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HYDROFOIL PRO TOUR EM CRISSY FIELD, SÃO FRANCISCO, EUA
( Foto de destaque: divulgação / Hydrofoil Pro Tour Content ) Hoje começa mais uma etapa do Hydrofoil Pro Tour na praia de Crissy Field em São Francisco, Califórnia, EUA. A modalidade que explodiu no mundo do kite e já virou classe olímpica, entre 06/06 e 10/06, traz muita ação para a costa americana. Para conhecer mais sobre a entrada do esporte no quadro olímpico, clique aqui e confira a matéria. As regatas da classe foil levam os melhores do mundo í costa americana do Pacífico para as corridas eletrizantes e de alta performance. Não deixe de acompanhar essa etapa e torcer, porque tem novidade: tem Brasil! Os destaques para essa etapa internacional do Hydrofoil Pro Tour são os atletas brasileiros, Maria do Socorro Vasconcelos Reis, 33, piauiense, moradora atual de São Luís do Maranhão, e o jovem Bruno Duarte Lima, 18, nascido e criado, também, na capital de São Luís do Maranhão. Os atletas estão muito empolgados e vivendo um sonho transformador através do esporte. Ambos buscam ganhar muita experiência em uma competição internacional e, claro, um lugarzinho lá no pódio! A força e o foco são primordiais para a Socorro: “ Fala galera, do Brasil! Estamos aqui em São Francisco para participar da terceira etapa do Hydrofoil Pro Tour, uma etapa muito importante pra gente, nossa primeira competição internacional, e estou extremamente feliz em poder representar nosso esporte e nosso país. Estaremos entre os melhores do mundo e isso é, acima de tudo, uma oportunidade de aprender e evoluir no esporte. O kite pra mim é vital, o esporte mudou completamente meu estilo de vida e minha maneira de percepção das coisas, hoje sou uma pessoa mais centrada e focada naquilo que quero e o esporte me ajudou muito nisso. Estou extremamente apaixonada pela modalidade hydrofoil, a cada dia encontramos desafios e isso estimula mais ainda o interesse. É uma modalidade difícil e que exige muita dedicação, disciplina, concentração e apesar das muitas tarefas que tenho, me comprometo plenamente nos horários de treino! Me identifiquei com a modalidade e é aqui que vou ficar. Queria agradecer a todos pelo apoio e espero fazer bonito aqui, treinei bastante e me dediquei muito. Vamos pra cima! ” – depoimento da Socorro para todos nós, brasileiros! O Bruninho Lima tem algumas experiências em competições nacionais da modalidade. Sempre foi um garoto ativo que buscou nas competições, mais do que nada, a oportunidade de poder estar e aprender com os melhores e mais experientes: “Sempre gostei muito de competir, acredito que, além da adrenalina da competição, a carga de experiência e conhecimento que se leva de um campeonato é muito grande, maior do que em treinos usuais. E, agora, poder ter essa oportunidade de competir uma etapa internacional, o Hydrofoil Pro Tour, e estar ao lado dos melhores, é um sonho que está se concretizando. E, com certeza, estarei calmo, focado em evoluir e aprender, e farei o meu melhor.” – diz Bruno, feliz pelo momento que está vivendo. O garoto ainda conta que o kite mudou a vida dele bem cedinho: “ O kite foi uma mudança de vida para mim. Sempre pratiquei e competi em outros esportes, mas, no momento em que deslizei sobre a água, tive certeza de que foi a melhor sensação que poderia sentir. Passei a ter muito foco e disciplina para evoluir no esporte, foi quando um amigo e atleta, Bruno Lobo, me incentivou a migrar para o hydrofoil. E aí imagina: se deslizar já era bom, imagina voar sobre a água! Os treinos aumentaram e a vontade de se profissionalizar