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HYDROFOIL PRO TOUR EM MONTPELLIER, NA FRANÇA, O FESTIKITE

Uma das etapas definidas para o circuito do Hydrofoil Pro Tour está rolando no Mediterrâneo, em Montpellier, França. O campeonato, nomeado FestiKite, vai de hoje, 18/05 até o dia 21/05.   São mais de 60 velejadores reunidos para a modalidade que vem se destacando na cena mundial do kite. E os principais nomes estão presentes: Nico Parlier, Olly Bridge e Axel Mazella, os quais tornam a etapa extremamente competitiva.     Lembrando que, a classe de kite foiling, recentemente, tornou-se olí­mpica! E estará presente nas Olimpí­adas de Paris, em 2024. Para saber mais, veja a matéria: https://lkbsports.com/news/o-kite-entra-nos-jogos-olimpicos-de-2024-em-paris   Acompanhe mais informações sobre a competição na página do evento no facebook:   https://goo.gl/K9DJTu  

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KITE FOIL E PRANCHA HYDROFOIL PARA AS OLIMPÍ­ADAS 2024 EM PARIS

  Essa semana, o kitesurf fez história! Nosso esporte conquistou um espaço dentro do quadro dos jogos olí­mpicos e estará presente nas Olimpí­adas de Paris, em 2024. O Foiling Kitesurf, kite foil e prancha Hydrofoil, é a classe que estará presente nas competições eletrizantes.   O formato da prova, equipe olí­mpica e o funcionamento das competições, ainda estão sendo definidos. As regatas, corridas de velocidade e contra o tempo, possivelmente, serão realizadas com revezamento entre os atletas do time. Um formato que já se enquadra dentro de padrões olí­mpicos de outros esportes í  vela.   O que já está definido e foi critério para deferir a entrada do kite no quadro dos jogos olí­mpicos, é o equipamento a ser utilizado nas provas. Dentre outras especificações minimalistas, o equipamento a ser utilizado será o kite foil e a prancha hydrofoil, assim como o utilizado nas provas da modalidade de Fórmula Kite.     A submissão foi aceita, levando em consideração a ultra eficiência do equipamento, tanto da prancha de hydrofoil quanto da pipa foil; que é capaz de cobrir uma “faixa” grande das condições de vento. Desse modo, com ventos a partir de 5 knots até 40 knots, é possí­vel viabilizar a realização das provas, garantindo que se concretizem os sonhos dos atletas, federações e, claro, o show para o público que acompanha.   A conquista e reconhecimento para o esporte foi muito importante. Vamos ver quem representará o Brasil!   A pipa FOIL     As pipas foil são super leves, aerodinâmicas e de alta performance.   Elas não possuem uma estrutura rí­gida, sendo, apenas, cabrestos (linhas), tecido e costuras que formam “cápsulas” para a entrada de ar. Quando preenchidas com o vento, essas cápsulas inflam e permitem o voo da pipa.   Os estudos e desenvolvimento de tecnologias vem aprimorando o rendimento desses equipamentos, permitindo que funcionem em um range muito grande de condições de vento e que tenham alto desempenho.     A prancha Hydrofoil    As pranchas de hydrofoil são a verdadeira revolução do mundo do kite.   Essas boards são desenvolvidas para acoplar um mastro e uma asa (foil) em baixo, os quais, através da ação hidrodinâmica, possibilitam uma flutuação sobre a água, reduzindo muito o atrito de superfí­cies.   Essa planagem na asa e redução de atrito trás uma performance enorme em velocidade e contravento, possibilitando a prática em diferentes condições de vento.   Para saber mais sobre a entrada do hydrofoil no mercado do kite veja O BOOM! do hydrofoil.    

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KITESURF DE NORTE A SUL

O Brasil oferece condições para a prática do kitesurf do norte ao sul do país. Confira um panorama geral sobre o Kitesurf no Brasil.

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MY LIFE STORY – RUBEN LENTEN

(Photo de destaque: Ruben Lenten social media content /photo: @scheveningen.surf)   Um grande atleta e um dos maiores í­cones do nosso esporte. Confira o Kite Movie que a Gravedad Zero produziu enquanto o big rider esteve no Kitefest Argentina: My life Story – Ruben Lenten.   Um Kite Movie inspirador e cheio de ação!   (Ruben Lenten youtube channel content)    

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DIVERSIDADE DE PICOS PARA TODOS OS GOSTOS! CASA T-CROSS

  (Photo de destaque: Kauli Seadi social media content)   No terceiro episódio da Casa T-Cross, a turma explora os diferentes picos da região e as diversas condições para todos os gostos de velejo.   A VW Brasil juntou uma galera irada do Kitesurf nacional em São Miguel do Gostoso, no Rio Grande do Norte (confira: 1º episódio – 2º episódio). Grandes marcas e grandes produtos fortalecem e agregam valor ao nosso esporte!   Confira o 3º episódio da Casa T-Cross no Canal Off:   (Canal Off Youtube channel content)    

