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RESULTADOS CIRCUITO MARANHENSE DE KITESURF

  ( Foto de destaque: divulgação / Foto: Felix Studio / OKP Content )     Neste último final de semana, entre os dias 08 e 09/12, na cidade de São Luí­s, Maranhão, foi realizada a última etapa do Circuito Maranhense de Kitesurf 2018.     A capital maranhense está se tornando referência nacional na modalidade hydrofoil e gerando cada vez mais adeptos ao esporte. Uma escola para grandes atletas como: Bruno Lobo, Bruno Lima e Socorro Reis.       ( Bruno Lobo focado na regata / Foto: Felix Studio / OKP Content )     O Circuito Maranhense de Kitesurf contou com duas etapas em 2018 e três modalidades: Foil, Tubular e Freeride. Lembrando que a modalidade Formula Kite é a que será representada nas Olimpí­adas 2024, em Paris e nos Jogos Panamericanos 2019, em Lima.     Confira os resultados gerais do circuito 2018:     Foil      1º Bruno Lobo 2º Bruno Lima 3º Maria do Socorro     Tubular      1º José Augusto 2º Rogério Miranda 3º Arthur Jucá     Freeride      1º Menezes Júnior 2º Ricardo 3º Claudomir Júnior     A iniciativa é uma realização da OKP ”“ Ocean Kite Point, com o patrocí­nio do Supermercado Mateus e apoio Piracanjuba, Botica, Kingdom Açaí­ e AVEMA ”“ Associação de Velejadores do Maranhão.       ( Regatas / Foto: Feliz Studio / OKP Content )     ( Galera reunida / Foto: Felix Studio / OKP Content )      

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COMEÇOU A ÚLTIMA ETAPA DO GKA KITE-SURF WORLD TOUR 2018

( Foto de destaque: divulgação / Foto: Ydwer Van der Heide / GKA Content )     Começou a última etapa do GKA Kite-surf World Tour 2018 em Torquay, na Austrália. Entre os dias 11 a 16/12 os melhores riders do mundo estarão em uma disputa alucinante pela etapa e pelo tí­tulo do KSWT 2018.     O spot tem algumas condições adversas, as previsões estão um pouco inconstantes, mas as expectativas são boas. Esta etapa será mais focada nas ondas, no Kitewave, e por isso, com a maré cheia no primeiro dia cobrindo o recife onde as ondas se formam, a organização preferiu postergar o iní­cio da competição.     O evento definirá o ranking geral de 2018, mas, Airton Cozzolino, de Cabo Verde / Itália, já tem o lugar mais alto do pódio garantido! O rider dominou todas as provas durante o ano, perdendo apenas uma das etapas. Porém, todas as outras classificações estão em aberto e muito bem disputadas!     Os riders Matchu Lopes, Keahi de Aboitiz, Mitu Monteiro e Camille Delannoy são os que seguem no ranking e vão garantir o show de manobras para pontuarem o mais alto possí­vel! O Brasil vem bem representado na modalidade pelos atletas Pedro Matos e Sebastian Ribeiro.     Na categoria feminina o ranking ainda pode mudar por completo e as garotas estão ON FIRE nesta decisão!  Jalou Langeree está em primeiro lugar, mas tem que dar o seu melhor para segurar a colocação. Carla Herrera vem com a sede de vitória, seguida por Charlotte Carpentier.     Esta competição vai pegar fogo!     Fica ligado nos resultados da última etapa do GKA Kite-surf World Tour.  Você pode acompanhar nas redes sociais ou site da GKA (Aqui).     Saca só um pouquinho do primeiro dia:    

