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DESCUBRA OS BONS VENTOS DO CEARÁ

  Publieditorial (Photo de destaque: Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)   As belezas naturais e os Bons Ventos fazem do Ceará uma das regiões mais famosas e procuradas do mundo para o turismo de aventura, principalmente, pelos velejadores e entusiastas do Kitesurf e Windsurf.   São muitos os vilarejos charmosos e “cantinhos especiais” a serem descobertos por toda a extensão do litoral cearense. O cenário vai de praias com o mar calmo até picos com boas ondas, lagoas cristalinas, barras de rio, coqueirais e lindas dunas.   Para quem curte o turismo de aventura, conhecer o Ceará deve estar na lista. Quem já conhece sempre volta para viver novas experiências e desbravar os diversos destinos na região. Confira: www.descubraceara.com   A localização, topografia e clima formam o cenário ideal para quem busca os esportes e diversão. Os ventos alí­sios sopram na região durante todo o segundo semestre do ano e, muitas vezes, se estendem até o Ano Novo e Carnaval.   (Praia do Cumbuco – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)   Com as caracterí­sticas perfeitas de clima e vento, o Ceará tem um histórico em sediar etapas de campeonatos regionais, brasileiros e mundiais. No último ano, a Praia do Cumbuco, próxima a Fortaleza, e a Praia do Preá, ao lado da internacional, Jericoacoara, receberam as etapas do circuito mundial de Freestyle e Freestyle Strapless.   Vale destacar, também, que os melhores atletas do mundo do kite são big riders cearenses! E novos talentos, seguem aparecendo e se destacando.   Desde povoados menores e paisagens bucólicas até vilarejos estruturados e um visual de “tirar o fôlego”, quem visita a região se surpreende com a cena paradisí­aca, com a cultura local, culinária e especiarias.   Vale conferir as opções e se planejar para conhecer o que mais chama a atenção: atividades, gastronomia, esportes e turismo para todos os gostos.   O Ceará está preparado e de portas abertas para receber os turistas do mundo inteiro! Descubra Ceará você também!   (Praia de Jericoacoara – Ceará / Governo do Estado do Ceará content)

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OCEAN RODEO 2020

(Photo de destaque: Ocean Rodeo / Ocean Rodeo content)   A Ocean Rodeo acabou de lançar sua linha de produtos 2020. Para a nova coleção, a marca vem com a proposta dos kites mais resistentes e leves do mercado.   O grande destaque do lançamento 2020 é a nova tecnologia: Aluula Project, um tecido de alta tecnologia muito mais resistente e leve que os utilizados no mercado atual para kites tubulares.   (Gleiten TV youtube channel content) Os novos equipamentos foram projetados e desenvolvidos com os materiais de ponta da Tejin e Challenger para atingir alta performance e resistência. Para 2020, o Flite e o Roam vem como kites extremamente leves para alto desempenho em ventos mais brandos e melhor drift. O Prodigy, Razor e Crave trazem uma durabilidade reforçada para velejos mais radicais e condições extremas. Confira mais: Ocean Rodeo Kiteboarding  (Ocean Rodeo youtube channel content)    

