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E-GROUP: HOTÉIS ESPECIALIZADOS EM VENTO, MAR, NATIVO, POESIA E SUSTENTABILIDADE
( Foto de destaque: divulgação Egroup / Vila Guará) Quando a ideia é esporte de vento, nada melhor do que estar em um local paradisíaco e com a estrutura, serviço e atendimento de qualidade, trabalhados para os velejadores. Foi nesse cenário que nasceu o E-group, tendo cinco pilares como critérios de escolha para o seleto grupo: vento, mar, nativo, poesia e sustentabilidade. Todos os hotéis tem padrão de qualidade para atender os clientes amantes de esporte e da natureza. “Para fazer parte do E-group, o hotel precisa ter uma boa localização a favor do vento, conforto e qualidade no serviço oferecido, assim como estrutura e atendimento personalizado fornecendo tudo o que o hóspede necessita. Além disso, acreditamos que decoração, beleza natural, genialidade arquitetônica, qualidade no atendimento, eficiência na prestação de serviços e ação sustentável para a comunidade local é extremamente importante na escolha do parceiro”, compartilha Jalila Paulino, responsável pelo marketing do E-group. Sempre em busca de empreendimentos e destinos, a Pousada Casa UCA no Guriú, a Villa Paz em Camocim, a Vila Guará em Atins e o St. Regis em Mauritius, são os novos hotéis com a qualidade e padrão E-group. ( Foto divulgação E-group / Casa UCA) ( Foto divulgação E-group / Vila Guará) Além do novo site, o E-Group criou os novos pacotes Tailor Made em que o velejador viaja em família ou grupos se hospedando alguns dias no mesmo lugar e descobrindo a magia do velejo e vilarejo de cada local, como exemplo a rota Diamond para conhecer as preciosidades brasileiras (Preá/Jeri/Delta do Parnaíba/Lençóis Maranhenses) explorando o Ceará – Piauí – Maranhão. São 3 noites no Rancho do Peixe, 3 noites na ilha dos Poldros e 3 noites em Atins. Para entender um pouco melhor sobre os critérios E-Group 5 elementos * Vento: local propício para o velejo. * Mar: front beach. * Nativo: priorizar a cultura, mão de obra e gastronomia local. * Poesia: charme, experiências específicas e autênticas oferecidas em cada lugar. * Sustentabilidade: cuidado e atenção. Benefícios Apoio í área comercial e de marketing como: * Representação em feiras e eventos * Serviço de agenciamento, através do escritório em São Paulo * Formatação de pacotes personalizados de rotas entre os parceiros * Assessoria de imprensa * Acesso í rede com mais de 40 mil clientes cadastrados, etc. www.egroup.net.br
DUOTONE OU NORTH KITEBOARDING – O QUE ESTÁ ROLANDO COM AS MARCAS?!
( Featured Photo: www.surfshop.fr Content ) Duotone ou North Kiteboarding?! O que está rolando no mercado com essas marcas de equipamentos de kite? A comunicação e as informações, í s vezes, não circulam de forma clara. Vamos tentar simplificar um pouco para o entendimento ficar mais fácil. Basicamente, existem dois nomes envolvidos nesse lance: a North Sails / North Technology Group (NTG) e a Boards & More. Para ilustrar o cenário, seguem algumas características das marcas: A North Sails / NTG é uma empresa americana, fundada em 1957, San Diego, Califórnia. São detentores de alta tecnologia para equipamentos de navegação náutica í vela. A Boards & More é uma empresa com seu headquarter na íustria, e é dona da ION, da Fanatic e da antiga North Kiteboarding . As duas empresas tinham um acordo comercial no qual a Boards & More fabrica os kites, nomeia os modelos dos equipamentos, contrata os riders patrocinados pela marca e realiza todos os outros processos, porém, pagava Royalties para a NTG para ter o benefício de utilizar o nome “North”, já conhecido e consolidado no mundo da vela. Para o ano de 2018, as duas empresas não chegaram a um acordo comercial. O “verdadeiro por quê” só sabe quem está dentro e faz parte do processo. O resultado sobre tudo isso, de uma maneira simples, é: Tudo continua exatamente da mesma maneira. O mesmo fabricante, a mesma tecnologia, os mesmos nomes para os modelos dos kites, e os mesmo atletas. A única coisa é que, não podendo mais usar o nome “North Kiteboarding”, a Boards & More lançou o nome Duotone para sua marca de kites. Porém, super recentemente, o North Technology Group (NTG) decidiu se reinventar e anunciou que irá investir no mercado do kite, também. E, para isso, irão utilizar o nome já consolidado, North Kiteboarding, que “emprestavam” para a Boards & More. O grupo deve começar a fazer os estudos, a fabricação e vir com novidades no mercado para os anos 2019 / 2020. Enfim, para quem curtia os kites da antiga North Kiteboarding, agora Duotone, pode seguir na mesma linha e continuar velejando com os kites da marca, que nada (além do nome da marca) mudou! E já, para a futura North Kiteboarding, do grupo NTG, vale ficar atento e conferir as novidades que irão entrar no mercado. Possivelmente, será mais uma opção para o consumidor / velejador que curte as mudanças e a evolução da cena do kite!
