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HYDROFOIL PRO TOUR EM CRISSY FIELD, SÃO FRANCISCO, EUA

  ( Foto de destaque: divulgação / Hydrofoil Pro Tour Content )   Hoje começa mais uma etapa do Hydrofoil Pro Tour na praia de Crissy Field em São Francisco, Califórnia, EUA. A modalidade que explodiu no mundo do kite e já virou classe olí­mpica, entre 06/06 e 10/06, traz muita ação para a costa americana.   Para conhecer mais sobre a entrada do esporte no quadro olí­mpico, clique aqui e confira a matéria.   As regatas da classe foil levam os melhores do mundo í  costa americana do Pací­fico para as corridas eletrizantes e de alta performance. Não deixe de acompanhar essa etapa e torcer, porque tem novidade: tem Brasil!   Os destaques para essa etapa internacional do Hydrofoil Pro Tour são os atletas brasileiros, Maria do Socorro Vasconcelos Reis, 33, piauiense, moradora atual de São Luí­s do Maranhão, e o jovem Bruno Duarte Lima, 18, nascido e criado, também, na capital de São Luí­s do Maranhão.   Os atletas estão muito empolgados e vivendo um sonho transformador através do esporte. Ambos buscam ganhar muita experiência em uma competição internacional e, claro, um lugarzinho lá no pódio!   A força e o foco são primordiais para a Socorro: “ Fala galera, do Brasil! Estamos aqui em São Francisco para participar da terceira etapa do Hydrofoil Pro Tour, uma etapa muito importante pra gente, nossa primeira competição internacional, e estou extremamente feliz em poder representar nosso esporte e nosso paí­s. Estaremos entre os melhores do mundo e isso é, acima de tudo, uma oportunidade de aprender e evoluir no esporte. O kite pra mim é vital, o esporte mudou completamente meu estilo de vida e minha maneira de percepção das coisas, hoje sou uma pessoa mais centrada e focada naquilo que quero e o esporte me ajudou muito nisso. Estou extremamente apaixonada pela modalidade hydrofoil, a cada dia encontramos desafios e isso estimula mais ainda o interesse. É uma modalidade difí­cil e que exige muita dedicação, disciplina, concentração e apesar das muitas tarefas que tenho, me comprometo plenamente nos horários de treino! Me identifiquei com a modalidade e é aqui que vou ficar. Queria agradecer a todos pelo apoio e espero fazer bonito aqui, treinei bastante e me dediquei muito. Vamos pra cima! ” – depoimento da Socorro para todos nós, brasileiros!   O Bruninho Lima tem algumas experiências em competições nacionais da modalidade. Sempre foi um garoto ativo que buscou nas competições, mais do que nada, a oportunidade de poder estar e aprender com os melhores e mais experientes: “Sempre gostei muito de competir, acredito que, além da adrenalina da competição, a carga de experiência e conhecimento que se leva de um campeonato é muito grande, maior do que em treinos usuais. E, agora, poder ter essa oportunidade de competir uma etapa internacional, o Hydrofoil Pro Tour, e estar ao lado dos melhores, é um sonho que está se concretizando. E, com certeza, estarei calmo, focado em evoluir e aprender, e farei o meu melhor.” – diz Bruno, feliz pelo momento que está vivendo.   O garoto ainda conta que o kite mudou a vida dele bem cedinho: “ O kite foi uma mudança de vida para mim. Sempre pratiquei e competi em outros esportes, mas, no momento em que deslizei sobre a água, tive certeza de que foi a melhor sensação que poderia sentir. Passei a ter muito foco e disciplina para evoluir no esporte, foi quando um amigo e atleta, Bruno Lobo, me incentivou a migrar para o hydrofoil. E aí­ imagina: se deslizar já era bom, imagina voar sobre a água! Os treinos aumentaram e a vontade de se profissionalizar na modalidade, também. Comecei a desenvolver minha técnina e me destacar em campeonatos regionais e nacionais, o que me fez acreditar e, hoje, poder estar aqui: pronto pra ir pra cima dessa etapa mundial e dar o meu melhor!” – vibra o jovem atleta.   Estaremos todos na torcida pelos nossos atletas brazucas. Quebrem muito!   Para mais informações sobre o evento, fiquem ligados na funpage do evento: https://www.facebook.com/hydrofoilprotour/    ( Foto: os atletas brasileiros partindo para a etapa mundial em São Francisco / Arquivo pessoal Socorro e Bruno)