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O LITORAL É MÃO DUPLA ”“ DE ATINS AO PREÁ, 280 KM CONTRA O VENTO

  Relato por ANDRÉ PENNA – redação e fotos   O trecho da costa do Brasil que vai de Fortaleza aos Lençois Maranhenses é o melhor lugar do mundo para fazer longa distância de kitesurf. Virado para o Norte, com vento super constante, água quente, vilarejos receptivos, ausência de ondas grandes e costões rochosos, fazem com que esse trecho esteja se tornando a meca mundial de travessias longas de kitesurf, que muitos chamam de “Downwind”.   A expressão: Downwind, significa navegar a favor do vento. Em português, a tradução seria “de vento em popa”. Há quatro anos, comecei a guiar kitesurfistas em “Downwinds” na região.   Ao que tudo indicava, no mundo do kitesurf, este litoral era via de mão única. Sempre do leste para o oeste, empurrado pelo generoso vento alí­sio de Leste. No entanto, o hydrofoil chegou para quebrar paradigmas. Este novo tipo de prancha permite navegar contra o vento, desafiar essa força tão grandiosa.   A rota que costumo guiar é do Preá, vizinho de Jericoacoara, ao Atins, nos Lençóis Maranhenses. São 280 quilômetros vento abaixo, de extrema beleza! Decidi fazer a rota ao contrário, contra o vento, nos mesmos 5 dias que gastamos no Surfin Sem Fim. Em cada dia, eu percorreria entre 50 e 60 quilômetros de litoral.   Detalhes sutis fazem a diferença ! O litoral ali é virado para o norte, em alguns pedaços inclina para nordeste. Nos trechos virados para o norte, o zigue zague é muito maior, mais do que dobrando a distância. Onde é virado para nordeste, veleja-se mais paralelo a costa, diminuindo muito o zigue zague. A diferença é brutal.   Outro fator que afeta muito a navegação é a sutil mudança de direção do vento que ocorre na passagem da manhã para a tarde. De manhã o vento vem de sudeste, da terra para o mar. De tarde, ele inclina para nordeste, vindo do mar, e facilitando bastante a minha tarefa de navegar rumo ao Preá. O zigue zague dá lugar a bordos maiores quase paralelos a costa.   DIA 1   Saio de Atins no dia 2 de agosto. Espero o vento virar para maral (de sudeste para nordeste), o que só ocorre após í s 13:00. Era um trecho em que o litoral é virado para nordeste, mais fácil. Faço um pequeno zigue zague para sair da foz do Rio Preguiça, e sigo em, somente, um bordo naquela imensa praia até Paulino Neves, onde paro para comer.   Estava navegando sem apoio; levava tudo que precisa em minha mochila a prova d’água. Levava somente um kite: um F-one Furtive 10 metros, um modelo de kite bom de contra-vento, com um alto “Aspect Ratio”. Quanto mais esticado é o formato do kite, mais ele é bom de orça.   Saboreio um delicioso sanduba de berinjela que peguei na Vila Guará, pela praia do amor, contorno uma ilha de areia, e chego no vilarejo do Arpoador, um pequeno paraí­so 10 km antes de Tutóia. Sou recebido pelo pessoal da posada NAK (Nativo Arpoador Kitesurf). Você ainda vai ouvir falar muito nesse tal de Arpoador, será o novo point do kitesurf.   50 quilômetros de litoral   71 quilômetros navegados no GPS   Repare o litoral inclinado para nordeste, e os bordos longos   DIA 2   Esse era o dia mais temido! Pela frente, eu tinha o Delta do Parnaí­ba, um trecho de litoral totalmente selvagem e sem apoio. São diversas ilhas e grande bocas de rio com muita correnteza e variação de maré. É um lugar fantástico e intimidador!   Saí­ cedo do Arpoador, í s 9:00. Tinha total respeito por aquele trecho. Tempo é segurança. O vento sudeste aumenta meu zigue zague. A maré estava vazando com muita força, era dia de lua nova. Me aproximo de Tutóia, e invisto rumo a ponta da Melancieira, o pedacinho que eu mais temia de toda a viagem. A exposição seria grande para contornar aquela ponta.   Entro na correnteza do canal da barra de Tutóia. A correnteza era tão violenta que a água ficava turbulenta, com redemoinhos. A correnteza, na mesma direção do vento, me faz perder potência e ângulo de orça. Volto para praia para fugir da correnteza. Sigo perto da beira, ganhando altura no vento e, ao me aproximar de Tutóia, invisto novamente rumo a ponta, desta vez com ângulo de sobra. Novamente afundo na correnteza e perco ângulo, mas vou seguindo assim mesmo. Aguá barrenta e turbulenta, puxando para o oceano, e o vento falhado, me fazem sentir medo. Sigo controlando minha respiração.   Finalmente, contorno aquela ponta, sabendo que se algo falhasse ali, eu estaria em sérios apuros. Aquela ponta se projeta quilômetros mar adentro, com vento e correnteza puxando para fora. Contornei lentamente, e fiquei eufórico de vencer o obstáculo. Eu estava no incrí­vel Delta do Parnaí­ba!   O difí­cil contorno da ponta da Melancieira. Note a perda de ângulo quando entra no canal.   Passo o rio da Melancieira, e sigo em um longo zigue zague, com vento fraco, até a Barra do Caju, que é a maior boca de rio do Delta. Paro logo antes para uma rápida boquinha, e decido atravessar, mesmo com vento fraco. A maré estava muito seca e a situação complicada, com muitos bancos de areia. O mar parecia uma máquina de lavar. Vou negociando com os bancos, e bato em 2 deles, tomo capotes! Toco para o meio do oceano, para me livrar dos bancos, e me sinto exposto novamente.   Uma vez vencida a barra do Caju, o vento melhorou. Aumentou a potência e inclinou mais para maral. A partir dali, sigo bem rápido, ganhando 2 vezes mais litoral por hora do que antes. Ao chegar na Ilha dos Poldros, eram 15:00, e penso que eu teria tempo para chegar em Barra Grande naquele mesmo dia, ganhando um dia de viagem. Deveria aproveitar as boas condições da tarde. Passo batido pela Ilha dos Poldros.   Alguns quilômetros na frente, penso que era uma irresponsabilidade não parar na Ilha dos Poldros, um dos lugares mais fantásticos de todo litoral. Afinal, eu não estava ali para bater recorde de velocidade, o mais importante era o meu prazer no que estava fazendo.   Então, dou

