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GRUPO PROMASK E OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE
Grupo Promask foi criado para produção e doação de equipamentos de proteção aos profissionais da saúde O Promask é um grupo sem fins lucrativos, composto de estudantes e familiares que se uniram em prol de um objetivo comum; que é ajudar aqueles que cuidam de nós: os profissionais da saúde em luta contra o coronavírus. O grupo conta com cerca de 18 voluntários engajados. A maioria é formada por alunos do ensino médio e superior. Laura Candusso, de 16 anos, foi quem teve a iniciativa de mobilizar o coletivo para iniciar a produção das máscaras face shield. No início do mês de março, a jovem mobilizou os amigos, familiares e também recorreu ao apoio de empresas interessadas em apoiar a causa. Até o momento, com 25 doações, que somam o total de R$4.935,00 e cerca de 1500 máscaras montadas. Em parceria com o maior site de financiamento coletivo do Brasil, vakinha.com.br , o grupo de voluntários assegura transparência aos doadores individuais e corporativos. “Estamos muito felizes por saber como há tanta gente que colabora para o bem do próximo. Acabamos de criar o grupo e com a divulgação informal já conseguimos iniciar a produção de mil máscaras. O material está a caminho e em breve mãos í obra” comemora a jovem Laura. O objetivo inicial do grupo é arrecadar R$10.000 (dez mil reais) para produzir 7.500 máscaras de acetato. Tal a filha, tal o pai! O grupo conta com know-how de produção e recursos tecnológicas da UGo Kiteboarding, fabricante de equipamentos e acessórios para kitesurf, que aceitou o desafio de treinar os jovens í distância para a produção das máscaras home office. Com isso, a empresa que já participou de outras iniciativas na produção das máscaras, assegura que a matéria prima e o processo de produção estejam de acordo com os gabaritos e as normas técnicas. “Fico muito orgulhoso que essa iniciativa tenha partido da minha filha. Em casa, temos o propósito de ajudar os outros e zelar sempre pela segurança. Vê-la praticando o bem, nos emociona. Fico ainda mais feliz em poder compartilhar o conhecimento e a disponibilidade tecnológica da empresa para, mais uma vez, contribuir com quem está na linha de frente em nome de uma causa solidária.” Renato Candusso, pai de Laura e empresário. Laura Candusso, conta também que para otimizar o trabalho, foi necessário dividir o grupo em três partes: análise e pesquisa de preço, para a compra dos materiais; procura por locais de destino para a doação das máscaras; e, ainda, apoio í divulgação e controle das doações. A escolha dos locais que receberão as máscaras doadas está em processo de definição, enquanto a produção artesanal segue em ritmo acelerado “Quem precisa de máscaras pode entrar em contato pelo contato@grupopromask.com.br” Doações certificadas Cada doador, pessoa física, recebe um certificado de doação. Para as doações de pessoas jurídicas são entregues também selo digital. “Isso ajuda a aumentar a corrente de doadores.” acredita Laura Para contribuir, basta acessar o aplicativo Vakinha (vaka.me/1044181) e/ou realizar uma transferência bancária. Os valores arrecadados são destinados exclusivamente í compra do material necessário para a confecção das máscaras. “Ajudar a preservar a vida dos profissionais da saúde que combatem a Covid-19 é um ato de cidadania.” defendem os jovens voluntários. Mais informações: GRUPO PROMASK Instagram: @promask
LKB LIVE #28 – BATE-PAPO COM KALÚ DE SOUSA
(Photo: Kalú social media content / photo: Daniel Pereira) Para a LKB LIVE #28, o papo foi bom demais com o rider e guerreiro Kalú de Sousa. O atleta da Harlem Kitesurfing e Lennox Clothes é um fera na cena nacional e mundial do kite freestyle. Entre boas risadas, ele contou para gente muita história legal e passou sua lição de vida. “Dê um passo que as coisas acontecem! í€s vezes, a gente mesmo se atrasa, mas vale sempre olhar pra si mesmo e seguir em frente. Se abrir para as coisas boas que elas vem e acontecem. Positividade!” Kalú de Sousa, rider de freestyle. Foi bom demais, Kalú! Valeu! Confira a entrevista na íntegra: Agradecemos, mais uma vez, ao @kaludesousa pela troca de ideais e a todos que assistiram e curtiram o conteúdo que preparamos e disponibilizamos nesse quadro. Veja também: Picos de Kite – Cumbuco – Ceará Curtiu?! Então fica ligado no Instagram @localkiteboarding para não perder as próximas LKB LIVEs e não esquece de compartilhar com mais amantes do Kitesurf.