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TRIPLE-S INVITATIONAL – DIA 1

( Foto de destaque: Toby Bromwich / Triple-S Content )   O primeiro dia do Triple-S Invitational em Cape Hattera, Carolina do Norte, EUA, teve muita ação e um show de manobras.   O campeonato de kitepark tem a duração de 7 dias e 7 noites com uma programação de muito kite na veia. Clique aqui para saber mais sobre o campeonato.   Vejam algumas fotos e os highligths do primeiro dia de competição.   Para mais informações sobre o campeonato, entre no site:   http://www.triplesinvitational.com/   ( Ví­deo: divulgação / Triple-S Invitational Content )   Fotos by Toby Bromwich / Triple-S Content:        

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TRIPLE-S INVITATIONAL COMEÇA HOJE!

  ( Foto de destaque: divulgação / Wind Voyager e Real Water Sports Content )   Hoje tem muita ação! O Triple-S Invitational começa hoje, 02/06, em Cape Hattera, EUA. O campeonato é um evento exclusivo para atletas convidados e é referência no wakestyle.   Os atletas do kite entram em ação em uma competição que exige o freestyle extremo. Irão mostrar suas habilidades em um kitepark, com kickers e slides, sempre buscando as manobras mais técnicas e criativas com muita pressão!   Os melhores do mundo e algumas “lendas” do esporte estão na corrida pela vitória, dentre eles, os ingleses, Aaron Hadlow e Sam Light, o belga, Cristophe Tack e o americano, Jesse Richman. Na liga feminina estão várias poderosas, como a holandesa, Annelous Lammerts, a polonesa, Karolina Winkowska e, representando o Brasil e atual campeã do mundo no freestyle, Bruna Kajiya. Para conferir todos os atletas convidados, clique aqui.    Serão sete dias e sete noites de muita ação. Durante o dia, a adrenalina está garantida com o campeonato e as freeride sessions rolando o tempo todo. De noite, é muita festa com lives e Dj”™s convidados.   O campeonato é organizado no quintal da Real Water Sports, com patrocí­nio master da Wind Voyager. E a premiação é de US$ 50.000,00 para os que subirem no pódio!   Fiquem ligados, a ação vai ser extrema! Para acompanhar, veja mais infos no site do evento: http://www.triplesinvitational.com/   ( Foto: divulgação / Real Water Sports Content )  

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PASSO A PASSO PARA APRENDER KITESURF

