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PATROCINADORES
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PATROCINADORES LKB
PROJETO VIVO
A maior e mais conceituada ONG de kitesurf do Brasil está em Barra Grande, no litoral do Piauí. Criada com o objetivo de promover a inclusão social de crianças e adolescentes carentes da praia de Barra Grande, município de Cajueiro da Praia, no Piauí, o Projeto Vivo é um importante exemplo de desenvolvimento social em âmbito nacional. Integrantes do Projeto Vivo e João Bosco, da Kite Escola Paraíso. Foto: divulgação Através do esporte, Isabel Lupiaí±ez e João Bosco, fundadores e voluntários da ONG, distanciam as crianças das drogas, criminalidade e prostituição. Além do kitesurf, a instituição faz o acompanhamento e reforço escolar, trabalha com outras atividades esportivas e de entretenimento e, organiza outras atividades em prol da comunidade. Uma importante conquista da ONG é o jovem Manoel Soares, 16 anos, nativo de Barra Grande. O adolescente tem se destacado na categoria Freestyle e TT:R ”“ Twin Tip Racing. Ainda este ano, o atleta irá para campeonatos internacionais, além de representar o Brasil nos Jogos Olímpicos da Juventude, que será realizado em Buenos Aires, Argentina. Manoel Soares, conhecido como Piçarrinha. Foto: divulgação “Nossa missão é criar e estimular as perfeitas condições para que, com estudo, disciplina e responsabilidades, ampliem-se os horizontes de suas escolhas para o futuro, seguindo ou não a carreira como atletas”, diz Lupiaí±ez. Outros jovens também já competiram em eventos internacionais, nacionais e regionais, como exemplo do Guigui Costa e Luis Fernando. A ONG também faz um campeonato próprio com premiação, dando oportunidade a todas as crianças participarem e se divertirem no mês de dezembro. Na escolinha de férias do projeto social. Foto: divulgação Os veteranos do projeto ensinam os mais jovens a velejar. Foto: divulgação Atividades interativas de esporte e educação. Foto: divulgação O Projeto Vivo é um importante vetor de desenvolvimento social no local, mas também um exemplo de reconhecimento dos kitesurfistas brasileiros em âmbito internacional. Ao levar atletas para eventos mundiais, a ONG ganha destaque e incentiva í criação de outras instituições que trabalhem em prol da comunidade e do esporte de outras regiões. Para apoiar a causa, acesse: Projeto Vivo. Telefone de contato: (86) 9962-9762.
A HISTÓRIA DO KITESURF
O kitesurf é um esporte que cresce e ganha popularidade entre os amantes e simpatizantes do vento e da natureza. Conheça mais sobre a história do nosso esporte.
LANÇAMENTO DO PORTAL LKB
No próximo domingo (15), no bar Backyard, na Vila Madalena, São Paulo, a LKB – Local Kiteboarding organizou um lançamento do portal de conteúdo especializado no kite. Na oportunidade, estarão presentes convidados amantes do esporte, sejam praticantes ou admiradores. O kitesurf é um esporte global, com crescimento em expansão. Limpo, sustentável e inspirador, requer uma consciência coletiva de segurança entre velejadores e simpatizantes. Neste contexto, o propósito é criar um espaço na web para reunir quem curte o kitesurf. O ambiente na web terá troca de informações, muitas dicas de segurança e clínicas de kite para todos os públicos, desde os iniciantes até competidores. Além do portal, a empresa irá organizar Clínicas de kite para quem já sabe velejar, mas quer aperfeiçoar técnicas de um velejo seguro. “Temos brasileiros nos principais pódios dos campeonatos mundiais, as melhores condições por todo litoral nacional, dando ênfase ao nordeste, porém um déficit de informação no Brasil. Por isso, criamos um portal para contar tudo o que acontece no mundo do esporte. Ainda neste ano, faremos clínicas de kite. Em breve divulgaremos mais informações”, diz Ivan Louro. A primeira viagem organizada, terá como destino o pequenino litoral do Piauí, que é imensamente procurado para a prática do esporte, especialmente por turistas estrangeiros europeus. Em Barra Grande, distrito do município de Cajueiro da Praia, no Piauí, existem as condições ideais para as dicas de manobras serem colocadas em prática. “A programação da trip também inclui downwinds (velejar de uma praia para outra), além de outras atividades complementares í prática do esporte”, complementa.