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CONFIRA COMO FOI O 4º CAMPEONATO PROJETO VIVO DE KITESURF

  ( Foto de destaque: divulgação / Foto: Daniel Pereira e Helyas Alves / PV Content )     Neste final de semana, entre os dias 07 a 09/12, rolou na praia da Barra Grande, Piauí­, o 4º Campeonato Projeto Vivo de Kitesurf. O evento recebeu uma galerinha muito legal e o prestí­gio de big riders.     A iniciativa tem como propósitos, promover um evento regional para as crianças e adolescentes terem a oportunidade de participar de um campeonato do esporte que elas amam e praticam, aprenderem mais sobre o espí­rito esportivo e se divertirem muito.       ( Manobrão na pressão! / Foto: Daniel Pereira e Helyas Alves / PV Content )     Na sexta-feira, os ventos começaram brandos, mas foi possí­vel dar iní­cio as primeiras baterias da categoria Infantil. No sábado e domingo, a previsão não era das melhores, mas a galera não poderia ficar sem Kitesurf, não é?! Então, o VENTO soprou!     Os jovens atletas mostraram suas melhores performances e foi um show de manobras e talentos. Confira como ficaram os pódios:     Feminino (open)      1ª Letí­cia Freitas – Cauí­pe 2ª Nara Silva, Cauí­pe 3ª Maria Helena – Cauí­pe     Infantil (8 a 11 anos)     1º Davi Ribeiro – Cauí­pe 2º Pier Francesco – Jericoacoara 3º Cassinho – Barra Grande     Junior (12 a 15 anos)      1º Leandro Tibunga – Cauí­pe 2º Luí­s Fernando – Barra Grande 3º Paulo Roberto – Cumbuco     Juvenil (15 a 23 anos)      1º Daniel Pereira – Tabuba 2º Rafael Monteiro – Cauí­pe 3º Eliézio Véras – Barra Grande       ( Ganhadores com o tetracampeão, Carlos Mario / Foto: Daniel Pereira e Helyas Alves / PV Content )     O evento contou com a presença do tetracampeão mundial de freestyle, Carlos Mario “Bebꔝ, da campeã, Estefania Rosa e do pro rider, Kalú de Souza. Eles prestigiaram, animaram e curtiram os dias com todos os jovens atletas.     “O evento foi muito legal! Vieram muitos atletas de outras regiões: Cauí­pe, Jeri, e os locais daqui…nós conseguimos fazer o campeonato todo, as crianças curtiram demais e deu tudo certo, graças a Deus!”, comemorou a organizadora do evento e fundadora do Projeto Vivo, Isabel Lupiaí±ez.     O evento é realizado pelo Projeto Vivo e Kite Escola Paraí­so e contou com o apoio do Sebrae, Pousada BGK, Pousada Titas, Quitanda Freitas e Botica. Agradecimentos especiais aos pro riders presentes, ao Alexandre Rodrigues “índio”, juí­z e irder local, ao João Bosco e Scott Wood.     Conheça mais sobre o Projeto Vivo (AQUI).       ( Jovem atleta! / Foto: Daniel Pereira e Helyas Alves / PV Content )     ( A meninada com a pro rider, Estefania Rosa / Foto: Daniel Pereira e Helyas Alves / PV Content )  

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RESULTADOS DO REI DA ILHA 2018