LIQUID FORCE ENCERRA SUAS ATIVIDADES NO KITE
(Photo: Liquid Force Kites social media content) A empresa de equipamentos esportivos com foco no wake e kite, Liquid Force, anuncia o fechamento da sua divisão e atividades no segmento de Kiteboarding. A Liquid Force, com sede em Encinitas, Califórnia, EUA, foi fundada por Tony Finn e Jimmy Redmone e formalmente apresentada ao mercado em 1995, para o campeonato mundial de wakeboard do ano. Ao longo de sua história participou ativamente do mercado, incentivando e apoiando ativações, campeonatos e um time de riders de alto nível. Nomes como James Boulding, Brandon Scheid e Manuela Jungo fizeram parte da história da marca no Kiteboarding, principalmente, na evolução do wakestyle e Kitepark. Em 25 de junho, a empresa enviou uma nota í indústria e clientes da marca: “Lamentamos informar que decidimos encerrar nossa divisão Liquid Force Kiteboarding nos próximos 30 +/- dias. Com certeza essa decisão não foi tomada facilmente e queremos agradecer a todos os associados da Liquid Force que trabalharam arduamente durante toda a incerteza nos últimos meses de Covid-19 e crise econômica, além dos muitos anos de dedicação. “Para esclarecer, a marca Liquid Force continuará forte e vital no setor de esportes aquáticos. Além disso, a Liquid Force recentemente adquiriu a Freedom Foil Boards, uma marca de surf / foil sediada no sul da Califórnia. Juntamente com a Liquid Force Wake, planejamos focar nos produtos de foil e colocar novo foco e inovação em pranchas para todos os esportes aquáticos. Isso será gerenciado em nosso escritório em Carlsbad, Califórnia. “Nosso escritório em Hood River encerrará as atividades, e as consultas de atendimento ao cliente e garantia serão gerenciadas fora do escritório de Carlsbad. Embora não planejemos solicitar nenhum novo estoque, faremos o possível para lidar com todas as reclamações de garantia, reparos etc. durante um período de tempo razoável.” John Archer, CEO da Kent Water Sports Holdings LLC e Don Wallace, vice-presidente sênior da Liquid Force. A Liquid Force adquiriu, recentemente, Freedom Foil Boards, empresa focada na produção de foils e pranchas e, juntamente com a divisão de wakeboard, pretende focar seus esforços e investimentos neste segmento. Visite o site: Liquid Force Kites Para relembrar! (Liquid Force Kiteboarding YouTube channel content)
KITE MOVIES: TOP 5 DA SEMANA
(Photo: Fazenda +Kite social media content /Pedro Castanho) A sua dose de Kite Action aos finais de semana! Confira os TOP 5 Kite Movies dessa semana (21/06 a 28/06). Lembrando que todos os domingos você pode conferir, aqui na LKB, os vídeos mais acessados da cena do Kitesurf. Para acompanhar o dia a dia do esporte é só ficar ligado no VOCÊ VIU?! #1 JD Edde supera limites e salta SOBRE O PíER da Praia de Atlântida | Kite Extremo | Canal OFF (Canal Off YouTube channel content) #2 Tunnel Vision – Keahi de Aboitiz (Cabrinha Kitesurfing) (Cabrinha Kites YouTube channel content) #3 KITESURF TOW-IN’S ON A FOILBOARD + BEST PARTY WAVES EVER!! // 20@20 Episode 4 (Kay Lenny YouTube channel content) #4 Nick Jacobsen – Crane Jump 2.0 (Nick Jacobsen YouTube channel content) #5 IRON MACHO KITETRIP NO CANAL WOOHOO (Iron Macho YouTube channel content)
CANAL WOOHOO – IRON MACHO 2019
(Photo: Iron Macho social media content) A Iron Macho Kitetrip já é tradicional na região Nordeste do Brasil há anos. São 1.300 km percorridos de downwind durante a temporada dos bons ventos! Confira as imagens e a cobertura da edição 2019 dessa trip pelo canal Woohoo. Acesse também: IRON MACHO KITETRIP 2020 (Iron Macho Youtube channel content)
GKA KITE-SURF WORLD CUP DAKHLA
