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WILDCARDS TRIPLE-S INVITATIONAL

  (Foto de destaque: Toby Bromwich)   Sete dias de muita festa, quer dizer, sete dias de muita ação e kite na veia. Na verdade, a união perfeita entre tudo isso! O Triple-S Invitational, realizado em Cape Hattera, nos EUA, de 02/06 a 08/06, trás os riders mais pros da cena para uma semana intensa e uma experiência única. Os wildcards para o evento já estão rolando. Os atletas enviam seus ví­deos em busca de uma vaga nesse evento insano de pura adrenalina e pressão. As chances são algumas e o prêmio é UM: U$50.000,00 :0 Sinistro!   Para saber sobre as regras de como se inscrever ou saber mais sobre esse evento alucinante, confira o site do evento: http://www.triplesinvitational.com/wildcard/    

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O BIG RIDER LKB

  Você conhece a Barra Grande lá no Piauí­?! Porque se conhecer e tiver ido para lá durante a temporada de ventos, provavelmente, tenha visto um rapaz voando BEM alto. Isso mesmo, ele é o Heliarde Cabrinha! E, através de uma collab, estará com o time LKB dando o show que só ele sabe dar.   O big rider é nativo da praia de Barra Grande, municí­pio de Cajueiro da Praia, Piauí­. Atualmente, com 23 anos, ele cresceu de frente para o paraí­so do vento. Vendo as pipas que colorem o céu do pico e, não poderia ser diferente, entrou com toda a força no esporte, tornando-se instrutor credenciado ABK – Associação Brasileira de Kite, e um atleta performático daqueles que param a praia todinha em um fim de tarde.     Com o “Cabrinha” estampado nas costas (tattoo), a galera sempre acha que o garoto é fanático ou patrocinado pela marca de kite, mas não. Pelo menos, ainda não! Capacidade e vontade não faltam. Mas, na verdade, Cabrinha é o seu sobrenome que já vem na famí­lia a mais de quatro gerações. Coincidência ou não, a conexão com o kite está registrada até no nome.   Atleta Heliradi Cabrinha, nativo da praia da Barra Grande. Foto: arquivo pessoal   Um menino de vida simples, de bom coração, e sempre junto da sua gata: a Mari. Ele conquista a galera com seu sorriso tí­mido e com o auxí­lio aos kitesurfistas que estão pela praia. Ahhh! Quem já passou um perrengue lá no mar, provavelmente, conheceu o Heliarde, também!     Bi campeão brasileiro da modalidade de Big Air e cheio de estilo nas manobras, ele vive e respira Kiteboarding. “O kite representa muito pra mim porque com ele eu faço muitos amigos, consigo trabalhar, consigo ganhar meu dinheiro e, junto com os meus irmãos, posso dar uma ajuda pra minha mãe. Eu ajudo as pessoas e as pessoas me ajudam. E é isso, o kite me mudou e representa a minha vida. Com ele eu consigo fazer o fim de tarde da galera mais feliz ainda!”, diz o garoto da Barra.     Agora, todo mundo vai poder acompanhar mais os voos de Heliarde Cabrinha. Quando o vento sopra no lá no pico dele, o show tá garantido!   Siga ele lá no Instagram, também: @heliardicabrinhakite.      

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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE KITESURF