( Foto de destaque IKA Content / Icarus Sailing Media ) O kite é um esporte muito bonito e chama a atenção de quem olha e não conhece, despertando a curiosidade e a vontade de praticar. Nesse momento, muitas pessoas se perguntam: como faz? Qual é o passo a passo para aprender o kitesurf? Vamos definir alguns tópicos e dar algumas dicas que são importantes para os admiradores do esporte saberem por onde começar. 1. Gostar da natureza, se sentir bem na água e saber nadar é um ótimo começo! 2. Tomar a decisão de aprender e seguir em frente. O processo de aprendizado é como outro qualquer, pode ser meio duro, mas é interessante e importante. O ideal é seguir em frente com força de vontade, porque “a coisa” fica mágica nas primeiras deslizadas sobre a água e todo o esforço vale a pena. 3. Buscar uma escola ou um profissional técnico independente, certificado e qualificado para as aulas. No Brasil, a entidade máxima responsável pelo esporte é a ABK ( Associação Brasileira de Kitesurf ), a qual certifica, através de cursos e capacitação, escolas e técnicos. Existe uma metodologia e um padrão de ensino desenvolvido para que o aprendizado e a prática sejam seguros. ( Foto divulgação / Pousada BGK Content / Fotógrafo Andre Hanni ) Depois dessas três primeiras iniciativas, começa a metodologia para o aprendizado. Vamos resumir os principais passos e falar das principais dúvidas. Quanto tempo demora para aprender o kitesurf? Essa dúvida é uma das mais frequentes para quem quer aprender e a resposta é: dá pra todos aprenderem! Mas a resposta em relação ao tempo, na verdade, é um pouco relativa. Ao se tratar de um esporte, o tempo do processo depende muito da aptidão e desenvoltura de cada pessoa. Aprender efetivamente significa estar independente, ou seja, sem a necessidade de supervisão de um profissional. Para deixar um parâmetro de tempo para que isso aconteça, costuma-se falar entre 10 a 20 horas/aula. Esse intervalo de tempo costuma ser, mesmo, o tempo que a maioria das pessoas estão aptas a praticar sozinhas e curtir o seu velejo. Lembrando que experiência horas/água é sempre muito importante e relevante. Sempre que estamos velejando e passando por diversas situações e condições, estamos aperfeiçoando nossas técnicas e melhorando o ní­vel. Outra dúvida frequente é: mas eu consigo fazer? Não precisa de muita força ou de um preparo fí­sico grande?   Claro que para as pessoas que praticam esportes, que são mais ligadas nesse lifestyle de maneira profissional ou amadora, as coisas podem ficar mais fáceis e rápidas. Porém, o kite é muito abrangente e eclético, aprendendo da maneira correta, o objetivo é alcançado. Dá uma lida na matéria que fala mais a respeito disso, clicando aqui. Focando na metodologia, existe um passo a passo para tornar o aprendizado e a prática do kitesurf mais seguro. É um esporte radical que pode ser praticado a “quase riscos zero” quando feito da maneira correta. 1. Condições e tipos de vento, meteorologia básica e mapeamento do local de prática. 2. Explicação técnica de janelas de vento e funcionamento da pipa. 3. kite training: uma “pipinha” simulador para entendimento de janela de vento e comandos. 4. Apresentação do equipamento e set up da maneira correta e segura. 5. Sistemas de segurança que o equipamento tem e como utilizá-los. 6. Kite Control: controle da pipa. 7. Body drag: exercí­cio de comandos na água (sem prancha). 8. Técnicas de auto resgate (muito importante!) e regras de navegação. 9. Water Start: teoria e técnicas práticas para as primeiras saí­das na prancha. 10. Bordos nas duas janelas sentido downwind (vento de popa). 11. Correção de postura e aprimoramento do uso da vela. 12. Técnicas para Upwind (contra vento). ( Foto: Divulgação / Kite Lounge Laranjal Content / Fotógrafo: Marcelo Gervini ) Após o aluno ter aprendido todas as técnicas fundamentais de segurança, resgate, navegação e esse passo a passo descrito, e já navegar no sentido do vento e no contra vento, ele pode ser considerado independente. É importante que se sinta confortável e confiante para estar sozinho, e, a partir daí­, é só alegria, diversão e horas/água para ganhar experiência. Nesse momento, nos bate-papos com a galera do esporte, a troca de informação em relação a escolha de equipamentos sempre surge e as coisas vão acontecendo. Se quiser mais informações sobre como escolher seu equipamento, veja a matéria aqui.  Vale sempre ressaltar e considerar como prioridade número UM: o velejo consciente! Desse modo todos se divertem dentro e fora da água.

