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DESCUBRA OS BONS VENTOS DO CEARÁ

  Publieditorial (Photo de destaque: Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)   As belezas naturais e os Bons Ventos fazem do Ceará uma das regiões mais famosas e procuradas do mundo para o turismo de aventura, principalmente, pelos velejadores e entusiastas do Kitesurf e Windsurf.   São muitos os vilarejos charmosos e “cantinhos especiais” a serem descobertos por toda a extensão do litoral cearense. O cenário vai de praias com o mar calmo até picos com boas ondas, lagoas cristalinas, barras de rio, coqueirais e lindas dunas.   Para quem curte o turismo de aventura, conhecer o Ceará deve estar na lista. Quem já conhece sempre volta para viver novas experiências e desbravar os diversos destinos na região. Confira: www.descubraceara.com   A localização, topografia e clima formam o cenário ideal para quem busca os esportes e diversão. Os ventos alí­sios sopram na região durante todo o segundo semestre do ano e, muitas vezes, se estendem até o Ano Novo e Carnaval.   (Praia do Cumbuco – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)   Com as caracterí­sticas perfeitas de clima e vento, o Ceará tem um histórico em sediar etapas de campeonatos regionais, brasileiros e mundiais. No último ano, a Praia do Cumbuco, próxima a Fortaleza, e a Praia do Preá, ao lado da internacional, Jericoacoara, receberam as etapas do circuito mundial de Freestyle e Freestyle Strapless.   Vale destacar, também, que os melhores atletas do mundo do kite são big riders cearenses! E novos talentos, seguem aparecendo e se destacando.   Desde povoados menores e paisagens bucólicas até vilarejos estruturados e um visual de “tirar o fôlego”, quem visita a região se surpreende com a cena paradisí­aca, com a cultura local, culinária e especiarias.   Vale conferir as opções e se planejar para conhecer o que mais chama a atenção: atividades, gastronomia, esportes e turismo para todos os gostos.   O Ceará está preparado e de portas abertas para receber os turistas do mundo inteiro! Descubra Ceará você também!   (Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)

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OCEAN RODEO 2020

(Photo de destaque: Ocean Rodeo / Ocean Rodeo content)   A Ocean Rodeo acabou de lançar sua linha de produtos 2020. Para a nova coleção, a marca vem com a proposta dos kites mais resistentes e leves do mercado.   O grande destaque do lançamento 2020 é a nova tecnologia: Aluula Project, um tecido de alta tecnologia muito mais resistente e leve que os utilizados no mercado atual para kites tubulares.   (Gleiten TV youtube channel content) Os novos equipamentos foram projetados e desenvolvidos com os materiais de ponta da Tejin e Challenger para atingir alta performance e resistência. Para 2020, o Flite e o Roam vem como kites extremamente leves para alto desempenho em ventos mais brandos e melhor drift. O Prodigy, Razor e Crave trazem uma durabilidade reforçada para velejos mais radicais e condições extremas. Confira mais: Ocean Rodeo Kiteboarding  (Ocean Rodeo youtube channel content)    

