculino      1º Keahi de Aboitiz (AUS) 2º Sebastian Ribeiro (BRA) 3º Matchu Lopes ( CPV / ESP)     Feminino      1ª Jalou Langeree (NED) 2ª Carla Herrera Oria (ESP) 3ª Johanna Catharina Edin (SWE)       ( Os campeões da etapa em Torquay / foto: Ydwer van der Heide / GKA Content )     ( As campeãs da etapa em Torquay / foto: Ydwer van der Heide / GKA Content )     Com os resultados definidos na Austrália o ranking geral e as coroas do circuito mundial 2018 do GKA Kitesurf World Tour, também, foram entregues.     Na categoria masculina, já sabí­amos que o big rider, Airton Cozzolino, tinha garantido o lugar mais alto do ranking. Mas, fora isso, todos os resultados foram definidos nesta última competição.     Ranking geral:     Masculino      1ª Airton Cozzolino (CPV / ITA) 2º Keahi de Aboitiz (AUS) 3º Matchu Lopes (CPV / ESP) 4º Mitu Monteiro (CPV) 5º Camille Delannoy (FRA)       ( GKA Youtube Channel Content )     Feminino      1ª Jalou Langeree (NDL) 2ª Carla Herrera Oria (ESP) 3ª Charlotte Carpentier ( FRA) 4ª Johanna Catharina Edin (SWE) 5ª Moona White (EUA)       ( GKA Youtube Channel Content )     Agora, vamos esperar e ver o que vem pela frente em 2019! A primeira etapa do circuito ainda está para ser confirmada, mas, provavelmente, aconteça mais uma vez em Sal, Cabo Verde, entre os dias 23/02 a 03/03.     A Global Kitesports Association vem desenvolvendo um ótimo trabalho na organização das ligas mundiais do nosso esporte. Um circuito organizado de maneira profissional, promovendo e agregando valor ao esporte e aos atletas.     Parabéns a todos os atletas que nos deram um show de kitesurf durante a temporada 2018.    

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