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RESULTADO TT:R OPEN WORLD CHAMPIONSHIPS
As regatas de twintip board agitaram a praia de Hang Loose Beach, Gizzeria, na Itália, entre os dias 24 e 28/07. Confira os destaques e os resultados do campeonato. ( Foto: IKA Content ) O alemão Florian Gruber defendeu seus pontos e a primeira colocação na categoria masculina. Daniela Moroz, dos EUA, já é bi campeã mundial na modalidade de Formula Kite e se destacou, também. Mas Alina Kornelli, alemã, ficou a frente levando a primeira posição. Na disputa dos kites tubulares, o jovem dominicano, Adeuri Corniel, vem mostrando, de outras etapas, que não está para brincadeira. Com vaga olímpica garantida na modalidade, o atleta levou o primeiro lugar com apenas 4 pontos (quanto menos pontos, melhor). Na modalidade feminina de kite tubulares, a polonesa, Oliwia Hlobuczek, ficou em primeiro lugar. Mas, o grande destaque para o nosso Brasil, foi a Maria Beatriz. A jovem atleta, nativa da Barra Grande, Piauí, e integrante do Projeto Vivo (um projeto de inclusão social através do Kitesurf), teve sua oportunidade e mostrou garra e força, subindo no terceiro lugar do pódio. Por isso, PARABÉNS, Bia! E, também, ao Projeto Vivo que faz o trabalho do esporte com os jovens da região. ( Bia com seu sorriso contagiante / Foto: IKA Content ) Top 3 Masculino TT:R Worlds depois de seis baterias eliminatórias 1 Florian Gruber (GER) 4pts 2 Martin Dolenc (CRO) 9.5pts 3 Victor Bachichet (FRA) 11.5pts Top 3 Feminino TT:R Worlds depois de seis baterias eliminatórias 1 Alina Kornelli (GER) 9.5pts 2 Daniela Moroz (USA) 10pts 3 Sofia Tomasoni (ITA) 12.4pts Top 3 masculino Kite Tubular Trophy depois de seis baterias eliminatórias 1 Adeury Corniel (DOM) 4pts 2 Lorenzo Calcaí±o (DOM) 10pts 3 Cameron Maramenides (USA) 11pts Top 3 feminino Kite Tubular Trophy depois de 12 regatas 1 Oliwia Hlobuczek (POL) 9pts 2 Anna Fedorova (RUS) 13pts 3 Maria Beatriz Dos Santos Silva (BRA) 19pts Para mais resultados: http://twintipracing.com/
KITE SOUL: UM PROPÓSITO DE VIDA
Foto destaque: Gisa de Paula Se já é maravilhoso poder estar livre e deixar o vento guiar, imagine para quem acreditava que o kite não seria acessível. O desafio estava lá: desenvolver o primeiro Kite Adaptado do Brasil. Fernando Fernandes é um grande exemplo de superação, de força e positividade para viver as experiências da vida ao livre. Fernando Fernandes com foco em mais um superação / Foto: Gisa de Paula Como um ótimo atleta paraolímpico, Fernando colocou como meta: aprender o kitesurf e foi estudar alternativas para viabilizar o seu sonho. “Eu queria uma ferramenta de capacidade, onde eu pudesse me encontrar de igual para igual com as pessoas, porque, afinal, o grande segredo de saber velejar, é entender como usar o vento e não só a força física. Assim, eu poderia fazer tudo o que qualquer pessoa com as pernas funcionando ou não pudesse realizar. E, a partir daí, fui buscar alguém que era referência no esporte. Assim conheci o Gugu. Senti desde o início que ele seria o cara certo. Ele abraçou o meu sonho e tive certeza que me ajudaria a torná-lo realidade”, compartilha Fernando Fernandes. Campeão de paracanoagem e apaixonado por esportes aquáticos e radicais, ele e o atleta Gustavo Foerster apostaram no projeto Kite Soul, que hoje já apresenta importantes conquistas acessíveis para quem quer aprender o kitesurf. Gustavo Foerster (Gugu) abraçou o projeto e está com Fernando Fernandes em busca dos melhores ventos / Foto: Yuri Campos “O projeto nasceu da vontade de Fernando e da capacidade que eu já sabia que ele tinha na aptidão física para outros esportes. São cerca de dois anos de trabalho intenso e hoje é uma importante conquista, que passou tão rápido que pareceu ter passado dois dias”, vibra Foerster. Kite Soul segue em busca dos melhores ventos, descobrindo um mundo novo para a prática acessível de kitesurf. Os planos do alteta e Forester serão apresentados em diferentes canais: no programa “Além dos Limites”, do canal Off; no quadro “Sobre rodas”, do esporte espetacular / TV Globo; e futuramente vai rolar documentário no litoral do Piauí a ser divulgado nas mídias digitais, além de muitas outras conquistas que estão por vir. “A emoção foi demais a hora que eu me vi planando na água. Eu nem tava com controle absoluto, mas senti aquele poder do vento me levando. Então, aquilo que eu não faço pela terra, andar livre por exemplo, eu tava ali flutuando por cima das águas”, compartilha sua experiência no velejo, Fernandes. Sempre muito focado, temos certeza que os projetos de Fernando Fernandes somados a garra de Gustavo Foerster são muito promissores. Após toda sua reabilitação, o objetivo do atleta sempre foi viver o lado positivo de todas as coisas e, ao encontrar seu amigo, hoje o sonho de ser guiado pelo vento é uma realidade.
