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CALENDÁRIO DO CIRCUITO BRASILEIRO DE KITE E WIND
( Foto: Divulgação / Mundial Jovem TTR / Fotógrafo: Chico Rasta ) O Kitesurf cresce geometricamente pelos picos de vento do mundo e ganha um calendário oficial para o ano de 2018, o Circuito Brasileiro de Kite e Wind. Serão três etapas nacionais, sendo a primeira realizada neste mês de julho, entre os dias 27 e 29/07, em Icaraí de Amontada – CE. As sedes serão: – 1ª etapa. Icaraí de Amontada (Ceará), de 27 a 29 de julho – 2ª etapa. Rio de Janeiro (RJ), outubro – 3ª etapa. Florianópolis (SC), 18 a 24 de novembro O calendário de eventos nasceu em uma parceria entre a CBVela – Confederação Brasileira de Vela, ABK – Associação Brasileira de Kitesurf e a ABWs – Associação Brasileira de Windsurfe. Os amantes do esporte poderão assistir as seguintes modalidades nessa primeira etapa: · Kitesurfe Foil (masculino e feminino) · Kitesurfe Foil Tubular (masculino) · Kitesurfe Bidirecional (masculino e feminino) · Windsurfe Slalom Para os amantes do kite esse calendário é uma conquista! O esporte já estará presente nos Jogos Olímpicos de 2024, em Paris (leia mais aqui), nas Olimpíadas da Juventude 2018 (conheça nosso Atleta aqui), em Buenos Aires e nos Jogos Pan-Americanos de 2019, em Lima. “É uma enorme satisfação para nós a criação desse circuito, em parceria com a ABWs e a ABK. De um lado, temos o kitesurfe, que foi incluído no programa dos Jogos Olímpicos de Paris 2024 e é a grande novidade da vela. E do outro temos o windsurfe, que é olímpico desde 1984 e tem tradição. São classes que inspiram a participação de novos praticantes no nosso esporte”, afirma Marco Aurélio de Sá Ribeiro, presidente da CBVela. As inscrições para a etapa de Icaraí de Amontada – CE já estão abertas, veja mais informações: https://www.ingressocerto.com/circuito-brasileiro-de-kite-e-wind Sobre a CBVELA: A CBVela é a representante oficial da vela esportiva do país nos âmbitos nacional e internacional. É filiada í Federação Internacional de Vela (World Sailing) e ao Comitê Olímpico do Brasil (COB). Tem o Bradesco como patrocinador oficial e o Grupo Energisa como parceiro oficial e patrocinador oficial da Vela Jovem. A vela é a modalidade com o maior número de medalhas de ouro olímpicas na história do esporte do Brasil: sete. Ao todo, os velejadores brasileiros já conquistaram 18 medalhas em Jogos Olímpicos. ( Arte oficial do evento )
UMA AVENTURA, UM SONHO, UMA QUEBRA DE RECORDE MUNDIAL NO KITESURF – ANDRÉ PENNA
O atleta André Penna, kitesurfista fanático do hydrofoil, está se preparando para começar uma das maiores aventuras da sua vida: a quebra do recorde mundial de longa distância no kitesurf. André é carioca, atualmente está com 44 anos, é capitão das equipes de travessia (downwinds) do Surfin sem Fim, e, como velejador experiente, decidiu superar não só os seus limites, mas, também, a maior marca já alcançada em longa distância já percorrida no kitesurf. ( André Penna com o sorriso de quem curte muita aventura ) Em 2010, o neozelandês, Louis Tapper, percorreu cerca de 2.000 Km, em 33 dias. Uma super trip de kite pela costa do Brasil. Ele saiu de Salvador – BA e foi até São Luís – MA velejando pela nossa costa, apenas com seu kite, prancha e uma mochila. O atleta brasileiro quer trazer o “feito” para dentro de casa! André se preparou, esperou o momento certo e, agora, é a hora de se doar í essa experiência transformadora: “Apesar da ansiedade, acredito que esse é o momento de eu realizar isso na minha vida. Estou preparado psicologicamente e fisicamente para as adversidades e a transformação pessoal…essa acontece no caminho! Já estou começando a entender que a palavra chave será: paciência. Tudo no ritmo que a natureza ditar” – reflete o aventureiro. A ideia é sair de Salvador – BA, destino onde o vento começa a soprar um pouco melhor para viabilizar a expedição, e ir até as Reentrâncias Maranhenses, no Maranhão, um paraíso localizado cerca de 150km depois de São Luís, quase chegando no Estado do Pará. Dessa maneira, o recorde seria dele! Mais de 2.200 km velejados: homem e pipa! A LKB vai acompanhar um pouquinho dessa aventura. Estaremos em contato com o atleta o tempo que for possível, dividindo com a galera que estará unida na torcida. Agora, estamos em Salvador para registrar o início da expedição. Quando?! Possivelmente, AMANHí, quarta-feira, 04/07/2018. André, vai pra cima! A Mãe Natureza cuidará de ti no caminho e nós, amantes do esporte e do vento, estamos na torcida com muita vibe positiva!