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CORE KITEBOARDING: SECTOR 3

(Photo de destaque: Sector 3 / Core Kiteboarding content)   A Core Kiteboarding lançou o Sector 3, o seu kite 100% projetado para wave style e strapless. O Specialized Series Division da marca, é o departamento dedicado a produtos exclusivos e com foco e finalidades únicas, o Sector 3 foi a “bola da vez”. Objetivo: dropar altas ondas e fazer altas manobras!   Para 2020, o Kite matem as mesmas caracterí­sticas da sua versão anterior, com melhoras nos sistemas de ajustes para manobrabilidade, direções e range de vento   O destaque para o Section 3 é o CIT Mode, uma regulagem especí­fica para as diferentes condições de vento: gerais, ON e OFF shore. Para o cenário onshore, a regulagem permite que o kite fique mais ao fundo da janela, otimizando o drift nas ondas. Já na cena offshore, o kite fica mais a frente na janela, proporcionando maior potência e velocidade no avanço.   Confira mais informações: Section 3.    (Core Kiteboarding youtube channel content)    

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DUOTONE KITEBOARDING: VEGAS 2020

(Photo de destaque: Vegas 2020 / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content)   A Duotone Kiteboarding lançou a versão 2020 de um dos seus maiores clássicos: o Vegas. O kite  C shape é 100% desenvolvido para o freestyle e wakestyle.   Grandes nomes, como: Aaron Hadlow, Lewis Crathern, Mikaili Sol e Alex Neto, escolhem o Vegas como o Kite de melhor performance para as suas competições. Por diversas vezes, o kite esteve no topo de pódio de grandes eventos, como no GKA Freestyle World Tour e King of the Air.   (Mikaili Sol / photo: Toby Bronwich / Duotone Kiteboarding content)   Com um design C Shape de 5 talas, o Vegas se destaca por ser um kite responsivo, ao mesmo tempo que tem um alto poder de depower, gerando a folga necessária para o desempenho das manobras. Para a versão 2020, as 3 opções de regulagem, o design do bordo de ataque mais estreito e um material mais leve, otimizam a alta performance do equipamento.   Veja mais: Vegas 2020 – Duotone Kiteboarding (Duotone Kiteboarding Youtube channel content)    

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KITE MOVIES: TOP 5 DA SEMANA