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O LITORAL É MÃO DUPLA ”“ DE ATINS AO PREÁ, 280 KM CONTRA O VENTO

  Relato por ANDRÉ PENNA – redação e fotos   O trecho da costa do Brasil que vai de Fortaleza aos Lençois Maranhenses é o melhor lugar do mundo para fazer longa distância de kitesurf. Virado para o Norte, com vento super constante, água quente, vilarejos receptivos, ausência de ondas grandes e costões rochosos, fazem com que esse trecho esteja se tornando a meca mundial de travessias longas de kitesurf, que muitos chamam de “Downwind”.   A expressão: Downwind, significa navegar a favor do vento. Em português, a tradução seria “de vento em popa”. Há quatro anos, comecei a guiar kitesurfistas em “Downwinds” na região.   Ao que tudo indicava, no mundo do kitesurf, este litoral era via de mão única. Sempre do leste para o oeste, empurrado pelo generoso vento alí­sio de Leste. No entanto, o hydrofoil chegou para quebrar paradigmas. Este novo tipo de prancha permite navegar contra o vento, desafiar essa força tão grandiosa.   A rota que costumo guiar é do Preá, vizinho de Jericoacoara, ao Atins, nos Lençóis Maranhenses. São 280 quilômetros vento abaixo, de extrema beleza! Decidi fazer a rota ao contrário, contra o vento, nos mesmos 5 dias que gastamos no Surfin Sem Fim. Em cada dia, eu percorreria entre 50 e 60 quilômetros de litoral.   Detalhes sutis fazem a diferença ! O litoral ali é virado para o norte, em alguns pedaços inclina para nordeste. Nos trechos virados para o norte, o zigue zague é muito maior, mais do que dobrando a distância. Onde é virado para nordeste, veleja-se mais paralelo a costa, diminuindo muito o zigue zague. A diferença é brutal.   Outro fator que afeta muito a navegação é a sutil mudança de direção do vento que ocorre na passagem da manhã para a tarde. De manhã o vento vem de sudeste, da terra para o mar. De tarde, ele inclina para nordeste, vindo do mar, e facilitando bastante a minha tarefa de navegar rumo ao Preá. O zigue zague dá lugar a bordos maiores quase paralelos a costa.   DIA 1   Saio de Atins no dia 2 de agosto. Espero o vento virar para maral (de sudeste para nordeste), o que só ocorre após í s 13:00. Era um trecho em que o litoral é virado para nordeste, mais fácil. Faço um pequeno zigue zague para sair da foz do Rio Preguiça, e sigo em, somente, um bordo naquela imensa praia até Paulino Neves, onde paro para comer.   Estava navegando sem apoio; levava tudo que precisa em minha mochila a prova d’água. Levava somente um kite: um F-one Furtive 10 metros, um modelo de kite bom de contra-vento, com um alto “Aspect Ratio”. Quanto mais esticado é o formato do kite, mais ele é bom de orça.   Saboreio um delicioso sanduba de berinjela que peguei na Vila Guará, pela praia do amor, contorno uma ilha de areia, e chego no vilarejo do Arpoador, um pequeno paraí­so 10 km antes de Tutóia. Sou recebido pelo pessoal da posada NAK (Nativo Arpoador Kitesurf). Você ainda vai ouvir falar muito nesse tal de Arpoador, será o novo point do kitesurf.   50 quilômetros de litoral   71 quilômetros navegados no GPS   Repare o litoral inclinado para nordeste, e os bordos longos   DIA 2   Esse era o dia mais temido! Pela frente, eu tinha o Delta do Parnaí­ba, um trecho de litoral totalmente selvagem e sem apoio. São diversas ilhas e grande bocas de rio com muita correnteza e variação de maré. É um lugar fantástico e intimidador!   Saí­ cedo do Arpoador, í s 9:00. Tinha total respeito por aquele trecho. Tempo é segurança. O vento sudeste aumenta meu zigue zague. A maré estava vazando com muita força, era dia de lua nova. Me aproximo de Tutóia, e invisto rumo a ponta da Melancieira, o pedacinho que eu mais temia de toda a viagem. A exposição seria grande para contornar aquela ponta.   Entro na correnteza do canal da barra de Tutóia. A correnteza era tão violenta que a água ficava turbulenta, com redemoinhos. A correnteza, na mesma direção do vento, me faz perder potência e ângulo de orça. Volto para praia para fugir da correnteza. Sigo perto da beira, ganhando altura no vento e, ao me aproximar de Tutóia, invisto novamente rumo a ponta, desta vez com ângulo de sobra. Novamente afundo na correnteza e perco ângulo, mas vou seguindo assim mesmo. Aguá barrenta e turbulenta, puxando para o oceano, e o vento falhado, me fazem sentir medo. Sigo controlando minha respiração.   Finalmente, contorno aquela ponta, sabendo que se algo falhasse ali, eu estaria em sérios apuros. Aquela ponta se projeta quilômetros mar adentro, com vento e correnteza puxando para fora. Contornei lentamente, e fiquei eufórico de vencer o obstáculo. Eu estava no incrí­vel Delta do Parnaí­ba!   O difí­cil contorno da ponta da Melancieira. Note a perda de ângulo quando entra no canal.   Passo o rio da Melancieira, e sigo em um longo zigue zague, com vento fraco, até a Barra do Caju, que é a maior boca de rio do Delta. Paro logo antes para uma rápida boquinha, e decido atravessar, mesmo com vento fraco. A maré estava muito seca e a situação complicada, com muitos bancos de areia. O mar parecia uma máquina de lavar. Vou negociando com os bancos, e bato em 2 deles, tomo capotes! Toco para o meio do oceano, para me livrar dos bancos, e me sinto exposto novamente.   Uma vez vencida a barra do Caju, o vento melhorou. Aumentou a potência e inclinou mais para maral. A partir dali, sigo bem rápido, ganhando 2 vezes mais litoral por hora do que antes. Ao chegar na Ilha dos Poldros, eram 15:00, e penso que eu teria tempo para chegar em Barra Grande naquele mesmo dia, ganhando um dia de viagem. Deveria aproveitar as boas condições da tarde. Passo batido pela Ilha dos Poldros.   Alguns quilômetros na frente, penso que era uma irresponsabilidade não parar na Ilha dos Poldros, um dos lugares mais fantásticos de todo litoral. Afinal, eu não estava ali para bater recorde de velocidade, o mais importante era o meu prazer no que estava fazendo.   Então, dou