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PROJETO KITECOAT – TECIDOS DESCARTÁVEIS DE KITE VIRAM JAQUETAS

  (Foto destaque: Divulgação KiteCoat)   Um projeto inovador no mercado de kite. Mais do que uma marca de jaquetas sportswear, a Kitecoat é um projeto de sustentabilidade criado pelos sócios e fundadores Alexandre Rezende e Paula Lagrotta, que após observarem o desperdí­cio das lonas das pipas de kitesurf, pensaram em uma maneira de reutilizá-las com um propósito.   Um possí­vel lixo transformado e com valor agregado. A marca faz parceria com escolas de kite e clubes de vela, que fornecem duas ou mais velas e desenvolvem uma kitecoat. Isso ajuda as escolas a ” se livrarem ” de forma correta do material sem uso, e ainda se beneficiam com uma jaqueta exclusiva.   Jaqueta de kite da Kite Coat (Foto: Divulgação)   Uma pipa de kitesurf pode possuir muitos metros quadrados por vela e sua matéria prima demora cerca de 300 anos para se decompor na natureza. A duração de cada pipa depende das condições em que ela é utilizada. Pode durar até 300 horas de velejo, caso não aconteça nenhuma adversidade. De uma mesma pipa é possí­vel montar até três versões diferentes de Kitecoat. Os modelos são praticamente artesanais e as peças exclusivas.   Para adquirir uma Kitecoat   Existem duas possibilidades de aquisição de uma Kitecoat: uma é sob demanda, em que um velejador nos fornece suas pipas em desuso (mas em condições de reaproveitar o tecido do velame), depois de uma breve entrevista (manter ou não a gestalt da pipa) lavamos, idealizamos os cortes e submetemos ao cliente para sua aprovação. Uma vez aprovado, ela entra em produção, é montada e costurada e quando fica pronta, despachamos para a casa do o cliente.   A outra possibilidade é adquirir uma peça já pronta, disponí­vel em alguns pontos de venda (lojas fí­sicas): lojas de kiteclubs, de Pousadas e Escolas de Kite. E também através de pedidos diretos ao nosso Ateliê, através de contato via Instagram da Kitecoat.   Redes sociais: Instagram e Facebook   Intermédio das guarderias/ escolas/ instrutores e ou lojas como a Ahlma no Rio de Janeiro   Lojas no Rio de Janeiro: Academia da Ahlma, no Leblon e o Studio da Ahlma no Shopping Leblon.  

