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PRIMEIRA ETAPA DO CIRCUITO PIAUIENSE DE KITEWAVE – OPEN DO ARROMBADO 2018

  ( Foto de destaque: divulgação / Foto: Jornal da Parnaí­ba Content )   Neste final de semana, 08/09, a Praia do Arrombado, no litoral do Piauí­, irá receber a primeira etapa do circuito piauiense de Kitewave 2018 – o Open do Arrombado.     Veja a programação a seguir:         A CASA AZUL, onde decorre o evento, oferece um lounge e ambiente acolhedor para famí­lia e acompanhantes. Durante a programação haverá música ambiente e locução ao vivo com explicações das manobras. O bar é aberto ao público com caipifruta, cerveja, vinho, suco e sanduí­ches. Opções de burgers e outros tipos menus com a participação do ITAQUIOSK.     Haverá, também, a filmagem do campeonato e exibição após o pôr do sol.     Inscrição obrigatória de velejadores através do grupo de Whatsapp dedicado exclusivamente ao campeonato: https://chat.whatsapp.com/1sQogyQvK9z9DcdgscUfWQ      O OPEN da PRAIA do ARROMBADO é patrocinado por: CASA AZUL, Deodato Silva, Kauai Boardhouse, Pousada Coqueiro Beach, Pousada Terra Patris (Barra Grande), Elefante 11 e Vila Itaqui.     Para quem estiver pela região, vale aparecer e conferir o evento!        

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ROLANDO A PRIMEIRA ETAPA DO WKC AKYAKA 2018

( Foto de destaque: divulgação / foto: Svetlana Romantsova/ WKC Content )     Para os amantes do freestyle, hoje começou a primeira etapa do circuito 2018. O World Kiteboarding Championships Akyaka 2018 acontece dos dias 05/09 a 09/09, trazendo os melhores atletas do mundo.     O Brasil está MUITO bem representado! Temos Carlos Mario “Bebꔝ o Top 1 do mundo na modalidade há 3 anos, o Big Rider Set Teixeira, Top 3 no circuito 2017 e a Tetra Campeão Mundial Juvenil de freestyle, Mikaili Sol, que, agora com 14 anos completos, está dentro da Liga de Elite do circuito mundial. Na realidade, “não tem pra ninguém!”       ( Time Brasileiro, Bebê, Set e Mika / Foto: GKA Content )   O spot, Akyaka, na Turquia, recebeu uma das etapas do circuito 2017 e tem condições bem legais para a realização da competição, bons ventos e água flat. Ideal para os riders desenvolverem suas manobras performances com manobras explosivas caracterizadas pelo wakestyle.        Para quem quiser acompanhar os scores em tempo real, acesse: https://worldkiteboardingchampionships.com/     Acompanhe, também, no no perfil do Instagram: @wkc      

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CONHEÇA A AKA – ASSOCIAÇÃO DE KITESURF DE ALAGOAS

A AKA, Associação de Kitesurf de Alagoas, vem engajando os velejadores do Estado e abre sua temporada 2018/19 com uma programação bem elaborada.     A associação, que existe há 4 anos, tem como missão o direcionamento para um crescimento ordenado do esporte dentro de Alagoas, se posicionando como referência para os velejadores, entusiastas e parceiros, prezando pela segurança no velejo, visibilidade positiva, responsabilidade social e sustentabilidade do kitesurf no estado alagoano.     O diretor técnico da AKA, Edgar Palmeira, enfatizou que o esporte está em uma fase de crescimento exponencial a cada ano. Sendo reflexo da inserção de instrutores capacitados e ações e eventos regidos pela AKA, a qual tem proporcionado uma visibilidade e credibilidade muito grande junto a patrocinadores e públicos potenciais.     Com uma média de 50 associados/ano a expectativa para a temporada 2018 é grande. A programação já foi divulgada e está muito legal! “A AKA está mostrando que através de um planejamento bem claro, credibilidade e organização, podemos alavancar bastante o esporte. Patrocí­nios, apoios de órgãos, como a Marinha, em eventos, aumento do número de associados e diversas parcerias que já acontecem, demonstram nossa força e os nossos resultados. Nestas temporada teremos vários Downwinds (cobriremos mais de 70 % da costa alagoana), competições de regata e freestyle e confraternizações, sempre buscando integrar os associados dos variados ní­veis de velejo e usufruindo das belezas do nosso litoral, nacionalmente conhecido como o Caribe brasileiro.” – conta Edgar Palmeira, kitesurfista e diretor técnico da associação.     Confira a programação para a temporada 2018/19 e entre em contato com a AKA para saber os benefí­cios:     – Email: akakitesurfalagoas@gmail.com     – Instagram: @akakitesurfalagoas     ( Calendário AKA 2018 / Arte oficial AKA Content )

