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BRASIL NO PÓDIO DO WKC DAKHLA, MARROCOS

  ( Foto de destaque: divulgação / Foto: Svetlana Romantsova / WKC Content )     Hoje, 10/11, rolaram as finais da segunda etapa do mundial de freestyle, o WKC Dakhla Marrocos. E deu muito Brasil no pódio!     Na final feminina, a jovem atleta brasileira, Mikaili Sol, com apenas 14 anos, conquistou o topo do pódio. Em uma bateria disputadí­ssima com nomes fortes como a italiana, Francesca Bagnoli, e a tcheca, Paula Novotna, Mika levou sua performance ao máximo e conquistou o primeiro lugar na etapa. Lembrando que a primeira etapa do WKC, na Turquia, também, foi uma de suas conquistas.     Pódio feminino:     1º Mikaili Sol     2º Francesca Bagnoli     3º Paula Novotna       ( Premiação: Francesca Bagnoli, Mikaili Sol e Paula Novotna / WKC Content )     A final masculina foi de gigantes! Os big riders brasucas, Carlos Mario “Bebꔝ e Set Teixeira, fizeram uma bateria de manobras consistentes e alto ní­vel. O jovem dominicano, Adeuri Corniel, além de “ouro” nas olimpí­adas da juventude, mostrou sua versatilidade com manobras de pressão e boa estratégia, o que garantiu o seu segundo lugar no pódio. E no topo?! Brasil, é claro!     Pódio masculino:      1º Carlo Mario     2º Adeuri Corniel     3º Set Teixeira       ( Premiação: Adeuri Corniel, Carlos Mario e Set Teixeira / WKC Content )

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MAIS BRASIL! FINAL FEMININA DO WKC

  ( Foto de destaque: divulgação / Foto: Fabio Ingrosso – Mika’s Coach )     A jovem atleta Mikaili Sol, 14 anos, está brilhando muito na modalidade freestyle mundial. Amanhã, 10/11, ela estará “quebrando tudo” e representando o Brasil na final do WKC Dakhla, Marrocos.     Mika tinha apenas 13 anos quando conquistou o seu tetracampeonato mundial juvenil na modalidade de Kiteboarding Freestyle. Este ano, a big rider já está correndo o circuito mundial na Liga de Elite, ou seja, o evento principal com os melhores do mundo.     O melhor de tudo isso?! O melhor é que, hoje, após uma semifinal disputada, mas com boa vantagem, com a italiana Francesca Bagnoli, Mika foi para a grande final motivada a buscar o topo do pódio!       ( Mika e seu treinador, Fabio Ingrosso comemorando o 10 pelo Heart Attack 7 / oto: Svetlana Romantsova / WKC Content )     Amanhã a bateria final vai ser “sinistra”! Lutando pelo primeiro lugar estão Mika, a italiana, Francesca Bagnoli, a dinamarquesa, Therese Taabbel, e a experiente rider da República Tcheca, Paula Novotna.     Lembrando, também, que amanhã tem a final de gigantes: Carlos Mario e Set Teixeira estarão levando sua performance ao máximo (veja aqui).     Vamos acompanhar e torcer pelo Brasil!     Acompanhe online: https://worldkiteboardingchampionships.com/live-stream/        ( Paula Novotna, Bas Koole e Mika na cabine dos comentaristas do campeonato / WKC Content )  