(Photo de destaque: GKA Kite-surf World Cup / photo: Ydwer van der Heide / GKA content) Amanhã (09/10), começa a penúltima etapa do circuito mundial de kite-surf de 2019: GKA Kite-surf World Cup. Os melhores do mundo estão reunidos em Dakhla, no Marrocos, para uma competição alucinante. O evento será realizado em frente ao Westpoint Hotel e os critérios dos juízes serão de acordo com as condições, podendo variar entre wave e strapless freestyle. Confira o Ranking Geral 2019 até o momento: Masculino KITE-SURF: 1. Airton Cozzolino (CV) 6267 2. James Carew (AUS) 6168 3. Mitu Monteiro (CV) 6119 4. Jan Marcos Riveras (DR) 5921 5. Pedro Matos (BRA) 5756 Tem Brasil! Vamos torcer! (O big rider brazuca, Pedro Matos /photo: Svetlana Romantsova /Pedro Matos social media content) Feminino KITE-SURF: 1. Carla Herrera-Oria (ESP) 6234 2. Charlotte Carpentier (FRA) 6036 3. Johanna Catarina-Edin (SWE) 5937 4. Frances Kelly (AUS) 5838 5. Peri Roberts (AUS) 5739 Para acompanhar AO VIVO, confira: GKA Kite-surf World Cup Vale lembrar que a última etapa e grande final do circuito GKA Kite-surf World Tour será na Praia do Preá, no Ceará, entre os dias 12 e 16 de novembro. A segunda edição do Ceará Kite Pro vem com tudo para definir quem serão os coroados em 2019! (Airton Cozzolino durante o Ceará Kite Pro / photo: Ydwer van der Heide / Ceará Kite Pro content)
GKA FREESTYLE WORLD CUP DAKHLA: RESULTADOS
(Photo de destaque: GKA Freestyle World Cup Dakhla /photo: Ydwer van der Heide/ GKA content) Entre os dias 4 e 6/10 rolou a GKA Freestyle World Cup em Dakhla, no Marrocos. Os melhores do mundo se enfrentaram em ventos fortes na lagoa da região, em frente ao Daklha Attitude, e os resultados foram surpreendentes. Na categoria masculina, infelizmente, os nossos atletas brazucas Carlos Mario “Bebê” e Erick Anderson, foram eliminados nas quartas de final e semi-finais, respectivamente. Mas mandaram muito bem e lutaram forte! Parabéns aos nossos riders! A final foi entre o jovem colombiano, Valentin Rodriguez, o francês, Nicolas Delmas, o big rider espanhol, Liam Whaley, e o dominicano líder do ranking geral, Adeuri Corniel. (Valentin Rodrigues / photo: Ydwer van der Heide / GKA content) Quem levou o título desta vez foi o mais jovem dos riders. O colombiano, Valentin Rodriguez, se destacou durante as outras etapas e desta vez, em Daklha, ele explodiu em manobras alucinantes e subiu no topo do pódio. Freestyle masculino Daklha 1. Valentin Rodriguez (COL): 36.13 2. Liam Whaley (ESP): 34.1 3. Adeuri Corniel (DR): 32.9 4. Nicolas Delmas (FRA): 14.2 (se lesionou e se retirou após a 5ª manobra) Ranking Geral 2019 1. Adeuri Corniel – 8219 points 2. Valentin Rodriguez – 8186 3. Maxime Chabloz – 8103 4. Carlos Mario – 8070 5. Liam Whaley – 8070 (Pódio masculino / photo: Ydwer van der Heide / GKA content) Na categoria feminina, a felicidade brasileira foi em dobro! As big riders, Mikaili Sol e Bruna Kajiya enfrentaram a tcheca, Paula Novotna, e a jovem espanhola, Claudia Leon, e subiram nos lugares mais altos do pódio. Freestyle Feminino Dakhla 1. Mikaili Sol (BRA): 31.4 points 2. Bruna Kajiya (BRA): 20.57 3. Paula Novotna (CZE): 20.4 4. Claudia Leon (ESP): 11.2 Ranking Geral 2019 1. Mikaili Sol – 6300 points 2. Bruna Kajiya – 6168 3. Paula Novotna – 6102 4. Pippa van Iersel – 6102 5. Rita Arnaus – 6036 Agora, entre os dias 09 e 13/10, começa a GKA Kite-surf World Cup e tem Brasil! Cobertura ao vivo: GKA Kite-surf World Cup (Pódio feminino / photo: Ydwer van der Heide / GKA content)
KITEFOIL WORLD SERIES CAGLIARI: RESULTADOS
(Photo de destaque: KiteFoil World Series Cagliari / IKA content) Entre os dias 02 e 06/10 rolou a última etapa do circuito mundial: KiteFoil World Series Cagliari, na Sardenha, Itália. Após 4 etapas, os melhores do mundo na modalidade foram coroados. Na categoria masculina, o ranking geral foi dominado pelos franceses, com Axel Mazella no topo do pódio; e na feminina, a norte-americana e tetracampeã de Formula Kite, Daniela Moroz, adicionou mais um título í sua coleção. Confira os resultados: 2019 KiteFoil World Series ranking – Masculino 1. Axel Mazella (FRA) 2. Nico Parlier (FRA) 3. Maxime Nocher (FRA) (Daniela Moroz / IKA content) 2019 KiteFoil World Series ranking – Feminino 1. Daniela Moroz (USA) 2. Elena Kalinina (RUS) 3. Kirstyn O”™Brien (USA) “Eu me sinto muito bem”, diz Daniela Moroz. “Este último dia foi realmente difícil. Ficou um pouco complicado lá fora. Estou muito feliz porque esse é o único título que eu não tinha até agora. Estou muito feliz por finalmente conseguir isso no cenário internacional.” Para os resultados completos, confira: KiteFoil World Series