RESULTADOS DO GKA KITE-SURF WORLD TOUR FUERTEVENTURA 2018
(Featured photo: Pódio do GKA Kite-surf World Tour / Tom Brendt / GKA Content) O evento em Fuerteventura, que rolou entre os dias 20 e 25/07, trouxe a quinta etapa do GKA Kite-surf World Tour e os atletas deram um verdadeiro show. Com as condições de vento ideais para a proposta do campeonato, os big riders mostraram os limites da alta performance e a criatividade nas manobras. Quem brilhou na praia de Sotavento, Fuerteventura, foi o líder do circuito, Airton Cozzolino. O atleta superou a si próprio com novas manobras, saltos inéditos e acabou quebrando o recorde mundial de Hang time (tempo de vôo). Foram mais de 20 segundos voando com muitos loops e uma prancha strapless! Além do evento principal com o World Tour, rolou o Big Air, campeonato onde os atletas voam o mais alto possível. Os fortes ventos garantiram o show e os pro riders voaram MUITO alto colocando muito estilo nos aéreos. Confiram os rankings do evento: Evento principal – GKA Kite-surf World Tour: 1. Airton Cozzolino (CV / ITA) 2. Matchu Lopes (SPN) 3. Keahi de Aboitiz (AUS) Big Air: 1. James Carew (AUS) 2. Mitu Monteiro (CV) 3. Airton Cozzolino (CV / ITA) Veja mais no site oficial da GKA: https://www.global-kitesports.org/ ( GKA Kite-surf World Tour / GKA Content ) ( GKA Big Air and Hang time record / GKA Content)
É AMANHÃ! FESTIVAL DO VENTO
É amanhã! O Festival do Vento acontece na Praia do Macapá, Piauí. Um paraíso no Nordeste brasileiro onde vai rolar muita música, kite e arte neste final de semana. Quem estiver pela região, vale dar uma chegada por lá! ( Arte Festival do Vento) O evento terá início í s 16h e promete muita vibe positiva. A ideia é trazer um conceito sustentável para as diferentes tribos que curtem conectar-se com a natureza e passar bons momentos com os amigos. Várias atrações garantiram presença para animar a pista da festa, como Cool Keedz, Cabessativa e Luís Paulo (Cochá). A arte regional do Piauí estará presente com Arianne Piraja, Jabuh, entre outros convidados. Veja mais aqui! Um evento ecocultural que promove uma imersão ecológica, esportiva e cultural. Saca o convite da Iêda Vilela, uma das produtoras do Festival do Vento!