(Photo de destaque: Court In the Act / photo: Tom Court social media content)   Domingão tranquilo?! Então confere os Top 5 Kite Movies dessa semana (24 a 01/12/2019).   #1 (Two years of the Bubble Film)   (Knot Future Youtube channel content) #2 (Our Kite Life Youtube channel content) #3 (Dirty Habits Youtube channel content) #4 (Kevin langeree Youtube channel content) #5 (Tom Court Youtube channel content)    

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RDI 2019: ÚLTIMA ETAPA PREMIUM

(Photo de destaque: RDI 2019 / LKB content )   A última etapa do RDI 2019 está chegando para coroar Rei ou Rainha! O evento, que acontece nos dias 07 e 08 de dezembro na Ilhabela, em São Paulo, é uma etapa PREMIUM e encerra o circuito anual, definindo os campeões de 2019.     A confraternização pró-esporte que o evento proporciona é incrí­vel! Um campeonato de kite para atletas, profissionais e amadores, que querem desafiar os seus limites e curtir o astral e o paradisí­aco destino.   Nesta última fase tem PREMIAÇíO! Além do nome do campeão gravado no icônico troféu, serão R$10.000 para os 5 melhores colocados do circuito 2019. Nesta etapa PREMIUM a pontuação é dobrada e existe um descarte das etapas realizadas, ou seja, quem participar tem chances de ganhar!     Confira como participar!   RDI 2019 – Etapa Final PREMIUM   Inscrições GRATUITAS: www.reidailha.com.br Quando: 07 e 08 de Dezembro Ponto de encontro: Praia do Perequê – Ilhabela – SP Premiação circuito RDI 2019: R$10.000   O evento é realizado pela UGo Kiteboarding e Borra Kitesurf. E conta com o apoio da Prefeitura de Ilhabela e Dombra Sails, e os patrocí­nios da Freeport Sports, Luiz Paladino Arquitetura, Eco Ilha, ConstruSul e Ilhabela Shopping da Construção. A Local Kiteboarding – LKB é a mí­dia oficial parceira do RDI 2019.   Iniciativas que promovem e fomentam o kitesurf são fundamentais para o desenvolvimento do mercado e agregam valor ao nosso esporte.   Curtiu?! Comente abaixo e compartilhe com mais fãs e amantes do kite.   Confira os highligths da penúltima etapa:      

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BRASIL KITEWAVE E STRAPLESS PRO

  (Photo de destaque: Brasil Kitewave e Strapless Pro 2019 / photo: Maurí­cio Val – FVIMAGEM)   Muito Kitesurf e altas ondas na Praia da Barra da Tijuca! Está rolando o Brasil Kitewave e Strapless Pro.   O evento, que ocorre de 26 de novembro a 01 de dezembro de 2019, no Postinho, na praia da Barra da Tijuca – Rio de Janeiro, é o campeonato Brasileiro de Kitesurf Profissional 2019.   (Brasil Kitewave e Strapless Pro 2019 / photo: Maurí­cio Val – FVIMAGEM)   Com dois dias de condições épicas de mar e vento, o campeonato brasileiro das modalidades wave e strapless freestyle definiu alguns resultados importantes até o momento.   Na modalidade wave maculino, o atleta da casa, Filippe Ferreira, o “Frajolinha”, fez baterias alucinantes e provou que conhece bem as ondas do seu pico, ganhando a Single Elimination em uma final eletrizante com Sebastina Ribeiro. No feminino, a carioca Sophia Abreu surfou as melhores ondas e, após a final com sua conterrânea, Marcela Witt, subiu no topo do pódio das Single Elimination.   (Sophia Abreu e Marcela Witt / photo: Maurí­cio Val – FVIMAGEM)   Na Double Elimination do masculino, o atleta Stephan Figueiredo vem se destacando e agora terá que enfrentar os quatro primeiros classificados.   O Strapless Freestyle masculino foi até as semifinais, com destaque para o atleta carioca Pedro Matos, 5º colocado no ranking mundial.   Os atletas estão em stand by a espera das condições de vento e mar para seguir com a competição. A janela do evento é até este domingo (01/12), vamos ficar ligados!   (Vibe total no Brasil Kitewave e Strapless Pro 2019 / photo: Maurí­cio Val – FVIMAGEM)   O Campeonato Brasil Kitewave & Strapless Pro 2019 é realizado pela ABK – Associação Brasileira de Kitesurf e tem Patrocí­nio Master da Ortobom, Co Patrocí­nio da Amoedo e Telecall; e apoios da Duotone, BR Kite, Wakum, Surfin Sem Fim, Rancho do Peixe, Surf Connect, K08, FSign, Prefeitura do Rio de Janeiro, 360 Sports, Beach House Barra, Canal Woohoo.   A Local Kiteboarding – LKB é parceira de mí­dia oficial do evento.   (Brasil Kitewave e Strapless Pro 2019 / photo: Maurí­cio Val – FVIMAGEM)