(Foto de destaque: divulgação / Foto: Renato Candusso / RDI Content )     Neste final de semana, entre os dias 07 e 09/12, rolou na Ilhabela, em São Paulo, a última etapa do Rei da Ilha 2018. O evento foi uma etapa premium do circuito deste ano, contou com atletas de todo o Brasil e foi um sucesso!     O Rei da Ilha foi idealizado para promover o Kitesurf e desenvolver a Ilhabela como destino turí­stico para a prática do esporte. O local já é conhecido pelos seus “bons ventos” e é nomeado a Capital Nacional da Vela.       ( Dudu Mazzocato durante as regatas / Foto: Renato Candusso / RDI Content )     Na sexta-feira e no sábado, as condições de vento não foram as mais favoráveis e deixaram os competidores ansiosos para dar a largada. Mas, a verdade, é que a natureza reservou tudo para o domingo, o grande dia.     Céu azul, sol e MUITO vento! O show foi espetacular. Os competidores levaram suas performances ao máximo durante as 5 regatas, as quais definiram os resultados para a etapa e para a classificação geral do circuito.     Confira os pódios:     Feminino Open     1ª Marina Dombrowsky     Junior     1º Nathan de Souza 2º Rodrigo Morais 3º Matheus     Senior       1º José Marino 2º Gildasio 3º Alberto Chap Chap     Master        1º Dudu Mazzocato 2º Marcelo Lins 3º Claudio Marques     Gran Master     1º Luiz Bolina 2º Adrien Caradec 3º Mike Buser     Classificação geral – Rei da Ilha 2018     1º José Marino 2º Nathan de Souza 3º Gildasio 4º Luiz Bolina 5º Adrien Caradec       ( O Rei da Ilha 2018, José Marino “Borrachudo” comemorando com o troféu / RDI Content )     O Circuito do Rei da Ilha 2018 contou com 5 etapas. Para a etapa premium foram mais de 20 competidores, que vieram de várias regiões do paí­s para competir e prestigiar a iniciativa. Entre eles, personalidades que fazem parte da história do kite no Brasil como, Dudu Mazzocato e Renato “Dombra”.     O empresário e atleta, Adrien Caradec, que veio de Florianópolis, comentou no grupo após o evento: “Campeonato top, organização impecável! Bote de apoio para os atletas e água nos intervalos das baterias! Parabéns aos organizadores.”     A positividade e a confraternização entre todos os participantes e colaboradores foi algo particular e especial. A sensação, para quem viveu e assistiu o momento, é de uma “grande famí­lia do kitesurf”.     “Gostaria, primeiramente, de agradecer a Ugo, que acreditou e incentivou muito desde o começo. Foi uma brincadeira que começou a ganhar corpo e, poder participar e ajudar a organizar, é muito bom. Foi legal ver o pessoal animado no evento e antes dele. Todo mundo treinando e uma expectativa grande! Ansiedade nos dias que não ventou, mas no fim, rolando um velejo clássico no ultimo dia…no lugar que é praticamente um dos berços da Vela no Brasil, a raia onde já teve vários campeões se criando e treinando. Caras como: Paulo dos Reis, Robert Scheidt, Bruno Prada, entre outros, que desde o tempo de adolescente sempre vi velejando ali… Quero agradecer aos apoiadores do evento, a Naish, Dombra e a LKB que fez toda cobertura de mí­dia. Espero que para o próximo ano, seja ainda melhor e com mais participantes colorindo os céus.“ , vibrou o Rei da Ilha 2018, José Marino “Borrachudo”, nativo de Ilhabela.     A realização do evento é da UGo Kite e José Marino, com apoio da Naish Brasil, Dombra Sails e Prefeitura de Ilhabela. A Local Kiteboarding esteve como apoio de mí­dia oficial para trazer todas as informações da competição.     Para 2019 as expectativas são grandes e o Rei da Ilha deve vir com força total. A ideia é que todos sintam-se convidados e estimulados a irem participar ou prestigiar o campeonato. E, claro, aproveitar para desfrutar de um paraí­so no litoral paulista, a Ilhabela.     Confere o ví­deo do que rolou nessa última etapa e na premiação geral:         ( Galera Rei da Ilha 2018 reunida / RDI Content )    

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CIRCUITO MARANHENSE DE KITESURF – SEGUNDA ETAPA

  ( Foto de destaque: divulgação / CBVela Content )     Neste final de semana, 08 e 09/12, vai rolar na OKP – Ocean Kite Point, em São Luí­s, Maranhão, a segunda etapa do Circuito Maranhense de Kitesurf.     O circuito foi desenvolvido com o objetivo de fomentar o kitesurf e suas diversas modalidades. Nesta etapa vão rolar: Kite Foil, Kite Tubular e Foil Freeride, permitindo o engajamento de uma séria de atletas profissionais e amadores em prol do desenvolvimento do esporte.     Alguns nomes importantes da cena do kite nacional e mundial estarão completando o quadro de atletas, como: Bruno Lima, Socorro Reis e o tricampeão brasileiro e atleta do Pan 2019, Bruno Lobo.     A expectativa para o campeonato é de vento brando, o que exige para as provas um ní­vel técnico de velejo mais elevado. A ideia é realizar 10 regatas. Os pontos desta prova somarão ao ranking da primeira etapa (confira aqui), o que irá coroar o campeão maranhense 2018.     A iniciativa é uma realização da OKP ”“ Ocean Kite Point, com o patrocí­nio do Supermercado Mateus e apoio Piracanjuba, Botica, Kingdom Açaí­ e AVEMA ”“ Associação de Velejadores do Maranhão.     Uma observação interessante a ser feita é que, São Luí­s, no Maranhão, está trabalhando e se posicionando como “pólo” nacional da modalidade Formula Kite, a qual estará presente nos Jogos Panamericanos 2019 e Olimpí­adas 2024.          