na modalidade, também. Comecei a desenvolver minha técnina e me destacar em campeonatos regionais e nacionais, o que me fez acreditar e, hoje, poder estar aqui: pronto pra ir pra cima dessa etapa mundial e dar o meu melhor!” – vibra o jovem atleta. Estaremos todos na torcida pelos nossos atletas brazucas. Quebrem muito! Para mais informações sobre o evento, fiquem ligados na funpage do evento: https://www.facebook.com/hydrofoilprotour/ ( Foto: os atletas brasileiros partindo para a etapa mundial em São Francisco / Arquivo pessoal Socorro e Bruno)
TRIPLE-S INVITATIONAL – DIA 1
( Foto de destaque: Toby Bromwich / Triple-S Content ) O primeiro dia do Triple-S Invitational em Cape Hattera, Carolina do Norte, EUA, teve muita ação e um show de manobras. O campeonato de kitepark tem a duração de 7 dias e 7 noites com uma programação de muito kite na veia. Clique aqui para saber mais sobre o campeonato. Vejam algumas fotos e os highligths do primeiro dia de competição. Para mais informações sobre o campeonato, entre no site: http://www.triplesinvitational.com/ ( Vídeo: divulgação / Triple-S Invitational Content ) Fotos by Toby Bromwich / Triple-S Content:
TRIPLE-S INVITATIONAL COMEÇA HOJE!
( Foto de destaque: divulgação / Wind Voyager e Real Water Sports Content ) Hoje tem muita ação! O Triple-S Invitational começa hoje, 02/06, em Cape Hattera, EUA. O campeonato é um evento exclusivo para atletas convidados e é referência no wakestyle. Os atletas do kite entram em ação em uma competição que exige o freestyle extremo. Irão mostrar suas habilidades em um kitepark, com kickers e slides, sempre buscando as manobras mais técnicas e criativas com muita pressão! Os melhores do mundo e algumas “lendas” do esporte estão na corrida pela vitória, dentre eles, os ingleses, Aaron Hadlow e Sam Light, o belga, Cristophe Tack e o americano, Jesse Richman. Na liga feminina estão várias poderosas, como a holandesa, Annelous Lammerts, a polonesa, Karolina Winkowska e, representando o Brasil e atual campeã do mundo no freestyle, Bruna Kajiya. Para conferir todos os atletas convidados, clique aqui. Serão sete dias e sete noites de muita ação. Durante o dia, a adrenalina está garantida com o campeonato e as freeride sessions rolando o tempo todo. De noite, é muita festa com lives e Dj”™s convidados. O campeonato é organizado no quintal da Real Water Sports, com patrocínio master da Wind Voyager. E a premiação é de US$ 50.000,00 para os que subirem no pódio! Fiquem ligados, a ação vai ser extrema! Para acompanhar, veja mais infos no site do evento: http://www.triplesinvitational.com/ ( Foto: divulgação / Real Water Sports Content )
PASSO A PASSO PARA APRENDER KITESURF
( Foto de destaque IKA Content / Icarus Sailing Media ) O kite é um esporte muito bonito e chama a atenção de quem olha e não conhece, despertando a curiosidade e a vontade de praticar. Nesse momento, muitas pessoas se perguntam: como faz? Qual é o passo a passo para aprender o kitesurf? Vamos definir alguns tópicos e dar algumas dicas que são importantes para os admiradores do esporte saberem por onde começar. 1. Gostar da natureza, se sentir bem na água e saber nadar é um ótimo começo! 