A TEMPORADA DE VENTOS NO NORDESTE BRASILEIRO COMEÇOU!
O segundo semestre do ano é esperado ansiosamente por muitos velejadores e pro riders da cena do kite. Os ventos alísios chegaram no Nordeste brasileiro e a temporada começou! São muitos meses de vento e diversos picos para o velejo em vários cenários alucinantes. ( Praia do Macapá – PI / Foto: Raiana Lobão) A costa brasileira, praticamente, de Natal a São Luís do Maranhão, é desenhada pela natureza. Os ventos alísios começam a “dar as caras” a partir de julho, mostram sua potência e constância entre setembro e novembro e vão até o final do ano. De vez em quando, chegam até a “pular carnaval” ! São muitos os lugares e destinos que se podem praticar o esporte. As belezas do nordeste brasileiro são conhecidas mundialmente, assim como os bons ventos, os quais trazem praticantes do mundo inteiro e movimentam o turismo e a economia regional de diversos pequenos povoados. A estrutura para receber a galera do kite está se desenvolvendo cada vez mais. Cada cantinho, um paraíso! Os downwinds tem se popularizado muito entre os praticantes que querem desbravar a região, não mais de carro, mas sim pela água e guiados pelo vento! Um dos caras da cena do kite que sabe bem o que é essa sensação única de travessias pela água é o atleta André Penna, que agorinha mesmo, está em uma “missão”, velejando de Olinda até a Ilha dos Lençóis, depois de São Luís do Maranhão. Muitos quilômetros! ( Atleta André Penna / Foto: André Penna Content ) As Kitetrips são vibe total! O grupo de velejadores é formado, um ou mais destinos são escolhidos e a diversão é garantida! Um esporte que reúne a galera que curte apreciar altos visuais, boas experiências, amizades e bons momentos. Conheça aqui as kitetrips que nós, da LKB, oferecemos com esses objetivos. O nordeste, no segundo semestre do ano, é o destino certo para quem busca ótimas condições de velejo, bons ventos, picos paradisíacos, tanto para desfrutar e evoluir como para aprender e se aventurar no esporte. Vale pesquisar e escolher. A temporada está só começando! ( Barra Grande – PI / Foto: André Hanni )
GKA KITE-SURF WORLD TOUR FUERTEVENTURA 2018
(Fotos: Tom Brendt) Vai começar a etapa do GKA Kite-surf World Tour em Sotavento, Fuerteventura. O evento vai rolar entre os dias 20/07 a 25/07. A previsão promete condições favoráveis para os atletas explorarem suas técnicas e criatividade. Serão 24 atletas competindo e correndo atrás do título pelo circuito mundial que combina as modalidades de Wave e Freestyle Strapless. Essa combinação é explosiva e, sempre, garante um show para os espectadores e amantes do esporte. Airton Cozzolino é quem comanda, atualmente, o ranking geral do circuito. Essa será a quinta de etapa das sete prometidas para o ano de 2018. Para acompanhar os resultados e ter mais informações: Site GKA: https://www.global-kitesports.org/ @globalkitesportsassociation ( Rider Mitu Monteiro / Foto: Tom Brendt )
DOBRANDO O “CALCANHAR” DO BRASIL – ANDRÉ PENNA
Um momento intenso, onde a aventura e o extremo caminham lado a lado. O aventureiro, André Penna, seguiu para dobrar o “calcanhar” do Brasil. Uma localização no Rio Grande do Norte onde o vento, nessa época do ano, fica 100% Terral. Para quem navega, sabe que esse vento representa um risco muito grande: ficar í deriva mar adentro! ( Região do “calcanhar” do Brasil onde o vento fica terral nessa época ) Nesse momento da travessia, o atleta estava completamente focado e interiorizando a missão que tinha pela frente. Então, foi combinado com a nossa equipe da LKB que seguia por terra, para se adiantar e monitorar via Spot o trajeto do guerreiro. Feito. Ele estava consigo mesmo, pronto para o desafio! Após uma noite de descanso em São Miguel do Gostoso, Rio grande do Norte, e muita gente assustada com o fato de ele seguir sozinho naquele trecho, André entrou com força e fé para encarar um dos desafios mais extremos da sua jornada! “Sai de manhã, com um frio na barriga, muito focado, pronto pra