  Que o kite é uma prática em ascensão, já sabemos. Para organizar esse crescimento, fortalecer e agregar valor ao esporte em território nacional, existe a ABK: Associação Brasileira de Kitesurf.       A associação é uma instituição sem fins lucrativos, homologada como o órgão máximo para a representação do esporte em âmbito nacional. Seu objetivo principal é difundir e promover o kitesurf de maneira adequada e responsável. E, para isso, muitos trabalhos estão sendo desenvolvidos.   A ABK tem como uma de suas responsabilidades prioritárias a prática e o ensino do kite de forma segura. Para isso, a entidade desenvolveu clí­nicas que credenciam as escolas e os técnicos, passando informações e conhecimento de uma forma standard e gerando um padrão dentro do sistema de ensino.   Os velejadores amadores, também, podem associar-se í  ABK e buscar pelas clí­nicas de capacitação, as quais possuem vários ní­veis.   Para associar-se, clique aqui.    Durante a última gestão, com o Augusto Sampaio como presidente, muitas conquistas foram fundamentais para o desenvolvimento do esporte. Etapas de campeonatos mundiais em diversas modalidades, como o PKRA, WKL e TTRace (foto abaixo), foram realizadas no Brasil, fora o trabalho social envolvido para fazer os eventos nacionais e regionais.     Um passo imprescindí­vel para o kitesurf foi a conexão com a CBVela, Confederação Brasileira de Vela: “Juntos, a ABK e a CBVela levarão o esporte a outro patamar.”, afirma o atual presidente da ABK, Eduardo Fernandes. A nova diretoria que entra em 2018, conta com Eduardo “Rato” Fernandes como presidente, Marcelo Gervini como vice e Rogério Luna como administrador e tesoureiro da associação. O time está com gás total e o objetivo é o mesmo: dar continuidade ao trabalho realizado e somar mais conquistas para o Kitesurf!

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PROJETO VIVO

  A maior e mais conceituada ONG de kitesurf do Brasil está em Barra Grande, no litoral do Piauí­. Criada com o objetivo de promover a inclusão social de crianças e adolescentes carentes da praia de Barra Grande, municí­pio de Cajueiro da Praia, no Piauí­, o Projeto Vivo é um importante exemplo de desenvolvimento social em âmbito nacional.   Integrantes do Projeto Vivo e João Bosco, da Kite Escola Paraí­so. Foto: divulgação   Através do esporte, Isabel Lupiaí±ez e João Bosco, fundadores e voluntários da ONG, distanciam as crianças das drogas, criminalidade e prostituição. Além do kitesurf, a instituição faz o acompanhamento e reforço escolar, trabalha com outras atividades esportivas e de entretenimento e, organiza outras atividades em prol da comunidade.   Uma importante conquista da ONG é o jovem Manoel Soares, 16 anos, nativo de Barra Grande. O adolescente tem se destacado na categoria Freestyle e TT:R ”“ Twin Tip Racing. Ainda este ano, o atleta irá para campeonatos internacionais, além de representar o Brasil nos Jogos Olí­mpicos da Juventude, que será realizado em Buenos Aires, Argentina.   Manoel Soares, conhecido como Piçarrinha. Foto: divulgação     “Nossa missão é criar e estimular as perfeitas condições para que, com estudo, disciplina e responsabilidades, ampliem-se os horizontes de suas escolhas para o futuro, seguindo ou não a carreira como atletas”, diz Lupiaí±ez.   Outros jovens também já competiram em eventos internacionais, nacionais e regionais, como exemplo do Guigui Costa e Luis Fernando. A ONG também faz um campeonato próprio com premiação, dando oportunidade a todas as crianças participarem e se divertirem no mês de dezembro.     Na escolinha de férias do projeto social. Foto: divulgação Os veteranos do projeto ensinam os mais jovens a velejar. Foto: divulgação   Atividades interativas de esporte e educação. Foto: divulgação     O Projeto Vivo é um importante vetor de desenvolvimento social no local, mas também um exemplo de reconhecimento dos kitesurfistas brasileiros em âmbito internacional. Ao levar atletas para eventos mundiais, a ONG ganha destaque e incentiva í  criação de outras instituições que trabalhem em prol da comunidade e do esporte de outras regiões.     Para apoiar a causa, acesse: Projeto Vivo. Telefone de contato: (86) 9962-9762.