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DESCUBRA OS BONS VENTOS DO CEARÁ

  Publieditorial (Photo de destaque: Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)   As belezas naturais e os Bons Ventos fazem do Ceará uma das regiões mais famosas e procuradas do mundo para o turismo de aventura, principalmente, pelos velejadores e entusiastas do Kitesurf e Windsurf.   São muitos os vilarejos charmosos e “cantinhos especiais” a serem descobertos por toda a extensão do litoral cearense. O cenário vai de praias com o mar calmo até picos com boas ondas, lagoas cristalinas, barras de rio, coqueirais e lindas dunas.   Para quem curte o turismo de aventura, conhecer o Ceará deve estar na lista. Quem já conhece sempre volta para viver novas experiências e desbravar os diversos destinos na região. Confira: www.descubraceara.com   A localização, topografia e clima formam o cenário ideal para quem busca os esportes e diversão. Os ventos alí­sios sopram na região durante todo o segundo semestre do ano e, muitas vezes, se estendem até o Ano Novo e Carnaval.   (Praia do Cumbuco – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)   Com as caracterí­sticas perfeitas de clima e vento, o Ceará tem um histórico em sediar etapas de campeonatos regionais, brasileiros e mundiais. No último ano, a Praia do Cumbuco, próxima a Fortaleza, e a Praia do Preá, ao lado da internacional, Jericoacoara, receberam as etapas do circuito mundial de Freestyle e Freestyle Strapless.   Vale destacar, também, que os melhores atletas do mundo do kite são big riders cearenses! E novos talentos, seguem aparecendo e se destacando.   Desde povoados menores e paisagens bucólicas até vilarejos estruturados e um visual de “tirar o fôlego”, quem visita a região se surpreende com a cena paradisí­aca, com a cultura local, culinária e especiarias.   Vale conferir as opções e se planejar para conhecer o que mais chama a atenção: atividades, gastronomia, esportes e turismo para todos os gostos.   O Ceará está preparado e de portas abertas para receber os turistas do mundo inteiro! Descubra Ceará você também!   (Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)

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OCEAN RODEO 2020

(Photo de destaque: Ocean Rodeo / Ocean Rodeo content)   A Ocean Rodeo acabou de lançar sua linha de produtos 2020. Para a nova coleção, a marca vem com a proposta dos kites mais resistentes e leves do mercado.   O grande destaque do lançamento 2020 é a nova tecnologia: Aluula Project, um tecido de alta tecnologia muito mais resistente e leve que os utilizados no mercado atual para kites tubulares.   (Gleiten TV youtube channel content) Os novos equipamentos foram projetados e desenvolvidos com os materiais de ponta da Tejin e Challenger para atingir alta performance e resistência. Para 2020, o Flite e o Roam vem como kites extremamente leves para alto desempenho em ventos mais brandos e melhor drift. O Prodigy, Razor e Crave trazem uma durabilidade reforçada para velejos mais radicais e condições extremas. Confira mais: Ocean Rodeo Kiteboarding  (Ocean Rodeo youtube channel content)    