2. Tomar a decisão de aprender e seguir em frente. O processo de aprendizado é como outro qualquer, pode ser meio duro, mas é interessante e importante. O ideal é seguir em frente com força de vontade, porque “a coisa” fica mágica nas primeiras deslizadas sobre a água e todo o esforço vale a pena. 3. Buscar uma escola ou um profissional técnico independente, certificado e qualificado para as aulas. No Brasil, a entidade máxima responsável pelo esporte é a ABK ( Associação Brasileira de Kitesurf ), a qual certifica, através de cursos e capacitação, escolas e técnicos. Existe uma metodologia e um padrão de ensino desenvolvido para que o aprendizado e a prática sejam seguros. ( Foto divulgação / Pousada BGK Content / Fotógrafo Andre Hanni ) Depois dessas três primeiras iniciativas, começa a metodologia para o aprendizado. Vamos resumir os principais passos e falar das principais dúvidas. Quanto tempo demora para aprender o kitesurf? Essa dúvida é uma das mais frequentes para quem quer aprender e a resposta é: dá pra todos aprenderem! Mas a resposta em relação ao tempo, na verdade, é um pouco relativa. Ao se tratar de um esporte, o tempo do processo depende muito da aptidão e desenvoltura de cada pessoa. Aprender efetivamente significa estar independente, ou seja, sem a necessidade de supervisão de um profissional. Para deixar um parâmetro de tempo para que isso aconteça, costuma-se falar entre 10 a 20 horas/aula. Esse intervalo de tempo costuma ser, mesmo, o tempo que a maioria das pessoas estão aptas a praticar sozinhas e curtir o seu velejo. Lembrando que experiência horas/água é sempre muito importante e relevante. Sempre que estamos velejando e passando por diversas situações e condições, estamos aperfeiçoando nossas técnicas e melhorando o nível. Outra dúvida frequente é: mas eu consigo fazer? Não precisa de muita força ou de um preparo físico grande? Claro que para as pessoas que praticam esportes, que são mais ligadas nesse lifestyle de maneira profissional ou amadora, as coisas podem ficar mais fáceis e rápidas. Porém, o kite é muito abrangente e eclético, aprendendo da maneira correta, o objetivo é alcançado. Dá uma lida na matéria que fala mais a respeito disso, clicando aqui. Focando na metodologia, existe um passo a passo para tornar o aprendizado e a prática do kitesurf mais seguro. É um esporte radical que pode ser praticado a “quase riscos zero” quando feito da maneira correta. 1. Condições e tipos de vento, meteorologia básica e mapeamento do local de prática. 2. Explicação técnica de janelas de vento e funcionamento da pipa. 3. kite training: uma “pipinha” simulador para entendimento de janela de vento e comandos. 4. Apresentação do equipamento e set up da maneira correta e segura. 5. Sistemas de segurança que o equipamento tem e como utilizá-los. 6. Kite Control: controle da pipa. 7. Body drag: exercício de comandos na água (sem prancha). 8. Técnicas de auto resgate (muito importante!) e regras de navegação. 9. Water Start: teoria e técnicas práticas para as primeiras saídas na prancha. 10. Bordos nas duas janelas sentido downwind (vento de popa). 11. Correção de postura e aprimoramento do uso da vela. 12. Técnicas para Upwind (contra vento). ( Foto: Divulgação / Kite Lounge Laranjal Content / Fotógrafo: Marcelo Gervini ) Após o aluno ter aprendido todas as técnicas fundamentais de segurança, resgate, navegação e esse passo a passo descrito, e já navegar no sentido do vento e no contra vento, ele pode ser considerado independente. É importante que se sinta confortável e confiante para estar sozinho, e, a partir daí, é só alegria, diversão e horas/água para ganhar experiência. Nesse momento, nos bate-papos com a galera do esporte, a troca de informação em relação a escolha de equipamentos sempre surge e as coisas vão acontecendo. Se quiser mais informações sobre como escolher seu equipamento, veja a matéria aqui. Vale sempre ressaltar e considerar como prioridade número UM: o velejo consciente! Desse modo todos se divertem dentro e fora da água.