OS JOVENS ATLETAS DO PROJETO VIVO NO TT:R WORLD CHAMPIONSHIPS, ITÁLIA
Os jovens atletas do Projeto Vivo, um programa de inclusão social através do esporte, mais especificamente do kitesurf, estão na Itália para competir o TT:R Open World Championships. Vai Brasil! Os quatro jovens, Beatriz Silva, Manoel Soares, Luís Fernando Silva e Guilherme Costa, viajaram do pequeno povoado da Barra Grande, no Piauí, cidade natal dos atletas e, também do projeto, para Gizzeria, na Itália, com o técnico João Bosco Castello Branco que irá acompanhar e instruir a equipe durante o desafio. ( Os riders: Beatriz Silva, Manoel Soares, Guilherme Costa e Luis Fernando e o técnico João Bosco / Projeto Vivo Content ) O campeonato acontece de 25/07 a 29/07, em uma disputa alucinante da categoria que já está dentro do quadro dos Jogos Olímpicos da Juventude 2018, a TwinTip Race. As regatas são alucinantes e muito disputadas, uma mistura de muita técnica e velocidade. Manoel Soares, 18, já tem sua vaga garantida para essas Olimpíadas da Juventude. O garoto participou de campeonatos e seletivas que levaram ele ao pódio e deram destaque ao seu talento para a modalidade. A garotada está, extremamente, feliz e empolgada com a oportunidade de viver algo tão diferente e novo. Os agradecimentos são muitos, mas o que vai com mais amor é para a Tia Isabel! Isabel Lupiaí±ez é a idealizadora e fundadora da ONG, e se sente repleta com o reconhecimento e conquistas desses jovens talentos. Estamos todos na torcida…Pra cima deles Brasil! Para conhecer mais sobre o Projeto Vivo, veja aqui. ( Foto: atletas do Projeto Vivo comendo uma “pasta italiana”! / Projeto Vivo Content )
DESCUBRA OS BONS VENTOS DO CEARÁ
Publieditorial (Photo de destaque: Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content) As belezas naturais e os Bons Ventos fazem do Ceará uma das regiões mais famosas e procuradas do mundo para o turismo de aventura, principalmente, pelos velejadores e entusiastas do Kitesurf e Windsurf. São muitos os vilarejos charmosos e “cantinhos especiais” a serem descobertos por toda a extensão do litoral cearense. O cenário vai de praias com o mar calmo até picos com boas ondas, lagoas cristalinas, barras de rio, coqueirais e lindas dunas. Para quem curte o turismo de aventura, conhecer o Ceará deve estar na lista. Quem já conhece sempre volta para viver novas experiências e desbravar os diversos destinos na região. Confira: www.descubraceara.com A localização, topografia e clima formam o cenário ideal para quem busca os esportes e diversão. Os ventos alísios sopram na região durante todo o segundo semestre do ano e, muitas vezes, se estendem até o Ano Novo e Carnaval. (Praia do Cumbuco – Ceará / Governo do Estado do Ceará content) Com as características perfeitas de clima e vento, o Ceará tem um histórico em sediar etapas de campeonatos regionais, brasileiros e mundiais. No último ano, a Praia do Cumbuco, próxima a Fortaleza, e a Praia do Preá, ao lado da internacional, Jericoacoara, receberam as etapas do circuito mundial de Freestyle e Freestyle Strapless. Vale destacar, também, que os melhores atletas do mundo do kite são big riders cearenses! E novos talentos, seguem aparecendo e se destacando. Desde povoados menores e paisagens bucólicas até vilarejos estruturados e um visual de “tirar o fôlego”, quem visita a região se surpreende com a cena paradisíaca, com a cultura local, culinária e especiarias. Vale conferir as opções e se planejar para conhecer o que mais chama a atenção: atividades, gastronomia, esportes e turismo para todos os gostos. O Ceará está preparado e de portas abertas para receber os turistas do mundo inteiro! Descubra Ceará você também! (Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)
OCEAN RODEO 2020
