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RESULTADOS DO GKA KITEBOARDING WORLD TOUR 2018 – GKA AIR GAMES
( Featured photo: GKA Champions / GKA Content / Photo: ydwer.com ) O GKA Kiteboarding World Tour “Air Games” teve quatro etapas nesta temporada. A última etapa foi em Fehmarn, na Alemanha, e terminou hoje, coroando os campeões mundiais de 2018. E, para variar, o Brasil está no topo mais uma vez! Após baterias disputadas com fortes adversários como a lenda, Aaron Hadlow, e o big rider, Jesse Richman, o nosso super Carlos Mario “Bebê” mostrou que, além de ser o melhor do mundo no freestyle, é, também, o atleta mais completo no esporte e recebeu a coroa do GKA Air Games 2018! Parabéns, Bebê! Um grande orgulho para todos os brasileiros e amantes do kite. Pódio masculino – etapa Fehmarn, Alemanha: 1. Carlos Mario (BR) 2. Jesse Richman (USA) 3. Aaron Hadlow (UK) 4. Lewis Crathern (UK) ( Pódio masculino GKA Air Games Fehmarn, Alemanha / GKA Content / Photo: Ydwer ) Quer mais?! Então, tem mais! A nossa campeã mundial júnior de freestyle, Mikaili Sol, com apenas 13 anos, também, arrebentou e levou a coroa do GKA Air Games 2018! A tetracampeã, arrebentou nas baterias e levou a melhor em cima de grandes nomes como a inglesa, Hanna Whiteley. Parabéns, Mika! Arrebentou muito e tem um futuro ainda mais brilhante pela frente! Pódio feminino – etapa Fehmarn, Alemanha: 1. Mikaili Sol (BR) 2. Hanna Whiteley (UK) 3. Pippa Vaniersel (NL) 4. Pauline Valesa (FR) ( Pódio feminino GKA Air Games Fehmarn, Alemanha / GKA Content / Photo: Ydwer ) O GKA Kiteboarding World Tour “Air Games” foi um circuito criado esse ano pela Global Kitesports Association – GKA, para engajar os atletas em uma modalidade que contemplasse o atleta “mais completo”. Confira aqui a matéria da primeira etapa para entender melhor como funciona.
RESULTADOS DO KITESPEED WORLD CHAMPIONSHIPS 2018
( Photos: KiteSpeed World Champeionships / Photos: Azzan Al-Sinani ) O KiteSpeed World Championships 2018 garantiu muita velocidade e alta performance na ilha de Masirah, em Oman. Os riders mais rápidos do mundo estiveram reunidos para o circuito mundial de velocidade da IKA. O spot recebeu pela segunda vez o evento, apresentando condições ideais com os ventos constantes, fortes, água flat e pouca profundidade. “Mais uma vez, Omã demonstrou que pode produzir condições perfeitas para este esporte de alta velocidade e empolgante”, disse Salma Al Hashmi, diretor de marketing da Oman Sail, organizadora do evento. O recorde mundial de velocidade dentro de uma competição de Kite Speed foi superado pelo americano Rob Douglas. O rider foi o único a atingir uma velocidade superior a 50 knots em condições ideais, o que o levou a ser coroado pela terceira vez com o título mundial! Douglas derrotou o campeão mundial francês, Alex Caizergues, que ficou em segundo lugar, e o britânico, Dave Williams, repetiu sua terceira colocação em relação a 2017. O campeão comentou sobre sua conquista: “Começou com um plano: pegar um ótimo treinador, pegar uma pipa rápida, treinar, viajar para Omã e ganhar o Campeonato Mundial de IKA Kite Speed ”‹”‹2018. Missão completa!” Organização e atletas ficaram satisfeitos com o evento e as condições apresentadas. A ansiedade para o ano que vem já é grande! Lembrando que no Brasil, no mês de Novembro, acontece o evento de Kite Speed em Osório, no Rio Grande do Sul, organizado pela Fazenda +Kite. Confira aqui em nosso calendário. Em breve, mais informações.