batalha. Tempo nublado, vento terral, cenário sinistro. A prancha voadora engole os quilômetros rapidamente naquele mar liso. Meu mantra nessa viagem eh: fique fora de encrenca. Sozinho, todo cuidado eh pouco. A fissura de vencer é tão grande, que não queria parar. Quando parei, após 4:30 hs, vi que tinha avançado 120 km sem parar, muito bom!!! Fico naquela praia deserta sentindo o gostinho da vitória. Tinha vencido um dos obstáculos que eu mais temia.”, relata o aventureiro, com alívio e satisfeito pela etapa vencida. André está na Ponta do Mel, litoral norte do RN, e hoje segue rumo ao Ceará. Um estado que já tem grande conhecimento, navega sempre como capitão do Surfin sem Fim e tem muitos amigos. A alegria de poder “se sentir mais em casa” já toma conta do peito. Mas, a travessia segue e a aventura continua, o desbravador segue focado e todos nós na expectativa das boas histórias. Que os bons ventos continuem te guiando, André! Se ainda não viu o que o alteta de kitesurf, André Penna, está fazendo, confira AQUI a matéria. ( André Penna na Ponta do Mel, Rio grande do Norte / Foto: André Penna ) ( Saindo rumo ao desafio / Foto: LKB )
DESCUBRA OS BONS VENTOS DO CEARÁ
Publieditorial (Photo de destaque: Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content) As belezas naturais e os Bons Ventos fazem do Ceará uma das regiões mais famosas e procuradas do mundo para o turismo de aventura, principalmente, pelos velejadores e entusiastas do Kitesurf e Windsurf. São muitos os vilarejos charmosos e “cantinhos especiais” a serem descobertos por toda a extensão do litoral cearense. O cenário vai de praias com o mar calmo até picos com boas ondas, lagoas cristalinas, barras de rio, coqueirais e lindas dunas. Para quem curte o turismo de aventura, conhecer o Ceará deve estar na lista. Quem já conhece sempre volta para viver novas experiências e desbravar os diversos destinos na região. Confira: www.descubraceara.com A localização, topografia e clima formam o cenário ideal para quem busca os esportes e diversão. Os ventos alísios sopram na região durante todo o segundo semestre do ano e, muitas vezes, se estendem até o Ano Novo e Carnaval. (Praia do Cumbuco – Ceará / Governo do Estado do Ceará content) Com as características perfeitas de clima e vento, o Ceará tem um histórico em sediar etapas de campeonatos regionais, brasileiros e mundiais. No último ano, a Praia do Cumbuco, próxima a Fortaleza, e a Praia do Preá, ao lado da internacional, Jericoacoara, receberam as etapas do circuito mundial de Freestyle e Freestyle Strapless. Vale destacar, também, que os melhores atletas do mundo do kite são big riders cearenses! E novos talentos, seguem aparecendo e se destacando. Desde povoados menores e paisagens bucólicas até vilarejos estruturados e um visual de “tirar o fôlego”, quem visita a região se surpreende com a cena paradisíaca, com a cultura local, culinária e especiarias. Vale conferir as opções e se planejar para conhecer o que mais chama a atenção: atividades, gastronomia, esportes e turismo para todos os gostos. O Ceará está preparado e de portas abertas para receber os turistas do mundo inteiro! Descubra Ceará você também! (Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)
OCEAN RODEO 2020
(Photo de destaque: Ocean Rodeo / Ocean Rodeo content) A Ocean Rodeo acabou de lançar sua linha de produtos 2020. Para a nova coleção, a marca vem com a proposta dos kites mais resistentes e leves do mercado. O grande destaque do lançamento 2020 é a nova tecnologia: Aluula Project, um tecido de alta tecnologia muito mais resistente e leve que os utilizados no mercado atual para kites tubulares. (Gleiten TV youtube channel content) Os novos equipamentos foram projetados e desenvolvidos com os materiais de ponta da Tejin e Challenger para atingir alta performance e resistência. Para 2020, o Flite e o Roam vem como kites extremamente leves para alto desempenho em ventos mais brandos e melhor drift. O Prodigy, Razor e Crave trazem uma durabilidade reforçada para velejos mais radicais e condições extremas. Confira mais: Ocean Rodeo Kiteboarding (Ocean Rodeo youtube channel content)