UPWIND COM BRUNO LOBO
Relato por Bruno Lobo (redação e fotos) TRAVESSIA SíO LUíS – ATINS Há uns 2 anos, já pensava em fazer essa aventura, mas diante da correria do dia a dia e competições, não encontrava uma data adequada para fazer. Então, surgiu a oportunidade de fazer nesse fim de semana (28/09) e alguns amigos estariam em Atins e poderia voltar com eles para São Luís. Fiz esse trecho no ano passado com o Andre Penna, um cara que admiro e com certeza me inspirou para esse desafio, porém fizemos de downwind e em dois dias, dessa vez faria contra o vento e apenas em um dia. Sabia que não seria fácil e confesso que estava receoso de não conseguir, pois não sabia como meu corpo iria reagir diante de tantas horas de velejo em condições extremas. (Preparação) A preparação foi feita ao longo da semana que antecedeu a travessia, não tive muito tempo para planejar. Alguns amigos me ajudaram emprestando alguns materiais como o próprio kite, já que costumo usar kites foil e preferi fazer a travessia de kite tubular pela facilidade de pousar, caso precisasse, e de funcionar como auto-resgate, me emprestaram também bolsa impermeável, gps, enfim, não seria possível sem eles. Levei uma bolsa com biscoitos, pão, barras de cereal, 4 litros de água mais 2 litros no camelback, três facas, tesoura, já que há muitas redes no caminho, gps com rastreador. Fui preparado para passar um dia no deserto dos lençóis, caso não chegasse a tempo. Enfim chegou o grande dia! Saí de São Luís no sábado, dia 28/09/2019, í s 09:30 da manhã, um pouco tarde devido ao rastreador ter dado problema e estava tentando solucionar, se não iria desistir da travessia. No limite de tempo que tinha estipulado, isso me deixou com uma tensão a mais, já que sabia que não tinha margem para parar muito, tinha que ser certeiro e andar no ritmo que havia planejado. As condições estavam boas, vento de aproximadamente 20 knots, e resolvi usar o kite Ozone Edge V9 9m e minha prancha de competição. Durante esse percurso até Atins, existem duas grandes baías de aproximadamente 20km, de São José de Ribamar e a Baía do Tubarão, dois trechos onde não se olha praticamente terra e você fica totalmente em alto mar com condições extremas de maré. (A saída) Antes de entrar na primeira baía, por volta de 40 km de velejo senti que não seria fácil e me questionei se conseguiria. Piorou! Pois logo após, bati em um banco de areia no meio da mar, um trecho cheio de armadilhas, rede de pesca, espinhais e bancos de areia, e tive um avaria na minha caixa de quilha, o mastro entrou na prancha e os parafusos ficaram sobressaltados logo onde eu coloco o pé de trás para fazer força na orça. Pensei em voltar e desistir, mas sabia que não teria outra oportunidade de fazer essa aventura tão cedo e decidi continuar e atravessar a primeira baía. O parafuso estava incomodando muito, mas fui me adaptando aquela dor e desconforto, com certeza o ritmo caiu um pouco devido a esse problema. Meu plano era parar em Ilha de Santana, uma ilha que tem um grande farol e que fica entre as duas baías. Mas devido ao tempo, já era aproximadamente 1 hora da tarde e 110km de velejo, resolvi continuar sem parar e enfrentar direto a temida Baía do Tubarão rumo aos Lençóis Maranhenses. (avaria no mastro e prancha) Não parava de pensar na chegada, queira chegar! Era o que passava na minha cabeça a todo tempo; foi quando refleti e entendi que essa travessia é como a vida: – “í s vezes pensamos tanto em algo que queremos, seja uma aprovação, uma viagem, um bem material, uma vitória, enfim, e esquecemos do processo, da trajetória, do dia