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O CEARÁ IRÁ RECEBER UMA ETAPA DO GKA KITE-SURF WORLD TOUR

  ( Foto de destaque: divulgação / Kite World Wide Content )     O Ceará, terra dos bons ventos, irá receber, entre os dias 19/11 e 25/11, uma etapa do GKA Kite-surf World Tour. Campeonato mundial das modalidades wave e strapless freestyle.     O evento traz os melhores do mundo para as melhores condições vento. No circuito estão grandes nomes como Airton Cozzolino, Top 1 no ranking, Matchu Lopes e a lenda, Mitu Monteiro. Além dos pro riders brazucas, Sebastian Ribeiro e Pedro Matos.     A etapa do mundial acontecerá na Praia do Preá, em frente ao hotel Rancho do Peixe. E o show de manobras plásticas está garantido. Serão os melhores, nas melhores condições!     A iniciativa visa fomentar o turismo nacional e o esporte: “ Com esse campeonato, o Ceará, Piauí­, Maranhão, como a Terra do Vento que a gente chama, acaba recebendo a exposição internacional que merece.” – comenta o empresário e kitesurfista, Marco Dalpozzo.     Veja um breve bate papo que batemos com o Marco Dalpozzo, passando mais informações sobre o evento:      

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3ª ETAPA DO REI DA ILHA – CIRCUITO DE HYDROFOIL DA ILHABELA

  ( Foto de destaque: divulgação / Rei da Ilha Content )     Esse final de semana, durante os dias 01/09 e 02/09, rolou a 3ª Etapa do Rei da Ilha. O evento se trata de uma competição regional de Hydrofoil realizada na Ilhabela, em São Paulo.     Esses eventos são importantí­ssimos para a fomentação do turismo e do esporte em âmbito nacional. A modalidade vem se destacando e ganhou muita força na “capital nacional da vela”, a Ilhabela.     O vento sul soprou durante os dois dias com uma média de 12 knots e as regatas tomaram conta do canal de São Sebastião.     O evento, que conta com o apoio da Ugo Kite, trouxe o bem-estar do esporte e garantiu a diversão dos participantes e turistas que estavam pelo lindo destino. Parabéns a todos que participaram e í  organização!     Veja os resultados:     Master:     1. Luiz Bolina     2. Nereu Gonçalves     3. Marcelo     ( Pódio do Master / Foto: Rei da Ilha Content )   Gram Master:      1. Mike Buser     2. Renato Dombrowsky     Feminino:     1. Marina Dombrowsky     Colocação geral:     1. Jose Marino     2. Luiz Bolina     3. Alberto Chap Chap     4. Marina Dombrowsky     5. Nereu Gonçalves     ( Foto: galera do evento reunida / Foto: Rei da Ilha Content )

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DESCUBRA OS BONS VENTOS DO CEARÁ

  Publieditorial (Photo de destaque: Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)   As belezas naturais e os Bons Ventos fazem do Ceará uma das regiões mais famosas e procuradas do mundo para o turismo de aventura, principalmente, pelos velejadores e entusiastas do Kitesurf e Windsurf.   São muitos os vilarejos charmosos e “cantinhos especiais” a serem descobertos por toda a extensão do litoral cearense. O cenário vai de praias com o mar calmo até picos com boas ondas, lagoas cristalinas, barras de rio, coqueirais e lindas dunas.   Para quem curte o turismo de aventura, conhecer o Ceará deve estar na lista. Quem já conhece sempre volta para viver novas experiências e desbravar os diversos destinos na região. Confira: www.descubraceara.com   A localização, topografia e clima formam o cenário ideal para quem busca os esportes e diversão. Os ventos alí­sios sopram na região durante todo o segundo semestre do ano e, muitas vezes, se estendem até o Ano Novo e Carnaval.   (Praia do Cumbuco – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)   Com as caracterí­sticas perfeitas de clima e vento, o Ceará tem um histórico em sediar etapas de campeonatos regionais, brasileiros e mundiais. No último ano, a Praia do Cumbuco, próxima a Fortaleza, e a Praia do Preá, ao lado da internacional, Jericoacoara, receberam as etapas do circuito mundial de Freestyle e Freestyle Strapless.   Vale destacar, também, que os melhores atletas do mundo do kite são big riders cearenses! E novos talentos, seguem aparecendo e se destacando.   Desde povoados menores e paisagens bucólicas até vilarejos estruturados e um visual de “tirar o fôlego”, quem visita a região se surpreende com a cena paradisí­aca, com a cultura local, culinária e especiarias.   Vale conferir as opções e se planejar para conhecer o que mais chama a atenção: atividades, gastronomia, esportes e turismo para todos os gostos.   O Ceará está preparado e de portas abertas para receber os turistas do mundo inteiro! Descubra Ceará você também!   (Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)

