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MOSES E OZONE PRESENTES NA IKA ARROWS YOUTH FOIL
(Photo: International Kiteboarding Association – IKA content) A Ozone e a Moses, empresas no mercado de Kitesurf, fornecerão os equipamentos para a nova classe IKA Arrows Youth Foil, uma classe kitefoil racing organizada para jovens entre 11 e 16 anos (Sub-17) que querem chegar í s Olimpíadas. A IKA – International Kiteboarding Association desenvolveu uma seleção entre os fabricantes de kites, pranchas e sistemas de hydrofoil para eleger quem seriam os fornecedores, já que a classe permite apenas um único modelo para esses equipamentos. A Ozone, com seu Kite tubular Edge V10 nos tamanhos 6, 9 e 13m², e a Moses, com o seu foil K91-590 e sua prancha de carbono T65, foram as marcas escolhidas para anteder essa demanda nos próximos anos. A performance em regata, a acessibilidade e a capacidade de distribuição e entrega da marca foram os principais critérios avaliados para a escolha dos equipamentos. (Photo: International Kiteboarding Association – IKA content) (Photo: Mirco Babini / International Kiteboarding Association – IKA content) A nova IKA Arrows Youth Foil é uma classe SUB 17 para os jovens atletas que buscam o sonho Olímpico e querem chegar í Formula Kite, modalidade que estará presente nas Olimpíadas 2024, em Paris. Um formato de corrida com um único design (modelo de equipamento), seguro, estável e altamente competitivo para os riders. Para trabalhar a acessibilidade aos equipamentos, o pacote dos sistemas de foil, prancha e kite, terá preço competitivo e será fixado durante os próximos quatro anos do ciclo olímpico, dando longevidade ao equipamento e padronizando o custo. Saiba mais e acompanhe: IKA – International Kiteboarding Association (Formula Kite – classe Olímpica / photo: Luca Piana / IKA content)
INÍCIO DA GLOBAL WINGSPORTS ASSOCIATION – GWA
(Photo: Global Wingsports Association – GWA content) Os esportes aquáticos movidos pelo vento, como o Kitesurf, se desenvolvem e crescem a cada ano. Com o avanço e progresso destes esportes, surgiu o WING SURF, e devido a popularidade e força que ele apresentou, foi fundada, em 16 de agosto de 2020, a Global Wingsports Association – GWA. O Wing Surf, também conhecido como Wing Foil ou Wing Board, ganhou notoriedade e muitos fãs recentemente. Ele apresenta-se como um esporte de acessibilidade relativamente fácil e uma curva de aprendizado rápida, conquistando muitos adeptos desde a sua chegada ao mercado. (Engadinwind no Lago Silvaplana, Suíça / photo: GWA social media content) A Global Wingsports Association – GWA visa desenvolver diretrizes, informações e infraestrutura em cooperação com federações nacionais, escolas e fabricantes de equipamentos. Outro objetivo principal da GWA é o desenvolvimento de um formato de competição internacional para as várias disciplinas de Wing Surf: > Freestyle > Surfing > Ocean Surfing > Race & Speed Composta por fabricantes internacionais do segmento, com membros fundadores como Airush, Cabrinha, Duotone, Fanatic, F-One, Manera, North, Ocean Rodeo e Slingshot, a GWA reúne anos de experiência e conhecimento em desenvolvimento e fabricação de produtos, visando uma plataforma forte e sólida para o futuro dos esportes aquáticos. “Com o aumento da popularidade e o crescimento acentuado do número de pessoas praticando o novo esporte wing-foiling / wing-surf, vimos a necessidade de um órgão oficial que seja capaz de fornecer uma plataforma forte, para que atletas e marcas construam um futuro próspero e sustentável desses esportes radicais recreativos e profissionais em todo o mundo.” -Dr. Jórgen Vogt, Secretário Geral da GWA Para comemorar lançamento oficial em 16 de agosto de 2020, a GWA escolheu o evento Engadinwind no Lago Silvaplana, Suíça. Saiba mais e visite: Global Wingsports Association – GWA (Engadinwind no Lago Silvaplana, Suíça / photo: GWA social media content)