VAI COMEÇAR A ÚLTIMA ETAPA DO GKA AIR GAMES
( Featured photo: GKA Content ) Nesta sexta-feira, 24/09, vai começar a quarta e última etapa do ano do GKA Air Games em Fehmarn, na Alemanha. O grande campeão do circuito será coroado ao final do mega evento que reúne os melhores pro riders do mundo. Fehmarn é um spot mundialmente conhecido para os mega eventos de kite. Com uma tradição de mais de 10 anos levando etapas de diferentes circuitos mundiais, esse ano, o GKA Air Games é patrocinado pela Mercedes-Benz, prometendo uma superprodução e interatividade para todo o público que estiver no local prestigiando o evento. Os brasileiros Carlos Mario “Bebê” e Mikaili Sol estão na luta pelo topo do pódio e pela coroa de todo o circuito! Além deles, o big rider, Set Teixeira, está presente e preparado para cruzar os seus limites e se destacar na competição. O GKA Air Games trouxe um novo formato de competição durante esse ano. Os atletas são avaliados em diferentes quesitos para mostrar quem é o rider “mais completo”. Veja mais informações de como funciona. A ação vai rolar entre os dias 24/09 e 28/09. Vamos ficar ligados, acompanhar e torcer pelos nossos atletas! Para acompanhar siga as redes do GKA: @globalkitesports E no site Mercedes-Benz Kitesurf World Tour: http://kitesurfworldcup.de/en/ ( Jesse Richman, Carlos Mario, Hanna Whitley e Mikaili Sol / Foto: GKA Instagram Content )
ENTREVISTA COM O PRO RIDER SET TEIXEIRA
( Featured photo: Wolf Photographe ) O Pro Rider, Set Teixeira, deu uma entrevista para a LKB contando um pouco da sua história no esporte e suas expectativas para os campeonatos que tem pela frente. No ano de 2017, o garoto do Cumbuco, Ceará, encerrou o circuito mundial de freestyle como Top 3 do mundo. Esse ano ele está treinado, focado e pronto para dar o melhor de si! ( O garoto Set Teixeira / Foto: PKR Kiteboarding Content ) Confira o nosso papo com ele: . Atleta: Set Teixeira Gomes, 22 anos. Nascido e morando no Cumbuco. . Qual a sua modalidade e especialidade? Freestyle. . Curte algum pico/spot em especial para o velejo? Lagoa do Cauipe, Ceará. . A quanto tempo você pratica? Pode nos dar um resumo de como o kite entrou e mudou sua vida? Prático a 11 anos, entrei no kite através do meu irmão Tomas, foi um dos primeiros nativos do Cumbuco a entrar no kite e logo me passou as suas técnicas, gostei muito e comecei a treinar e agora vivo do esporte! . Quando e qual foi o seu primeiro campeonato como profissional? Foi em 2011 em Vitória, ES. Participei da etapa profissional do Brasileiro e consegui o segundo lugar! . Quando e como foi sua primeira experiência em um campeonato mundial? Foi em 2011, um mundial em Natal, a experiência foi legal por estar entre os melhores do mundo, mas não consegui um bom resultado. . Atualmente, o que você acha relevante sobre as condições e o formato do circuito mundial? Quais são as suas expectativas? Estou gostando muito do novo formato, dessa forma consigo me concentrar melhor em minhas manobras e pensar na minha estratégia de bateria, os picos são os melhores do mundo, os próprios riders podem decidir sobre o pico! . O que acha sobre o momento atual do esporte, o kite em geral? O crescimento e a projeção. O esporte está crescendo muito a cada dia no todo o mundo. Isso é muito bom, porque incentiva as marcas a patrocinarem mais atletas e é uma forma, também, da gente ganhar um dinheiro, já que vivemos do esporte! . O que você acha do spot de Akyaka como primeira “parada” do circuito mundial 2018? E qual sua expectativa para esse campeonato? O lugar é incrível, fui ano passado e fiquei admirado com a beleza, as condições e a recepção das pessoas lá, estou bastante focado, treinado e pronto para o começo do circuito mundial de 2018. Pra cima, campeão! O Brasil te deseja os melhores ventos e boa sorte!