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HYDROFOIL PRO TOUR EM CRISSY FIELD, SÃO FRANCISCO, EUA

  ( Foto de destaque: divulgação / Hydrofoil Pro Tour Content )   Hoje começa mais uma etapa do Hydrofoil Pro Tour na praia de Crissy Field em São Francisco, Califórnia, EUA. A modalidade que explodiu no mundo do kite e já virou classe olí­mpica, entre 06/06 e 10/06, traz muita ação para a costa americana.   Para conhecer mais sobre a entrada do esporte no quadro olí­mpico, clique aqui e confira a matéria.   As regatas da classe foil levam os melhores do mundo í  costa americana do Pací­fico para as corridas eletrizantes e de alta performance. Não deixe de acompanhar essa etapa e torcer, porque tem novidade: tem Brasil!   Os destaques para essa etapa internacional do Hydrofoil Pro Tour são os atletas brasileiros, Maria do Socorro Vasconcelos Reis, 33, piauiense, moradora atual de São Luí­s do Maranhão, e o jovem Bruno Duarte Lima, 18, nascido e criado, também, na capital de São Luí­s do Maranhão.   Os atletas estão muito empolgados e vivendo um sonho transformador através do esporte. Ambos buscam ganhar muita experiência em uma competição internacional e, claro, um lugarzinho lá no pódio!   A força e o foco são primordiais para a Socorro: “ Fala galera, do Brasil! Estamos aqui em São Francisco para participar da terceira etapa do Hydrofoil Pro Tour, uma etapa muito importante pra gente, nossa primeira competição internacional, e estou extremamente feliz em poder representar nosso esporte e nosso paí­s. Estaremos entre os melhores do mundo e isso é, acima de tudo, uma oportunidade de aprender e evoluir no esporte. O kite pra mim é vital, o esporte mudou completamente meu estilo de vida e minha maneira de percepção das coisas, hoje sou uma pessoa mais centrada e focada naquilo que quero e o esporte me ajudou muito nisso. Estou extremamente apaixonada pela modalidade hydrofoil, a cada dia encontramos desafios e isso estimula mais ainda o interesse. É uma modalidade difí­cil e que exige muita dedicação, disciplina, concentração e apesar das muitas tarefas que tenho, me comprometo plenamente nos horários de treino! Me identifiquei com a modalidade e é aqui que vou ficar. Queria agradecer a todos pelo apoio e espero fazer bonito aqui, treinei bastante e me dediquei muito. Vamos pra cima! ” – depoimento da Socorro para todos nós, brasileiros!   O Bruninho Lima tem algumas experiências em competições nacionais da modalidade. Sempre foi um garoto ativo que buscou nas competições, mais do que nada, a oportunidade de poder estar e aprender com os melhores e mais experientes: “Sempre gostei muito de competir, acredito que, além da adrenalina da competição, a carga de experiência e conhecimento que se leva de um campeonato é muito grande, maior do que em treinos usuais. E, agora, poder ter essa oportunidade de competir uma etapa internacional, o Hydrofoil Pro Tour, e estar ao lado dos melhores, é um sonho que está se concretizando. E, com certeza, estarei calmo, focado em evoluir e aprender, e farei o meu melhor.” – diz Bruno, feliz pelo momento que está vivendo.   O garoto ainda conta que o kite mudou a vida dele bem cedinho: “ O kite foi uma mudança de vida para mim. Sempre pratiquei e competi em outros esportes, mas, no momento em que deslizei sobre a água, tive certeza de que foi a melhor sensação que poderia sentir. Passei a ter muito foco e disciplina para evoluir no esporte, foi quando um amigo e atleta, Bruno Lobo, me incentivou a migrar para o hydrofoil. E aí­ imagina: se deslizar já era bom, imagina voar sobre a água! Os treinos aumentaram e a vontade de se profissionalizar na modalidade, também. Comecei a desenvolver minha técnina e me destacar em campeonatos regionais e nacionais, o que me fez acreditar e, hoje, poder estar aqui: pronto pra ir pra cima dessa etapa mundial e dar o meu melhor!” – vibra o jovem atleta.   Estaremos todos na torcida pelos nossos atletas brazucas. Quebrem muito!   Para mais informações sobre o evento, fiquem ligados na funpage do evento: https://www.facebook.com/hydrofoilprotour/    ( Foto: os atletas brasileiros partindo para a etapa mundial em São Francisco / Arquivo pessoal Socorro e Bruno)

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TRIPLE-S INVITATIONAL – DIA 1

( Foto de destaque: Toby Bromwich / Triple-S Content )   O primeiro dia do Triple-S Invitational em Cape Hattera, Carolina do Norte, EUA, teve muita ação e um show de manobras.   O campeonato de kitepark tem a duração de 7 dias e 7 noites com uma programação de muito kite na veia. Clique aqui para saber mais sobre o campeonato.   Vejam algumas fotos e os highligths do primeiro dia de competição.   Para mais informações sobre o campeonato, entre no site:   http://www.triplesinvitational.com/   ( Ví­deo: divulgação / Triple-S Invitational Content )   Fotos by Toby Bromwich / Triple-S Content:        

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TRIPLE-S INVITATIONAL COMEÇA HOJE!