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FINAL DE GIGANTES NO WKC

  (Foto de destaque: divulgação / Foto: Svetlana Romantsova / WKC Content )     Está rolando em Dakhla, no Marrocos, a segunda etapa do World Kiteboarding Championships – WKC. E, na final que acontece sábado, 10/11, a batalha será de gigantes. Os melhores do mundo do freestyle estão focados na vitória. E dois deles são brasileiros!     Após um dia de baterias com o ní­vel lá em cima, os big riders brazucas, Set Teixeira e Carlos Mario “Bebꔝ, se destacaram e agora, na grande final, vão se enfrentar em uma batalha de altas manobras de freestyle. O show está garantido!     Os dois top riders estão no auge de suas performances e, o mais legal, é que são brothers demais! Mas não estarão sozinhos nessa final. O jovens atletas, Adeuri Corniel, da República Dominicana e o suiço, Maxime Chabloz, estão quebrando muito e vão lutar pela vitória.     Não deixem de acompanhar e valorizar o nosso esporte e os nossos atletas, o Brasil está no topo!       Para assistir a ação online e vibrar junto acesse:     https://worldkiteboardingchampionships.com/live-stream/       ( Bebê e Set na “brotheragem” / from  Social Midia )

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É CERTEZA! O KITE ESTARÁ NOS JOGOS OLÍ­MPICOS DE 2024

  ( Foto de destaque: divulgação )     No dia 04/11, a Reunião Geral Anual da World Sailing confirmou a lista final de eventos para a competição de vela olí­mpica de Paris 2024 e o kite está oficialmente dentro dos Jogos Olí­mpicos.     Embora a decisão de colocar o esporte no quadro dos jogos tenha sido tomada em maio de 2018, os regulamentos da World Sailing permitem que os eventos e equipamentos sejam alterados na Conferência Anual de 2018 pelo conselho da WS antes da ratificação na AGM (Annual General Meeting), e foi confirmado o evento.       ( Foto do arco com arte das Olimpí­adas de 2024 a ser sediada em Paris / Foto: divulgação )     A proposta final para eventos e equipamentos aprovados AGM, foram:     – Windsurf Masculino – RS: X     – Windsurf Feminino – RS: X     – Kite Misto – avaliação de equipamentos (novo evento)     – Dinghy de uma pessoa para homem – Laser     – Dinga de uma pessoa para mulheres – Laser Radial     – Keelboat Offshore Misto de Duas Pessoas – avaliação de equipamentos (novo evento)     – Avaliação do equipamento de duas pessoas mistas – equipamento (novo evento – 470)     – Skiff masculino – 49er     – Skiff Feminino – 49erFX     – Catamarã Misto – Nacra 17 * RS: X e Laser / Radial estão sujeitos a revisão anti-monopólio     Critérios de Equipamento para Kiteboarding Misto:      . Conceito de placa: Foiling     . Faixa de peso homens: 65-85 kg     . Faixa de peso mulheres: 50-70 kg     . Tamanho do Kite para homens: 7-21 m2.     . Tamanho do Kite para mulheres: 7-21 m2.     . Sistema de Kite: RAM-Air (foil-kite)     . Número de pipas permitidas por evento: 4 pipas de alta performance e alta relação de aspecto.     . Número de sistemas de hidrofoil permitidos por evento: 1 sistema hidrofoil de alto desempenho e alta relação de aspecto     . O mesmo esquema de aerobarco, prancha e kites para homens e mulheres.     Faixa de vento adequado para a competição: 5-40 nós     Construção / Estrutura da classe:     Esquema de produção em série registrado, com vários construtores licenciados. Todos os equipamentos dentro de um modelo / série. Devem ser idênticos e estar disponí­veis em todo o mundo, sem restrições. A World Sailing, em estreita cooperação com a classe, gerencia o controle de equipamentos de construtores e licenças.     Proposta de formato: várias opções, incluindo:     Short Track Relay em um curso curto de barlavento / sotavento, com membros da equipe (masculino e feminino) cobrindo as voltas alternando, com uma zona de troca. A competição pode consistir de uma série de abertura em eliminatórias e uma fase eliminatória ou outra forma de final (isto é, a melhor das vitórias x da corrida).     Os critérios de equipamento confirmados descrevem, exatamente, a classe IKA Formula Kite e permitem, pela primeira vez, que diferentes modelos de diferentes fabricantes possam competir uns contra os outros em um campo de competição olí­mpico.     “A International Kiteboarding Association está muito animada em ver o kiteboarding incluí­do nos Jogos Olí­mpicos de 2024, depois que fizemos nossa estreia nas Olimpí­adas da Juventude, na Argentina, em Outubro deste ano”, disse Mirco Babini, presidente da Associação Internacional de Kiteboarding (IKA). “Queremos agradecer a todos nas diversas comissões, conselho e AGM, bem como í  comunidade mundial de kiteboarding, pelo seu apoio. E estamos ansiosos para mostrar esta emocionante disciplina da vela nos Jogos Olí­mpicos.” Concluiu Babini.     Que conquista histórica para o nosso esporte, valorização da classe e dos atletas. Vamos prestigiar, porque o Brasil tem atletas de altí­ssima performance na modalidade e podem chegar lá!       ( Atleta Bruno Lobo, tricampeão brasileiro na modalidade / CBVela Content )    