PROJETO KITECOAT – TECIDOS DESCARTÁVEIS DE KITE VIRAM JAQUETAS
(Foto destaque: Divulgação KiteCoat) Um projeto inovador no mercado de kite. Mais do que uma marca de jaquetas sportswear, a Kitecoat é um projeto de sustentabilidade criado pelos sócios e fundadores Alexandre Rezende e Paula Lagrotta, que após observarem o desperdício das lonas das pipas de kitesurf, pensaram em uma maneira de reutilizá-las com um propósito. Um possível lixo transformado e com valor agregado. A marca faz parceria com escolas de kite e clubes de vela, que fornecem duas ou mais velas e desenvolvem uma kitecoat. Isso ajuda as escolas a ” se livrarem ” de forma correta do material sem uso, e ainda se beneficiam com uma jaqueta exclusiva. Jaqueta de kite da Kite Coat (Foto: Divulgação) Uma pipa de kitesurf pode possuir muitos metros quadrados por vela e sua matéria prima demora cerca de 300 anos para se decompor na natureza. A duração de cada pipa depende das condições em que ela é utilizada. Pode durar até 300 horas de velejo, caso não aconteça nenhuma adversidade. De uma mesma pipa é possível montar até três versões diferentes de Kitecoat. Os modelos são praticamente artesanais e as peças exclusivas. Para adquirir uma Kitecoat Existem duas possibilidades de aquisição de uma Kitecoat: uma é sob demanda, em que um velejador nos fornece suas pipas em desuso (mas em condições de reaproveitar o tecido do velame), depois de uma breve entrevista (manter ou não a gestalt da pipa) lavamos, idealizamos os cortes e submetemos ao cliente para sua aprovação. Uma vez aprovado, ela entra em produção, é montada e costurada e quando fica pronta, despachamos para a casa do o cliente. A outra possibilidade é adquirir uma peça já pronta, disponível em alguns pontos de venda (lojas físicas): lojas de kiteclubs, de Pousadas e Escolas de Kite. E também através de pedidos diretos ao nosso Ateliê, através de contato via Instagram da Kitecoat. Redes sociais: Instagram e Facebook Intermédio das guarderias/ escolas/ instrutores e ou lojas como a Ahlma no Rio de Janeiro Lojas no Rio de Janeiro: Academia da Ahlma, no Leblon e o Studio da Ahlma no Shopping Leblon.
HYDROFOIL PRO TOUR EM CRISSY FIELD, SÃO FRANCISCO, EUA
( Foto de destaque: divulgação / Hydrofoil Pro Tour Content ) Hoje começa mais uma etapa do Hydrofoil Pro Tour na praia de Crissy Field em São Francisco, Califórnia, EUA. A modalidade que explodiu no mundo do kite e já virou classe olímpica, entre 06/06 e 10/06, traz muita ação para a costa americana. Para conhecer mais sobre a entrada do esporte no quadro olímpico, clique aqui e confira a matéria. As regatas da classe foil levam os melhores do mundo í costa americana do Pacífico para as corridas eletrizantes e de alta performance. Não deixe de acompanhar essa etapa e torcer, porque tem novidade: tem Brasil! Os destaques para essa etapa internacional do Hydrofoil Pro Tour são os atletas brasileiros, Maria do Socorro Vasconcelos Reis, 33, piauiense, moradora atual de São Luís do Maranhão, e o jovem Bruno Duarte Lima, 18, nascido e criado, também, na capital de São Luís do Maranhão. Os atletas estão muito empolgados e vivendo um sonho transformador através do esporte. Ambos buscam ganhar muita experiência em uma competição internacional e, claro, um lugarzinho lá no pódio! A força e o foco são primordiais para a Socorro: “ Fala galera, do Brasil! Estamos aqui em São Francisco para participar da terceira etapa do Hydrofoil Pro Tour, uma