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CEARÁ: A CASA DO MUNDIAL DE KITESURF

  Publieditorial (Foto de destaque: Ceará Kite Pro 2019 / Foto: Leca Mir / conteúdo do Ceará Kite Pro)   O Ceará, a capital mundial dos ventos, recebeu neste mês de novembro as últimas etapas do circuito mundial de kitesurf. Com os bons ventos constantes e as belezas paradisí­acas do destino, os eventos foram verdadeiros espetáculos do esporte!   O GKA Kite-surf World Tour é o circuito mundial da modalidade wave e strapless freestyle. A última e decisiva etapa foi realizada na Praia do Preá, ao lado de Jericoacoara, entre os dias 12 e 16 de novembro.   (Ceará Kite Pro 2019 / Foto: Leca Mir / conteúdo do Ceará Kite Pro)   A segunda edição do evento, CEARí KITE PRO, trouxe os melhores riders do mundo para batalhas em condições perfeitas e um astral único de confraternização pró-esporte. Em ventos com uma média de 30 nós, o ranking geral de 2019 foi decidido em solo cearense.   No pódio da etapa, duas atletas brasileiras arrasaram no show de manobras: a jovem cearense Mikaili Sol (1º lugar) e a carioca Marcela Witt (3º lugar).   (Mikaili e Marcela Witt / Foto: Leca Mir / conteúdo do Ceará Kite Pro)   O GKA Freestyle World Tour é o circuito mundial da modalidade de freestyle, com manobras no estilo wakestyle. Pelo terceiro ano consecutivo, a grande final do circuito mundial foi naPraia do Cumbuco, entre os dias 19 e 23 de novembro.   Em condições perfeitas de vento, os melhores do mundo se sentiram í  vontade para levar a performance ao máximo e fizeram um campeonato de altí­ssimo ní­vel. Mais uma vez, as atletas brasileiras fizeram história “em casa”.   A jovem rider Mikaili Sol (Sim! A mesma que ganhou na outra modalidade dias antes) subiu no topo do pódio, seguida pela grande atleta Bruna Kajiya. Ambas são tricampeãs do mundo na modalidade freestyle!   Os ventos seguem soprando no Ceará e, para 2020, a previsão é de muito Kitesurf!   Descubra mais sobre o Kite! Descubra Ceará!   Confira: www.descubraceara.com   (Praia do Cumbuco durante o mundial / Foto: Brenno Veras / conteúdo da LKB)

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OZONE KITES: ZEPHYR V6

(Photo de destaque: Ozone Kites – Zephyr V6 / Ozone Kites content)   A Ozone Kites lançou o novo Zephyr V6, um kite tubular projetado para curtir em condições de light wind.   A sexta versão do kite traz inovações de profile como a otimização da estabilidade do canopy, a tensão de vela recalculada e um sistema de depower que permite trabalhar em um amplo range de vento.   O Zephyr V6 está disponí­vel no tamanho 17 metros e promete uma entrega e diversão de um kite 13m, com manobrabilidade ágil e alta responsividade.   Confira mais: Zephyr V6   (Ozone Kites Vimeo channel)    

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