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OCEAN RODEO 2020

(Photo de destaque: Ocean Rodeo / Ocean Rodeo content)   A Ocean Rodeo acabou de lançar sua linha de produtos 2020. Para a nova coleção, a marca vem com a proposta dos kites mais resistentes e leves do mercado.   O grande destaque do lançamento 2020 é a nova tecnologia: Aluula Project, um tecido de alta tecnologia muito mais resistente e leve que os utilizados no mercado atual para kites tubulares.   (Gleiten TV youtube channel content) Os novos equipamentos foram projetados e desenvolvidos com os materiais de ponta da Tejin e Challenger para atingir alta performance e resistência. Para 2020, o Flite e o Roam vem como kites extremamente leves para alto desempenho em ventos mais brandos e melhor drift. O Prodigy, Razor e Crave trazem uma durabilidade reforçada para velejos mais radicais e condições extremas. Confira mais: Ocean Rodeo Kiteboarding  (Ocean Rodeo youtube channel content)    

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O LITORAL É MÃO DUPLA ”“ DE ATINS AO PREÁ, 280 KM CONTRA O VENTO

  Relato por ANDRÉ PENNA – redação e fotos   O trecho da costa do Brasil que vai de Fortaleza aos Lençois Maranhenses é o melhor lugar do mundo para fazer longa distância de kitesurf. Virado para o Norte, com vento super constante, água quente, vilarejos receptivos, ausência de ondas grandes e costões rochosos, fazem com que esse trecho esteja se tornando a meca mundial de travessias longas de kitesurf, que muitos chamam de “Downwind”.   A expressão: Downwind, significa navegar a favor do vento. Em português, a tradução seria “de vento em popa”. Há quatro anos, comecei a guiar kitesurfistas em “Downwinds” na região.   Ao que tudo indicava, no mundo do kitesurf, este litoral era via de mão única. Sempre do leste para o oeste, empurrado pelo generoso vento alí­sio de Leste. No entanto, o hydrofoil chegou para quebrar paradigmas. Este novo tipo de prancha permite navegar contra o vento, desafiar essa força tão grandiosa.   A rota que costumo guiar é do Preá, vizinho de Jericoacoara, ao Atins, nos Lençóis Maranhenses. São 280 quilômetros vento abaixo, de extrema beleza! Decidi fazer a rota ao contrário, contra o vento, nos mesmos 5 dias que gastamos no Surfin Sem Fim. Em cada dia, eu percorreria entre 50 e 60 quilômetros de litoral.   Detalhes sutis fazem a diferença ! O litoral ali é virado para o norte, em alguns pedaços inclina para nordeste. Nos trechos virados para o norte, o zigue zague é muito maior, mais do que dobrando a distância. Onde é virado para nordeste, veleja-se mais paralelo a costa, diminuindo muito o zigue zague. A diferença é brutal.   Outro fator que afeta muito a navegação é a sutil mudança de direção do vento que ocorre na passagem da manhã para a tarde. De manhã o vento vem de sudeste, da terra para o mar. De tarde, ele inclina para nordeste, vindo do mar, e facilitando bastante a minha tarefa de navegar rumo ao Preá. O zigue zague dá lugar a bordos maiores quase paralelos a costa.   DIA 1   Saio de Atins no dia 2 de agosto. Espero o vento virar para maral (de sudeste para nordeste), o que só ocorre após í s 13:00. Era um trecho em que o litoral é virado para nordeste, mais fácil. Faço um pequeno zigue zague para sair da foz do Rio Preguiça, e sigo em, somente, um bordo naquela imensa praia até Paulino Neves, onde paro para comer.   