RESULTADOS DO JEEP TARIFA PRO 2018
( Foto de destaque: divulgação / Toby Bromwich / GKA Content ) O Jeep Tarifa Pro 2018 foi um sucesso total como big evento mundial da cena do kite. O evento que aconteceu em Tarifa, na Espanha, recebeu dois tours mundiais: o GKA Kite-surf World Tour e o GKA Kiteboarding World Tour “Air Games”. Confiram os resultados! Na semana entre os dias 26/06 e 01/07, os melhores riders do mundo, entre campeões atuais e lendas do esporte, viveram uma semana intensa de muita ação. O show de manobras foi garantido e o nível entre os atletas foi lá para cima. O público foi ao delírio e o evento superou as expectativas da galera. Parabéns a todos os atletas, ao público e í organização que garantiram a festa! Confira o pódio das modalidades disputadas nos mundiais. GKA Kite-surf (strapless): Masculino: 1. Airton Cozzolino (CV / ITA) 2. Matchu Lopes (CV / ESP) 3. Mitu Monteiro (CV) 4. Jan Marcos Riveras (DR / ESP) ( Foto: Pódio masculino KSWT / Toby Bromwich / GKA Content ) Feminino: 1. Carla Herrera Oria (ESP) 2. J – Catharina Edin (SE) 3. Charlotte Carpentier (FRA) ( Foto: Pódio feminino KSWT / Toby Bromwich / GKA Content ) GKA Air Games: Masculino: 1. Jesse Richman (EUA) 2. Maxime Chabloz (CH) 3. Carlos Mario (BRA) 4. Posito Martinez (RD) ( Foto: Pódio masculino Air Games / Toby Bromwich / GKA Content ) Feminino: 1. Mikaili Sol (BRA) 2. Hannah Whiteley (UK) 3. Pippa Vaniersel (HOL) 4. Gina Bihn (ALE) ( Foto: Pódio feminino Air Games / Toby Bromwich / GKA Content ) Continue conferindo as atualizações e últimas novidades do que rolaram no Jeep Tarifa Pro nas redes sociais e site: @globalkitesports e @jeeptarifapro https://www.global-kitesports.org/
O JEEP TARIFA PRO SEGUE COM MUITA AÇÃO!
( Foto de destaque: Toby Bromwich / @tobybromwich ) Para quem curte adrenalina ao máximo na cena do kitesurf, essa semana está pegando fogo! O Jeep Tarifa Pro 2018, evento que une dois Tours Mundiais, está sendo sucesso absoluto e garantindo um show de manobras. Os atletas mais talentosos da atualidade e as lendas do esporte estão reunidos em Tarifa, na Espanha, fazendo história, de 26-6 até 01/07. Os dois tours mundiais: GKA Kite-surf World Tour e o GKA Kiteboardind World Tour “Air Games”, proporcionaram um grande encontro de Big Riders que se destacam em diversas modalidades. Essa união criou uma atmosfera incrível tanto para os atletas, que estão superando seus limites, quanto para o público que vibra com as “loucuras” de alta performance. O evento conta com um organização profissional e o vento anda dando as caras, garantindo a diversão de quem está presente e acompanhando nas mídias online. Por isso, vamos ficar ligados para acompanhar o campeonato nas redes sociais da Global Kitesports Association e do evento: @balglokitesports e @jeeptarifapro E no site: https://www.global-kitesports.org/ Confiram alguns vídeos com muita AÇíO! E para o calendário de eventos de kite, veja aqui. ( Rider: Antoin Rangin / GKA Content ) ( Rider: Liam Whaley / GKA Content ) ( Rider: Jesse Richman / GKA Content )
JEEP TARIFA PRO
O Jeep Tarifa Pro 2018 terá ação mais do que garantida. O evento recebe dois tours mundiais: o GKA Kite-surf World Tour e o GKA Kiteboarding World Tour Tour “Air Games”. A “meca” do kite, Tarifa, na Espanha, está tomada pelas pipas entre 26/06 a 01/07. Agora, é só o vento soprar! Os dois tours juntos em um único evento chamam a atenção do público. O KSWT atrai os que curtem mais a modalidade wave, que nessa etapa, está mais focada no strapless, já que as ondas não estão as melhores. E o GKA Air Games tem um formato que busca o “atleta completo”, avaliando um mix de habilidades técnicas. Nessa etapa, os riders vão voar alto e focar no Big Air. Todos os maiores nomes e favoritos para as modalidades estão presentes, como Jalou Langeree e