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CORE KITEBOARDING: SECTOR 3

(Photo de destaque: Sector 3 / Core Kiteboarding content)   A Core Kiteboarding lançou o Sector 3, o seu kite 100% projetado para wave style e strapless. O Specialized Series Division da marca, é o departamento dedicado a produtos exclusivos e com foco e finalidades únicas, o Sector 3 foi a “bola da vez”. Objetivo: dropar altas ondas e fazer altas manobras!   Para 2020, o Kite matem as mesmas caracterí­sticas da sua versão anterior, com melhoras nos sistemas de ajustes para manobrabilidade, direções e range de vento   O destaque para o Section 3 é o CIT Mode, uma regulagem especí­fica para as diferentes condições de vento: gerais, ON e OFF shore. Para o cenário onshore, a regulagem permite que o kite fique mais ao fundo da janela, otimizando o drift nas ondas. Já na cena offshore, o kite fica mais a frente na janela, proporcionando maior potência e velocidade no avanço.   Confira mais informações: Section 3.    (Core Kiteboarding youtube channel content)    

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DUOTONE KITEBOARDING: VEGAS 2020

(Photo de destaque: Vegas 2020 / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content)   A Duotone Kiteboarding lançou a versão 2020 de um dos seus maiores clássicos: o Vegas. O kite  C shape é 100% desenvolvido para o freestyle e wakestyle.   Grandes nomes, como: Aaron Hadlow, Lewis Crathern, Mikaili Sol e Alex Neto, escolhem o Vegas como o Kite de melhor performance para as suas competições. Por diversas vezes, o kite esteve no topo de pódio de grandes eventos, como no GKA Freestyle World Tour e King of the Air.   (Mikaili Sol / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content)   Com um design C Shape de 5 talas, o Vegas se destaca por ser um kite responsivo, ao mesmo tempo que tem um alto poder de depower, gerando a folga necessária para o desempenho das manobras. Para a versão 2020, as 3 opções de regulagem, o design do bordo de ataque mais estreito e um material mais leve, otimizam a alta performance do equipamento.   Veja mais: Vegas 2020 – Duotone Kiteboarding (Duotone Kiteboarding Youtube channel content)    

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OZONE KITES: EDGE V10

(Photo de destaque: Ozone Edge V10 / Ozone Kites content)   A Ozone Kites lançou a versão 2020 de um dos seus Kites mais populares: o Edge V10. A proposta do kite é a versatilidade entre a experiência de big air e hang time, ao mesmo tempo que conta com alta performance para as classes de speed e race.   Em sua 10ª versão, o EDGE V10 manteve suas caracterí­sticas clássicas e trouxe otimizações no shape e no canopy, se destacando pela estabilidade em condições de ventos mais rajados.   Saiba mais: Ozone Edge V10   (Ozone Vimeo channel content)    