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O LITORAL É MÃO DUPLA ”“ DE ATINS AO PREÁ, 280 KM CONTRA O VENTO

  Relato por ANDRÉ PENNA – redação e fotos   O trecho da costa do Brasil que vai de Fortaleza aos Lençois Maranhenses é o melhor lugar do mundo para fazer longa distância de kitesurf. Virado para o Norte, com vento super constante, água quente, vilarejos receptivos, ausência de ondas grandes e costões rochosos, fazem com que esse trecho esteja se tornando a meca mundial de travessias longas de kitesurf, que muitos chamam de “Downwind”.   A expressão: Downwind, significa navegar a favor do vento. Em português, a tradução seria “de vento em popa”. Há quatro anos, comecei a guiar kitesurfistas em “Downwinds” na região.   Ao que tudo indicava, no mundo do kitesurf, este litoral era via de mão única. Sempre do leste para o oeste, empurrado pelo generoso vento alí­sio de Leste. No entanto, o hydrofoil chegou para quebrar paradigmas. Este novo tipo de prancha permite navegar contra o vento, desafiar essa força tão grandiosa.   A rota que costumo guiar é do Preá, vizinho de Jericoacoara, ao Atins, nos Lençóis Maranhenses. São 280 quilômetros vento abaixo, de extrema beleza! Decidi fazer a rota ao contrário, contra o vento, nos mesmos 5 dias que gastamos no Surfin Sem Fim. Em cada dia, eu percorreria entre 50 e 60 quilômetros de litoral.   Detalhes sutis fazem a diferença ! O litoral ali é virado para o norte, em alguns pedaços inclina para nordeste. Nos trechos virados para o norte, o zigue zague é muito maior, mais do que dobrando a distância. Onde é virado para nordeste, veleja-se mais paralelo a costa, diminuindo muito o zigue zague. A diferença é brutal.   Outro fator que afeta muito a navegação é a sutil mudança de direção do vento que ocorre na passagem da manhã para a tarde. De manhã o vento vem de sudeste, da terra para o mar. De tarde, ele inclina para nordeste, vindo do mar, e facilitando bastante a minha tarefa de navegar rumo ao Preá. O zigue zague dá lugar a bordos maiores quase paralelos a costa.   DIA 1   Saio de Atins no dia 2 de agosto. Espero o vento virar para maral (de sudeste para nordeste), o que só ocorre após í s 13:00. Era um trecho em que o litoral é virado para nordeste, mais fácil. Faço um pequeno zigue zague para sair da foz do Rio Preguiça, e sigo em, somente, um bordo naquela imensa praia até Paulino Neves, onde paro para comer.   Estava navegando sem apoio; levava tudo que precisa em minha mochila a prova d’água. Levava somente um kite: um F-one Furtive 10 metros, um modelo de kite bom de contra-vento, com um alto “Aspect Ratio”. Quanto mais esticado é o formato do kite, mais ele é bom de orça.   Saboreio um delicioso sanduba de berinjela que peguei na Vila Guará, pela praia do amor, contorno uma ilha de areia, e chego no vilarejo do Arpoador, um pequeno paraí­so 10 km antes de Tutóia. Sou recebido pelo pessoal da posada NAK (Nativo Arpoador Kitesurf). Você ainda vai ouvir falar muito nesse tal de Arpoador, será o novo point do kitesurf.   50 quilômetros de litoral   71 quilômetros navegados no GPS   Repare o litoral inclinado para nordeste, e os bordos longos   DIA 2   Esse era o dia mais temido! Pela frente, eu tinha o Delta do Parnaí­ba, um trecho de litoral totalmente selvagem e sem apoio. São diversas ilhas e grande bocas de rio com muita correnteza e variação de maré. É um lugar fantástico e intimidador!   Saí­ cedo do Arpoador, í s 9:00. Tinha total respeito por aquele trecho. Tempo é segurança. O vento sudeste aumenta meu zigue zague. A maré estava vazando com muita força, era dia de lua nova. Me aproximo de Tutóia, e invisto rumo a ponta da Melancieira, o pedacinho que eu mais temia de toda a viagem. A exposição seria grande para contornar aquela ponta.   Entro na correnteza do canal da barra de Tutóia. A correnteza era tão violenta que a água ficava turbulenta, com redemoinhos. A correnteza, na mesma direção do vento, me faz perder potência e ângulo de orça. Volto para praia para fugir da correnteza. Sigo perto da beira, ganhando altura no vento e, ao me aproximar de Tutóia, invisto novamente rumo a ponta, desta vez com ângulo de sobra. Novamente afundo na correnteza e perco ângulo, mas vou seguindo assim mesmo. Aguá barrenta e turbulenta, puxando para o oceano, e o vento falhado, me fazem sentir medo. Sigo controlando minha respiração.   Finalmente, contorno aquela ponta, sabendo que se algo falhasse ali, eu estaria em sérios apuros. Aquela ponta se projeta quilômetros mar adentro, com vento e correnteza puxando para fora. Contornei lentamente, e fiquei eufórico de vencer o obstáculo. Eu estava no incrí­vel Delta do Parnaí­ba!   O difí­cil contorno da ponta da Melancieira. Note a perda de ângulo quando entra no canal.   Passo o rio da Melancieira, e sigo em um longo zigue zague, com vento fraco, até a Barra do Caju, que é a maior boca de rio do Delta. Paro logo antes para uma rápida boquinha, e decido atravessar, mesmo com vento fraco. A maré estava muito seca e a situação complicada, com muitos bancos de areia. O mar parecia uma máquina de lavar. Vou negociando com os bancos, e bato em 2 deles, tomo capotes! Toco para o meio do oceano, para me livrar dos bancos, e me sinto exposto novamente.   Uma vez vencida a barra do Caju, o vento melhorou. Aumentou a potência e inclinou mais para maral. A partir dali, sigo bem rápido, ganhando 2 vezes mais litoral por hora do que antes. Ao chegar na Ilha dos Poldros, eram 15:00, e penso que eu teria tempo para chegar em Barra Grande naquele mesmo dia, ganhando um dia de viagem. Deveria aproveitar as boas condições da tarde. Passo batido pela Ilha dos Poldros.   Alguns quilômetros na frente, penso que era uma irresponsabilidade não parar na Ilha dos Poldros, um dos lugares mais fantásticos de todo litoral. Afinal, eu não estava ali para bater recorde de velocidade, o mais importante era o meu prazer no que estava fazendo.   Então, dou