(Photo de destaque: Ocean Rodeo / Ocean Rodeo content) A Ocean Rodeo acabou de lançar sua linha de produtos 2020. Para a nova coleção, a marca vem com a proposta dos kites mais resistentes e leves do mercado. O grande destaque do lançamento 2020 é a nova tecnologia: Aluula Project, um tecido de alta tecnologia muito mais resistente e leve que os utilizados no mercado atual para kites tubulares. (Gleiten TV youtube channel content) Os novos equipamentos foram projetados e desenvolvidos com os materiais de ponta da Tejin e Challenger para atingir alta performance e resistência. Para 2020, o Flite e o Roam vem como kites extremamente leves para alto desempenho em ventos mais brandos e melhor drift. O Prodigy, Razor e Crave trazem uma durabilidade reforçada para velejos mais radicais e condições extremas. Confira mais: Ocean Rodeo Kiteboarding (Ocean Rodeo youtube channel content)
O LITORAL É MÃO DUPLA ”“ DE ATINS AO PREÁ, 280 KM CONTRA O VENTO
Relato por ANDRÉ PENNA – redação e fotos O trecho da costa do Brasil que vai de Fortaleza aos Lençois Maranhenses é o melhor lugar do mundo para fazer longa distância de kitesurf. Virado para o Norte, com vento super constante, água quente, vilarejos receptivos, ausência de ondas grandes e costões rochosos, fazem com que esse trecho esteja se tornando a meca mundial de travessias longas de kitesurf, que muitos chamam de “Downwind”. A expressão: Downwind, significa navegar a favor do vento. Em português, a tradução seria “de vento em popa”. Há quatro anos, comecei a guiar kitesurfistas em “Downwinds” na região. Ao que tudo indicava, no mundo do kitesurf, este litoral era via de mão única. Sempre do leste para o oeste, empurrado pelo generoso vento alísio de Leste. No entanto, o hydrofoil chegou para quebrar paradigmas. Este novo tipo de prancha permite navegar contra o vento, desafiar essa força tão grandiosa. A rota que costumo guiar é do Preá, vizinho de Jericoacoara, ao Atins, nos Lençóis Maranhenses. São 280 quilômetros vento abaixo, de extrema beleza! Decidi fazer a rota ao contrário, contra o vento, nos mesmos 5 dias que gastamos no Surfin Sem Fim. Em cada dia, eu percorreria entre 50 e 60 quilômetros de litoral. Detalhes sutis fazem a diferença ! O litoral ali é virado para o norte, em alguns pedaços inclina para nordeste. Nos trechos virados para o norte, o zigue zague é muito maior, mais do que dobrando a distância. Onde é virado para nordeste, veleja-se mais paralelo a costa, diminuindo muito o zigue zague. A diferença é brutal. Outro fator que afeta muito a navegação é a sutil mudança de direção do vento que ocorre na passagem da manhã para a tarde. De manhã o vento vem de sudeste, da terra para o mar. De tarde, ele inclina para nordeste, vindo do mar, e facilitando bastante a minha tarefa de navegar rumo ao Preá. O zigue zague dá lugar a bordos maiores quase paralelos a costa. DIA 1 Saio de Atins no dia 2 de agosto. Espero o vento virar para maral (de sudeste para nordeste), o que só ocorre após í s 13:00. Era um trecho em que o litoral é virado para nordeste, mais fácil. Faço um pequeno zigue zague para sair da foz do Rio Preguiça, e sigo em, somente, um bordo naquela imensa praia até Paulino Neves, onde paro para comer. Estava navegando sem apoio; levava tudo que precisa em minha mochila a prova d’água. Levava somente um kite: um F-one Furtive 10 metros, um modelo de kite bom de contra-vento, com um alto “Aspect Ratio”. Quanto mais esticado é o formato do kite, mais ele é bom de orça. Saboreio um delicioso sanduba de berinjela que peguei na Vila Guará, pela praia do amor, contorno uma ilha de areia, e chego no vilarejo do Arpoador, um pequeno paraíso 10 km antes de Tutóia. Sou recebido pelo pessoal da posada NAK (Nativo Arpoador Kitesurf). Você ainda vai ouvir falar muito nesse tal de Arpoador, será o novo point do kitesurf. 50 quilômetros de litoral 71 quilômetros navegados no GPS Repare o litoral inclinado para nordeste, e os bordos longos DIA 2 Esse era o dia mais temido! Pela frente, eu tinha o Delta do Parnaíba, um trecho de litoral totalmente selvagem e sem apoio. São diversas ilhas e grande bocas de rio com muita correnteza e variação de maré. É um lugar fantástico e intimidador! Saí cedo do Arpoador, í s 9:00. Tinha total respeito por aquele trecho. Tempo é segurança. O vento sudeste aumenta meu zigue zague. A maré estava vazando com muita força, era dia de lua nova. Me aproximo de Tutóia, e invisto rumo a ponta da Melancieira, o pedacinho que eu mais temia de toda a viagem. A exposição seria grande para contornar aquela ponta. Entro na correnteza do