COMEÇOU O ULTRA MAN, UM DOWNWIND DESAFIADOR COM MAIS DE 1.000 KM
( Foto Destaque: Grupo do Ultra Man em Maracajaú / Foto: Maracajaú Kite Center ) Começou o Ultra Man, um downwind desafiador com mais de 1.000 km pelo nordeste brasileiro, saindo de Natal, no Rio Grande do Norte, e indo até Atins, no Maranhão. O mega downwind, realizado pelo Surfin sem Fim, começou hoje e vai até o começo de setembro. O visual paradisíaco, os bons ventos alísios, a adrenalina e superação são garantidos na aventura. ( Grupo do Ultra Man em Maracajaú / Foto: Maracajaú Kite Center ) O grupo de 7 velejadores experientes, saiu hoje, 21/08, de Natal, rumo a Atins. E conta com a super presença de atletas profissionais no kite: André Penna, o mestre das longas travessias oceânicas, vem como capitão guiando o grupo, o pro rider Sebastian Ribeiro e a kitesurfista water woman, Marcela Witt, acompanham o desafio e colocam muita vibe para levar a galera adiante! A trip acabou de começar, os aventureiros chegaram em Maracajaú, hoje, e amanhã seguem viagem. Ainda vai rolar muita coisa no sentido dos Bons Ventos! Vamos acompanhando as notícias. Pra cima, galera! ( Foto divulgação / Surfin Sem Fim Content )
DESCUBRA OS BONS VENTOS DO CEARÁ
Publieditorial (Photo de destaque: Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content) As belezas naturais e os Bons Ventos fazem do Ceará uma das regiões mais famosas e procuradas do mundo para o turismo de aventura, principalmente, pelos velejadores e entusiastas do Kitesurf e Windsurf. São muitos os vilarejos charmosos e “cantinhos especiais” a serem descobertos por toda a extensão do litoral cearense. O cenário vai de praias com o mar calmo até picos com boas ondas, lagoas cristalinas, barras de rio, coqueirais e lindas dunas. Para quem curte o turismo de aventura, conhecer o Ceará deve estar na lista. Quem já conhece sempre volta para viver novas experiências e desbravar os diversos destinos na região. Confira: www.descubraceara.com A localização, topografia e clima formam o cenário ideal para quem busca os esportes e diversão. Os ventos alísios sopram na região durante todo o segundo semestre do ano e, muitas vezes, se estendem até o Ano Novo e Carnaval. (Praia do Cumbuco – Ceará / Governo do Estado do Ceará content) Com as características perfeitas de clima e vento, o Ceará tem um histórico em sediar etapas de campeonatos regionais, brasileiros e mundiais. No último ano, a Praia do Cumbuco, próxima a Fortaleza, e a Praia do Preá, ao lado da internacional, Jericoacoara, receberam as etapas do circuito mundial de Freestyle e Freestyle Strapless. Vale destacar, também, que os melhores atletas do mundo do kite são big riders cearenses! E novos talentos, seguem aparecendo e se destacando. Desde povoados menores e paisagens bucólicas até vilarejos estruturados e um visual de “tirar o fôlego”, quem visita a região se surpreende com a cena paradisíaca, com a cultura local, culinária e especiarias. Vale conferir as opções e se planejar para conhecer o que mais chama a atenção: atividades, gastronomia, esportes e turismo para todos os gostos. O Ceará está preparado e de portas abertas para receber os turistas do mundo inteiro! Descubra Ceará você também! (Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)
OCEAN RODEO 2020
(Photo de destaque: Ocean Rodeo / Ocean Rodeo content) A Ocean Rodeo acabou de lançar sua linha de produtos 2020. Para a nova coleção, a marca vem com a proposta dos kites mais resistentes e leves do mercado. O grande destaque do lançamento 2020 é a nova tecnologia: Aluula Project, um tecido de alta tecnologia muito mais resistente e leve que os utilizados no mercado atual para kites tubulares. (Gleiten TV youtube channel content) Os novos equipamentos foram projetados e desenvolvidos com os materiais de ponta da Tejin e Challenger para atingir alta performance e resistência. Para 2020, o Flite e o Roam vem como kites extremamente leves para alto desempenho em ventos mais brandos e melhor drift. O Prodigy, Razor e Crave trazem uma durabilidade reforçada para velejos mais radicais e condições extremas. Confira mais: Ocean Rodeo Kiteboarding (Ocean Rodeo youtube channel content)