FLAP COMPANY: NA CENA DO KITESURF
(Photo: Flap Company content)Publieditorial Flap Company A FLAP Company, empresa brasileira no segmento de pranchas e sistemas de hydrofoil, vem com força total e novidades para a cena e mercado do Kitesurf. A FLAP, fundada em 2015 na capital paulista por quatro sócios engenheiros, nasceu com foco na produção de produtos para o Surf e, com expertise e força no mercado, enxergou a oportunidade de trazer ‘outras paixões’ para dentro dos serviços da empresa: Kitesurf e Wakeboard. (Flap Company content) Através de um trabalho desenvolvido com muito estudo, esforço e diversos testes, a FLAP traz um line up de produtos bem completo aos amantes do Kitesurf.Uma empresa brasileira fazendo a diferença no mercado do esporte! (Flap Company content) O catálogo de produtos 2021 da marca segue o foco e proposta da empresa: Foil e Kite Wave. A FLAP traz um menu de pranchas e conjuntos de hydrofoil (mastros, asas e estabilizadores) para a prática do Kite, Wake, Surf, Wing e SUP. Sim, completo desse jeito! Falando de algumas das novidades… Os sistemas de hydrofoil FLAP tem duas linhas: full carbon e alumínio; ambos atendem do iniciante até quem procura alta performance na modalidade. Inclusive, um dos destaques é a asa RACE, projeto desenvolvido e focado no velejador que busca atingir alta velocidade. (Conjunto full carbon RACE / Flap Company Content) Além das pranchas de Kite Foil desenvolvidas para todos os níveis de praticantes, uma das novidades muito legal é a POCKET, uma prancha pequena, fácil de transportar e super manobrável. O que se destaca na Pocket, por ser um modelo menor e mais leve, é que proporciona um velejo fluído e velocidade nas manobras e curvas. Diversão garantida para velejadores mais experientes e para os que buscam evolução. (Prancha Foil Pocket / Flap Company Content) Com toda a expertise e nascida na linha do Surf, a FLAP traz duas opções de pranchas para as ondas, uma focada no Kite Wave clássico e a outra no wave com manobras aéreas, o strapless freestyle. E, para quem curte diferentes modalidades, ainda há a Kite Wave Hybrid, uma opção no estilo “2 em 1”. Ela traz as características da prancha de wave para manobras aéreas e também possui o encaixe para o uso do sistema de hydrofoil. (Prancha Kite Wave Hybrid / Flap Company Content) A FLAP está no flow das tendências! E são VÁRIAS as novidades. A marca já está presente em diversas regiões com representantes e revendedores que atuam na cena do Kitesurf. Para conferir os produtos e ter mais informações,ENTRE EM CONTATO. E, se estiver pela área, vale uma visita no showroom da empresa. O lugar é demais e a recepção sempre é muito boa! Se puder, passe para um café ou uma cerveja e um bom bate-papo. Rua Harmonia, 255 ”“ Vila MadalenaSão Paulo – Brasil (Flap Company content) Conheça mais e confira o line up: flapcompany.comSiga no Instagram: @flap.company Confira o bate-papo completo com a galera da FLAP Company na nossa LKB LIVE #34:
KITE MOVIES: TOP 5 DA SEMANA
(Photo: Sam Light social media content) A sua dose de Kite Action aos finais de semana! Confira os TOP 5 Kite Movies dessa semana (09/08 a 16/08). Lembrando que todos os domingos você pode conferir, aqui na LKB, os vídeos mais acessados da cena do Kitesurf. Para acompanhar o dia a dia do esporte é só ficar ligado no VOCÊ VIU?! #1 MIKAILI SOL – Mindset #TEAMTALK (Duotone Kiteboarding YouTube channel content) #2 Kiting the Biggest Storm of the Winter (Dirty Habits YouTube channel content) #3 Bruna Kajiya feeling the Pulse in New Zealand (North Kiteboarding YouTube channel content) #4 73 MILES SOLO KITE around ISLE OF WIGHT unassisted (Sam Light YouTube channel content) #5 ISLE OF WIGHT VIBES!! – Court In The Act Ep.115 (Tom Court YouTube channel content)
NAISH KITEBOARDING: CONFIRA OS KITES