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RESSONHAR VALE A PENA – POR ZIZA

  (Photo de destaque: Fazenda +Kite content) Redação por Francisco Tostes Mottin, o Ziza.   Ressonhar vale a pena!   Aficionado por esportes de prancha e desde muito cedo envolvido com surf, skate, snowboard e com passagem pelo windsurf (este sem tanta dedicação, é verdade), o dia que reparei no Kitesurf percebi um complemento natural í  essas outras paixões.   Só que não foi tão simples quanto poderia, por uma decisão errada.   Em uma chance para o iní­cio, peguei um “atalho” comum na trilha do aprendizado do Kitesurf: “tentar com os amigos dispostos a ajudar”. E eu, confiante, acreditando piamente ser razoável querer sair velejando já na primeira experiência, somente munido com um conjunto de informações bastante complexas, não na teoria, mas do ponto de vista sensorial.   Resumindo, depois de 10 minutos de atenção dos “professores amigos”, atado pela cintura a um motor (Kite) do qual o poder, eu só conhecia o “ponto neutro”; ingênuo, autorizei os caras a irem se aprontar para irmos para água, enquanto eu esperaria na areia com um Kite 11 (11 m2) oscilando nas 12 hs (vertical sobre a cabeça).   Como havia praticado por 10 min…decisão muito errada! O vento rajado começou a testar outras habilidades inexistentes e o descontrole me fez experimentar a zona de poder de forma repentina, brusca e desordenada, e pior…em terra! Dois pulos e alguns metros depois, me levantei do susto não só com o orgulho ferido, mas também com a claví­cula quebrada e a sensação de que a lição ainda saiu barata. Os olhos de quem estava me ajudando naquela hora diziam a mesma coisa. Com este desfecho e durante a recuperação, o sonho do Kite dormiu pela força das circunstâncias.   Só que, felizmente, não para sempre! 7 anos depois, uma reportagem sobre Kite mostra um velejador de 73 anos que aprendeu o básico aos 68 e estava aproveitando demais esse esporte fascinante.   – “Bah! Também quero! Ressonhei com o Kite.”   (Ziza em aulas / photo: Fazenda +Kite content)   Desta vez, espantando qualquer trauma, segui o rito mais ortodoxo da iniciação. Procurei aulas em Ibiraquera e na +Kite, em Osório. Sorte com os instrutores Gonçalo e Ivan, passei por todas as etapas iniciais progressivamente, como manda a cartilha da ABK.   E, depois de mais de dez horas de treinamento, velejei! Está bom D+, curtindo muito! E, de agora em diante, é só alegria nas horas de velejo e na evolução deste esporte emocionante. Esporte que ainda conta, como bônus, com uma comunidade de praticantes que distribui fraternidade, amizade e camaradagem; e que acolhem a todos como membros de uma famí­lia. Vamos que vamos!   Valeu sonhar…e mais ainda ressonhar! Ziza, 60 anos, gaúcho e morador de Porto Alegre – Rio Grande do Sul – Brasil.   (Ziza vibrando com o velejo! / photo: Fazenda +Kite content)   Por LKB Moral da história: Sonhe e aprenda Kitesurf! Sempre com escolas e instrutores qualificados.   Curtiu?! Comenta abaixo e compartilha com amigos e amantes do esporte. E manda sua história com o Kitesurf pra gente: info@localkiteboarding.com    

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CAMPEONATO MUNDIAL DE FORMULA KITE

  (Photo de destaque: Formula Kite / photo: Luca Piana – IKA content)   Oristano, na Itália, irá receber o campeonato mundial de Formula Kite, pela primeira vez com o mesmo formato da competição que estará presente nas Olimpí­adas 2024, em Paris (veja AQUI).   O evento de Formula Kite Mixed Team Relay Worlds acontece entre os dias 13 e 18 de Outubro de 2020, organizado e realizado pela IKA – International Kiteboarding Association em parceria com Open Water Challenge.   (Formula Kite / photo: Luca Piana)   Os grandes nomes da modalidade estarão presentes para levar a performance do esporte ao máximo, a grande representante e campeã da classe na categoria feminina, Daniela Moroz, o campeão europeu, Axel Mazella, e o medalhista de prata no YOG 2018, Toni Vodisek.   O objetivo das associações é tornar Oristano, na Itália, uma peça fundamental e um marco na cena do kitesurf mundial, durante esses quatro anos do programa Olí­mpico.   Veja mais: internationalkiteboarding.org   (Formula Kite / photo: Luca Piana)

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