Airton Cozzolino, para o KSWT e Aaron Hadlow e Jesse Richman, para o Air Games. Os nossos campeões mundiais brasileiros estão por lá, também, representando o Brasil e na disputa para crescer nesse novo formato: Carlos Mario “Bebê” e Set Teixeira, primeiro e terceiro colocados, respectivamente, no ranking mundial de freestyle. Talento não falta para esses garotos. E, nós por aqui, sempre na torcida forte. Vai Brasil! As inscrições para o KSWT já foram realizadas e estão rolando hoje para o GKA Air Games. Para acompanhar o campeonato, fique ligado nas redes sociais da Global Kitesports Association e do evento: @globalkitesports e @jeeptarifapro Veja, também, no site: https://www.global-kitesports.org/ Confira no vídeo um pouco mais sobre o pico e o evento:
OCEAN RODEO 2020
(Photo de destaque: Ocean Rodeo / Ocean Rodeo content) A Ocean Rodeo acabou de lançar sua linha de produtos 2020. Para a nova coleção, a marca vem com a proposta dos kites mais resistentes e leves do mercado. O grande destaque do lançamento 2020 é a nova tecnologia: Aluula Project, um tecido de alta tecnologia muito mais resistente e leve que os utilizados no mercado atual para kites tubulares. (Gleiten TV youtube channel content) Os novos equipamentos foram projetados e desenvolvidos com os materiais de ponta da Tejin e Challenger para atingir alta performance e resistência. Para 2020, o Flite e o Roam vem como kites extremamente leves para alto desempenho em ventos mais brandos e melhor drift. O Prodigy, Razor e Crave trazem uma durabilidade reforçada para velejos mais radicais e condições extremas. Confira mais: Ocean Rodeo Kiteboarding (Ocean Rodeo youtube channel content)
O LITORAL É MÃO DUPLA ”“ DE ATINS AO PREÁ, 280 KM CONTRA O VENTO
Relato por ANDRÉ PENNA – redação e fotos O trecho da costa do Brasil que vai de Fortaleza aos Lençois Maranhenses é o melhor lugar do mundo para fazer longa distância de kitesurf. Virado para o Norte, com vento super constante, água quente, vilarejos receptivos, ausência de ondas grandes e costões rochosos, fazem com que esse trecho esteja se tornando a meca mundial de travessias longas de kitesurf, que muitos chamam de “Downwind”. A expressão: Downwind, significa navegar a favor do vento. Em português, a tradução seria “de vento em popa”. Há quatro anos, comecei a guiar kitesurfistas em “Downwinds” na região. Ao que tudo indicava, no mundo do kitesurf, este litoral era via de mão única. Sempre do leste para o oeste, empurrado pelo generoso vento alísio de Leste. No entanto, o hydrofoil chegou para quebrar paradigmas. Este novo tipo de prancha permite navegar contra o vento, desafiar essa força tão grandiosa. A rota que costumo guiar é do Preá, vizinho de Jericoacoara, ao Atins, nos Lençóis Maranhenses. São 280 quilômetros vento abaixo, de extrema beleza! Decidi fazer a rota ao contrário, contra o vento, nos mesmos 5 dias que gastamos no Surfin Sem Fim. Em cada dia, eu percorreria entre 50 e 60 quilômetros de litoral. Detalhes sutis fazem a diferença ! O litoral ali é virado para o norte, em alguns pedaços inclina para nordeste. Nos trechos virados para o norte, o zigue zague é muito maior, mais do que dobrando a distância. Onde é virado para nordeste, veleja-se mais paralelo a costa, diminuindo muito o zigue zague. A diferença é brutal. Outro fator que afeta muito a navegação é a sutil mudança de direção do vento que ocorre na passagem da manhã para a tarde. De manhã o vento vem de sudeste, da terra para o mar. De tarde, ele inclina para nordeste, vindo do mar, e facilitando bastante a minha tarefa de navegar rumo ao Preá. O zigue zague dá lugar a bordos maiores quase paralelos a costa. DIA 1 Saio de Atins no dia 2 de agosto. Espero o vento virar para maral (de sudeste para nordeste), o que só ocorre após í s 13:00. Era um trecho em que o