Estava navegando sem apoio; levava tudo que precisa em minha mochila a prova d’água. Levava somente um kite: um F-one Furtive 10 metros, um modelo de kite bom de contra-vento, com um alto “Aspect Ratio”. Quanto mais esticado é o formato do kite, mais ele é bom de orça.   Saboreio um delicioso sanduba de berinjela que peguei na Vila Guará, pela praia do amor, contorno uma ilha de areia, e chego no vilarejo do Arpoador, um pequeno paraí­so 10 km antes de Tutóia. Sou recebido pelo pessoal da posada NAK (Nativo Arpoador Kitesurf). Você ainda vai ouvir falar muito nesse tal de Arpoador, será o novo point do kitesurf.   50 quilômetros de litoral   71 quilômetros navegados no GPS   Repare o litoral inclinado para nordeste, e os bordos longos   DIA 2   Esse era o dia mais temido! Pela frente, eu tinha o Delta do Parnaí­ba, um trecho de litoral totalmente selvagem e sem apoio. São diversas ilhas e grande bocas de rio com muita correnteza e variação de maré. É um lugar fantástico e intimidador!   Saí­ cedo do Arpoador, í s 9:00. Tinha total respeito por aquele trecho. Tempo é segurança. O vento sudeste aumenta meu zigue zague. A maré estava vazando com muita força, era dia de lua nova. Me aproximo de Tutóia, e invisto rumo a ponta da Melancieira, o pedacinho que eu mais temia de toda a viagem. A exposição seria grande para contornar aquela ponta.   Entro na correnteza do canal da barra de Tutóia. A correnteza era tão violenta que a água ficava turbulenta, com redemoinhos. A correnteza, na mesma direção do vento, me faz perder potência e ângulo de orça. Volto para praia para fugir da correnteza. Sigo perto da beira, ganhando altura no vento e, ao me aproximar de Tutóia, invisto novamente rumo a ponta, desta vez com ângulo de sobra. Novamente afundo na correnteza e perco ângulo, mas vou seguindo assim mesmo. Aguá barrenta e turbulenta, puxando para o oceano, e o vento falhado, me fazem sentir medo. Sigo controlando minha respiração.   Finalmente, contorno aquela ponta, sabendo que se algo falhasse ali, eu estaria em sérios apuros. Aquela ponta se projeta quilômetros mar adentro, com vento e correnteza puxando para fora. Contornei lentamente, e fiquei eufórico de vencer o obstáculo. Eu estava no incrí­vel Delta do Parnaí­ba!   O difí­cil contorno da ponta da Melancieira. Note a perda de ângulo quando entra no canal.   Passo o rio da Melancieira, e sigo em um longo zigue zague, com vento fraco, até a Barra do Caju, que é a maior boca de rio do Delta. Paro logo antes para uma rápida boquinha, e decido atravessar, mesmo com vento fraco. A maré estava muito seca e a situação complicada, com muitos bancos de areia. O mar parecia uma máquina de lavar. Vou negociando com os bancos, e bato em 2 deles, tomo capotes! Toco para o meio do oceano, para me livrar dos bancos, e me sinto exposto novamente.   Uma vez vencida a barra do Caju, o vento melhorou. Aumentou a potência e inclinou mais para maral. A partir dali, sigo bem rápido, ganhando 2 vezes mais litoral por hora do que antes. Ao chegar na Ilha dos Poldros, eram 15:00, e penso que eu teria tempo para chegar em Barra Grande naquele mesmo dia, ganhando um dia de viagem. Deveria aproveitar as boas condições da tarde. Passo batido pela Ilha dos Poldros.   Alguns quilômetros na frente, penso que era uma irresponsabilidade não parar na Ilha dos Poldros, um dos lugares mais fantásticos de todo litoral. Afinal, eu não estava ali para bater recorde de velocidade, o mais importante era o meu prazer no que estava fazendo.   Então, dou