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OCEAN RODEO 2020

(Photo de destaque: Ocean Rodeo / Ocean Rodeo content)   A Ocean Rodeo acabou de lançar sua linha de produtos 2020. Para a nova coleção, a marca vem com a proposta dos kites mais resistentes e leves do mercado.   O grande destaque do lançamento 2020 é a nova tecnologia: Aluula Project, um tecido de alta tecnologia muito mais resistente e leve que os utilizados no mercado atual para kites tubulares.   (Gleiten TV youtube channel content) Os novos equipamentos foram projetados e desenvolvidos com os materiais de ponta da Tejin e Challenger para atingir alta performance e resistência. Para 2020, o Flite e o Roam vem como kites extremamente leves para alto desempenho em ventos mais brandos e melhor drift. O Prodigy, Razor e Crave trazem uma durabilidade reforçada para velejos mais radicais e condições extremas. Confira mais: Ocean Rodeo Kiteboarding  (Ocean Rodeo youtube channel content)    

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O LITORAL É MÃO DUPLA ”“ DE ATINS AO PREÁ, 280 KM CONTRA O VENTO

  Relato por ANDRÉ PENNA – redação e fotos   O trecho da costa do Brasil que vai de Fortaleza aos Lençois Maranhenses é o melhor lugar do mundo para fazer longa distância de kitesurf. Virado para o Norte, com vento super constante, água quente, vilarejos receptivos, ausência de ondas grandes e costões rochosos, fazem com que esse trecho esteja se tornando a meca mundial de travessias longas de kitesurf, que muitos chamam de “Downwind”.   A expressão: Downwind, significa navegar a favor do vento. Em português, a tradução seria “de vento em popa”. Há quatro anos, comecei a guiar kitesurfistas em “Downwinds” na região.   Ao que tudo indicava, no mundo do kitesurf, este litoral era via de mão única. Sempre do leste para o oeste, empurrado pelo generoso vento alí­sio de Leste. No entanto, o hydrofoil chegou para quebrar paradigmas. Este novo tipo de prancha permite navegar contra o vento, desafiar essa força tão grandiosa.   A rota que costumo guiar é do Preá, vizinho de Jericoacoara, ao Atins, nos Lençóis Maranhenses. São 280 quilômetros vento abaixo, de extrema beleza! Decidi fazer a rota ao contrário, contra o vento, nos mesmos 5 dias que gastamos no Surfin Sem Fim. Em cada dia, eu percorreria entre 50 e 60 quilômetros de litoral.   Detalhes sutis fazem a diferença ! O litoral ali é virado para o norte, em alguns pedaços inclina para nordeste. Nos trechos virados para o norte, o zigue zague é muito maior, mais do que dobrando a distância. Onde é virado para nordeste, veleja-se mais paralelo a costa, diminuindo muito o zigue zague. A diferença é brutal.   Outro fator que afeta muito a navegação é a sutil mudança de direção do vento que ocorre na passagem da manhã para a tarde. De manhã o vento vem de sudeste, da terra para o mar. De tarde, ele inclina para nordeste, vindo do mar, e facilitando bastante a minha tarefa de navegar rumo ao Preá. O zigue zague dá lugar a bordos maiores quase paralelos a costa.   DIA 1   Saio de Atins no dia 2 de agosto. Espero o vento virar para maral (de sudeste para nordeste), o que só ocorre após í s 13:00. Era um trecho em que o litoral é virado para nordeste, mais fácil. Faço um pequeno zigue zague para sair da foz do Rio Preguiça, e sigo em, somente, um bordo naquela imensa praia até Paulino Neves, onde paro para comer.   Estava navegando sem apoio; levava tudo que precisa em minha mochila a prova d’água. Levava somente um kite: um F-one Furtive 10 metros, um modelo de kite bom de contra-vento, com um alto “Aspect Ratio”. Quanto mais esticado é o formato do kite, mais ele é bom de orça.   Saboreio um delicioso sanduba de berinjela que peguei na Vila Guará, pela praia do amor, contorno uma ilha de areia, e chego no vilarejo do Arpoador, um pequeno paraí­so 10 km antes de Tutóia. Sou recebido pelo pessoal da posada NAK (Nativo Arpoador Kitesurf). Você ainda vai ouvir falar muito nesse tal de Arpoador, será o novo point do kitesurf.   50 quilômetros de litoral   71 quilômetros navegados no GPS   Repare o litoral inclinado para nordeste, e os bordos longos   DIA 2   Esse era o dia mais temido! Pela frente, eu tinha o Delta do Parnaí­ba, um trecho de litoral totalmente selvagem e sem apoio. São diversas ilhas e grande bocas de rio com muita correnteza e variação de maré. É um lugar fantástico e intimidador!   Saí­ cedo do Arpoador, í s 9:00. Tinha total respeito por aquele trecho. Tempo é segurança. O vento sudeste aumenta meu zigue zague. A maré estava vazando com muita força, era dia de lua nova. Me aproximo de Tutóia, e invisto rumo a ponta da Melancieira, o pedacinho que eu mais temia de toda a viagem. A exposição seria grande para contornar aquela ponta.   Entro na correnteza do canal da barra de Tutóia. A correnteza era tão violenta que a água ficava turbulenta, com redemoinhos. A correnteza, na mesma direção do vento, me faz perder potência e ângulo de orça. Volto para praia para fugir da correnteza. Sigo perto da beira, ganhando altura no vento e, ao me aproximar de Tutóia, invisto novamente rumo a ponta, desta vez com ângulo de sobra. Novamente afundo na correnteza e perco ângulo, mas vou seguindo assim mesmo. Aguá barrenta e turbulenta, puxando para o oceano, e o vento falhado, me fazem sentir medo. Sigo controlando minha respiração.   Finalmente, contorno aquela ponta, sabendo que se algo falhasse ali, eu estaria em sérios apuros. Aquela ponta se projeta quilômetros mar adentro, com vento e correnteza puxando para fora. Contornei lentamente, e fiquei eufórico de vencer o obstáculo. Eu estava no incrí­vel Delta do Parnaí­ba!   O difí­cil contorno da ponta da Melancieira. Note a perda de ângulo quando entra no canal.   Passo o rio da Melancieira, e sigo em um longo zigue zague, com vento fraco, até a Barra do Caju, que é a maior boca de rio do Delta. Paro logo antes para uma rápida boquinha, e decido atravessar, mesmo com vento fraco. A maré estava muito seca e a situação complicada, com muitos bancos de areia. O mar parecia uma máquina de lavar. Vou negociando com os bancos, e bato em 2 deles, tomo capotes! Toco para o meio do oceano, para me livrar dos bancos, e me sinto exposto novamente.   Uma vez vencida a barra do Caju, o vento melhorou. Aumentou a potência e inclinou mais para maral. A partir dali, sigo bem rápido, ganhando 2 vezes mais litoral por hora do que antes. Ao chegar na Ilha dos Poldros, eram 15:00, e penso que eu teria tempo para chegar em Barra Grande naquele mesmo dia, ganhando um dia de viagem. Deveria aproveitar as boas condições da tarde. Passo batido pela Ilha dos Poldros.   Alguns quilômetros na frente, penso que era uma irresponsabilidade não parar na Ilha dos Poldros, um dos lugares mais fantásticos de todo litoral. Afinal, eu não estava ali para bater recorde de velocidade, o mais importante era o meu prazer no que estava fazendo.   Então, dou