litoral é virado para nordeste, mais fácil. Faço um pequeno zigue zague para sair da foz do Rio Preguiça, e sigo em, somente, um bordo naquela imensa praia até Paulino Neves, onde paro para comer. Estava navegando sem apoio; levava tudo que precisa em minha mochila a prova d’água. Levava somente um kite: um F-one Furtive 10 metros, um modelo de kite bom de contra-vento, com um alto “Aspect Ratio”. Quanto mais esticado é o formato do kite, mais ele é bom de orça. Saboreio um delicioso sanduba de berinjela que peguei na Vila Guará, pela praia do amor, contorno uma ilha de areia, e chego no vilarejo do Arpoador, um pequeno paraíso 10 km antes de Tutóia. Sou recebido pelo pessoal da posada NAK (Nativo Arpoador Kitesurf). Você ainda vai ouvir falar muito nesse tal de Arpoador, será o novo point do kitesurf. 50 quilômetros de litoral 71 quilômetros navegados no GPS Repare o litoral inclinado para nordeste, e os bordos longos DIA 2 Esse era o dia mais temido! Pela frente, eu tinha o Delta do Parnaíba, um trecho de litoral totalmente selvagem e sem apoio. São diversas ilhas e grande bocas de rio com muita correnteza e variação de maré. É um lugar fantástico e intimidador! Saí cedo do Arpoador, í s 9:00. Tinha total respeito por aquele trecho. Tempo é segurança. O vento sudeste aumenta meu zigue zague. A maré estava vazando com muita força, era dia de lua nova. Me aproximo de Tutóia, e invisto rumo a ponta da Melancieira, o pedacinho que eu mais temia de toda a viagem. A exposição seria grande para contornar aquela ponta. Entro na correnteza do canal da barra de Tutóia. A correnteza era tão violenta que a água ficava turbulenta, com redemoinhos. A correnteza, na mesma direção do vento, me faz perder potência e ângulo de orça. Volto para praia para fugir da correnteza. Sigo perto da beira, ganhando altura no vento e, ao me aproximar de Tutóia, invisto novamente rumo a ponta, desta vez com ângulo de sobra. Novamente afundo na correnteza e perco ângulo, mas vou seguindo assim mesmo. Aguá barrenta e turbulenta, puxando para o oceano, e o vento falhado, me fazem sentir medo. Sigo controlando minha respiração. Finalmente, contorno aquela ponta, sabendo que se algo falhasse ali, eu estaria em sérios apuros. Aquela ponta se projeta quilômetros mar adentro, com vento e correnteza puxando para fora. Contornei lentamente, e fiquei eufórico de vencer o obstáculo. Eu estava no incrível Delta do Parnaíba! O difícil contorno da ponta da Melancieira. Note a perda de ângulo quando entra no canal. Passo o rio da Melancieira, e sigo em um longo zigue zague, com vento fraco, até a Barra do Caju, que é a maior boca de rio do Delta. Paro logo antes para uma rápida boquinha, e decido atravessar, mesmo com vento fraco. A maré estava muito seca e a situação complicada, com muitos bancos de areia. O mar parecia uma máquina de lavar. Vou negociando com os bancos, e bato em 2 deles, tomo capotes! Toco para o meio do oceano, para me livrar dos bancos, e me sinto exposto novamente. Uma vez vencida a barra do Caju, o vento melhorou. Aumentou a potência e inclinou mais para maral. A partir dali, sigo bem rápido, ganhando 2 vezes mais litoral por hora do que antes. Ao chegar na Ilha dos Poldros, eram 15:00, e penso que eu teria tempo para chegar em Barra Grande naquele mesmo dia, ganhando um dia de viagem. Deveria aproveitar as boas condições da tarde. Passo batido pela Ilha dos Poldros. Alguns quilômetros na frente, penso que era uma irresponsabilidade não parar na Ilha dos Poldros, um dos lugares mais fantásticos de todo litoral. Afinal, eu não estava ali para bater recorde de velocidade, o mais importante era o meu prazer no que estava fazendo. Então, dou
CORE KITEBOARDING: SECTOR 3
