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CIRCUITO BRASILEIRO DE KITE E WIND

Save the date! A CBVela marca a data e o local para a primeira etapa do Circuito Brasileiro de Kite e Wind em 2018. O campeonato brasileiro deve acontecer entre os dias 27/07 e 29/07, em Icaraí­ de Amontada, no litoral do Ceará.   A classe que estará presente será a Foil Class, kites foil e pranchas hydrofoil.   ( Foto: ilustração da Foil Class / Foto: Amanda Whiterell )   A modalidade, que está em ascensão geométrica, foi anunciada como esporte olí­mpico para as Olimpí­adas de Paris, em 2024. Para saber mais a respeito das Olimpí­adas, confira aqui.   A CBVela deve dar mais informações em breve, vamos ficar ligados e acompanhar esse passo importante na história do nosso esporte.   ( Foto: arte divulgação / CBVela Content )

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ENTREVISTA COM O BIG RIDER – CARLOS MARIO “BEBÊ”

( Foto de destaque: divulgação / Fotógrafo: romantsovaphoto )   O pro rider Carlos Mario, mais conhecido como Bebê, falou com a LKB e contou sobre sua trajetória no mundo do Kitesurf. O garoto, de apenas 20 anos, é o atual e tetra campeão mundial de kite na modalidade freestyle e está dando duro para seguir como Top 1 e trazer mais tí­tulos para o Brasil.   ( Foto: pro rider Carlos Mario / World Kiteboarding League Content )   . Atleta:    Carlos Mario Monteiro da Silva, mais conhecido como Bebê, 20 anos, Lagoa do Cauí­pe – Caucaia – Ceará.   . Qual a sua modalidade e especialidade?    Minha modalidade e especialidade é o freestyle. As manobras!   . Curte algum pico/spot em especial para o velejo?    O pico que eu curto muito é aqui: a Lagoa do Cauí­pe. Também gosto bastante da Taí­ba, da Barra Grande, no Piauí­, e de Jericoacoara.   . A quanto tempo você pratica o esporte? Pode nos dizer como o kite entrou e mudou sua vida?   Já vai fazer, mais ou menos, uns 9 anos que eu ando de kite. Comecei através do meu tio que foi uma inspiração para mim no começo e me ajudou demais. Treinei muito com o meu irmão, o Madson, os meus primos que me ajudaram demais e o Evandro, também. Então, só tenho que agradecer a eles, muito mesmo. Por tudo e por ter me colocado no mundo do esporte!   E o kite, além de ser a minha diversão hoje, também é o meu trabalho. Atualmente, o kite é tudo na minha vida, e graças a isto, viajei o mundo todo, conheci vários paí­ses, várias lí­nguas e muitas pessoas incrí­veis. E, com esse trabalho, graças a Deus, consegui comprar meu transporte e consegui realizar o sonho da minha mãe, que também foi um sonho meu: construir a nossa própria casa!    . Quando foi o seu primeiro campeonato como profissional?    O meu primeiro campeonato como profissional foi uma competição local que teve aqui no Cumbuco, o Juvenil Kite Cumbuco. E, depois disso, eu comecei a ir para os campeonatos brasileiros competir com os meninos, os melhores do Brasil. Isso foi, mais ou menos, em 2013.   . Quando e como foi a sua primeira experiência em um campeonato mundial?    Minha primeira experiência em um campeonato mundial foi quando eu tinha 15 anos de idade. Foi na Argentina e foi meu primeiro circuito. Eu, tipo, não entendia nada! Mas meu irmão estava comigo e me ajudou muito, me explicando muitas coisas que ele já tinha mais experiência. E eu consegui ganhar essa etapa! Uma experiência que, com certeza, vou levar para o resto da vida. Tipo, chegar em um campeonato mundial com quinze anos, eu era o mais novo da turma lá, e consegui ganhar…é uma coisa difí­cil de explicar!     . Atualmente, o que você acha relevante sobre as condições e o formato do circuito mundial? Quais são as suas expectativas?    Acho que o formato está bem interessante, né?!. São sete manobras e contam as quatro melhores, isso é bem legal! O atleta tem que treinar muito para não errar muitas manobras, como são apenas sete e dentro destas, quatro devem ser boas para entrar na somatória. Isso puxa bem o ní­vel!   Minhas expectativas são boas. Estou treinando bastante e, se Deus quiser, quero trazer mais tí­tulos aqui para o Ceará e para o Brasil!   . O que você acha sobre o momento do esporte, do kite em geral? O crescimento e a projeção.    Eu acho que o kite, no momento, está crescendo muito. Está virando uma febre no mundo todo! É um esporte que cresce a cada dia que passa, porque, depois que uma pessoa pega no kite e começa andar, cria um ví­cio e não pára! Aí­, depois que tu vai andar e começa a saltar, PRONTO! Não tem mais como parar, mesmo…rsrs     Muito bem, Bebê! Você, definitivamente, é um garoto de ouro e merece todas essas conquistas e as outras que estão por vir.   Um atleta profissional, focado, talentoso ( bota talento nisso!!! ) e sonhador…combinação perfeita para o sucesso e muita história boa pela frente.   Nós, velejadores e amantes do esporte, agradecemos todo o esforço e ficamos na torcida pelo TOP1 do kite! Pra cima, campeão!   Acompanhe, também, o Carlos Mario nas redes sociais dele:   https://www.facebook.com/carlosmariokite/   @carlosmariobebe   ( Umas palavrinhas do campeão para os velejadores do Brasil! )  