etapa muito importante pra gente, nossa primeira competição internacional, e estou extremamente feliz em poder representar nosso esporte e nosso país. Estaremos entre os melhores do mundo e isso é, acima de tudo, uma oportunidade de aprender e evoluir no esporte. O kite pra mim é vital, o esporte mudou completamente meu estilo de vida e minha maneira de percepção das coisas, hoje sou uma pessoa mais centrada e focada naquilo que quero e o esporte me ajudou muito nisso. Estou extremamente apaixonada pela modalidade hydrofoil, a cada dia encontramos desafios e isso estimula mais ainda o interesse. É uma modalidade difícil e que exige muita dedicação, disciplina, concentração e apesar das muitas tarefas que tenho, me comprometo plenamente nos horários de treino! Me identifiquei com a modalidade e é aqui que vou ficar. Queria agradecer a todos pelo apoio e espero fazer bonito aqui, treinei bastante e me dediquei muito. Vamos pra cima! ” – depoimento da Socorro para todos nós, brasileiros! O Bruninho Lima tem algumas experiências em competições nacionais da modalidade. Sempre foi um garoto ativo que buscou nas competições, mais do que nada, a oportunidade de poder estar e aprender com os melhores e mais experientes: “Sempre gostei muito de competir, acredito que, além da adrenalina da competição, a carga de experiência e conhecimento que se leva de um campeonato é muito grande, maior do que em treinos usuais. E, agora, poder ter essa oportunidade de competir uma etapa internacional, o Hydrofoil Pro Tour, e estar ao lado dos melhores, é um sonho que está se concretizando. E, com certeza, estarei calmo, focado em evoluir e aprender, e farei o meu melhor.” – diz Bruno, feliz pelo momento que está vivendo. O garoto ainda conta que o kite mudou a vida dele bem cedinho: “ O kite foi uma mudança de vida para mim. Sempre pratiquei e competi em outros esportes, mas, no momento em que deslizei sobre a água, tive certeza de que foi a melhor sensação que poderia sentir. Passei a ter muito foco e disciplina para evoluir no esporte, foi quando um amigo e atleta, Bruno Lobo, me incentivou a migrar para o hydrofoil. E aí imagina: se deslizar já era bom, imagina voar sobre a água! Os treinos aumentaram e a vontade de se profissionalizar na modalidade, também. Comecei a desenvolver minha técnina e me destacar em campeonatos regionais e nacionais, o que me fez acreditar e, hoje, poder estar aqui: pronto pra ir pra cima dessa etapa mundial e dar o meu melhor!” – vibra o jovem atleta. Estaremos todos na torcida pelos nossos atletas brazucas. Quebrem muito! Para mais informações sobre o evento, fiquem ligados na funpage do evento: https://www.facebook.com/hydrofoilprotour/ ( Foto: os atletas brasileiros partindo para a etapa mundial em São Francisco / Arquivo pessoal Socorro e Bruno)
TRIPLE-S INVITATIONAL – DIA 1
( Foto de destaque: Toby Bromwich / Triple-S Content ) O primeiro dia do Triple-S Invitational em Cape Hattera, Carolina do Norte, EUA, teve muita ação e um show de manobras. O campeonato de kitepark tem a duração de 7 dias e 7 noites com uma programação de muito kite na veia. Clique aqui para saber mais sobre o campeonato. Vejam algumas fotos e os highligths do primeiro dia de competição. Para mais informações sobre o campeonato, entre no site: http://www.triplesinvitational.com/ ( Vídeo: divulgação / Triple-S Invitational Content ) Fotos by Toby Bromwich / Triple-S Content:
TRIPLE-S INVITATIONAL COMEÇA HOJE!