(Photo: Naish Kiteboarding social media content/ photo: @frankiebees) A Naish Kiteboarding reúne 20 anos de experiência no segmento de equipamentos de Kitesurf e, junto í essa expertise, traz novidades para os seus kites. ‘NOVA DÉCADA, NOVA DIREÇÃO’ Com um novo time de engenheiros, campeões mundiais e atletas profissionais, a Naish busca entregar equipamentos mais leves e com maior performance ao seus clientes e entusiastas. Testados em diversas condições ao redor do globo, cada Kite é pensando e projetado para cada modalidade, com o objetivo de máxima performance, segurança e diversão. Conheça mais: naishkites.com Confira o line up de kites da Naish Kiteboarding: (Naish Kiteboarding YouTube channel content)
DESCUBRA OS BONS VENTOS DO CEARÁ
Publieditorial (Photo de destaque: Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content) As belezas naturais e os Bons Ventos fazem do Ceará uma das regiões mais famosas e procuradas do mundo para o turismo de aventura, principalmente, pelos velejadores e entusiastas do Kitesurf e Windsurf. São muitos os vilarejos charmosos e “cantinhos especiais” a serem descobertos por toda a extensão do litoral cearense. O cenário vai de praias com o mar calmo até picos com boas ondas, lagoas cristalinas, barras de rio, coqueirais e lindas dunas. Para quem curte o turismo de aventura, conhecer o Ceará deve estar na lista. Quem já conhece sempre volta para viver novas experiências e desbravar os diversos destinos na região. Confira: www.descubraceara.com A localização, topografia e clima formam o cenário ideal para quem busca os esportes e diversão. Os ventos alísios sopram na região durante todo o segundo semestre do ano e, muitas vezes, se estendem até o Ano Novo e Carnaval. (Praia do Cumbuco – Ceará / Governo do Estado do Ceará content) Com as características perfeitas de clima e vento, o Ceará tem um histórico em sediar etapas de campeonatos regionais, brasileiros e mundiais. No último ano, a Praia do Cumbuco, próxima a Fortaleza, e a Praia do Preá, ao lado da internacional, Jericoacoara, receberam as etapas do circuito mundial de Freestyle e Freestyle Strapless. Vale destacar, também, que os melhores atletas do mundo do kite são big riders cearenses! E novos talentos, seguem aparecendo e se destacando. Desde povoados menores e paisagens bucólicas até vilarejos estruturados e um visual de “tirar o fôlego”, quem visita a região se surpreende com a cena paradisíaca, com a cultura local, culinária e especiarias. Vale conferir as opções e se planejar para conhecer o que mais chama a atenção: atividades, gastronomia, esportes e turismo para todos os gostos. O Ceará está preparado e de portas abertas para receber os turistas do mundo inteiro! Descubra Ceará você também! (Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)
OCEAN RODEO 2020
(Photo de destaque: Ocean Rodeo / Ocean Rodeo content) A Ocean Rodeo acabou de lançar sua linha de produtos 2020. Para a nova coleção, a marca vem com a proposta dos kites mais resistentes e leves do mercado. O grande destaque do lançamento 2020 é a nova tecnologia: Aluula Project, um tecido de alta tecnologia muito mais resistente e leve que os utilizados no mercado atual para kites tubulares. (Gleiten TV youtube channel content) Os novos equipamentos foram projetados e desenvolvidos com os materiais de ponta da Tejin e Challenger para atingir alta performance e resistência. Para 2020, o Flite e o Roam vem como kites extremamente leves para alto desempenho em ventos mais brandos e melhor drift. O Prodigy, Razor e Crave trazem uma durabilidade reforçada para velejos mais radicais e condições extremas. Confira mais: Ocean Rodeo Kiteboarding (Ocean Rodeo youtube channel content)
O LITORAL É MÃO DUPLA ”“ DE ATINS AO PREÁ, 280 KM CONTRA O VENTO