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CORE KITEBOARDING: SECTOR 3

(Photo de destaque: Sector 3 / Core Kiteboarding content)   A Core Kiteboarding lançou o Sector 3, o seu kite 100% projetado para wave style e strapless. O Specialized Series Division da marca, é o departamento dedicado a produtos exclusivos e com foco e finalidades únicas, o Sector 3 foi a “bola da vez”. Objetivo: dropar altas ondas e fazer altas manobras!   Para 2020, o Kite matem as mesmas caracterí­sticas da sua versão anterior, com melhoras nos sistemas de ajustes para manobrabilidade, direções e range de vento   O destaque para o Section 3 é o CIT Mode, uma regulagem especí­fica para as diferentes condições de vento: gerais, ON e OFF shore. Para o cenário onshore, a regulagem permite que o kite fique mais ao fundo da janela, otimizando o drift nas ondas. Já na cena offshore, o kite fica mais a frente na janela, proporcionando maior potência e velocidade no avanço.   Confira mais informações: Section 3.    (Core Kiteboarding youtube channel content)    

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DUOTONE KITEBOARDING: VEGAS 2020

(Photo de destaque: Vegas 2020 / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content)   A Duotone Kiteboarding lançou a versão 2020 de um dos seus maiores clássicos: o Vegas. O kite  C shape é 100% desenvolvido para o freestyle e wakestyle.   Grandes nomes, como: Aaron Hadlow, Lewis Crathern, Mikaili Sol e Alex Neto, escolhem o Vegas como o Kite de melhor performance para as suas competições. Por diversas vezes, o kite esteve no topo de pódio de grandes eventos, como no GKA Freestyle World Tour e King of the Air.   (Mikaili Sol / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content)   Com um design C Shape de 5 talas, o Vegas se destaca por ser um kite responsivo, ao mesmo tempo que tem um alto poder de depower, gerando a folga necessária para o desempenho das manobras. Para a versão 2020, as 3 opções de regulagem, o design do bordo de ataque mais estreito e um material mais leve, otimizam a alta performance do equipamento.   Veja mais: Vegas 2020 – Duotone Kiteboarding (Duotone Kiteboarding Youtube channel content)    

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