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CORE KITEBOARDING: SECTOR 3

(Photo de destaque: Sector 3 / Core Kiteboarding content)   A Core Kiteboarding lançou o Sector 3, o seu kite 100% projetado para wave style e strapless. O Specialized Series Division da marca, é o departamento dedicado a produtos exclusivos e com foco e finalidades únicas, o Sector 3 foi a “bola da vez”. Objetivo: dropar altas ondas e fazer altas manobras!   Para 2020, o Kite matem as mesmas caracterí­sticas da sua versão anterior, com melhoras nos sistemas de ajustes para manobrabilidade, direções e range de vento   O destaque para o Section 3 é o CIT Mode, uma regulagem especí­fica para as diferentes condições de vento: gerais, ON e OFF shore. Para o cenário onshore, a regulagem permite que o kite fique mais ao fundo da janela, otimizando o drift nas ondas. Já na cena offshore, o kite fica mais a frente na janela, proporcionando maior potência e velocidade no avanço.   Confira mais informações: Section 3.    (Core Kiteboarding youtube channel content)    

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DUOTONE KITEBOARDING: VEGAS 2020

(Photo de destaque: Vegas 2020 / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content)   A Duotone Kiteboarding lançou a versão 2020 de um dos seus maiores clássicos: o Vegas. O kite  C shape é 100% desenvolvido para o freestyle e wakestyle.   Grandes nomes, como: Aaron Hadlow, Lewis Crathern, Mikaili Sol e Alex Neto, escolhem o Vegas como o Kite de melhor performance para as suas competições. Por diversas vezes, o kite esteve no topo de pódio de grandes eventos, como no GKA Freestyle World Tour e King of the Air.   (Mikaili Sol / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content)   Com um design C Shape de 5 talas, o Vegas se destaca por ser um kite responsivo, ao mesmo tempo que tem um alto poder de depower, gerando a folga necessária para o desempenho das manobras. Para a versão 2020, as 3 opções de regulagem, o design do bordo de ataque mais estreito e um material mais leve, otimizam a alta performance do equipamento.   Veja mais: Vegas 2020 – Duotone Kiteboarding (Duotone Kiteboarding Youtube channel content)    

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