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MOSTRA VIAJAR EM SÃO PAULO

  De 8 a 10 de junho, o espaço da Bienal do Ibirapuera de São Paulo recebeu a terceira edição da Mostra Viajar. Locais de kite como Bahia, Litoral Norte de São Paulo, Maranhão, Paraí­ba e Rio Grande do Norte marcaram presença no evento.   Como sempre faz em todos os anos, a Mostra Viajar traz experiências de diversos roteiros para que o consumidor possa decidir e comprar com promoções diferenciadas sua viagem, seja de praia, natureza ou cosmopolita. Em famí­lia ou amigos.   A Local Kiteboarding resolveu conversar com representantes dos destinos e descobriu que a maioria dos lugares pretendem dar cada vez mais atenção ao esporte, que tem crescido exponencialmente.   Os representantes de Ilha Bela- SP, São Sebastião-SP e Atins-MA foram os que tiveram mais informações sobre o esporte e demonstraram maior interesse em promover o kitesurf, durante o evento.   Vejam algumas fotos da feira.   Stand do Litoral norte paulista / Foto: Rebeca Ribero   Stand Rio Grande do Norte / Foto: Rebeca Ribeiro   Stand do Maranhão na Mostra Viajar / Foto: Rebeca Ribeiro

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OCEAN RODEO 2020

(Photo de destaque: Ocean Rodeo / Ocean Rodeo content)   A Ocean Rodeo acabou de lançar sua linha de produtos 2020. Para a nova coleção, a marca vem com a proposta dos kites mais resistentes e leves do mercado.   O grande destaque do lançamento 2020 é a nova tecnologia: Aluula Project, um tecido de alta tecnologia muito mais resistente e leve que os utilizados no mercado atual para kites tubulares.   (Gleiten TV youtube channel content) Os novos equipamentos foram projetados e desenvolvidos com os materiais de ponta da Tejin e Challenger para atingir alta performance e resistência. Para 2020, o Flite e o Roam vem como kites extremamente leves para alto desempenho em ventos mais brandos e melhor drift. O Prodigy, Razor e Crave trazem uma durabilidade reforçada para velejos mais radicais e condições extremas. Confira mais: Ocean Rodeo Kiteboarding  (Ocean Rodeo youtube channel content)    