a dia. Comecei a apreciar tudo em minha volta, as belezas do litoral, o quão frágil estava me sentindo no meio do mar, como uma gota d’água no oceano, com medo e sentido aquela dor no pé, assim é a vida! Muitas vezes vamos ter tropeços, vamos sentir dor, mas temos que continuar, aproveitando cada dia, cada momento, porque o mais importante não é chegar, não é o resultado, mas todo o processo e trabalho duro diário, isso faz valer a pena e fez valer cada segundo da travessia e da vida.” (desfrutar a aventura, o caminho) Voltando, foi um dos piores trechos em relação ao mar mexido. Ao me aproximar da costa, na praia de Travosa, uma praia conhecida pelas ondas grandes, senti que estava num liquidificador, a prancha estava totalmente instável e pensei que havia até quebrado a asa. Parei para verifcar e vi que realmente era devido a corrente daquela região que havia um encontro de rio com o mar, 20 km que pareceram uma eternidade. Me senti cansado, a lombar estava fadigada e resolvi parar para me hidratar e comer já que a água do camelback havia acabado, foi a única parada da travessia. Coincidentemente, avistei três pescadores e pude trocar uma ideia que me motivou e deu forças para seguir, primeiro porque eles falaram que dali em diante o litoral favoreceria um pouco mais a orça e, segundo, porque eles falaram que eu não chegaria a tempo, já eram 14h15, isso me instigou ainda mais. Queria mostrar para eles, mesmo sabendo que talvez não os viria novamente, pelo menos não tão cedo, parei aproximadamente 10-15 min e segui novamente. Tentei manter a constância e tentei acelerar o ritmo, já havia velejado 155km e faltavam em torno de 70km em linha reta, nos lençóis a proporção de orça estava de 1:3, 1 km entrava no mar e 3km progredia no litoral, não estava tão fácil quanto imaginava. O tempo foi passando, o sol foi baixando e eu não sabia onde estava, se faltava muito ou pouco. Comecei a achar que não seria possível, estava velejando km após km na esperança de que por volta dos 230km – 250km chegasse, porém passou os 250km de velejo e já eram, aproximadamente, 5 horas da
GKA KITE WORLD TOUR DAKHLA
(Photo de destaque: GKA Kite World Tour / GKA content) Entre os dias 04 e 13 de Outubro, os melhores do mundo estarão reunidos em Dakhla, no Marrocos, para mais um campeonato mundial em “dose dupla” da GKA Kite World Tour. O evento irá reunir as duas modalidades: o Freestyle e o Kite-surf. Este será o terceiro evento do ano com as duas classes juntas. E vai ser tudo transmitido AO VIVO! As competições serão divididas da seguinte maneira: > 04 ao 08/10 – Freestyle > 09 ao 13/10 – Kite-surf (GKA content) O GKA Freestyle acontece na lagoa, em frente ao Dakhla Atittude Camp, um spot referência em outros mundiais do esporte. Confira como está o Ranking Geral 2019 da modalidade: Masculino FREESTYLE: 1. Adeuri Corniel (DR) 6185 points 2. Maxime Chabloz (CH) 6119 3. Carlos Mario (BRA) 6086 4. Valentin Rodriguez (COL) 6086 5. Gianmaria Coccoluto (ITA) 6020 6. Liam Whaley (SPN) 6003 Feminino FREESTYLE: 1. Mikaili Sol (BRA) 6297 2. Bruna Kajiya (BRA) 6102 3. Pippa van Iersel (NED) 6102 4. Paula Novotna (CZE) 6020 5. Rita Arnaus (ESP) 5904 (GKA content) O GKA Kite-surf será no mar, em frente ao Westpoint Hotel, e os critérios dos juízes serão de acordo com as condições, podendo variar entre wave e strapless freestyle. Confira o Ranking Geral 2019 até o momento: Masculino KITE-SURF: 1. Airton Cozzolino (CV) 6267 2. James Carew (AUS) 6168 3. Mitu Monteiro (CV) 6119 4. Jan Marcos Riveras (DR) 5921 5. Pedro Matos (BRA) 5756 Feminino KITE-SURF: 1. Carla Herrera-Oria (ESP) 6234 2. Charlotte Carpentier (FRA) 6036 3. Johanna Catarina-Edin (SWE) 5937 4. Frances Kelly (AUS) 5838 5. Peri Roberts (AUS) 5739 Tem muito Brasil nesses rankings! Vamos seguir na torcida pelos nossos grandes atletas. Para acompanhar ao vivo as competições, confira os links: GKA Freestyle World Cup GKA Kite-surf World Cup (GKA youtube channel content)