( Foto de destaque: divulgação / Wind Voyager e Real Water Sports Content ) Hoje tem muita ação! O Triple-S Invitational começa hoje, 02/06, em Cape Hattera, EUA. O campeonato é um evento exclusivo para atletas convidados e é referência no wakestyle. Os atletas do kite entram em ação em uma competição que exige o freestyle extremo. Irão mostrar suas habilidades em um kitepark, com kickers e slides, sempre buscando as manobras mais técnicas e criativas com muita pressão! Os melhores do mundo e algumas “lendas” do esporte estão na corrida pela vitória, dentre eles, os ingleses, Aaron Hadlow e Sam Light, o belga, Cristophe Tack e o americano, Jesse Richman. Na liga feminina estão várias poderosas, como a holandesa, Annelous Lammerts, a polonesa, Karolina Winkowska e, representando o Brasil e atual campeã do mundo no freestyle, Bruna Kajiya. Para conferir todos os atletas convidados, clique aqui. Serão sete dias e sete noites de muita ação. Durante o dia, a adrenalina está garantida com o campeonato e as freeride sessions rolando o tempo todo. De noite, é muita festa com lives e Dj”™s convidados. O campeonato é organizado no quintal da Real Water Sports, com patrocínio master da Wind Voyager. E a premiação é de US$ 50.000,00 para os que subirem no pódio! Fiquem ligados, a ação vai ser extrema! Para acompanhar, veja mais infos no site do evento: http://www.triplesinvitational.com/ ( Foto: divulgação / Real Water Sports Content )
PASSO A PASSO PARA APRENDER KITESURF
( Foto de destaque IKA Content / Icarus Sailing Media ) O kite é um esporte muito bonito e chama a atenção de quem olha e não conhece, despertando a curiosidade e a vontade de praticar. Nesse momento, muitas pessoas se perguntam: como faz? Qual é o passo a passo para aprender o kitesurf? Vamos definir alguns tópicos e dar algumas dicas que são importantes para os admiradores do esporte saberem por onde começar. 1. Gostar da natureza, se sentir bem na água e saber nadar é um ótimo começo! 2. Tomar a decisão de aprender e seguir em frente. O processo de aprendizado é como outro qualquer, pode ser meio duro, mas é interessante e importante. O ideal é seguir em frente com força de vontade, porque “a coisa” fica mágica nas primeiras deslizadas sobre a água e todo o esforço vale a pena. 3. Buscar uma escola ou um profissional técnico independente, certificado e qualificado para as aulas. No Brasil, a entidade máxima responsável pelo esporte é a ABK ( Associação Brasileira de Kitesurf ), a qual certifica, através de cursos e capacitação, escolas e técnicos. Existe uma metodologia e um padrão de ensino desenvolvido para que o aprendizado e a prática sejam seguros. ( Foto divulgação / Pousada BGK Content / Fotógrafo Andre Hanni ) Depois dessas três primeiras iniciativas, começa a metodologia para o aprendizado. Vamos resumir os principais passos e falar das principais dúvidas. Quanto tempo demora para aprender o kitesurf? Essa dúvida é uma das mais frequentes para quem quer aprender e a resposta é: dá pra todos aprenderem! Mas a resposta em relação ao tempo, na verdade, é um pouco relativa. Ao se tratar de um esporte, o tempo do processo depende muito da aptidão e desenvoltura de cada pessoa. Aprender efetivamente significa estar independente, ou seja, sem a necessidade de supervisão de um profissional. Para deixar um parâmetro de tempo para que isso aconteça, costuma-se falar entre 10 a 20 horas/aula. Esse intervalo de tempo costuma ser, mesmo, o tempo que a maioria das pessoas estão aptas a praticar sozinhas e curtir o seu velejo. Lembrando que experiência horas/água é sempre muito importante e relevante. Sempre que estamos velejando e passando por diversas situações e condições, estamos aperfeiçoando nossas técnicas e melhorando o nível. Outra dúvida frequente é: mas eu consigo fazer? Não precisa de muita força ou de um preparo físico grande? Claro que para as pessoas que praticam esportes, que são mais ligadas nesse lifestyle de maneira profissional ou amadora, as coisas podem ficar mais fáceis e rápidas. Porém, o kite é muito abrangente e eclético, aprendendo da maneira correta, o objetivo é alcançado. Dá uma lida na matéria que fala mais a respeito disso, clicando aqui. Focando na metodologia, existe um passo a passo para tornar o aprendizado e a prática do kitesurf mais seguro. É um esporte radical que pode ser praticado a “quase riscos zero” quando feito da maneira correta. 