  ( Foto de destaque: divulgação / Wind Voyager e Real Water Sports Content )   Hoje tem muita ação! O Triple-S Invitational começa hoje, 02/06, em Cape Hattera, EUA. O campeonato é um evento exclusivo para atletas convidados e é referência no wakestyle.   Os atletas do kite entram em ação em uma competição que exige o freestyle extremo. Irão mostrar suas habilidades em um kitepark, com kickers e slides, sempre buscando as manobras mais técnicas e criativas com muita pressão!   Os melhores do mundo e algumas “lendas” do esporte estão na corrida pela vitória, dentre eles, os ingleses, Aaron Hadlow e Sam Light, o belga, Cristophe Tack e o americano, Jesse Richman. Na liga feminina estão várias poderosas, como a holandesa, Annelous Lammerts, a polonesa, Karolina Winkowska e, representando o Brasil e atual campeã do mundo no freestyle, Bruna Kajiya. Para conferir todos os atletas convidados, clique aqui.    Serão sete dias e sete noites de muita ação. Durante o dia, a adrenalina está garantida com o campeonato e as freeride sessions rolando o tempo todo. De noite, é muita festa com lives e Dj”™s convidados.   O campeonato é organizado no quintal da Real Water Sports, com patrocí­nio master da Wind Voyager. E a premiação é de US$ 50.000,00 para os que subirem no pódio!   Fiquem ligados, a ação vai ser extrema! Para acompanhar, veja mais infos no site do evento: http://www.triplesinvitational.com/   ( Foto: divulgação / Real Water Sports Content )  

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PASSO A PASSO PARA APRENDER KITESURF

( Foto de destaque IKA Content / Icarus Sailing Media ) O kite é um esporte muito bonito e chama a atenção de quem olha e não conhece, despertando a curiosidade e a vontade de praticar. Nesse momento, muitas pessoas se perguntam: como faz? Qual é o passo a passo para aprender o kitesurf? Vamos definir alguns tópicos e dar algumas dicas que são importantes para os admiradores do esporte saberem por onde começar. 1. Gostar da natureza, se sentir bem na água e saber nadar é um ótimo começo! 2. Tomar a decisão de aprender e seguir em frente. O processo de aprendizado é como outro qualquer, pode ser meio duro, mas é interessante e importante. O ideal é seguir em frente com força de vontade, porque “a coisa” fica mágica nas primeiras deslizadas sobre a água e todo o esforço vale a pena. 3. Buscar uma escola ou um profissional técnico independente, certificado e qualificado para as aulas. No Brasil, a entidade máxima responsável pelo esporte é a ABK ( Associação Brasileira de Kitesurf ), a qual certifica, através de cursos e capacitação, escolas e técnicos. Existe uma metodologia e um padrão de ensino desenvolvido para que o aprendizado e a prática sejam seguros. ( Foto divulgação / Pousada BGK Content / Fotógrafo Andre Hanni ) Depois dessas três primeiras iniciativas, começa a metodologia para o aprendizado. Vamos resumir os principais passos e falar das principais dúvidas. Quanto tempo demora para aprender o kitesurf? Essa dúvida é uma das mais frequentes para quem quer aprender e a resposta é: dá pra todos aprenderem! Mas a resposta em relação ao tempo, na verdade, é um pouco relativa. Ao se tratar de um esporte, o tempo do processo depende muito da aptidão e desenvoltura de cada pessoa. Aprender efetivamente significa estar independente, ou seja, sem a necessidade de supervisão de um profissional. Para deixar um parâmetro de tempo para que isso aconteça, costuma-se falar entre 10 a 20 horas/aula. Esse intervalo de tempo costuma ser, mesmo, o tempo que a maioria das pessoas estão aptas a praticar sozinhas e curtir o seu velejo. Lembrando que experiência horas/água é sempre muito importante e relevante. Sempre que estamos velejando e passando por diversas situações e condições, estamos aperfeiçoando nossas técnicas e melhorando o ní­vel. Outra dúvida frequente é: mas eu consigo fazer? Não precisa de muita força ou de um preparo fí­sico grande?   Claro que para as pessoas que praticam esportes, que são mais ligadas nesse lifestyle de maneira profissional ou amadora, as coisas podem ficar mais fáceis e rápidas. Porém, o kite é muito abrangente e eclético, aprendendo da maneira correta, o objetivo é alcançado. Dá uma lida na matéria que fala mais a respeito disso, clicando aqui. Focando na metodologia, existe um passo a passo para tornar o aprendizado e a prática do kitesurf mais seguro. É um esporte radical que pode ser praticado a “quase riscos zero” quando feito da maneira correta. 1. Condições e tipos de vento, meteorologia básica e mapeamento do local de prática. 2. Explicação técnica de janelas de vento e funcionamento da pipa. 3. kite training: uma “pipinha” simulador para entendimento de janela de vento e comandos. 4. Apresentação do equipamento e set up da maneira correta e segura. 5. Sistemas de segurança que o equipamento tem e como utilizá-los. 6. Kite Control: controle da pipa. 7. Body drag: exercí­cio de comandos na água (sem prancha). 8. Técnicas de auto resgate (muito importante!) e regras de navegação. 9. Water Start: teoria e técnicas práticas para as primeiras saí­das na prancha. 10. Bordos nas duas janelas sentido downwind (vento de popa). 11. Correção de postura e aprimoramento do uso da vela. 12. Técnicas para Upwind (contra vento). ( Foto: Divulgação / Kite Lounge Laranjal Content / Fotógrafo: Marcelo Gervini ) Após o aluno ter aprendido todas as técnicas fundamentais de segurança, resgate, navegação e esse passo a passo descrito, e já navegar no sentido do vento e no contra vento, ele pode ser considerado independente. É importante que se sinta confortável e confiante para estar sozinho, e, a partir daí­, é só alegria, diversão e horas/água para ganhar experiência. Nesse momento, nos bate-papos com a galera do esporte, a troca de informação em relação a escolha de equipamentos sempre surge e as coisas vão acontecendo. Se quiser mais informações sobre como escolher seu equipamento, veja a matéria aqui.  Vale sempre ressaltar e considerar como prioridade número UM: o velejo consciente! Desse modo todos se divertem dentro e fora da água.