O LITORAL É MÃO DUPLA ”“ DE ATINS AO PREÁ, 280 KM CONTRA O VENTO
Relato por ANDRÉ PENNA – redação e fotos O trecho da costa do Brasil que vai de Fortaleza aos Lençois Maranhenses é o melhor lugar do mundo para fazer longa distância de kitesurf. Virado para o Norte, com vento super constante, água quente, vilarejos receptivos, ausência de ondas grandes e costões rochosos, fazem com que esse trecho esteja se tornando a meca mundial de travessias longas de kitesurf, que muitos chamam de “Downwind”. A expressão: Downwind, significa navegar a favor do vento. Em português, a tradução seria “de vento em popa”. Há quatro anos, comecei a guiar kitesurfistas em “Downwinds” na região. Ao que tudo indicava, no mundo do kitesurf, este litoral era via de mão única. Sempre do leste para o oeste, empurrado pelo generoso vento alísio de Leste. No entanto, o hydrofoil chegou para quebrar paradigmas. Este novo tipo de prancha permite navegar contra o vento, desafiar essa força tão grandiosa. A rota que costumo guiar é do Preá, vizinho de Jericoacoara, ao Atins, nos Lençóis Maranhenses. São 280 quilômetros vento abaixo, de extrema beleza! Decidi fazer a rota ao contrário, contra o vento, nos mesmos 5 dias que gastamos no Surfin Sem Fim. Em cada dia, eu percorreria entre 50 e 60 quilômetros de litoral. Detalhes sutis fazem a diferença ! O litoral ali é virado para o norte, em alguns pedaços inclina para nordeste. Nos trechos virados para o norte, o zigue zague é muito maior, mais do que dobrando a distância. Onde é virado para nordeste, veleja-se mais paralelo a costa, diminuindo muito o zigue zague. A diferença é brutal. Outro fator que afeta muito a navegação é a sutil mudança de direção do vento que ocorre na passagem da manhã para a tarde. De manhã o vento vem de sudeste, da terra para o mar. De tarde, ele inclina para nordeste, vindo do mar, e facilitando bastante a minha tarefa de navegar rumo ao Preá. O zigue zague dá lugar a bordos maiores quase paralelos a costa. DIA 1 Saio de Atins no dia 2 de agosto. Espero o vento virar para maral (de sudeste para nordeste), o que só ocorre após í s 13:00. Era um trecho em que o litoral é virado para nordeste, mais fácil. Faço um pequeno zigue zague para sair da foz do Rio Preguiça, e sigo em, somente, um bordo naquela imensa praia até Paulino Neves, onde paro para comer. Estava navegando sem apoio; levava tudo que precisa em minha mochila a prova d’água. Levava somente um kite: um F-one Furtive 10 metros, um modelo de kite bom de contra-vento, com um alto “Aspect Ratio”. Quanto mais esticado é o formato do kite, mais ele é bom de orça. Saboreio um delicioso sanduba de berinjela que peguei na Vila Guará, pela praia do amor, contorno uma ilha de areia, e chego no vilarejo do Arpoador, um pequeno paraíso 10 km antes de Tutóia. Sou recebido pelo pessoal da posada NAK (Nativo Arpoador Kitesurf). Você ainda vai ouvir falar muito nesse tal de Arpoador, será o novo point do kitesurf. 50 quilômetros de litoral 71 quilômetros navegados no GPS Repare o litoral inclinado para nordeste, e os bordos longos DIA 2 Esse era o dia mais temido! Pela frente, eu tinha o Delta do Parnaíba, um trecho de litoral totalmente selvagem e sem apoio. São diversas ilhas e grande bocas de rio com muita correnteza e variação de maré. É um lugar fantástico e intimidador! Saí cedo do Arpoador, í s 9:00. Tinha total respeito por aquele trecho. Tempo é segurança. O vento sudeste aumenta meu zigue zague. A maré estava vazando com muita força, era dia de lua nova. Me aproximo de Tutóia, e invisto rumo a ponta da Melancieira, o pedacinho que eu mais temia de toda a viagem. A exposição seria grande para contornar aquela ponta. Entro na correnteza do canal da barra de Tutóia. A correnteza era tão violenta que a água ficava turbulenta, com redemoinhos. A correnteza, na mesma direção do vento, me faz perder