1. Condições e tipos de vento, meteorologia básica e mapeamento do local de prática. 2. Explicação técnica de janelas de vento e funcionamento da pipa. 3. kite training: uma “pipinha” simulador para entendimento de janela de vento e comandos. 4. Apresentação do equipamento e set up da maneira correta e segura. 5. Sistemas de segurança que o equipamento tem e como utilizá-los. 6. Kite Control: controle da pipa. 7. Body drag: exercício de comandos na água (sem prancha). 8. Técnicas de auto resgate (muito importante!) e regras de navegação. 9. Water Start: teoria e técnicas práticas para as primeiras saídas na prancha. 10. Bordos nas duas janelas sentido downwind (vento de popa). 11. Correção de postura e aprimoramento do uso da vela. 12. Técnicas para Upwind (contra vento). ( Foto: Divulgação / Kite Lounge Laranjal Content / Fotógrafo: Marcelo Gervini ) Após o aluno ter aprendido todas as técnicas fundamentais de segurança, resgate, navegação e esse passo a passo descrito, e já navegar no sentido do vento e no contra vento, ele pode ser considerado independente. É importante que se sinta confortável e confiante para estar sozinho, e, a partir daí, é só alegria, diversão e horas/água para ganhar experiência. Nesse momento, nos bate-papos com a galera do esporte, a troca de informação em relação a escolha de equipamentos sempre surge e as coisas vão acontecendo. Se quiser mais informações sobre como escolher seu equipamento, veja a matéria aqui. Vale sempre ressaltar e considerar como prioridade número UM: o velejo consciente! Desse modo todos se divertem dentro e fora da água.
PROJETO KITECOAT – TECIDOS DESCARTÁVEIS DE KITE VIRAM JAQUETAS
(Foto destaque: Divulgação KiteCoat) Um projeto inovador no mercado de kite. Mais do que uma marca de jaquetas sportswear, a Kitecoat é um projeto de sustentabilidade criado pelos sócios e fundadores Alexandre Rezende e Paula Lagrotta, que após observarem o desperdício das lonas das pipas de kitesurf, pensaram em uma maneira de reutilizá-las com um propósito. Um possível lixo transformado e com valor agregado. A marca faz parceria com escolas de kite e clubes de vela, que fornecem duas ou mais velas e desenvolvem uma kitecoat. Isso ajuda as escolas a ” se livrarem ” de forma correta do material sem uso, e ainda se beneficiam com uma jaqueta exclusiva. Jaqueta de kite da Kite Coat (Foto: Divulgação) Uma pipa de kitesurf pode possuir muitos metros quadrados por vela e sua matéria prima demora cerca de 300 anos para se decompor na natureza. A duração de cada pipa depende das condições em que ela é utilizada. Pode durar até 300 horas de velejo, caso não aconteça nenhuma adversidade. De uma mesma pipa é possível montar até três versões diferentes de Kitecoat. Os modelos são praticamente artesanais e as peças exclusivas. Para adquirir uma Kitecoat Existem duas possibilidades de aquisição de uma Kitecoat: uma é sob demanda, em que um velejador nos fornece suas pipas em desuso (mas em condições de reaproveitar o tecido do velame), depois de uma breve entrevista (manter ou não a gestalt da pipa) lavamos, idealizamos os cortes e submetemos ao cliente para sua aprovação. Uma vez aprovado, ela entra em produção, é montada e costurada e quando fica pronta, despachamos para a casa do o cliente. A outra possibilidade é adquirir uma peça já pronta, disponível em alguns pontos de venda (lojas físicas): lojas de kiteclubs, de Pousadas e Escolas de Kite. E também através de pedidos diretos ao nosso Ateliê, através de contato via Instagram da Kitecoat. Redes sociais: Instagram e Facebook Intermédio das guarderias/ escolas/ instrutores e ou lojas como a Ahlma no Rio de Janeiro Lojas no Rio de Janeiro: Academia da Ahlma, no Leblon e o Studio da Ahlma no Shopping Leblon.