O LITORAL É MÃO DUPLA ”“ DE ATINS AO PREÁ, 280 KM CONTRA O VENTO
Relato por ANDRÉ PENNA – redação e fotos O trecho da costa do Brasil que vai de Fortaleza aos Lençois Maranhenses é o melhor lugar do mundo para fazer longa distância de kitesurf. Virado para o Norte, com vento super constante, água quente, vilarejos receptivos, ausência de ondas grandes e costões rochosos, fazem com que esse trecho esteja se tornando a meca mundial de travessias longas de kitesurf, que muitos chamam de “Downwind”. A expressão: Downwind, significa navegar a favor do vento. Em português, a tradução seria “de vento em popa”. Há quatro anos, comecei a guiar kitesurfistas em “Downwinds” na região. Ao que tudo indicava, no mundo do kitesurf, este litoral era via de mão única. Sempre do leste para o oeste, empurrado pelo generoso vento alísio de Leste. No entanto, o hydrofoil chegou para quebrar paradigmas. Este novo tipo de prancha permite navegar contra o vento, desafiar essa força tão grandiosa. A rota que costumo guiar é do Preá, vizinho de Jericoacoara, ao Atins, nos Lençóis Maranhenses. São 280 quilômetros vento abaixo, de extrema beleza! Decidi fazer a rota ao contrário, contra o vento, nos mesmos 5 dias que gastamos no Surfin Sem Fim. Em cada dia, eu percorreria entre 50 e 60 quilômetros de litoral. Detalhes sutis fazem a diferença ! O litoral ali é virado para o norte, em alguns pedaços inclina para nordeste. Nos trechos virados para o norte, o zigue zague é muito maior, mais do que dobrando a distância. Onde é virado para nordeste, veleja-se mais paralelo a costa, diminuindo muito o zigue zague. A diferença é brutal. Outro fator que afeta muito a navegação é a sutil mudança de direção do vento que ocorre na passagem da manhã para a tarde. De manhã o vento vem de sudeste, da terra para o mar. De tarde, ele inclina para nordeste, vindo do mar, e facilitando bastante a minha tarefa de navegar rumo ao Preá. O zigue zague dá lugar a bordos maiores quase paralelos a costa. DIA 1 Saio de Atins no dia 2 de agosto. Espero o vento virar para maral (de sudeste para nordeste), o que só ocorre após í s 13:00. Era um trecho em que o litoral é virado para nordeste, mais fácil. Faço um pequeno zigue zague para sair da foz do Rio Preguiça, e sigo em, somente, um bordo naquela imensa praia até Paulino Neves, onde paro para comer. Estava navegando sem apoio; levava tudo que precisa em minha mochila a prova d’água. Levava somente um kite: um F-one Furtive 10 metros, um modelo de kite bom de contra-vento, com um alto “Aspect Ratio”. Quanto mais esticado é o formato do kite, mais ele é bom de orça. Saboreio um delicioso sanduba de berinjela que peguei na Vila Guará, pela praia do amor, contorno uma ilha de areia, e chego no vilarejo do Arpoador, um pequeno paraíso 10 km antes de Tutóia. Sou recebido pelo pessoal da posada NAK (Nativo Arpoador Kitesurf). Você ainda vai ouvir falar muito nesse tal de Arpoador, será o novo point do kitesurf. 50 quilômetros de litoral 71 quilômetros navegados no GPS Repare o litoral inclinado para nordeste, e os bordos longos DIA 2 Esse era o dia mais temido! Pela frente, eu tinha o Delta do Parnaíba, um trecho de litoral totalmente selvagem e sem apoio. São diversas ilhas e grande bocas de rio com muita correnteza e variação de maré. É um lugar fantástico e intimidador! Saí cedo do Arpoador, í s 9:00. Tinha total respeito por aquele trecho. Tempo é segurança. O vento sudeste aumenta meu zigue zague. A maré estava vazando com muita força, era dia de lua nova. Me aproximo de Tutóia, e invisto rumo a ponta da Melancieira, o pedacinho que eu mais temia de toda a viagem. A exposição seria grande para contornar aquela ponta. Entro na correnteza do canal da barra de Tutóia. A correnteza era tão violenta que a água ficava turbulenta, com redemoinhos. A correnteza, na mesma direção do vento, me faz perder potência e