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PROJETO KITECOAT – TECIDOS DESCARTÁVEIS DE KITE VIRAM JAQUETAS

  (Foto destaque: Divulgação KiteCoat)   Um projeto inovador no mercado de kite. Mais do que uma marca de jaquetas sportswear, a Kitecoat é um projeto de sustentabilidade criado pelos sócios e fundadores Alexandre Rezende e Paula Lagrotta, que após observarem o desperdí­cio das lonas das pipas de kitesurf, pensaram em uma maneira de reutilizá-las com um propósito.   Um possí­vel lixo transformado e com valor agregado. A marca faz parceria com escolas de kite e clubes de vela, que fornecem duas ou mais velas e desenvolvem uma kitecoat. Isso ajuda as escolas a ” se livrarem ” de forma correta do material sem uso, e ainda se beneficiam com uma jaqueta exclusiva.   Jaqueta de kite da Kite Coat (Foto: Divulgação)   Uma pipa de kitesurf pode possuir muitos metros quadrados por vela e sua matéria prima demora cerca de 300 anos para se decompor na natureza. A duração de cada pipa depende das condições em que ela é utilizada. Pode durar até 300 horas de velejo, caso não aconteça nenhuma adversidade. De uma mesma pipa é possí­vel montar até três versões diferentes de Kitecoat. Os modelos são praticamente artesanais e as peças exclusivas.   Para adquirir uma Kitecoat   Existem duas possibilidades de aquisição de uma Kitecoat: uma é sob demanda, em que um velejador nos fornece suas pipas em desuso (mas em condições de reaproveitar o tecido do velame), depois de uma breve entrevista (manter ou não a gestalt da pipa) lavamos, idealizamos os cortes e submetemos ao cliente para sua aprovação. Uma vez aprovado, ela entra em produção, é montada e costurada e quando fica pronta, despachamos para a casa do o cliente.   A outra possibilidade é adquirir uma peça já pronta, disponí­vel em alguns pontos de venda (lojas fí­sicas): lojas de kiteclubs, de Pousadas e Escolas de Kite. E também através de pedidos diretos ao nosso Ateliê, através de contato via Instagram da Kitecoat.   Redes sociais: Instagram e Facebook   Intermédio das guarderias/ escolas/ instrutores e ou lojas como a Ahlma no Rio de Janeiro   Lojas no Rio de Janeiro: Academia da Ahlma, no Leblon e o Studio da Ahlma no Shopping Leblon.  

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