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KITESPEED CHALLENGE 2019

(Photo de destaque: Kitespeed Challenge / photo: Gabriel Imagens / Fazenda +Kite content)   Está chegando a competição de kitesurf mais rápida do Brasil: o Kitespeed Challenge 2019! A 4ª edição do evento, organizado e realizado na Fazenda +Kite em Osório, Rio Grande do Sul, vai rolar entre os dias 01 e 03 de novembro.   Para este ano, a raia de competição está com 500 metros, construí­da e posicionada para que os atletas possam acelerar e levar a performance ao máximo. O vento mais incidente na região é no quadrante nordeste e pode chegar até 40 nós. Os riders voam sobre um espelho d’água!   (Kitespeed Challenge / photo: Imagens Gabriel / Fazenda +Kite content)   Nos dias de campeonato, os competidores terão tempo para treino livre na raia e, quando for dado o iní­cio na competição, cada um tem 5 “tiros” para atingir a maior velocidade média. A medição é feita através do sistema computadorizado do Velopark, com um portão de entrada e outro de saí­da, que calcula a velocidade média do rider. É alucinante!   Na última edição, o Kitespeed Challenge contou com 50 atletas inscritos e, para 2019, as inscrições já estão abertas! Garanta a sua inscrição: INSCRIÇí•ES Kitespeed Challenge 2019   O velejador MAIS VELOZ do Brasil leva como premiação um kite ZERO da Duotone Kiteboarding! O tricampeão da modalidade, Juliano Raupp, conquistou o prêmio na última edição com a média de 63,6 km/h; e a campeã, Laura Andrades, atingiu 56,6 km/h. Quem será o mais rápido neste ano?!   (Kitespeed Challenge / photo: Imagens Gabriel / Fazenda +Kite content)   Além da competição, o evento conta com estrutura e programação para competidores, amigos e famí­lia. A Fazenda +Kite (pousada e Kite Center) respira o lifestyle do kitesurf e recebe velejadores, atletas e personalidades da cena do esporte. O destino é, simplesmente, paradisí­aco! Vale o passeio para participar, visitar e fazer um velejo incrí­vel.   KITESPEED CHALLENGE 2019 Data: 01 a 03 de Novembro Local: Fazenda +Kite – Osório – RS Hora: a partir da 10h *sujeito as condições de vento Premiação: um kite Duotone Kiteboarding Inscrições: Kitespeed Challenge 2019 (clique aqui) Mais informações: fazendamaiskite@gmail.com +55 51 9994.4392   A Local Kiteboarding – LKB é a mí­dia parceira do Kitespeed Challenge 2019. Iniciativas que promovem e fomentam o kitesurf são fundamentais para o desenvolvimento do mercado e agregam valor ao nosso esporte.   (Kitespeed Challenge / photo: Imagens Gabriel / Fazenda +Kite content)   (Fazenda +Kite content)    

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FORMULA KITE EUROPEAN CHAMPIONSHIP 2019: RESULTADOS

(Photo de destaque: 2019 Formula Kite European Championships / photo: Icarus Sports / IKA content)   Entre os dias 24 e 29/09, foi realizado o Formula Kite European Championship 2019 na praia de Torragrande, Itália. O campeonato europeu da modalidade olí­mpica do esporte recebeu os melhores do mundo para regatas velozes e acirradas.   O atleta francês, Axel Mazella, foi coroado o campeão 2019 após regatas disputadí­ssimas no quinto e último dia de competição. O seu desafio principal foi um dos melhores do mundo na modalidade, o jovem esloveno, Toni Vodisek.   (Axel Mazella vibrando a vitória / IKA content)   “Estou super feliz com esse evento”, vibra Mazella. “Estou satisfeito com a minha performance! Foi bem estressante para mim; Théo de Ramecourt e Toni Vodisek estavam apenas com um ponto a minha frente no começo do dia, mas consegui fazer meu trabalho e alcançar o resultado”, completa o atleta.   Na categoria feminina, as batalhas também foram intensas. Foram mais de 30 atletas para disputar as regatas, mas a atual campeã mundial da modalidade, a norte-americana, Daniela Moroz, atuou mais uma vez de forma impecável, ganhando 18 regatas de 19.   Masculino Open: Formula Kite European Championship 2019   1. Axel Mazella (FRA) 2. Toni Vodisek (SLO) 3. Théo de Ramecourt (FRA)   Feminino Open: Formula Kite European Championship 2019   1. Daniela Moroz (USA) 2. Ellie Aldridge (GBR) 3. Breiana Whitehead (AUS)   Confira os resultados completos: IKA Formula Kite    (IKA youtube channel content)    

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RDI 2019: RESULTADOS 3ª ETAPA