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RESULTADOS CLASSIFICATÓRIAS WKC DAKHLA – MARROCOS

  ( Foto destaque: divulgação / Foto: Toby Bromwich / WKC Content )     Entre os dias 3/11 e 05/11, rolaram as classificatórias para segunda etapa da World Kiteboarding Championships em Dakhla, no Marrocos.     Dois brasileiros estavam lá representando nosso paí­s e nosso esporte, e foram longe!     O rider, Ivanildo Fernandes, cearense da praia do Cumbuco, logo no iní­cio de sua primeira bateria, acabou sentindo o joelho em uma de suas super manobras com muita pressão e, para evitar maiores danos í  sua saúde, acabou ficando de fora das próximas baterias. Mas, quebra muito e merece os parabéns!     O grande destaque brazuca foi o rider Kalú de Souza, também, nativo do Cumbuco. O jovem atleta lutou para estar lá e agarrou a oportunidade “com unhas e dentes”!   Entrou focado em suas baterias. Quando começava mal, respirava, se concentrava e a recuperação era ní­tida a cada manobra e pouso perfeito. Dessa maneira, chegou até a final para disputar com os grandes!   “Aí­ galera! Fiquei em quarto na bateria, tô muito feliz de ter feito essa final, foi muito importante pra mim! E, infelizmente, eu não consegui velejar muito bem ali, mas isso faz parte, também, do esporte. E é isso aí­! Agradecer a todo mundo que tá na torcida e vamo que vamo!” – comemora o big rider, Kalú de Souza, que garantiu o seu lugar na Elite!   ( O big rider brazuca, Kalú de Souza, manobrando nas alturas! / Foto: Toby Bromwich / WKC Content )     Os riders italianos foram quem comandaram as finais das classificatórias. Gianmaria Coccoluto levou, merecidamente, o primeiro lugar masculino somando o total de 27.6 pontos.E, na categoria feminina, a conterrânea, Francesca Bagnoli, levou o primeiro lugar juntando-se í  Liga de Elite no Evento principal.       ( Os riders da Itália, Gianmaria e Francesca / Foto: Toby Bromwich / WKC Content )     Hoje, as inscrições do evento principal foram abertas ao atletas da Liga de Elite, e, amanhã, tem ação no mundial de freestyle. Lembrando que: tem BRASIL!!!     Os melhores do mundo representam o nosso esporte. Carlos Mario “Bebꔝ e Mikaili Sol dominam o topo do ranking mundial na modalidade. O pro rider, Set Teixeira, e o recém saí­do das finas nas classificatórias, Kalú de Souza, estarão dando o melhor e mostrando o potencial de velejo dos nossos atletas brasileiros!     Vamos acompanhar e torcer na segunda etapa do WKC Dakhla, Marrocos!   Assista ao vivo em: https://worldkiteboardingchampionships.com/       ( A jovem rider, Mikaili Sol, focada na meta: o mundial! )  

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DESCUBRA OS BONS VENTOS DO CEARÁ