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CORE KITEBOARDING: SECTOR 3

(Photo de destaque: Sector 3 / Core Kiteboarding content)   A Core Kiteboarding lançou o Sector 3, o seu kite 100% projetado para wave style e strapless. O Specialized Series Division da marca, é o departamento dedicado a produtos exclusivos e com foco e finalidades únicas, o Sector 3 foi a “bola da vez”. Objetivo: dropar altas ondas e fazer altas manobras!   Para 2020, o Kite matem as mesmas caracterí­sticas da sua versão anterior, com melhoras nos sistemas de ajustes para manobrabilidade, direções e range de vento   O destaque para o Section 3 é o CIT Mode, uma regulagem especí­fica para as diferentes condições de vento: gerais, ON e OFF shore. Para o cenário onshore, a regulagem permite que o kite fique mais ao fundo da janela, otimizando o drift nas ondas. Já na cena offshore, o kite fica mais a frente na janela, proporcionando maior potência e velocidade no avanço.   Confira mais informações: Section 3.    (Core Kiteboarding youtube channel content)    

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DUOTONE KITEBOARDING: VEGAS 2020

(Photo de destaque: Vegas 2020 / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content)   A Duotone Kiteboarding lançou a versão 2020 de um dos seus maiores clássicos: o Vegas. O kite  C shape é 100% desenvolvido para o freestyle e wakestyle.   Grandes nomes, como: Aaron Hadlow, Lewis Crathern, Mikaili Sol e Alex Neto, escolhem o Vegas como o Kite de melhor performance para as suas competições. Por diversas vezes, o kite esteve no topo de pódio de grandes eventos, como no GKA Freestyle World Tour e King of the Air.   (Mikaili Sol / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content)   Com um design C Shape de 5 talas, o Vegas se destaca por ser um kite responsivo, ao mesmo tempo que tem um alto poder de depower, gerando a folga necessária para o desempenho das manobras. Para a versão 2020, as 3 opções de regulagem, o design do bordo de ataque mais estreito e um material mais leve, otimizam a alta performance do equipamento.   Veja mais: Vegas 2020 – Duotone Kiteboarding (Duotone Kiteboarding Youtube channel content)    

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CABRINHA KITES: COLEÇÃO 2020

(Photo de destaque: Cabrinha Kites 2020 / Cabrinha Kites content)   A Cabrinha Kites acabou de lançar a sua coleção de equipamentos 2020. Para este lançamento, a marca comemora seus vinte anos de história no esporte, estudando e desenvolvendo equipamentos e o mercado do kitesurf.   As inovações e a tecnologia são destaques que chamam a atenção para este 20º lançamento.   Nos projetos dos kites, um dos fatores que mais chamam a atenção é o novo Nano Ripstop Canopy Material. O tecido utilizado é um material de 55 g/m2 com um padrão de rip stop duplo de 3 mm, uma nova tecnologia que garante durabilidade 2 vezes maior paras rasgos.   Confira: Nano Ripstop Canopy Material   Outra novidade interessante que a marca lançou foi a nova barra: Overdrive Modular 1X. A proposta da barra é a customização e versatilidade para cada tipo de velejo e modalidades. Os diferentes sistemas de QuickLoop são conectados ao prático sistema de Quick Release.   Veja mais: Overdrive Modular 1x.   Assista o overview do fundador da marca e big rider, Pete Cabrinha:   (Cabrinha Youtube channel content)   Para 2020, a Cabrinha segue com os seus Kites clássicos, os quais contaram com a otimização do Nano Ripstop, aumentando a durabilidade do equipamento, e outras modificações que elevaram a performance das principais caracterí­sticas de cada um.   O popular Switchblade para freeride e big air, o Drifter para pegar altas ondas e o FX para quem gosta de mandar um freestyle. Uma das novidades para o ano foi o AV8, um kite, tubular, projetado com foco na performance para o hydrofoil.   Quer testar os kites 2020 da Cabrinha?! Fique ligado nos DEMOS da marca. Acompanhe as redes sociais para mais informações: @cabrinhakites e @cabrinhakitesbrazil   Para mais informações, visite: Cabrinha Kites.   Confira os ví­deos com as informações de alguns clássicos da marca:       (Cabrinha youtube channel content)    

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