Relato por ANDRÉ PENNA – redação e fotos O trecho da costa do Brasil que vai de Fortaleza aos Lençois Maranhenses é o melhor lugar do mundo para fazer longa distância de kitesurf. Virado para o Norte, com vento super constante, água quente, vilarejos receptivos, ausência de ondas grandes e costões rochosos, fazem com que esse trecho esteja se tornando a meca mundial de travessias longas de kitesurf, que muitos chamam de “Downwind”. A expressão: Downwind, significa navegar a favor do vento. Em português, a tradução seria “de vento em popa”. Há quatro anos, comecei a guiar kitesurfistas em “Downwinds” na região. Ao que tudo indicava, no mundo do kitesurf, este litoral era via de mão única. Sempre do leste para o oeste, empurrado pelo generoso vento alísio de Leste. No entanto, o hydrofoil chegou para quebrar paradigmas. Este novo tipo de prancha permite navegar contra o vento, desafiar essa força tão grandiosa. A rota que costumo guiar é do Preá, vizinho de Jericoacoara, ao Atins, nos Lençóis Maranhenses. São 280 quilômetros vento abaixo, de extrema beleza! Decidi fazer a rota ao contrário, contra o vento, nos mesmos 5 dias que gastamos no Surfin Sem Fim. Em cada dia, eu percorreria entre 50 e 60 quilômetros de litoral. Detalhes sutis fazem a diferença ! O litoral ali é virado para o norte, em alguns pedaços inclina para nordeste. Nos trechos virados para o norte, o zigue zague é muito maior, mais do que dobrando a distância. Onde é virado para nordeste, veleja-se mais paralelo a costa, diminuindo muito o zigue zague. A diferença é brutal. Outro fator que afeta muito a navegação é a sutil mudança de direção do vento que ocorre na passagem da manhã para a tarde. De manhã o vento vem de sudeste, da terra para o mar. De tarde, ele inclina para nordeste, vindo do mar, e facilitando bastante a minha tarefa de navegar rumo ao Preá. O zigue zague dá lugar a bordos maiores quase paralelos a costa. DIA 1 Saio de Atins no dia 2 de agosto. Espero o vento virar para maral (de sudeste para nordeste), o que só ocorre após í s 13:00. Era um trecho em que o litoral é virado para nordeste, mais fácil. Faço um pequeno zigue zague para sair da foz do Rio Preguiça, e sigo em, somente, um bordo naquela imensa praia até Paulino Neves, onde paro para comer. Estava navegando sem apoio; levava tudo que precisa em minha mochila a prova d’água. Levava somente um kite: um F-one Furtive 10 metros, um modelo de kite bom de contra-vento, com um alto “Aspect Ratio”. Quanto mais esticado é o formato do kite, mais ele é bom de orça. Saboreio um delicioso sanduba de berinjela que peguei na Vila Guará, pela praia do amor, contorno uma ilha de areia, e chego no vilarejo do Arpoador, um pequeno paraíso 10 km antes de Tutóia. Sou recebido pelo pessoal da posada NAK (Nativo Arpoador Kitesurf). Você ainda vai ouvir falar muito nesse tal de Arpoador, será o novo point do kitesurf. 50 quilômetros de litoral 71 quilômetros navegados no GPS Repare o litoral inclinado para nordeste, e os bordos longos DIA 2 Esse era o dia mais temido! Pela frente, eu tinha o Delta do Parnaíba, um trecho de litoral totalmente selvagem e sem apoio. São diversas ilhas e grande bocas de rio com muita correnteza e variação de maré. É um lugar fantástico e intimidador! Saí cedo do Arpoador, í s 9:00. Tinha total respeito por aquele trecho. Tempo é segurança. O vento sudeste aumenta meu zigue zague. A maré estava vazando com muita força, era dia de lua nova. Me aproximo de Tutóia, e invisto rumo a ponta da Melancieira, o pedacinho que eu mais temia de toda a viagem. A exposição seria grande para contornar aquela ponta. Entro na correnteza do canal da barra de Tutóia. A correnteza era tão violenta que a água ficava turbulenta, com redemoinhos. A correnteza, na mesma direção do vento, me faz perder potência e ângulo de orça. Volto para praia para fugir da correnteza. Sigo perto da beira, ganhando altura no vento e, ao me aproximar de Tutóia, invisto