(Photo de destaque: RDI 2019 – 3ª etapa / LKB content)   Neste final de semana, entre os dias 28 e 29/09, rolou a 3ª etapa do RDI 2019 na Ilhabela, São Paulo.   O circuito conta com 4 etapas durante o ano e, nesta penúltima fase, começa a deixar os competidores apreensivos para o ranking geral de 2019.   (regatas RDI 2019: 3ª etapa / LKB content)   No sábado (28), as condições não permitiram o iní­cio da competição, mas no domingo (29), o vento leste/nordeste entrou na Ponta das Canas e os atletas voaram sobre as águas do canal da ilha. Para esta 3ª etapa foram 14 atletas inscritos; confira os resultados:   OPEN   1. José Marino 2. Luiz Bolina 3. Rafael Tafurri   (pódio OPEN / LKB content)   JUNIOR   1. Rafael Tafurri 2. Rodrigo 3. Nathan SENIOR 1. José Marino 2. Gil 3. Fred MASTER 1. Nereu   GRAN MASTER 1. Luiz Bolina 2. Dudu Mazzocato 3. Claudio   (pódio Gran Master / LKB content)   INICIANTE 1. Fred 2. Claudio 3. Renato Dombra   (Atletas reunidos / foto: Renato Cadusso / UGo Kite content)   Parabéns a todos! Agora, é ficar de olho na próxima e última etapa:   4ª Etapa RDI 2019 Local: Ilhabela – SP Data: 07 e 08 de Dezembro/2019   Confira mais informações e já garanta a INSCRIÇíO: www.reidailha.com.br     A organização agradece imensamente a todos os que fizeram parte e colaboraram com o evento, especialmente, aos atletas, os grandes astros dessa confraternização do Kitesurf.   O evento é realizado pela UGo Kiteboarding e Borra Kitesurf. E conta com o apoio da Prefeitura de Ilhabela e Dombra Sails, e os patrocí­nios da Freeport Sports, Luiz Paladino Arquitetura, Eco Ilha, ConstruSul e Ilhabela Shopping da Construção. A Local Kiteboarding – LKB é a mí­dia oficial parceira do RDI 2019.   Iniciativas que promovem e fomentam o kitesurf são fundamentais para o desenvolvimento do mercado e agregam valor ao nosso esporte.   Curtiu?! Comente abaixo e compartilhe com mais fãs e amantes do kite. Bons ventos!      (regatas RDI 2019: 3ª etapa / LKB content) (montagem Ponta das Canas – Ilhabela – SP / LKB content) (regatas RDI 2019: 3ª etapa / LKB content) (regatas RDI 2019: 3ª etapa / LKB content) (regatas RDI 2019: 3ª etapa / LKB content) (regatas RDI 2019: 3ª etapa / LKB content) (RDI 2019: 3ª etapa / foto: Renato Candusso / UGo Kite content) (RDI 2019: 3ª etapa / foto: Renato Candusso / UGo Kite content) (RDI 2019: 3ª etapa / foto: Renato Candusso / UGo Kite content) (RDI 2019: 3ª etapa / foto: Renato Candusso / UGo Kite content) (RDI 2019: 3ª etapa / foto: Renato Candusso / UGo Kite content) (RDI 2019: 3ª etapa / foto: Renato Candusso / UGo Kite content) (RDI 2019: 3ª etapa / foto: Renato Candusso / UGo Kite content)

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KITESURF COM A SALT INSPIRIT