canal da barra de Tutóia. A correnteza era tão violenta que a água ficava turbulenta, com redemoinhos. A correnteza, na mesma direção do vento, me faz perder potência e ângulo de orça. Volto para praia para fugir da correnteza. Sigo perto da beira, ganhando altura no vento e, ao me aproximar de Tutóia, invisto novamente rumo a ponta, desta vez com ângulo de sobra. Novamente afundo na correnteza e perco ângulo, mas vou seguindo assim mesmo. Aguá barrenta e turbulenta, puxando para o oceano, e o vento falhado, me fazem sentir medo. Sigo controlando minha respiração. Finalmente, contorno aquela ponta, sabendo que se algo falhasse ali, eu estaria em sérios apuros. Aquela ponta se projeta quilômetros mar adentro, com vento e correnteza puxando para fora. Contornei lentamente, e fiquei eufórico de vencer o obstáculo. Eu estava no incrível Delta do Parnaíba! O difícil contorno da ponta da Melancieira. Note a perda de ângulo quando entra no canal. Passo o rio da Melancieira, e sigo em um longo zigue zague, com vento fraco, até a Barra do Caju, que é a maior boca de rio do Delta. Paro logo antes para uma rápida boquinha, e decido atravessar, mesmo com vento fraco. A maré estava muito seca e a situação complicada, com muitos bancos de areia. O mar parecia uma máquina de lavar. Vou negociando com os bancos, e bato em 2 deles, tomo capotes! Toco para o meio do oceano, para me livrar dos bancos, e me sinto exposto novamente. Uma vez vencida a barra do Caju, o vento melhorou. Aumentou a potência e inclinou mais para maral. A partir dali, sigo bem rápido, ganhando 2 vezes mais litoral por hora do que antes. Ao chegar na Ilha dos Poldros, eram 15:00, e penso que eu teria tempo para chegar em Barra Grande naquele mesmo dia, ganhando um dia de viagem. Deveria aproveitar as boas condições da tarde. Passo batido pela Ilha dos Poldros. Alguns quilômetros na frente, penso que era uma irresponsabilidade não parar na Ilha dos Poldros, um dos lugares mais fantásticos de todo litoral. Afinal, eu não estava ali para bater recorde de velocidade, o mais importante era o meu prazer no que estava fazendo. Então, dou
CORE KITEBOARDING: SECTOR 3
(Photo de destaque: Sector 3 / Core Kiteboarding content) A Core Kiteboarding lançou o Sector 3, o seu kite 100% projetado para wave style e strapless. O Specialized Series Division da marca, é o departamento dedicado a produtos exclusivos e com foco e finalidades únicas, o Sector 3 foi a “bola da vez”. Objetivo: dropar altas ondas e fazer altas manobras! Para 2020, o Kite matem as mesmas características da sua versão anterior, com melhoras nos sistemas de ajustes para manobrabilidade, direções e range de vento O destaque para o Section 3 é o CIT Mode, uma regulagem específica para as diferentes condições de vento: gerais, ON e OFF shore. Para o cenário onshore, a regulagem permite que o kite fique mais ao fundo da janela, otimizando o drift nas ondas. Já na cena offshore, o kite fica mais a frente na janela, proporcionando maior potência e velocidade no avanço. Confira mais informações: Section 3. (Core Kiteboarding youtube channel content)
DUOTONE KITEBOARDING: VEGAS 2020
(Photo de destaque: Vegas 2020 / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content) A Duotone Kiteboarding lançou a versão 2020 de um dos seus maiores clássicos: o Vegas. O kite C shape é 100% desenvolvido para o freestyle e wakestyle. Grandes nomes, como: Aaron Hadlow, Lewis Crathern, Mikaili Sol e Alex Neto, escolhem o Vegas como o Kite de melhor performance para as suas competições. Por diversas vezes, o kite esteve no topo de pódio de grandes eventos, como no GKA Freestyle World Tour e King of the Air. (Mikaili Sol / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content) Com um design C Shape de 5 talas, o Vegas se destaca por ser um kite responsivo, ao mesmo tempo que tem um alto poder de depower, gerando a folga necessária para o desempenho das manobras. Para a versão 2020, as 3 opções de regulagem, o design do bordo de ataque mais estreito e um material mais leve, otimizam a alta performance do equipamento. Veja mais: Vegas 2020 – Duotone Kiteboarding (Duotone Kiteboarding Youtube channel content)