novamente rumo a ponta, desta vez com ângulo de sobra. Novamente afundo na correnteza e perco ângulo, mas vou seguindo assim mesmo. Aguá barrenta e turbulenta, puxando para o oceano, e o vento falhado, me fazem sentir medo. Sigo controlando minha respiração. Finalmente, contorno aquela ponta, sabendo que se algo falhasse ali, eu estaria em sérios apuros. Aquela ponta se projeta quilômetros mar adentro, com vento e correnteza puxando para fora. Contornei lentamente, e fiquei eufórico de vencer o obstáculo. Eu estava no incrível Delta do Parnaíba! O difícil contorno da ponta da Melancieira. Note a perda de ângulo quando entra no canal. Passo o rio da Melancieira, e sigo em um longo zigue zague, com vento fraco, até a Barra do Caju, que é a maior boca de rio do Delta. Paro logo antes para uma rápida boquinha, e decido atravessar, mesmo com vento fraco. A maré estava muito seca e a situação complicada, com muitos bancos de areia. O mar parecia uma máquina de lavar. Vou negociando com os bancos, e bato em 2 deles, tomo capotes! Toco para o meio do oceano, para me livrar dos bancos, e me sinto exposto novamente. Uma vez vencida a barra do Caju, o vento melhorou. Aumentou a potência e inclinou mais para maral. A partir dali, sigo bem rápido, ganhando 2 vezes mais litoral por hora do que antes. Ao chegar na Ilha dos Poldros, eram 15:00, e penso que eu teria tempo para chegar em Barra Grande naquele mesmo dia, ganhando um dia de viagem. Deveria aproveitar as boas condições da tarde. Passo batido pela Ilha dos Poldros. Alguns quilômetros na frente, penso que era uma irresponsabilidade não parar na Ilha dos Poldros, um dos lugares mais fantásticos de todo litoral. Afinal, eu não estava ali para bater recorde de velocidade, o mais importante era o meu prazer no que estava fazendo. Então, dou
CORE KITEBOARDING: SECTOR 3
(Photo de destaque: Sector 3 / Core Kiteboarding content) A Core Kiteboarding lançou o Sector 3, o seu kite 100% projetado para wave style e strapless. O Specialized Series Division da marca, é o departamento dedicado a produtos exclusivos e com foco e finalidades únicas, o Sector 3 foi a “bola da vez”. Objetivo: dropar altas ondas e fazer altas manobras! Para 2020, o Kite matem as mesmas características da sua versão anterior, com melhoras nos sistemas de ajustes para manobrabilidade, direções e range de vento O destaque para o Section 3 é o CIT Mode, uma regulagem específica para as diferentes condições de vento: gerais, ON e OFF shore. Para o cenário onshore, a regulagem permite que o kite fique mais ao fundo da janela, otimizando o drift nas ondas. Já na cena offshore, o kite fica mais a frente na janela, proporcionando maior potência e velocidade no avanço. Confira mais informações: Section 3. (Core Kiteboarding youtube channel content)
DUOTONE KITEBOARDING: VEGAS 2020
(Photo de destaque: Vegas 2020 / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content) A Duotone Kiteboarding lançou a versão 2020 de um dos seus maiores clássicos: o Vegas. O kite C shape é 100% desenvolvido para o freestyle e wakestyle. Grandes nomes, como: Aaron Hadlow, Lewis Crathern, Mikaili Sol e Alex Neto, escolhem o Vegas como o Kite de melhor performance para as suas competições. Por diversas vezes, o kite esteve no topo de pódio de grandes eventos, como no GKA Freestyle World Tour e King of the Air. (Mikaili Sol / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content) Com um design C Shape de 5 talas, o Vegas se destaca por ser um kite responsivo, ao mesmo tempo que tem um alto poder de depower, gerando a folga necessária para o desempenho das manobras. Para a versão 2020, as 3 opções de regulagem, o design do bordo de ataque mais estreito e um material mais leve, otimizam a alta performance do equipamento. Veja mais: Vegas 2020 – Duotone Kiteboarding (Duotone Kiteboarding Youtube channel content)