  Publieditorial (Photo de destaque: Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)   As belezas naturais e os Bons Ventos fazem do Ceará uma das regiões mais famosas e procuradas do mundo para o turismo de aventura, principalmente, pelos velejadores e entusiastas do Kitesurf e Windsurf.   São muitos os vilarejos charmosos e “cantinhos especiais” a serem descobertos por toda a extensão do litoral cearense. O cenário vai de praias com o mar calmo até picos com boas ondas, lagoas cristalinas, barras de rio, coqueirais e lindas dunas.   Para quem curte o turismo de aventura, conhecer o Ceará deve estar na lista. Quem já conhece sempre volta para viver novas experiências e desbravar os diversos destinos na região. Confira: www.descubraceara.com   A localização, topografia e clima formam o cenário ideal para quem busca os esportes e diversão. Os ventos alí­sios sopram na região durante todo o segundo semestre do ano e, muitas vezes, se estendem até o Ano Novo e Carnaval.   (Praia do Cumbuco – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)   Com as caracterí­sticas perfeitas de clima e vento, o Ceará tem um histórico em sediar etapas de campeonatos regionais, brasileiros e mundiais. No último ano, a Praia do Cumbuco, próxima a Fortaleza, e a Praia do Preá, ao lado da internacional, Jericoacoara, receberam as etapas do circuito mundial de Freestyle e Freestyle Strapless.   Vale destacar, também, que os melhores atletas do mundo do kite são big riders cearenses! E novos talentos, seguem aparecendo e se destacando.   Desde povoados menores e paisagens bucólicas até vilarejos estruturados e um visual de “tirar o fôlego”, quem visita a região se surpreende com a cena paradisí­aca, com a cultura local, culinária e especiarias.   Vale conferir as opções e se planejar para conhecer o que mais chama a atenção: atividades, gastronomia, esportes e turismo para todos os gostos.   O Ceará está preparado e de portas abertas para receber os turistas do mundo inteiro! Descubra Ceará você também!   (Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)

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OCEAN RODEO 2020

(Photo de destaque: Ocean Rodeo / Ocean Rodeo content)   A Ocean Rodeo acabou de lançar sua linha de produtos 2020. Para a nova coleção, a marca vem com a proposta dos kites mais resistentes e leves do mercado.   O grande destaque do lançamento 2020 é a nova tecnologia: Aluula Project, um tecido de alta tecnologia muito mais resistente e leve que os utilizados no mercado atual para kites tubulares.   (Gleiten TV youtube channel content) Os novos equipamentos foram projetados e desenvolvidos com os materiais de ponta da Tejin e Challenger para atingir alta performance e resistência. Para 2020, o Flite e o Roam vem como kites extremamente leves para alto desempenho em ventos mais brandos e melhor drift. O Prodigy, Razor e Crave trazem uma durabilidade reforçada para velejos mais radicais e condições extremas. Confira mais: Ocean Rodeo Kiteboarding  (Ocean Rodeo youtube channel content)    