  (Photo de destaque: Kitetrip Salt Inspirit / Salt Inspirit content)   A Salt Inspirit desenvolve Kitetrips, nacionais e internacionais, focadas na imersão e evolução do praticante no Kitesurf, sem deixar de lado muita diversão e a vibe positiva! A LKB foi convidada para curtir um dia de muito velejo com essa galera astral total, em uma das trips realizadas no nordeste brasileiro.   “Nesta 2ª KiteTrip da Salt Inspirit, focamos na evolução de nossos participantes em quesitos como: Kitewave, Downwind, freeride e aprimoramento do velejo em condições diversas; não deixando de lado a diversão e a experiência de conhecer as belezas do destino escolhido que, nesta trip, foi a região entre Lagoinha, Guajirú, Paracuru, Trairi e Flecheiras”, explica o coordenador geral, Felipe Soares.   “Nossos participantes tiveram a oportunidade de fazer muitos downwinds de curta duração e em diferentes condições: mar flat, ondas e técnicas de downwind, com o coaching do Fabio Cobucci e apoio de guias locais experientes; o objetivo foi o aprimoramento no esporte e aptidão para trechos mais longos e ganhar experiência no velejo em condições adversas”, complementa Felipe.   (galera da trip Salt Inspirit / Salt Inspirit content)   A LKB chegou no Kite Point Lagoinha para um dia de downwind até o Guajirú. Para quem não conhece, Lagoinha é uma praia linda, um cantinho especial entre coqueirais e dunas de areias brancas do litoral cearense.   O Kite Point Lagoinha está localizado na beira-mar, em frente ao spot de velejo. O Juninho Ferreira, instrutor local e proprietário do kite center, ofereceu todo o suporte com a estrutura e informação para o downwind. Todos seguros para a descida!   Galera pronta e reunida: hora de cair na água! Com ventos fortes e constantes, o grupo saiu rumo ao Guajirú. O atleta e coordenador técnico, Fábio Cobucci, acompanhou dando altas dicas sobre as técnicas de downwind e Kitewave. Os guias locais, Guilherme Oliveira e Gyovanni Cabeça, fizeram o suporte por água e auxiliaram com a parte técnica e o guia e proprietário da Pousada e Restaurante Kite Point Lagoinha, Syllos, acompanhou o grupo com o veí­culo 4×4 para o apoio terrestre.   (Fábio Cobucci se preparando pra cair na água e acompanhar a galera / LKB content) (Saí­da do Kite Point Lagoinha rumo ao Guajirú / LKB content)   Durante o trecho escolhido para o downwind, as condições estavam perfeitas para os diferentes gostos de velejo. Tinha área de água flat para acelerar, reentranças que formam lagoas, ondas ideais para apreender e evoluir no wave , um visual único e ventos fortes para a galera “pôr pra baixo”!   A chegada no Guajirú foi surpreendente. Kites pousados no Guajirú Kite Center – GKC, uma estrutura completí­ssima para atender os velejadores, de centro water sports í  loja de equipamentos, bar e restaurante, com 11 anos de atuação na cena do esporte.   Jailson Senna, instrutor local e proprietário do GKC, estava em um downwind solidário com o Instituto Dharma, velejando e fazendo atendimento médico em povoados pelo litoral do Ceará e do Piauí­. Quem recebeu a galera foi o Alê, um paulista que se apaixonou pelo destino e agora trabalha no kite center. “Conheci o Jailson em Portugal e ele me chamou para viver a primeira temporada por aqui; a experiência foi tão positiva que, para 2019, entre ir para Portugal atrás do dinheiro ou vir para o Guajirú, no Ceará, viver o sonho, eu optei em viver o sonho!”, vibra Alê.   O Guajirú é outro paraí­so que recebe kitesurfistas do mundo inteiro, um vilarejo charmoso com ótima estrutura para bem atender o turista. Em um rápida visita ao incrí­vel Hotel Vila Vagalume, a LKB bateu um papo com o parceiro e í­cone do kite no Brasil, Ricardo Pita.   (Chegada no Guajirú Kite Center / LKB content) (Visita ao Vila Vagalume / LKB content)   Com a missão cumprida e de alma lavada, o grupo subiu no 4×4 para retorna í  Lagoinha. O trecho de volta é outro espetáculo a parte. Com uma parada na Lagoa do Jegue e o pôr do sol na chegada, a experiência estava quase completa…para o jantar, o Syllus, proprietário do restaurante Kite Point Lagoinha, ofereceu uma panelada de frutos do mar. Pronto, experiência completa!   “Adorei o experiência com a Salt Inspirit, estou começando nos downwinds e senti uma evolução enorme nesta viagem!”, vibra Carol Higasi, uma das clientes e velejadoras da trip. “A escolha dos trechos, o suporte dentro e fora da água para mim foram ótimos! Me senti segura e confiante para velejar e daí­ a evolução foi certa! O clima do grupo também foi outro ponto alto da trip. Apesar de ní­veis diferentes no kite, todos estavam se divertindo e aproveitando. O Felipe e o Fábio sempre atentos í s necessidades de cada um. Com certeza, foi a primeira de muitas outras viagens com a Salt Inspirit!” complementa Carol.   O Éder Resende foi outro cliente que saiu com o sorriso estampado no rosto. “Cheguei no último dia de DW, completando com tranquilidade o trecho de Lagoinha ao Guajirú com cerca de 22km. Como disse o Fabio: o Eder chegou com o Kite seco! Show! – Valeu demais a toda essa galera!”   O projeto Salt Inspirit faz parte da Salt DMC, operadora no trade turí­stico com expertise em viagens e paixão pelo Kitesurf. A operação do projeto é focada em parcerias no trade visando sempre a sustentabilidade e profissionalismo de toda a cadeia produtiva do setor.   Conheça mais e confira a agenda das próximas trips:   SALT INSPIRIT Instagram: @saltinspirit +55 11 986808958 / +55 13 981385683 info@saltdmc.com.br   (Carol e Fábio desfrutando do downwind / Salt Inspirit content) (LKB marcando presença nesse velejo / LKB content) (travessia da balsa no caminho de volta / photo: Carol) (Galera reunida para a Panelada de frutos do mar no Lagoinha Kite Point / Salt Inspirit content)

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