O MOMENTO DO KITESURF
Podemos estar certos de que, no Brasil, estamos na “crista do vento”, no momento do Kitesurf! O Kite tem crescido e se popularizado entre praticantes profissionais, amadores e simpatizantes de esportes radicais de todas as regiões do país. Apesar de ser um esporte radical, o kitesurf oferece muito mais do que só adrenalina, aliás, tem quem procure no velejo o seu momento de paz e tranquilidade consigo mesmo. Mesmo com o acesso aos equipamentos e ao conhecimento não tão fácil assim, afinal, sabemos que o investimento para começar a se divertir não é pequeno, a cultura do kite tem se espalhado e difundido de forma progressiva. Velejar está dentro do alcance de todos, ninguém precisa ser um Big Rider para se divertir e viver aventuras ALUCINANTES, mesmo. Imagem da Barra Grande. / Foto: Aureliano Muller Ahhh o Brasil! Hawaii do kitesurf! – Já ouviram isso por aí? Sim!? Não?! Pois é verdade, galera. Nosso país é abençoado de muitos picos de vento com condições perfeitas para a prática do esporte. Por todo o nordeste, até as extremidades da região norte, temos a incidência dos ventos alísios, limpos e constantes, praticamente durante seis meses do ano. Já pelos litorais do sudeste e sul, os ventos entram com as variações térmicas e massas de ar, então, se estiver no lugar certo e hora certa, vale conferir a previsão porque vai dar velejo. Com tantas terras e rios por aqui, lagoas, represas e lagos também não ficam de fora: bateu uma brisa, vai rolar kite! No paraíso do Kitesurf, também, vivem os melhores do mundo. Atualmente, o Brasil tem um número de atletas profissionais bem interessante. Na modalidade freestyle, por exemplo, são vários correndo o circuito mundial: Alex Neto, Set Teixeira, Manoel Soares Piçarrinha, Mikaili Sol e, claro, os TOP”™s1, Carlos Mario Bebe e Bruna Kajiya. O Manoel Soares, atleta do Projeto Vivo, além do circuito mundial, também fez história para o Brasil como atleta Olímpico. Ele será o primeiro atleta do kite do Brasil a participar dos Jogos Olímpicos da Juventude em Buenos Aires, em outubro de 2018. A modalidade escolhida para a ocasião foi o TT Race. Vai Brasil! Na modalidade de Kitewave temos ótimos atletas, também. Dentre eles, alguns que marcaram a história como o grande Eduardo “Rato” Fernandes, Marcelo Cunha e o Guilly Brandão; esse último 3 vezes campeão do mundo e 9 vezes brasileiro. Atualmente, no wave, temos o Sebastian Ribeiro e Pedro Matos, respectivamente terceiro e quarto colocados no GKA World Tour. Enfim, são muitos e são bons! Temos vários atletas surgindo que “voam” pelas praias e picos afora, estamos com a bola da vez.
COMO ESCOLHER O SEU PRIMEIRO EQUIPAMENTO DE KITESURF
Existe uma dúvida muito frequente entre os kitesurfistas de ‘primeira viagem’:
COMO ESCOLHER O PRIMEIRO EQUIPAMENTO DE KITESURF?! Confira algumas dicas e pontos importantes que podem ajudar muito na hora de escolher o seu equipamento para a prática do esporte.
HYDROFOIL PRO TOUR E BRASILEIRO DE FORMULA KITE RESULTADOS
Confira os resultados do Hydrofoil Pro Tour e do Brasileiro de Formula Kite que aconteceu na Praia Brava, Santa Catarina.
KITE MOVIES: TOP 5 DA SEMANA
Confira os TOP 5 Kite Movies dessa semana (01/11 a 08/11).
O KITE OLÍMPICO DA OZONE: R1 V4
Conheça o novo kite olímpico R1 V4 da Ozone Kites, homologado pela IKA.
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Confira os TOP 5 Kite Movies dessa semana (25/10 a 01/11).
5ª TEMPORADA KITELADIES TRIP ”“ PRAIA DO MAÇARICO/ PA
(Photo: Kite Ladies Trip Image content) Fonte e Redação: GOKITE A 5ª temporada da Kiteladies Trip desbravou a Amazônia Atlântica, mas precisamente a Praia do Maçarico ”“ Pará. O projeto KiteLadies Trip, criado pela kitesurfista Samy Marins, teve a participação de 12 mulheres de todos os cantos do Brasil com a cobertura especial da fotógrafa e filmaker Analice Diniz. O Pará é um estado surpreendente, quem achava que lá não ventava, esta enganado, o vento soprou na média de 18 a 25 nós, com água quente e lugares remotos com uma natureza exuberante. Velejadoras de todos os níveis, desde iniciantes que nunca tiveram contato com o kite, como a Janaina (SP) que fez uma imersão ao esporte e terminou a trip subindo na prancha. Até as mais experientes que precisam de evolução (orçar, transição e saltar). ‘Ahh”¦ também tem aquelas que não querem aprender nada e apenas curtir a trip’. conta Samy Marins. A KLT se concentrou na Praia do Maçarico, um lugar incrível que varia muito com a maré, chega secar 6 a 8 metros e com isso acaba formando um braços de água flat perfeito para as Ladies. (Photo: Kite Ladies Trip Image content) A KLT contou com dois passeios, a Praia da Marieta, uma reserva extrativista do Maracanã, pertinho de Salinópolis, mas de difícil acesso, uma praia cercada de natureza Amazônica e muito velejo. Outro lugar escolhido para passeio foi a Ilha do Pilão, você chega até a Praia de Cuiarana, pega um barco, e ali você começa a perceber a beleza do lugar, cercada de muita natureza, os guará e pescadores locais. A ilha do Pilão é incrível, quando a maré seca forca umas bancadas de areia muito flat para velejo, só precisa ficar de olho na corrente para não perder a prancha. Como de costume, a KLT é um evento de muitas conexões e este ano não foi diferente, a mulherada se conectou de uma forma tao positiva que parecia que já se conheciam há um bom tempo. A trip teve muita diversão, alongamentos com coach Dan Mendes e violão com Andre Borges. (Photo: Kite Ladies Trip Image content) A Kite Ladies Trip reforça a inserção e a força das mulheres dentro do esporte. Nesta edição, o projeto contou com o patrocínio da Aussie Brasil, e apoio da Anasol Protetor Solar, BIO2 Organic, Duotone Kiteboarding Brasil, ION Sports Brasil, Nob Multisports, Oshadhi Aromaterapia, Yemoja Brasil e Wakum e com os colaboradores Gokite, KiteLadies, Santacosta e Almasurf. Acompanhe tudo que rolou @kiteladiestrip Logo mais sai o video da trip, fiquem ligados!!! (Photo: Kite Ladies Trip Image content)