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O LITORAL É MÃO DUPLA ”“ DE ATINS AO PREÁ, 280 KM CONTRA O VENTO

  Relato por ANDRÉ PENNA – redação e fotos   O trecho da costa do Brasil que vai de Fortaleza aos Lençois Maranhenses é o melhor lugar do mundo para fazer longa distância de kitesurf. Virado para o Norte, com vento super constante, água quente, vilarejos receptivos, ausência de ondas grandes e costões rochosos, fazem com que esse trecho esteja se tornando a meca mundial de travessias longas de kitesurf, que muitos chamam de “Downwind”.   A expressão: Downwind, significa navegar a favor do vento. Em português, a tradução seria “de vento em popa”. Há quatro anos, comecei a guiar kitesurfistas em “Downwinds” na região.   Ao que tudo indicava, no mundo do kitesurf, este litoral era via de mão única. Sempre do leste para o oeste, empurrado pelo generoso vento alí­sio de Leste. No entanto, o hydrofoil chegou para quebrar paradigmas. Este novo tipo de prancha permite navegar contra o vento, desafiar essa força tão grandiosa.   A rota que costumo guiar é do Preá, vizinho de Jericoacoara, ao Atins, nos Lençóis Maranhenses. São 280 quilômetros vento abaixo, de extrema beleza! Decidi fazer a rota ao contrário, contra o vento, nos mesmos 5 dias que gastamos no Surfin Sem Fim. Em cada dia, eu percorreria entre 50 e 60 quilômetros de litoral.   Detalhes sutis fazem a diferença ! O litoral ali é virado para o norte, em alguns pedaços inclina para nordeste. Nos trechos virados para o norte, o zigue zague é muito maior, mais do que dobrando a distância. Onde é virado para nordeste, veleja-se mais paralelo a costa, diminuindo muito o zigue zague. A diferença é brutal.   Outro fator que afeta muito a navegação é a sutil mudança de direção do vento que ocorre na passagem da manhã para a tarde. De manhã o vento vem de sudeste, da terra para o mar. De tarde, ele inclina para nordeste, vindo do mar, e facilitando bastante a minha tarefa de navegar rumo ao Preá. O zigue zague dá lugar a bordos maiores quase paralelos a costa.   DIA 1   Saio de Atins no dia 2 de agosto. Espero o vento virar para maral (de sudeste para nordeste), o que só ocorre após í s 13:00. Era um trecho em que o litoral é virado para nordeste, mais fácil. Faço um pequeno zigue zague para sair da foz do Rio Preguiça, e sigo em, somente, um bordo naquela imensa praia até Paulino Neves, onde paro para comer.   Estava navegando sem apoio; levava tudo que precisa em minha mochila a prova d’água. Levava somente um kite: um F-one Furtive 10 metros, um modelo de kite bom de contra-vento, com um alto “Aspect Ratio”. Quanto mais esticado é o formato do kite, mais ele é bom de orça.   Saboreio um delicioso sanduba de berinjela que peguei na Vila Guará, pela praia do amor, contorno uma ilha de areia, e chego no vilarejo do Arpoador, um pequeno paraí­so 10 km antes de Tutóia. Sou recebido pelo pessoal da posada NAK (Nativo Arpoador Kitesurf). Você ainda vai ouvir falar muito nesse tal de Arpoador, será o novo point do kitesurf.   50 quilômetros de litoral   71 quilômetros navegados no GPS   Repare o litoral inclinado para nordeste, e os bordos longos   DIA 2   Esse era o dia mais temido! Pela frente, eu tinha o Delta do Parnaí­ba, um trecho de litoral totalmente selvagem e sem apoio. São diversas ilhas e grande bocas de rio com muita correnteza e variação de maré. É um lugar fantástico e intimidador!   Saí­ cedo do Arpoador, í s 9:00. Tinha total respeito por aquele trecho. Tempo é segurança. O vento sudeste aumenta meu zigue zague. A maré estava vazando com muita força, era dia de lua nova. Me aproximo de Tutóia, e invisto rumo a ponta da Melancieira, o pedacinho que eu mais temia de toda a viagem. A exposição seria grande para contornar aquela ponta.   Entro na correnteza do canal da barra de Tutóia. A correnteza era tão violenta que a água ficava turbulenta, com redemoinhos. A correnteza, na mesma direção do vento, me faz perder potência e ângulo de orça. Volto para praia para fugir da correnteza. Sigo perto da beira, ganhando altura no vento e, ao me aproximar de Tutóia, invisto novamente rumo a ponta, desta vez com ângulo de sobra. Novamente afundo na correnteza e perco ângulo, mas vou seguindo assim mesmo. Aguá barrenta e turbulenta, puxando para o oceano, e o vento falhado, me fazem sentir medo. Sigo controlando minha respiração.   Finalmente, contorno aquela ponta, sabendo que se algo falhasse ali, eu estaria em sérios apuros. Aquela ponta se projeta quilômetros mar adentro, com vento e correnteza puxando para fora. Contornei lentamente, e fiquei eufórico de vencer o obstáculo. Eu estava no incrí­vel Delta do Parnaí­ba!   O difí­cil contorno da ponta da Melancieira. Note a perda de ângulo quando entra no canal.   Passo o rio da Melancieira, e sigo em um longo zigue zague, com vento fraco, até a Barra do Caju, que é a maior boca de rio do Delta. Paro logo antes para uma rápida boquinha, e decido atravessar, mesmo com vento fraco. A maré estava muito seca e a situação complicada, com muitos bancos de areia. O mar parecia uma máquina de lavar. Vou negociando com os bancos, e bato em 2 deles, tomo capotes! Toco para o meio do oceano, para me livrar dos bancos, e me sinto exposto novamente.   Uma vez vencida a barra do Caju, o vento melhorou. Aumentou a potência e inclinou mais para maral. A partir dali, sigo bem rápido, ganhando 2 vezes mais litoral por hora do que antes. Ao chegar na Ilha dos Poldros, eram 15:00, e penso que eu teria tempo para chegar em Barra Grande naquele mesmo dia, ganhando um dia de viagem. Deveria aproveitar as boas condições da tarde. Passo batido pela Ilha dos Poldros.   Alguns quilômetros na frente, penso que era uma irresponsabilidade não parar na Ilha dos Poldros, um dos lugares mais fantásticos de todo litoral. Afinal, eu não estava ali para bater recorde de velocidade, o mais importante era o meu prazer no que estava fazendo.   Então, dou