ângulo de orça. Volto para praia para fugir da correnteza. Sigo perto da beira, ganhando altura no vento e, ao me aproximar de Tutóia, invisto novamente rumo a ponta, desta vez com ângulo de sobra. Novamente afundo na correnteza e perco ângulo, mas vou seguindo assim mesmo. Aguá barrenta e turbulenta, puxando para o oceano, e o vento falhado, me fazem sentir medo. Sigo controlando minha respiração. Finalmente, contorno aquela ponta, sabendo que se algo falhasse ali, eu estaria em sérios apuros. Aquela ponta se projeta quilômetros mar adentro, com vento e correnteza puxando para fora. Contornei lentamente, e fiquei eufórico de vencer o obstáculo. Eu estava no incrível Delta do Parnaíba! O difícil contorno da ponta da Melancieira. Note a perda de ângulo quando entra no canal. Passo o rio da Melancieira, e sigo em um longo zigue zague, com vento fraco, até a Barra do Caju, que é a maior boca de rio do Delta. Paro logo antes para uma rápida boquinha, e decido atravessar, mesmo com vento fraco. A maré estava muito seca e a situação complicada, com muitos bancos de areia. O mar parecia uma máquina de lavar. Vou negociando com os bancos, e bato em 2 deles, tomo capotes! Toco para o meio do oceano, para me livrar dos bancos, e me sinto exposto novamente. Uma vez vencida a barra do Caju, o vento melhorou. Aumentou a potência e inclinou mais para maral. A partir dali, sigo bem rápido, ganhando 2 vezes mais litoral por hora do que antes. Ao chegar na Ilha dos Poldros, eram 15:00, e penso que eu teria tempo para chegar em Barra Grande naquele mesmo dia, ganhando um dia de viagem. Deveria aproveitar as boas condições da tarde. Passo batido pela Ilha dos Poldros. Alguns quilômetros na frente, penso que era uma irresponsabilidade não parar na Ilha dos Poldros, um dos lugares mais fantásticos de todo litoral. Afinal, eu não estava ali para bater recorde de velocidade, o mais importante era o meu prazer no que estava fazendo. Então, dou
CORE KITEBOARDING: SECTOR 3
(Photo de destaque: Sector 3 / Core Kiteboarding content) A Core Kiteboarding lançou o Sector 3, o seu kite 100% projetado para wave style e strapless. O Specialized Series Division da marca, é o departamento dedicado a produtos exclusivos e com foco e finalidades únicas, o Sector 3 foi a “bola da vez”. Objetivo: dropar altas ondas e fazer altas manobras! Para 2020, o Kite matem as mesmas características da sua versão anterior, com melhoras nos sistemas de ajustes para manobrabilidade, direções e range de vento O destaque para o Section 3 é o CIT Mode, uma regulagem específica para as diferentes condições de vento: gerais, ON e OFF shore. Para o cenário onshore, a regulagem permite que o kite fique mais ao fundo da janela, otimizando o drift nas ondas. Já na cena offshore, o kite fica mais a frente na janela, proporcionando maior potência e velocidade no avanço. Confira mais informações: Section 3. (Core Kiteboarding youtube channel content)
DUOTONE KITEBOARDING: VEGAS 2020
(Photo de destaque: Vegas 2020 / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content) A Duotone Kiteboarding lançou a versão 2020 de um dos seus maiores clássicos: o Vegas. O kite C shape é 100% desenvolvido para o freestyle e wakestyle. Grandes nomes, como: Aaron Hadlow, Lewis Crathern, Mikaili Sol e Alex Neto, escolhem o Vegas como o Kite de melhor performance para as suas competições. Por diversas vezes, o kite esteve no topo de pódio de grandes eventos, como no GKA Freestyle World Tour e King of the Air. (Mikaili Sol / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content) Com um design C Shape de 5 talas, o Vegas se destaca por ser um kite responsivo, ao mesmo tempo que tem um alto poder de depower, gerando a folga necessária para o desempenho das manobras. Para a versão 2020, as 3 opções de regulagem, o design do bordo de ataque mais estreito e um material mais leve, otimizam a alta performance do equipamento. Veja mais: Vegas 2020 – Duotone Kiteboarding (Duotone Kiteboarding Youtube channel content)