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O LITORAL É MÃO DUPLA ”“ DE ATINS AO PREÁ, 280 KM CONTRA O VENTO

  Relato por ANDRÉ PENNA – redação e fotos   O trecho da costa do Brasil que vai de Fortaleza aos Lençois Maranhenses é o melhor lugar do mundo para fazer longa distância de kitesurf. Virado para o Norte, com vento super constante, água quente, vilarejos receptivos, ausência de ondas grandes e costões rochosos, fazem com que esse trecho esteja se tornando a meca mundial de travessias longas de kitesurf, que muitos chamam de “Downwind”.   A expressão: Downwind, significa navegar a favor do vento. Em português, a tradução seria “de vento em popa”. Há quatro anos, comecei a guiar kitesurfistas em “Downwinds” na região.   Ao que tudo indicava, no mundo do kitesurf, este litoral era via de mão única. Sempre do leste para o oeste, empurrado pelo generoso vento alí­sio de Leste. No entanto, o hydrofoil chegou para quebrar paradigmas. Este novo tipo de prancha permite navegar contra o vento, desafiar essa força tão grandiosa.   A rota que costumo guiar é do Preá, vizinho de Jericoacoara, ao Atins, nos Lençóis Maranhenses. São 280 quilômetros vento abaixo, de extrema beleza! Decidi fazer a rota ao contrário, contra o vento, nos mesmos 5 dias que gastamos no Surfin Sem Fim. Em cada dia, eu percorreria entre 50 e 60 quilômetros de litoral.   Detalhes sutis fazem a diferença ! O litoral ali é virado para o norte, em alguns pedaços inclina para nordeste. Nos trechos virados para o norte, o zigue zague é muito maior, mais do que dobrando a distância. Onde é virado para nordeste, veleja-se mais paralelo a costa, diminuindo muito o zigue zague. A diferença é brutal.   Outro fator que afeta muito a navegação é a sutil mudança de direção do vento que ocorre na passagem da manhã para a tarde. De manhã o vento vem de sudeste, da terra para o mar. De tarde, ele inclina para nordeste, vindo do mar, e facilitando bastante a minha tarefa de navegar rumo ao Preá. O zigue zague dá lugar a bordos maiores quase paralelos a costa.   DIA 1   Saio de Atins no dia 2 de agosto. Espero o vento virar para maral (de sudeste para nordeste), o que só ocorre após í s 13:00. Era um trecho em que o litoral é virado para nordeste, mais fácil. Faço um pequeno zigue zague para sair da foz do Rio Preguiça, e sigo em, somente, um bordo naquela imensa praia até Paulino Neves, onde paro para comer.   Estava navegando sem apoio; levava tudo que precisa em minha mochila a prova d’água. Levava somente um kite: um F-one Furtive 10 metros, um modelo de kite bom de contra-vento, com um alto “Aspect Ratio”. Quanto mais esticado é o formato do kite, mais ele é bom de orça.   Saboreio um delicioso sanduba de berinjela que peguei na Vila Guará, pela praia do amor, contorno uma ilha de areia, e chego no vilarejo do Arpoador, um pequeno paraí­so 10 km antes de Tutóia. Sou recebido pelo pessoal da posada NAK (Nativo Arpoador Kitesurf). Você ainda vai ouvir falar muito nesse tal de Arpoador, será o novo point do kitesurf.   50 quilômetros de litoral   71 quilômetros navegados no GPS   Repare o litoral inclinado para nordeste, e os bordos longos   DIA 2   Esse era o dia mais temido! Pela frente, eu tinha o Delta do Parnaí­ba, um trecho de litoral totalmente selvagem e sem apoio. São diversas ilhas e grande bocas de rio com muita correnteza e variação de maré. É um lugar fantástico e intimidador!   Saí­ cedo do Arpoador, í s 9:00. Tinha total respeito por aquele trecho. Tempo é segurança. O vento sudeste aumenta meu zigue zague. A maré estava vazando com muita força, era dia de lua nova. Me aproximo de Tutóia, e invisto rumo a ponta da Melancieira, o pedacinho que eu mais temia de toda a viagem. A exposição seria grande para contornar aquela ponta.   Entro na correnteza do canal da barra de Tutóia. A correnteza era tão violenta que a água ficava turbulenta, com redemoinhos. A correnteza, na mesma direção do vento, me faz perder potência e ângulo de orça. Volto para praia para fugir da correnteza. Sigo perto da beira, ganhando altura no vento e, ao me aproximar de Tutóia, invisto novamente rumo a ponta, desta vez com ângulo de sobra. Novamente afundo na correnteza e perco ângulo, mas vou seguindo assim mesmo. Aguá barrenta e turbulenta, puxando para o oceano, e o vento falhado, me fazem sentir medo. Sigo controlando minha respiração.   Finalmente, contorno aquela ponta, sabendo que se algo falhasse ali, eu estaria em sérios apuros. Aquela ponta se projeta quilômetros mar adentro, com vento e correnteza puxando para fora. Contornei lentamente, e fiquei eufórico de vencer o obstáculo. Eu estava no incrí­vel Delta do Parnaí­ba!   O difí­cil contorno da ponta da Melancieira. Note a perda de ângulo quando entra no canal.   Passo o rio da Melancieira, e sigo em um longo zigue zague, com vento fraco, até a Barra do Caju, que é a maior boca de rio do Delta. Paro logo antes para uma rápida boquinha, e decido atravessar, mesmo com vento fraco. A maré estava muito seca e a situação complicada, com muitos bancos de areia. O mar parecia uma máquina de lavar. Vou negociando com os bancos, e bato em 2 deles, tomo capotes! Toco para o meio do oceano, para me livrar dos bancos, e me sinto exposto novamente.   Uma vez vencida a barra do Caju, o vento melhorou. Aumentou a potência e inclinou mais para maral. A partir dali, sigo bem rápido, ganhando 2 vezes mais litoral por hora do que antes. Ao chegar na Ilha dos Poldros, eram 15:00, e penso que eu teria tempo para chegar em Barra Grande naquele mesmo dia, ganhando um dia de viagem. Deveria aproveitar as boas condições da tarde. Passo batido pela Ilha dos Poldros.   Alguns quilômetros na frente, penso que era uma irresponsabilidade não parar na Ilha dos Poldros, um dos lugares mais fantásticos de todo litoral. Afinal, eu não estava ali para bater recorde de velocidade, o mais importante era o meu prazer no que estava fazendo.   Então, dou