(Photo de destaque: Sector 3 / Core Kiteboarding content) A Core Kiteboarding lançou o Sector 3, o seu kite 100% projetado para wave style e strapless. O Specialized Series Division da marca, é o departamento dedicado a produtos exclusivos e com foco e finalidades únicas, o Sector 3 foi a “bola da vez”. Objetivo: dropar altas ondas e fazer altas manobras! Para 2020, o Kite matem as mesmas características da sua versão anterior, com melhoras nos sistemas de ajustes para manobrabilidade, direções e range de vento O destaque para o Section 3 é o CIT Mode, uma regulagem específica para as diferentes condições de vento: gerais, ON e OFF shore. Para o cenário onshore, a regulagem permite que o kite fique mais ao fundo da janela, otimizando o drift nas ondas. Já na cena offshore, o kite fica mais a frente na janela, proporcionando maior potência e velocidade no avanço. Confira mais informações: Section 3. (Core Kiteboarding youtube channel content)
DUOTONE KITEBOARDING: VEGAS 2020
(Photo de destaque: Vegas 2020 / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content) A Duotone Kiteboarding lançou a versão 2020 de um dos seus maiores clássicos: o Vegas. O kite C shape é 100% desenvolvido para o freestyle e wakestyle. Grandes nomes, como: Aaron Hadlow, Lewis Crathern, Mikaili Sol e Alex Neto, escolhem o Vegas como o Kite de melhor performance para as suas competições. Por diversas vezes, o kite esteve no topo de pódio de grandes eventos, como no GKA Freestyle World Tour e King of the Air. (Mikaili Sol / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content) Com um design C Shape de 5 talas, o Vegas se destaca por ser um kite responsivo, ao mesmo tempo que tem um alto poder de depower, gerando a folga necessária para o desempenho das manobras. Para a versão 2020, as 3 opções de regulagem, o design do bordo de ataque mais estreito e um material mais leve, otimizam a alta performance do equipamento. Veja mais: Vegas 2020 – Duotone Kiteboarding (Duotone Kiteboarding Youtube channel content)
CABRINHA KITES: COLEÇÃO 2020
(Photo de destaque: Cabrinha Kites 2020 / Cabrinha Kites content) A Cabrinha Kites acabou de lançar a sua coleção de equipamentos 2020. Para este lançamento, a marca comemora seus vinte anos de história no esporte, estudando e desenvolvendo equipamentos e o mercado do kitesurf. As inovações e a tecnologia são destaques que chamam a atenção para este 20º lançamento. Nos projetos dos kites, um dos fatores que mais chamam a atenção é o novo Nano Ripstop Canopy Material. O tecido utilizado é um material de 55 g/m2 com um padrão de rip stop duplo de 3 mm, uma nova tecnologia que garante durabilidade 2 vezes maior paras rasgos. Confira: Nano Ripstop Canopy Material Outra novidade interessante que a marca lançou foi a nova barra: Overdrive Modular 1X. A proposta da barra é a customização e versatilidade para cada tipo de velejo e modalidades. Os diferentes sistemas de QuickLoop são conectados ao prático sistema de Quick Release. Veja mais: Overdrive Modular 1x. Assista o overview do fundador da marca e big rider, Pete Cabrinha: (Cabrinha Youtube channel content) Para 2020, a Cabrinha segue com os seus Kites clássicos, os quais contaram com a otimização do Nano Ripstop, aumentando a durabilidade do equipamento, e outras modificações que elevaram a performance das principais características de cada um. O popular Switchblade para freeride e big air, o Drifter para pegar altas ondas e o FX para quem gosta de mandar um freestyle. Uma das novidades para o ano foi o AV8, um kite, tubular, projetado com foco na performance para o hydrofoil. Quer testar os kites 2020 da Cabrinha?! Fique ligado nos DEMOS da marca. Acompanhe as redes sociais para mais informações: @cabrinhakites e @cabrinhakitesbrazil Para mais informações, visite: Cabrinha Kites. Confira os vídeos com as informações de alguns clássicos da marca: (Cabrinha youtube channel content)