potência e ângulo de orça. Volto para praia para fugir da correnteza. Sigo perto da beira, ganhando altura no vento e, ao me aproximar de Tutóia, invisto novamente rumo a ponta, desta vez com ângulo de sobra. Novamente afundo na correnteza e perco ângulo, mas vou seguindo assim mesmo. Aguá barrenta e turbulenta, puxando para o oceano, e o vento falhado, me fazem sentir medo. Sigo controlando minha respiração. Finalmente, contorno aquela ponta, sabendo que se algo falhasse ali, eu estaria em sérios apuros. Aquela ponta se projeta quilômetros mar adentro, com vento e correnteza puxando para fora. Contornei lentamente, e fiquei eufórico de vencer o obstáculo. Eu estava no incrível Delta do Parnaíba! O difícil contorno da ponta da Melancieira. Note a perda de ângulo quando entra no canal. Passo o rio da Melancieira, e sigo em um longo zigue zague, com vento fraco, até a Barra do Caju, que é a maior boca de rio do Delta. Paro logo antes para uma rápida boquinha, e decido atravessar, mesmo com vento fraco. A maré estava muito seca e a situação complicada, com muitos bancos de areia. O mar parecia uma máquina de lavar. Vou negociando com os bancos, e bato em 2 deles, tomo capotes! Toco para o meio do oceano, para me livrar dos bancos, e me sinto exposto novamente. Uma vez vencida a barra do Caju, o vento melhorou. Aumentou a potência e inclinou mais para maral. A partir dali, sigo bem rápido, ganhando 2 vezes mais litoral por hora do que antes. Ao chegar na Ilha dos Poldros, eram 15:00, e penso que eu teria tempo para chegar em Barra Grande naquele mesmo dia, ganhando um dia de viagem. Deveria aproveitar as boas condições da tarde. Passo batido pela Ilha dos Poldros. Alguns quilômetros na frente, penso que era uma irresponsabilidade não parar na Ilha dos Poldros, um dos lugares mais fantásticos de todo litoral. Afinal, eu não estava ali para bater recorde de velocidade, o mais importante era o meu prazer no que estava fazendo. Então, dou
CORE KITEBOARDING: SECTOR 3
(Photo de destaque: Sector 3 / Core Kiteboarding content) A Core Kiteboarding lançou o Sector 3, o seu kite 100% projetado para wave style e strapless. O Specialized Series Division da marca, é o departamento dedicado a produtos exclusivos e com foco e finalidades únicas, o Sector 3 foi a “bola da vez”. Objetivo: dropar altas ondas e fazer altas manobras! Para 2020, o Kite matem as mesmas características da sua versão anterior, com melhoras nos sistemas de ajustes para manobrabilidade, direções e range de vento O destaque para o Section 3 é o CIT Mode, uma regulagem específica para as diferentes condições de vento: gerais, ON e OFF shore. Para o cenário onshore, a regulagem permite que o kite fique mais ao fundo da janela, otimizando o drift nas ondas. Já na cena offshore, o kite fica mais a frente na janela, proporcionando maior potência e velocidade no avanço. Confira mais informações: Section 3. (Core Kiteboarding youtube channel content)
DUOTONE KITEBOARDING: VEGAS 2020
(Photo de destaque: Vegas 2020 / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content) A Duotone Kiteboarding lançou a versão 2020 de um dos seus maiores clássicos: o Vegas. O kite C shape é 100% desenvolvido para o freestyle e wakestyle. Grandes nomes, como: Aaron Hadlow, Lewis Crathern, Mikaili Sol e Alex Neto, escolhem o Vegas como o Kite de melhor performance para as suas competições. Por diversas vezes, o kite esteve no topo de pódio de grandes eventos, como no GKA Freestyle World Tour e King of the Air. (Mikaili Sol / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content) Com um design C Shape de 5 talas, o Vegas se destaca por ser um kite responsivo, ao mesmo tempo que tem um alto poder de depower, gerando a folga necessária para o desempenho das manobras. Para a versão 2020, as 3 opções de regulagem, o design do bordo de ataque mais estreito e um material mais leve, otimizam a alta performance do equipamento. Veja mais: Vegas 2020 – Duotone Kiteboarding (Duotone Kiteboarding Youtube channel content)