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CORE KITEBOARDING: SECTOR 3

(Photo de destaque: Sector 3 / Core Kiteboarding content)   A Core Kiteboarding lançou o Sector 3, o seu kite 100% projetado para wave style e strapless. O Specialized Series Division da marca, é o departamento dedicado a produtos exclusivos e com foco e finalidades únicas, o Sector 3 foi a “bola da vez”. Objetivo: dropar altas ondas e fazer altas manobras!   Para 2020, o Kite matem as mesmas caracterí­sticas da sua versão anterior, com melhoras nos sistemas de ajustes para manobrabilidade, direções e range de vento   O destaque para o Section 3 é o CIT Mode, uma regulagem especí­fica para as diferentes condições de vento: gerais, ON e OFF shore. Para o cenário onshore, a regulagem permite que o kite fique mais ao fundo da janela, otimizando o drift nas ondas. Já na cena offshore, o kite fica mais a frente na janela, proporcionando maior potência e velocidade no avanço.   Confira mais informações: Section 3.    (Core Kiteboarding youtube channel content)    

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DUOTONE KITEBOARDING: VEGAS 2020

(Photo de destaque: Vegas 2020 / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content)   A Duotone Kiteboarding lançou a versão 2020 de um dos seus maiores clássicos: o Vegas. O kite  C shape é 100% desenvolvido para o freestyle e wakestyle.   Grandes nomes, como: Aaron Hadlow, Lewis Crathern, Mikaili Sol e Alex Neto, escolhem o Vegas como o Kite de melhor performance para as suas competições. Por diversas vezes, o kite esteve no topo de pódio de grandes eventos, como no GKA Freestyle World Tour e King of the Air.   (Mikaili Sol / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content)   Com um design C Shape de 5 talas, o Vegas se destaca por ser um kite responsivo, ao mesmo tempo que tem um alto poder de depower, gerando a folga necessária para o desempenho das manobras. Para a versão 2020, as 3 opções de regulagem, o design do bordo de ataque mais estreito e um material mais leve, otimizam a alta performance do equipamento.   Veja mais: Vegas 2020 – Duotone Kiteboarding (Duotone Kiteboarding Youtube channel content)    

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CABRINHA KITES: COLEÇÃO 2020

(Photo de destaque: Cabrinha Kites 2020 / Cabrinha Kites content)   A Cabrinha Kites acabou de lançar a sua coleção de equipamentos 2020. Para este lançamento, a marca comemora seus vinte anos de história no esporte, estudando e desenvolvendo equipamentos e o mercado do kitesurf.   As inovações e a tecnologia são destaques que chamam a atenção para este 20º lançamento.   Nos projetos dos kites, um dos fatores que mais chamam a atenção é o novo Nano Ripstop Canopy Material. O tecido utilizado é um material de 55 g/m2 com um padrão de rip stop duplo de 3 mm, uma nova tecnologia que garante durabilidade 2 vezes maior paras rasgos.   Confira: Nano Ripstop Canopy Material   Outra novidade interessante que a marca lançou foi a nova barra: Overdrive Modular 1X. A proposta da barra é a customização e versatilidade para cada tipo de velejo e modalidades. Os diferentes sistemas de QuickLoop são conectados ao prático sistema de Quick Release.   Veja mais: Overdrive Modular 1x.   Assista o overview do fundador da marca e big rider, Pete Cabrinha:   (Cabrinha Youtube channel content)   Para 2020, a Cabrinha segue com os seus Kites clássicos, os quais contaram com a otimização do Nano Ripstop, aumentando a durabilidade do equipamento, e outras modificações que elevaram a performance das principais caracterí­sticas de cada um.   O popular Switchblade para freeride e big air, o Drifter para pegar altas ondas e o FX para quem gosta de mandar um freestyle. Uma das novidades para o ano foi o AV8, um kite, tubular, projetado com foco na performance para o hydrofoil.   Quer testar os kites 2020 da Cabrinha?! Fique ligado nos DEMOS da marca. Acompanhe as redes sociais para mais informações: @cabrinhakites e @cabrinhakitesbrazil   Para mais informações, visite: Cabrinha Kites.   Confira os ví­deos com as informações de alguns clássicos da marca:       (Cabrinha youtube channel content)    

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