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CORE KITEBOARDING: SECTOR 3

(Photo de destaque: Sector 3 / Core Kiteboarding content)   A Core Kiteboarding lançou o Sector 3, o seu kite 100% projetado para wave style e strapless. O Specialized Series Division da marca, é o departamento dedicado a produtos exclusivos e com foco e finalidades únicas, o Sector 3 foi a “bola da vez”. Objetivo: dropar altas ondas e fazer altas manobras!   Para 2020, o Kite matem as mesmas caracterí­sticas da sua versão anterior, com melhoras nos sistemas de ajustes para manobrabilidade, direções e range de vento   O destaque para o Section 3 é o CIT Mode, uma regulagem especí­fica para as diferentes condições de vento: gerais, ON e OFF shore. Para o cenário onshore, a regulagem permite que o kite fique mais ao fundo da janela, otimizando o drift nas ondas. Já na cena offshore, o kite fica mais a frente na janela, proporcionando maior potência e velocidade no avanço.   Confira mais informações: Section 3.    (Core Kiteboarding youtube channel content)    

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DUOTONE KITEBOARDING: VEGAS 2020

(Photo de destaque: Vegas 2020 / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content)   A Duotone Kiteboarding lançou a versão 2020 de um dos seus maiores clássicos: o Vegas. O kite  C shape é 100% desenvolvido para o freestyle e wakestyle.   Grandes nomes, como: Aaron Hadlow, Lewis Crathern, Mikaili Sol e Alex Neto, escolhem o Vegas como o Kite de melhor performance para as suas competições. Por diversas vezes, o kite esteve no topo de pódio de grandes eventos, como no GKA Freestyle World Tour e King of the Air.   (Mikaili Sol / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content)   Com um design C Shape de 5 talas, o Vegas se destaca por ser um kite responsivo, ao mesmo tempo que tem um alto poder de depower, gerando a folga necessária para o desempenho das manobras. Para a versão 2020, as 3 opções de regulagem, o design do bordo de ataque mais estreito e um material mais leve, otimizam a alta performance do equipamento.   Veja mais: Vegas 2020 – Duotone Kiteboarding (Duotone Kiteboarding Youtube channel content)    

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